Questões de Concurso Para tratorista

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Q1390564 Matemática
Uma tecelagem fabrica peças de tecidos de 45 metros e 60 metros. Desejando cortá-las em partes de mesmo comprimento de modo que cada parte tenha o maior tamanho possível, qual deverá ser o comprimento de cada parte?
Alternativas
Q1390563 Matemática
Quanto é o dobro de 24, mais o triplo de 13 e menos o quádruplo de 15?
Alternativas
Q1390562 Matemática
Que operação pode ser usada para encontrar a metade de 1234?
Alternativas
Q1390561 Matemática
Duas empreiteiras farão conjuntamente a pavimentação de uma estrada, cada uma trabalhando a partir de uma das extremidades. Se uma delas pavimentar 2/5 da estrada e a outra, os 81 Km restantes, a extensão dessa estrada será de:
Alternativas
Q1390560 Matemática
Dividir um número por 0,0125 equivale a multiplicá-lo por:
Alternativas
Q1390559 Português

ATENÇÃO: Leia o texto abaixo para responder as questão.


ANEDOTA


Um músico mambembe resolve ganhar algum dinheiro tocando sanfona no meio da praça. Aparece um fiscal e o interrompe:

– Você tem licença?

– Não.

– Então me acompanhe.

– Claro. E que música o senhor vai cantar?


Brasil: almanaque de cultura popular. São Paulo, n. 97, maio 2007. 

Quanto aos aspectos formais, pode-se afirmar que a palavra “interrompe” (L.02) apresenta:
Alternativas
Q1390558 Português

ATENÇÃO: Leia o texto abaixo para responder as questão.


ANEDOTA


Um músico mambembe resolve ganhar algum dinheiro tocando sanfona no meio da praça. Aparece um fiscal e o interrompe:

– Você tem licença?

– Não.

– Então me acompanhe.

– Claro. E que música o senhor vai cantar?


Brasil: almanaque de cultura popular. São Paulo, n. 97, maio 2007. 

No que diz respeito aos elementos linguísticos do texto, aponte a afirmação INCORRETA:
Alternativas
Q1390557 Português

ATENÇÃO: Leia o texto abaixo para responder as questão.


ANEDOTA


Um músico mambembe resolve ganhar algum dinheiro tocando sanfona no meio da praça. Aparece um fiscal e o interrompe:

– Você tem licença?

– Não.

– Então me acompanhe.

– Claro. E que música o senhor vai cantar?


Brasil: almanaque de cultura popular. São Paulo, n. 97, maio 2007. 

O gênero textual anedota é caracterizado pela sua natureza humorística. Aponte a opção que evidencia o humor gerado pelo texto:
Alternativas
Q1390556 Português

Marque as frases com C (certo) ou E (errado), no que diz respeito à concordância nominal, e, em seguida, aponte a opção que apresenta a sequência CORRETA:


I- Ela parece meia triste. ( )

II- Meia laranja não é o suficiente. ( )

III- Deixei a janela meio aberta. ( )

Alternativas
Q1390555 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão escritas CORRETAMENTE:
Alternativas
Q1390554 Português
Os vocábulos abaixo aparecem separados em sílabas. Assinale a opção em que a separação silábica NÃO obedece às normas do sistema ortográfico vigente, em todas as palavras:
Alternativas
Q1390553 Português

Atenção: Leia o texto abaixo para responder a questão.


E POR FALAR EM LADRÃO DE GALINHAS... 


Luis Fernando Veríssimo

Disponível em: https://www.pensador.com/textos_de_luis_fernando_verissimo/ Acessado em: 26/03/2019

No trecho “Consegui exclusividade no suprimento de galinhas (...)” (L. 20), a palavra em destaque pode ser substituída, de modo equivalente, sem prejuízo de sentido, por:
Alternativas
Q1390552 Português

Atenção: Leia o texto abaixo para responder a questão.


E POR FALAR EM LADRÃO DE GALINHAS... 


Luis Fernando Veríssimo

Disponível em: https://www.pensador.com/textos_de_luis_fernando_verissimo/ Acessado em: 26/03/2019

Observe o diálogo estabelecido entre o delegado e o ladrão entre as linhas 5 e 9. No trecho, pode-se perceber a criação de um boato que favorecerá a venda de galinhas. Com base no sentido atribuído à palavra “boato”, indique o ditado popular que é menos compatível com o conteúdo veiculado no boato:
Alternativas
Q1390551 Português

Atenção: Leia o texto abaixo para responder a questão.


E POR FALAR EM LADRÃO DE GALINHAS... 


Luis Fernando Veríssimo

Disponível em: https://www.pensador.com/textos_de_luis_fernando_verissimo/ Acessado em: 26/03/2019

No texto, é possível notar uma mudança de comportamento do delegado em relação ao ladrão de galinhas. Essa mudança, que ocorre de modo gradual, é evidenciada pelo modo de o delegado tratar o ladrão. Aponte a opção que expõe a sequência CORRETA quanto à mudança de tratamento do delegado para se referir ao ladrão:
Alternativas
Q1390550 Português

Atenção: Leia o texto abaixo para responder a questão.


E POR FALAR EM LADRÃO DE GALINHAS... 


Luis Fernando Veríssimo

Disponível em: https://www.pensador.com/textos_de_luis_fernando_verissimo/ Acessado em: 26/03/2019

De acordo com o texto, pode-se observar a (re)construção de um retrato do Brasil. Assinale a opção que indica a ideia associada CORRETAMENTE a esse retrato:
Alternativas
Ano: 2019 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Pitangueiras - SP
Q1234793 Português
Compartilhando mentiras 
De vez em quando, nas redes sociais, a gente se pega compartilhando notícias falsas, fotos modificadas, boatos de todo tipo. Hoje mesmo eu estava compartilhando uma notícia que me espantou: na China havia sido descoberto um operário que estava soterrado numa mina há quase 20 anos, depois de ser dado como morto. Quando eu estava pronto para passar a notícia adiante, veio o desmentido: era notícia criada por um desses websites de “jornalismo ficcional” (se o termo não existe, fica inventado agora).  
Quando vemos uma coisa espantosa, inacreditável, edificante, animadora, queremos compartilhar aquilo para faturar uma porcentagenzinha da glória da descoberta. Quando algo nos revolta, nos causa indignação, queremos compartilhar para ver se contribuímos para acabar com aquela pouca vergonha, combater aquela injustiça etc. E mesmo que tudo continue como está, pelo menos mostramos a todos que somos gente boa. E a vida segue. 
O problema é quando a matéria é falsa. E, pior ainda, se é uma matéria falsa que não foi criada por motivos humorísticos ou literários (sim, considero o “jornalismo ficcional” uma interessante forma de literatura), mas para prejudicar a imagem de algum partido ou de algum político, não importa de que posição ou tendência. Inventa‐se uma arbitrariedade ou falcatrua, joga‐se nas redes sociais e aguarda‐se o resultado. 
Neste caso, a multiplicação da notícia falsa (que está sempre sujeita a ser denunciada juridicamente como injúria, calúnia ou difamação) se dá em várias direções. Tem a pessoa que se horroriza com o “fato” noticiado e quer que todo mundo tome consciência daquilo; é a turma “Acorda, Brasil!”. Tem a pessoa que, quando percebe que comeu gato por lebre, vai lá rapidinho e retira a postagem, mas geralmente o estrago já foi feito, a mentira foi passada adiante. Tem pessoa que acaba sabendo que a história era falsa, mas, como desejaria que fosse verdadeira (porque é politicamente contra o partido ou a pessoa envolvida) “se faz de doida” e deixa a postagem rendendo compartilhamentos até não poder mais, quando vai lá, se corrige e pede uma desculpazinha esfarrapada. 
Antes de curtir, comentar ou compartilhar procuro checar as fontes, ir nos links originais. E se for um vírus? Bem, procuro nunca ser o primeiro. Inúmeras vezes evitei clicar num link com algo interessante e, duas horas depois, vi as denúncias pipocando: “Peguei um vírus!”. É como em guerra de videogame: a melhor maneira de saber se um terreno está minado é deixar que os outros vão na frente. Para que pressa? 

(Braulio Tavares. Carta Fundamental, setembro de 2014. Adaptado.) 

Em “Antes de curtir, comentar ou compartilhar procuro checar as fontes, ir nos links originais.” (5º§), a expressão destacada significa:
Alternativas
Ano: 2019 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Pitangueiras - SP
Q1226394 Português
Compartilhando mentiras 
De vez em quando, nas redes sociais, a gente se pega compartilhando notícias falsas, fotos modificadas, boatos de todo tipo. Hoje mesmo eu estava compartilhando uma notícia que me espantou: na China havia sido descoberto um operário que estava soterrado numa mina há quase 20 anos, depois de ser dado como morto. Quando eu estava pronto para passar a notícia adiante, veio o desmentido: era notícia criada por um desses websites de “jornalismo ficcional” (se o termo não existe, fica inventado agora).  
Quando vemos uma coisa espantosa, inacreditável, edificante, animadora, queremos compartilhar aquilo para faturar uma porcentagenzinha da glória da descoberta. Quando algo nos revolta, nos causa indignação, queremos compartilhar para ver se contribuímos para acabar com aquela pouca vergonha, combater aquela injustiça etc. E mesmo que tudo continue como está, pelo menos mostramos a todos que somos gente boa. E a vida segue. 
O problema é quando a matéria é falsa. E, pior ainda, se é uma matéria falsa que não foi criada por motivos humorísticos ou literários (sim, considero o “jornalismo ficcional” uma interessante forma de literatura), mas para prejudicar a imagem de algum partido ou de algum político, não importa de que posição ou tendência. Inventa‐se uma arbitrariedade ou falcatrua, joga‐se nas redes sociais e aguarda‐se o resultado. 
Neste caso, a multiplicação da notícia falsa (que está sempre sujeita a ser denunciada juridicamente como injúria, calúnia ou difamação) se dá em várias direções. Tem a pessoa que se horroriza com o “fato” noticiado e quer que todo mundo tome consciência daquilo; é a turma “Acorda, Brasil!”. Tem a pessoa que, quando percebe que comeu gato por lebre, vai lá rapidinho e retira a postagem, mas geralmente o estrago já foi feito, a mentira foi passada adiante. Tem pessoa que acaba sabendo que a história era falsa, mas, como desejaria que fosse verdadeira (porque é politicamente contra o partido ou a pessoa envolvida) “se faz de doida” e deixa a postagem rendendo compartilhamentos até não poder mais, quando vai lá, se corrige e pede uma desculpazinha esfarrapada. 
Antes de curtir, comentar ou compartilhar procuro checar as fontes, ir nos links originais. E se for um vírus? Bem, procuro nunca ser o primeiro. Inúmeras vezes evitei clicar num link com algo interessante e, duas horas depois, vi as denúncias pipocando: “Peguei um vírus!”. É como em guerra de videogame: a melhor maneira de saber se um terreno está minado é deixar que os outros vão na frente. Para que pressa? 

(Braulio Tavares. Carta Fundamental, setembro de 2014. Adaptado.) 

A palavra “notícia”, transcrita do 1º§ do texto, recebe acentuação gráfica pelo mesmo motivo que a seguinte palavra: 
Alternativas
Ano: 2019 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Pitangueiras - SP
Q1222362 Conhecimentos Gerais
O principal objetivo do Mercosul é garantir a construção de uma consolidação econômica, política e social entre os países-membros, colaborando para o aumento da qualidade de vida dos cidadãos que habitam os Estados que constituem o bloco. Assinale, a seguir, o país que NÃO faz parte do Mercosul: 
Alternativas
Ano: 2019 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Pitangueiras - SP
Q1222076 Economia
Todos os trabalhadores, que possuam contas ativas ou inativas do FGTS, podem sacar até R$ 500,00 de cada uma delas, limitado ao valor do saldo. A liberação dos recursos do FGTS e do PIS é uma das formas encontradas pelo governo para estimular a atividade econômica em um momento em que o PIB está praticamente estagnado. O Produto Interno Bruto (PIB) é: 
Alternativas
Ano: 2019 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Pitangueiras - SP
Q1222062 Atualidades
“A ________________ disparou dois projéteis não identificados no mar em sua costa. O disparo mais recente ocorreu pouco depois de o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmar que recebeu ‘uma carta muito bonita’ do líder norte-coreano, Kim Jong Un.” Assinale a alternativa que completa corretamente a afirmativa anterior. 
Alternativas
Respostas
1341: E
1342: C
1343: A
1344: B
1345: E
1346: A
1347: C
1348: D
1349: B
1350: B
1351: E
1352: C
1353: A
1354: C
1355: D
1356: C
1357: C
1358: A
1359: B
1360: D