Questões de Concurso Para tratorista

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Q1390552 Português

Atenção: Leia o texto abaixo para responder a questão.


E POR FALAR EM LADRÃO DE GALINHAS... 


Luis Fernando Veríssimo

Disponível em: https://www.pensador.com/textos_de_luis_fernando_verissimo/ Acessado em: 26/03/2019

Observe o diálogo estabelecido entre o delegado e o ladrão entre as linhas 5 e 9. No trecho, pode-se perceber a criação de um boato que favorecerá a venda de galinhas. Com base no sentido atribuído à palavra “boato”, indique o ditado popular que é menos compatível com o conteúdo veiculado no boato:
Alternativas
Q1390551 Português

Atenção: Leia o texto abaixo para responder a questão.


E POR FALAR EM LADRÃO DE GALINHAS... 


Luis Fernando Veríssimo

Disponível em: https://www.pensador.com/textos_de_luis_fernando_verissimo/ Acessado em: 26/03/2019

No texto, é possível notar uma mudança de comportamento do delegado em relação ao ladrão de galinhas. Essa mudança, que ocorre de modo gradual, é evidenciada pelo modo de o delegado tratar o ladrão. Aponte a opção que expõe a sequência CORRETA quanto à mudança de tratamento do delegado para se referir ao ladrão:
Alternativas
Q1390550 Português

Atenção: Leia o texto abaixo para responder a questão.


E POR FALAR EM LADRÃO DE GALINHAS... 


Luis Fernando Veríssimo

Disponível em: https://www.pensador.com/textos_de_luis_fernando_verissimo/ Acessado em: 26/03/2019

De acordo com o texto, pode-se observar a (re)construção de um retrato do Brasil. Assinale a opção que indica a ideia associada CORRETAMENTE a esse retrato:
Alternativas
Ano: 2019 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Pitangueiras - SP
Q1234793 Português
Compartilhando mentiras 
De vez em quando, nas redes sociais, a gente se pega compartilhando notícias falsas, fotos modificadas, boatos de todo tipo. Hoje mesmo eu estava compartilhando uma notícia que me espantou: na China havia sido descoberto um operário que estava soterrado numa mina há quase 20 anos, depois de ser dado como morto. Quando eu estava pronto para passar a notícia adiante, veio o desmentido: era notícia criada por um desses websites de “jornalismo ficcional” (se o termo não existe, fica inventado agora).  
Quando vemos uma coisa espantosa, inacreditável, edificante, animadora, queremos compartilhar aquilo para faturar uma porcentagenzinha da glória da descoberta. Quando algo nos revolta, nos causa indignação, queremos compartilhar para ver se contribuímos para acabar com aquela pouca vergonha, combater aquela injustiça etc. E mesmo que tudo continue como está, pelo menos mostramos a todos que somos gente boa. E a vida segue. 
O problema é quando a matéria é falsa. E, pior ainda, se é uma matéria falsa que não foi criada por motivos humorísticos ou literários (sim, considero o “jornalismo ficcional” uma interessante forma de literatura), mas para prejudicar a imagem de algum partido ou de algum político, não importa de que posição ou tendência. Inventa‐se uma arbitrariedade ou falcatrua, joga‐se nas redes sociais e aguarda‐se o resultado. 
Neste caso, a multiplicação da notícia falsa (que está sempre sujeita a ser denunciada juridicamente como injúria, calúnia ou difamação) se dá em várias direções. Tem a pessoa que se horroriza com o “fato” noticiado e quer que todo mundo tome consciência daquilo; é a turma “Acorda, Brasil!”. Tem a pessoa que, quando percebe que comeu gato por lebre, vai lá rapidinho e retira a postagem, mas geralmente o estrago já foi feito, a mentira foi passada adiante. Tem pessoa que acaba sabendo que a história era falsa, mas, como desejaria que fosse verdadeira (porque é politicamente contra o partido ou a pessoa envolvida) “se faz de doida” e deixa a postagem rendendo compartilhamentos até não poder mais, quando vai lá, se corrige e pede uma desculpazinha esfarrapada. 
Antes de curtir, comentar ou compartilhar procuro checar as fontes, ir nos links originais. E se for um vírus? Bem, procuro nunca ser o primeiro. Inúmeras vezes evitei clicar num link com algo interessante e, duas horas depois, vi as denúncias pipocando: “Peguei um vírus!”. É como em guerra de videogame: a melhor maneira de saber se um terreno está minado é deixar que os outros vão na frente. Para que pressa? 

(Braulio Tavares. Carta Fundamental, setembro de 2014. Adaptado.) 

Em “Antes de curtir, comentar ou compartilhar procuro checar as fontes, ir nos links originais.” (5º§), a expressão destacada significa:
Alternativas
Ano: 2019 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Pitangueiras - SP
Q1226394 Português
Compartilhando mentiras 
De vez em quando, nas redes sociais, a gente se pega compartilhando notícias falsas, fotos modificadas, boatos de todo tipo. Hoje mesmo eu estava compartilhando uma notícia que me espantou: na China havia sido descoberto um operário que estava soterrado numa mina há quase 20 anos, depois de ser dado como morto. Quando eu estava pronto para passar a notícia adiante, veio o desmentido: era notícia criada por um desses websites de “jornalismo ficcional” (se o termo não existe, fica inventado agora).  
Quando vemos uma coisa espantosa, inacreditável, edificante, animadora, queremos compartilhar aquilo para faturar uma porcentagenzinha da glória da descoberta. Quando algo nos revolta, nos causa indignação, queremos compartilhar para ver se contribuímos para acabar com aquela pouca vergonha, combater aquela injustiça etc. E mesmo que tudo continue como está, pelo menos mostramos a todos que somos gente boa. E a vida segue. 
O problema é quando a matéria é falsa. E, pior ainda, se é uma matéria falsa que não foi criada por motivos humorísticos ou literários (sim, considero o “jornalismo ficcional” uma interessante forma de literatura), mas para prejudicar a imagem de algum partido ou de algum político, não importa de que posição ou tendência. Inventa‐se uma arbitrariedade ou falcatrua, joga‐se nas redes sociais e aguarda‐se o resultado. 
Neste caso, a multiplicação da notícia falsa (que está sempre sujeita a ser denunciada juridicamente como injúria, calúnia ou difamação) se dá em várias direções. Tem a pessoa que se horroriza com o “fato” noticiado e quer que todo mundo tome consciência daquilo; é a turma “Acorda, Brasil!”. Tem a pessoa que, quando percebe que comeu gato por lebre, vai lá rapidinho e retira a postagem, mas geralmente o estrago já foi feito, a mentira foi passada adiante. Tem pessoa que acaba sabendo que a história era falsa, mas, como desejaria que fosse verdadeira (porque é politicamente contra o partido ou a pessoa envolvida) “se faz de doida” e deixa a postagem rendendo compartilhamentos até não poder mais, quando vai lá, se corrige e pede uma desculpazinha esfarrapada. 
Antes de curtir, comentar ou compartilhar procuro checar as fontes, ir nos links originais. E se for um vírus? Bem, procuro nunca ser o primeiro. Inúmeras vezes evitei clicar num link com algo interessante e, duas horas depois, vi as denúncias pipocando: “Peguei um vírus!”. É como em guerra de videogame: a melhor maneira de saber se um terreno está minado é deixar que os outros vão na frente. Para que pressa? 

(Braulio Tavares. Carta Fundamental, setembro de 2014. Adaptado.) 

A palavra “notícia”, transcrita do 1º§ do texto, recebe acentuação gráfica pelo mesmo motivo que a seguinte palavra: 
Alternativas
Ano: 2019 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Pitangueiras - SP
Q1222362 Conhecimentos Gerais
O principal objetivo do Mercosul é garantir a construção de uma consolidação econômica, política e social entre os países-membros, colaborando para o aumento da qualidade de vida dos cidadãos que habitam os Estados que constituem o bloco. Assinale, a seguir, o país que NÃO faz parte do Mercosul: 
Alternativas
Ano: 2019 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Pitangueiras - SP
Q1222076 Economia
Todos os trabalhadores, que possuam contas ativas ou inativas do FGTS, podem sacar até R$ 500,00 de cada uma delas, limitado ao valor do saldo. A liberação dos recursos do FGTS e do PIS é uma das formas encontradas pelo governo para estimular a atividade econômica em um momento em que o PIB está praticamente estagnado. O Produto Interno Bruto (PIB) é: 
Alternativas
Ano: 2019 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Pitangueiras - SP
Q1222062 Atualidades
“A ________________ disparou dois projéteis não identificados no mar em sua costa. O disparo mais recente ocorreu pouco depois de o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmar que recebeu ‘uma carta muito bonita’ do líder norte-coreano, Kim Jong Un.” Assinale a alternativa que completa corretamente a afirmativa anterior. 
Alternativas
Ano: 2019 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Pitangueiras - SP
Q1182994 Português
Compartilhando mentiras 
De vez em quando, nas redes sociais, a gente se pega compartilhando notícias falsas, fotos modificadas, boatos de todo tipo. Hoje mesmo eu estava compartilhando uma notícia que me espantou: na China havia sido descoberto um operário que estava soterrado numa mina há quase 20 anos, depois de ser dado como morto. Quando eu estava pronto para passar a notícia adiante, veio o desmentido: era notícia criada por um desses websites de “jornalismo ficcional” (se o termo não existe, fica inventado agora).  
Quando vemos uma coisa espantosa, inacreditável, edificante, animadora, queremos compartilhar aquilo para faturar uma porcentagenzinha da glória da descoberta. Quando algo nos revolta, nos causa indignação, queremos compartilhar para ver se contribuímos para acabar com aquela pouca vergonha, combater aquela injustiça etc. E mesmo que tudo continue como está, pelo menos mostramos a todos que somos gente boa. E a vida segue. 
O problema é quando a matéria é falsa. E, pior ainda, se é uma matéria falsa que não foi criada por motivos humorísticos ou literários (sim, considero o “jornalismo ficcional” uma interessante forma de literatura), mas para prejudicar a imagem de algum partido ou de algum político, não importa de que posição ou tendência. Inventa‐se uma arbitrariedade ou falcatrua, joga‐se nas redes sociais e aguarda‐se o resultado. 
Neste caso, a multiplicação da notícia falsa (que está sempre sujeita a ser denunciada juridicamente como injúria, calúnia ou difamação) se dá em várias direções. Tem a pessoa que se horroriza com o “fato” noticiado e quer que todo mundo tome consciência daquilo; é a turma “Acorda, Brasil!”. Tem a pessoa que, quando percebe que comeu gato por lebre, vai lá rapidinho e retira a postagem, mas geralmente o estrago já foi feito, a mentira foi passada adiante. Tem pessoa que acaba sabendo que a história era falsa, mas, como desejaria que fosse verdadeira (porque é politicamente contra o partido ou a pessoa envolvida) “se faz de doida” e deixa a postagem rendendo compartilhamentos até não poder mais, quando vai lá, se corrige e pede uma desculpazinha esfarrapada. 
Antes de curtir, comentar ou compartilhar procuro checar as fontes, ir nos links originais. E se for um vírus? Bem, procuro nunca ser o primeiro. Inúmeras vezes evitei clicar num link com algo interessante e, duas horas depois, vi as denúncias pipocando: “Peguei um vírus!”. É como em guerra de videogame: a melhor maneira de saber se um terreno está minado é deixar que os outros vão na frente. Para que pressa? 

(Braulio Tavares. Carta Fundamental, setembro de 2014. Adaptado.) 

Em “Quando vemos uma coisa espantosa, inacreditável, edificante, animadora, queremos compartilhar aquilo para faturar uma porcentagenzinha da glória da descoberta.” (2º§), a expressão destacada denota uma ideia de: 
Alternativas
Ano: 2018 Banca: FEPESE Órgão: Prefeitura de Videira - SC
Q1236564 Mecânica de Autos
Com relação aos óleos lubrificantes, a característica do óleo que é definida pela sua resistência ao escoamento é chamada de:
Alternativas
Ano: 2018 Banca: FEPESE Órgão: Prefeitura de Videira - SC
Q1236530 Segurança e Saúde no Trabalho
Durante a operação de uma máquina ou equipamento, a proteção da cabeça contra impactos de objetos é obtida com o uso do seguinte equipamento de segurança:
Alternativas
Ano: 2018 Banca: FEPESE Órgão: Prefeitura de Videira - SC
Q1236459 Legislação de Trânsito
Um elemento básico da direção defensiva é a habilidade.
Assinale a alternativa correta sobre esse assunto.
Alternativas
Ano: 2018 Banca: FEPESE Órgão: Prefeitura de Videira - SC
Q1198328 Português
Assinale a alternativa em que o substantivo foi corretamente colocado no plural.
Alternativas
Q1233895 História
Na segunda metade do século XIX surgiu o movimento abolicionista, que defendia a abolição da escravidão no Brasil. 
Um dos principais abolicionista foi: 
Alternativas
Q1233409 Português
Leia a frase: 
As crianças sempre estudaram na mesma turma. 
Qual é o verbo? 
Alternativas
Q1233191 Português
Em qual das alternativas as palavras estão acentuadas corretamente? 
Alternativas
Q1221330 Matemática
Um caminhão pode transportar 30.000 L de leite por viagem. 
Sabendo que para a produção de um quilo de queijo são consumidos 7,5 litros de leite, quantos quilos de queijo são produzidos por carga que chega a indústria? 
Alternativas
Q1204706 História e Geografia de Estados e Municípios
Assinale a alternativa CORRETA sobre o nome da antiga estrada que ligava São Paulo a Santos e São Vicente, passando por outros municípios, foi uma estrada que durante vários séculos, foi a única que serviu aos viajantes que demandavam as praias, saindo de São Paulo ou aos que atingiam o Porto de Santos por via marítima com destino à capital. 
Alternativas
Ano: 2016 Banca: AOCP Órgão: Prefeitura de Marilena - PR
Q1233716 Legislação de Trânsito
O condutor passou com o veículo na velocidade de 58Km/h em uma via onde existe uma Placa de Velocidade Máxima Permitida (R-19) de 40 Km/h. Isso ocorreu às 20h. No local, havia um Radar de Velocidade visível e hábil, que aferiu a velocidade. O condutor 
Alternativas
Ano: 2016 Banca: IMA Órgão: Prefeitura de Picos - PI
Q1230362 Engenharia Mecânica
São alguns componentes do filtro de ar: 

I - Elemento filtrante principal;  II - Carcaça;  III -  álvula de descarga de pó  IV - Estabilizadores laterais.    Qual alternativa apresenta somente as informações verdadeiras? 
Alternativas
Respostas
1241: A
1242: C
1243: D
1244: C
1245: C
1246: A
1247: B
1248: D
1249: C
1250: B
1251: D
1252: A
1253: E
1254: B
1255: C
1256: B
1257: B
1258: B
1259: A
1260: C