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Q3343299 Matemática
Segundo dados do site gov.br, em 2022 o Brasil registrou 174517 casos prováveis de Chikungunya, com uma taxa de incidência de 81,8 casos por 100 mil habitantes. Nessa estatística, considera-se que o total de habitantes do Brasil em 2022 era de, aproximadamente,
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Q3343298 Matemática
Segundo a Agência Brasil, o número de casos de dengue em gestantes aumentou cerca de 345% nas seis primeiras semanas de 2024, na comparação com o mesmo período de 2023. Se considerarmos que houve C casos de dengue em gestantes no período mencionado de 2024, então, o número de casos de dengue em gestantes no mesmo período de 2023 foi de
Alternativas
Q3343297 Português

Leia a tira.


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A alternativa que reescreve uma das falas da personagem, de acordo com a norma-padrão de emprego e colocação do pronome, é:

Alternativas
Q3343296 Português
Leia o texto, para responder à questão.


              O Brasil é um dos países mais desiguais do mundo, e nada expõe mais a desigualdade do que o acesso à água e ao esgoto.

               Segundo o censo do IBGE, com dados de 2022, quase 50 milhões de brasileiros, 1/4 da população, não têm coleta de esgoto. Quase 40 milhões despejam seus dejetos em fossas rudimentares ou buracos e cerca de 4 milhões em rios, lagos ou no mar. Mais de 6 milhões de brasileiros não têm acesso à água e dependem de caminhões-pipa ou água da chuva, rios ou açudes sem o devido tratamento.

                Para adicionar insulto à injúria, 1,2 milhão de crianças estudam em colégios sem acesso à água potável.

         Além da incidência de doenças diretamente relacionadas à exposição a ambientes sem saneamento (leptospirose, disenteria, tifo, cólera), a falta de saneamento impacta o meio ambiente, a produtividade do trabalho, o aproveitamento escolar, os valores imobiliários e o turismo.

             Essa tragédia humanitária não é uma consequência natural da realidade socioeconômica do Brasil – o saneamento básico no País está bem abaixo da média de outros países de renda média-alta e mesmo de renda média. Portanto, é só incúria, pura e simples, do poder público.

          O Marco do Saneamento, aprovado em 2020, buscou reverter esse quadro, definindo metas para a universalização, obrigando a licitação para a escolha dos prestadores, garantindo mais segurança jurídica à privatização das companhias estaduais, estimulando a prestação regionalizada de serviços e conferindo à Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) o papel de padronizar a regulação e a fiscalização dos serviços.


(Opinião do Estadão. Disponível em: <estadao.com.br/opinao>.
Acesso em 28.02.2024. Adaptado)
A alternativa redigida segundo a norma-padrão de concordância nominal e verbal é:
Alternativas
Q3343295 Português
Leia o texto, para responder à questão.


              O Brasil é um dos países mais desiguais do mundo, e nada expõe mais a desigualdade do que o acesso à água e ao esgoto.

               Segundo o censo do IBGE, com dados de 2022, quase 50 milhões de brasileiros, 1/4 da população, não têm coleta de esgoto. Quase 40 milhões despejam seus dejetos em fossas rudimentares ou buracos e cerca de 4 milhões em rios, lagos ou no mar. Mais de 6 milhões de brasileiros não têm acesso à água e dependem de caminhões-pipa ou água da chuva, rios ou açudes sem o devido tratamento.

                Para adicionar insulto à injúria, 1,2 milhão de crianças estudam em colégios sem acesso à água potável.

         Além da incidência de doenças diretamente relacionadas à exposição a ambientes sem saneamento (leptospirose, disenteria, tifo, cólera), a falta de saneamento impacta o meio ambiente, a produtividade do trabalho, o aproveitamento escolar, os valores imobiliários e o turismo.

             Essa tragédia humanitária não é uma consequência natural da realidade socioeconômica do Brasil – o saneamento básico no País está bem abaixo da média de outros países de renda média-alta e mesmo de renda média. Portanto, é só incúria, pura e simples, do poder público.

          O Marco do Saneamento, aprovado em 2020, buscou reverter esse quadro, definindo metas para a universalização, obrigando a licitação para a escolha dos prestadores, garantindo mais segurança jurídica à privatização das companhias estaduais, estimulando a prestação regionalizada de serviços e conferindo à Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) o papel de padronizar a regulação e a fiscalização dos serviços.


(Opinião do Estadão. Disponível em: <estadao.com.br/opinao>.
Acesso em 28.02.2024. Adaptado)
Assinale a alternativa que dá sequência à frase, empregando os verbos de acordo com a norma-padrão.
Era provável que
Alternativas
Q3343294 Português
Leia o texto, para responder à questão.


              O Brasil é um dos países mais desiguais do mundo, e nada expõe mais a desigualdade do que o acesso à água e ao esgoto.

               Segundo o censo do IBGE, com dados de 2022, quase 50 milhões de brasileiros, 1/4 da população, não têm coleta de esgoto. Quase 40 milhões despejam seus dejetos em fossas rudimentares ou buracos e cerca de 4 milhões em rios, lagos ou no mar. Mais de 6 milhões de brasileiros não têm acesso à água e dependem de caminhões-pipa ou água da chuva, rios ou açudes sem o devido tratamento.

                Para adicionar insulto à injúria, 1,2 milhão de crianças estudam em colégios sem acesso à água potável.

         Além da incidência de doenças diretamente relacionadas à exposição a ambientes sem saneamento (leptospirose, disenteria, tifo, cólera), a falta de saneamento impacta o meio ambiente, a produtividade do trabalho, o aproveitamento escolar, os valores imobiliários e o turismo.

             Essa tragédia humanitária não é uma consequência natural da realidade socioeconômica do Brasil – o saneamento básico no País está bem abaixo da média de outros países de renda média-alta e mesmo de renda média. Portanto, é só incúria, pura e simples, do poder público.

          O Marco do Saneamento, aprovado em 2020, buscou reverter esse quadro, definindo metas para a universalização, obrigando a licitação para a escolha dos prestadores, garantindo mais segurança jurídica à privatização das companhias estaduais, estimulando a prestação regionalizada de serviços e conferindo à Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) o papel de padronizar a regulação e a fiscalização dos serviços.


(Opinião do Estadão. Disponível em: <estadao.com.br/opinao>.
Acesso em 28.02.2024. Adaptado)
No contexto do quinto parágrafo, a conjunção destacada no enunciado – Portanto, é só incúria, pura e simples, do poder público. – introduz uma
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Q3343293 Português
Leia o texto, para responder à questão.


              O Brasil é um dos países mais desiguais do mundo, e nada expõe mais a desigualdade do que o acesso à água e ao esgoto.

               Segundo o censo do IBGE, com dados de 2022, quase 50 milhões de brasileiros, 1/4 da população, não têm coleta de esgoto. Quase 40 milhões despejam seus dejetos em fossas rudimentares ou buracos e cerca de 4 milhões em rios, lagos ou no mar. Mais de 6 milhões de brasileiros não têm acesso à água e dependem de caminhões-pipa ou água da chuva, rios ou açudes sem o devido tratamento.

                Para adicionar insulto à injúria, 1,2 milhão de crianças estudam em colégios sem acesso à água potável.

         Além da incidência de doenças diretamente relacionadas à exposição a ambientes sem saneamento (leptospirose, disenteria, tifo, cólera), a falta de saneamento impacta o meio ambiente, a produtividade do trabalho, o aproveitamento escolar, os valores imobiliários e o turismo.

             Essa tragédia humanitária não é uma consequência natural da realidade socioeconômica do Brasil – o saneamento básico no País está bem abaixo da média de outros países de renda média-alta e mesmo de renda média. Portanto, é só incúria, pura e simples, do poder público.

          O Marco do Saneamento, aprovado em 2020, buscou reverter esse quadro, definindo metas para a universalização, obrigando a licitação para a escolha dos prestadores, garantindo mais segurança jurídica à privatização das companhias estaduais, estimulando a prestação regionalizada de serviços e conferindo à Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) o papel de padronizar a regulação e a fiscalização dos serviços.


(Opinião do Estadão. Disponível em: <estadao.com.br/opinao>.
Acesso em 28.02.2024. Adaptado)
Na passagem – … o saneamento básico no País está bem abaixo da média de outros países de renda média-alta e mesmo de renda média. (5o parágrafo) –, os advérbios destacados expressam, nos respectivos contextos, as noções de
Alternativas
Q3343292 Português
Leia o texto, para responder à questão.


              O Brasil é um dos países mais desiguais do mundo, e nada expõe mais a desigualdade do que o acesso à água e ao esgoto.

               Segundo o censo do IBGE, com dados de 2022, quase 50 milhões de brasileiros, 1/4 da população, não têm coleta de esgoto. Quase 40 milhões despejam seus dejetos em fossas rudimentares ou buracos e cerca de 4 milhões em rios, lagos ou no mar. Mais de 6 milhões de brasileiros não têm acesso à água e dependem de caminhões-pipa ou água da chuva, rios ou açudes sem o devido tratamento.

                Para adicionar insulto à injúria, 1,2 milhão de crianças estudam em colégios sem acesso à água potável.

         Além da incidência de doenças diretamente relacionadas à exposição a ambientes sem saneamento (leptospirose, disenteria, tifo, cólera), a falta de saneamento impacta o meio ambiente, a produtividade do trabalho, o aproveitamento escolar, os valores imobiliários e o turismo.

             Essa tragédia humanitária não é uma consequência natural da realidade socioeconômica do Brasil – o saneamento básico no País está bem abaixo da média de outros países de renda média-alta e mesmo de renda média. Portanto, é só incúria, pura e simples, do poder público.

          O Marco do Saneamento, aprovado em 2020, buscou reverter esse quadro, definindo metas para a universalização, obrigando a licitação para a escolha dos prestadores, garantindo mais segurança jurídica à privatização das companhias estaduais, estimulando a prestação regionalizada de serviços e conferindo à Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) o papel de padronizar a regulação e a fiscalização dos serviços.


(Opinião do Estadão. Disponível em: <estadao.com.br/opinao>.
Acesso em 28.02.2024. Adaptado)
A passagem do texto em que a palavra destacada está empregada em sentido figurado é:
Alternativas
Q3343291 Português
Leia o texto, para responder à questão.


              O Brasil é um dos países mais desiguais do mundo, e nada expõe mais a desigualdade do que o acesso à água e ao esgoto.

               Segundo o censo do IBGE, com dados de 2022, quase 50 milhões de brasileiros, 1/4 da população, não têm coleta de esgoto. Quase 40 milhões despejam seus dejetos em fossas rudimentares ou buracos e cerca de 4 milhões em rios, lagos ou no mar. Mais de 6 milhões de brasileiros não têm acesso à água e dependem de caminhões-pipa ou água da chuva, rios ou açudes sem o devido tratamento.

                Para adicionar insulto à injúria, 1,2 milhão de crianças estudam em colégios sem acesso à água potável.

         Além da incidência de doenças diretamente relacionadas à exposição a ambientes sem saneamento (leptospirose, disenteria, tifo, cólera), a falta de saneamento impacta o meio ambiente, a produtividade do trabalho, o aproveitamento escolar, os valores imobiliários e o turismo.

             Essa tragédia humanitária não é uma consequência natural da realidade socioeconômica do Brasil – o saneamento básico no País está bem abaixo da média de outros países de renda média-alta e mesmo de renda média. Portanto, é só incúria, pura e simples, do poder público.

          O Marco do Saneamento, aprovado em 2020, buscou reverter esse quadro, definindo metas para a universalização, obrigando a licitação para a escolha dos prestadores, garantindo mais segurança jurídica à privatização das companhias estaduais, estimulando a prestação regionalizada de serviços e conferindo à Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) o papel de padronizar a regulação e a fiscalização dos serviços.


(Opinião do Estadão. Disponível em: <estadao.com.br/opinao>.
Acesso em 28.02.2024. Adaptado)
Assinale a alternativa em que o trecho destacado está substituído, nos colchetes, por construção de acordo com a norma-padrão de emprego do sinal de crase.
Alternativas
Q3343290 Português
Leia o texto, para responder à questão.


              O Brasil é um dos países mais desiguais do mundo, e nada expõe mais a desigualdade do que o acesso à água e ao esgoto.

               Segundo o censo do IBGE, com dados de 2022, quase 50 milhões de brasileiros, 1/4 da população, não têm coleta de esgoto. Quase 40 milhões despejam seus dejetos em fossas rudimentares ou buracos e cerca de 4 milhões em rios, lagos ou no mar. Mais de 6 milhões de brasileiros não têm acesso à água e dependem de caminhões-pipa ou água da chuva, rios ou açudes sem o devido tratamento.

                Para adicionar insulto à injúria, 1,2 milhão de crianças estudam em colégios sem acesso à água potável.

         Além da incidência de doenças diretamente relacionadas à exposição a ambientes sem saneamento (leptospirose, disenteria, tifo, cólera), a falta de saneamento impacta o meio ambiente, a produtividade do trabalho, o aproveitamento escolar, os valores imobiliários e o turismo.

             Essa tragédia humanitária não é uma consequência natural da realidade socioeconômica do Brasil – o saneamento básico no País está bem abaixo da média de outros países de renda média-alta e mesmo de renda média. Portanto, é só incúria, pura e simples, do poder público.

          O Marco do Saneamento, aprovado em 2020, buscou reverter esse quadro, definindo metas para a universalização, obrigando a licitação para a escolha dos prestadores, garantindo mais segurança jurídica à privatização das companhias estaduais, estimulando a prestação regionalizada de serviços e conferindo à Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) o papel de padronizar a regulação e a fiscalização dos serviços.


(Opinião do Estadão. Disponível em: <estadao.com.br/opinao>.
Acesso em 28.02.2024. Adaptado)
Nas passagens – “Quase 40 milhões despejam seus dejetos em fossas rudimentares ou buracos …” (2o parágrafo) e “Portanto, é só incúria, pura e simples, do poder público.” (5o parágrafo) – as palavras destacadas têm sinônimos adequados, respectivamente, em
Alternativas
Q3343289 Português
Leia o texto, para responder à questão.


              O Brasil é um dos países mais desiguais do mundo, e nada expõe mais a desigualdade do que o acesso à água e ao esgoto.

               Segundo o censo do IBGE, com dados de 2022, quase 50 milhões de brasileiros, 1/4 da população, não têm coleta de esgoto. Quase 40 milhões despejam seus dejetos em fossas rudimentares ou buracos e cerca de 4 milhões em rios, lagos ou no mar. Mais de 6 milhões de brasileiros não têm acesso à água e dependem de caminhões-pipa ou água da chuva, rios ou açudes sem o devido tratamento.

                Para adicionar insulto à injúria, 1,2 milhão de crianças estudam em colégios sem acesso à água potável.

         Além da incidência de doenças diretamente relacionadas à exposição a ambientes sem saneamento (leptospirose, disenteria, tifo, cólera), a falta de saneamento impacta o meio ambiente, a produtividade do trabalho, o aproveitamento escolar, os valores imobiliários e o turismo.

             Essa tragédia humanitária não é uma consequência natural da realidade socioeconômica do Brasil – o saneamento básico no País está bem abaixo da média de outros países de renda média-alta e mesmo de renda média. Portanto, é só incúria, pura e simples, do poder público.

          O Marco do Saneamento, aprovado em 2020, buscou reverter esse quadro, definindo metas para a universalização, obrigando a licitação para a escolha dos prestadores, garantindo mais segurança jurídica à privatização das companhias estaduais, estimulando a prestação regionalizada de serviços e conferindo à Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) o papel de padronizar a regulação e a fiscalização dos serviços.


(Opinião do Estadão. Disponível em: <estadao.com.br/opinao>.
Acesso em 28.02.2024. Adaptado)
Na afirmação – “O Brasil é um dos países mais desiguais do mundo, e nada expõe mais a desigualdade do que o acesso à água e ao esgoto.” –, defende-se a ideia segundo a qual
Alternativas
Q3343288 Português
Leia o texto, para responder à questão.


              O Brasil é um dos países mais desiguais do mundo, e nada expõe mais a desigualdade do que o acesso à água e ao esgoto.

               Segundo o censo do IBGE, com dados de 2022, quase 50 milhões de brasileiros, 1/4 da população, não têm coleta de esgoto. Quase 40 milhões despejam seus dejetos em fossas rudimentares ou buracos e cerca de 4 milhões em rios, lagos ou no mar. Mais de 6 milhões de brasileiros não têm acesso à água e dependem de caminhões-pipa ou água da chuva, rios ou açudes sem o devido tratamento.

                Para adicionar insulto à injúria, 1,2 milhão de crianças estudam em colégios sem acesso à água potável.

         Além da incidência de doenças diretamente relacionadas à exposição a ambientes sem saneamento (leptospirose, disenteria, tifo, cólera), a falta de saneamento impacta o meio ambiente, a produtividade do trabalho, o aproveitamento escolar, os valores imobiliários e o turismo.

             Essa tragédia humanitária não é uma consequência natural da realidade socioeconômica do Brasil – o saneamento básico no País está bem abaixo da média de outros países de renda média-alta e mesmo de renda média. Portanto, é só incúria, pura e simples, do poder público.

          O Marco do Saneamento, aprovado em 2020, buscou reverter esse quadro, definindo metas para a universalização, obrigando a licitação para a escolha dos prestadores, garantindo mais segurança jurídica à privatização das companhias estaduais, estimulando a prestação regionalizada de serviços e conferindo à Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) o papel de padronizar a regulação e a fiscalização dos serviços.


(Opinião do Estadão. Disponível em: <estadao.com.br/opinao>.
Acesso em 28.02.2024. Adaptado)
É correto afirmar que o texto atribui a situação crítica do saneamento básico no Brasil 
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Q3326255 História e Geografia de Estados e Municípios
As principais vegetações naturais encontradas no município de Anajás são: 
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Q3326254 Conhecimentos Gerais
O Estado do Pará apresenta grandes reservas minerais, que fazem desse estado um dos maiores exportadores de minérios do mundo. No município de Oriximiná está localizada uma das maiores reservas do mundo de: 
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Q3326253 História e Geografia de Estados e Municípios
Em 1930, devido ao Decreto Estadual N° 06, o município de Anajás passou a pertencer ao município de Afuá. Em que ano Anajás retornou à condição de município? 
Alternativas
Q3326252 Conhecimentos Gerais
O continente asiático apresenta diversos pontos de conflitos. No Sul da Ásia, temos o conflito entre Índia e Paquistão pelo território da: 
Alternativas
Q3326251 História e Geografia de Estados e Municípios
O município de Anajás já foi chamado de: 
Alternativas
Q3326250 Conhecimentos Gerais
A produção de lixo corresponde a um dos principais problemas ambientais do espaço mundial na atualidade. Marque a alternativa que apresenta uma das consequências do descarte do lixo a céu aberto. 
Alternativas
Q3326249 Conhecimentos Gerais
Na década de 1990, a União Europeia realizou um importante passo no processo de integração econômica dos países membros, criando uma moeda única. Qual o nome da moeda única da União Europeia? 
Alternativas
Respostas
641: D
642: C
643: B
644: B
645: E
646: A
647: B
648: A
649: D
650: C
651: D
652: C
653: C
654: E
655: C
656: B
657: C
658: E
659: A
660: D