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Q2480157 Português
No trecho “Por isso é que o Brasil/Não progrede nisso”, podemos dizer corretamente que:
Alternativas
Q2480156 Português

Texto 02:



Eu lhe dei vinte mil réis
Pra pagar três e trezentos
Você tem que me voltar
Dezesseis e setecentos

Mas se eu lhe dei vinte mil réis
Pra pagar três e trezentos
Você tem que me voltar
Dezesseis e setecentos
Mas dezesseis e setecentos?
Dezesseis e setecentos
Por que dezesseis e setecentos?
Dezesseis e setecentos

Sou diplomado
Frequentei academia
Conheço Geografia
Sei até multiplicar
Dei vinte mangos
Pra pagar três e trezentos
Dezessete e setecentos
Você tem que me voltar

É dezessete e setecentos
É dezesseis e setecentos
É dezessete e setecentos
É dezesseis e setecentos

Então deixa
É por isso é que não gosto
De discutir com gente ignorante
Por isso é que o Brasil
Não progrede nisso

(Trechos da Música Dezessete e Setecentos de Luiz Gonzaga)

Qual dos seguintes temas é a conclusão mais importante que podemos extrair do trecho da música "Dezessete e Setecentos" de Luiz Gonzaga?  
Alternativas
Q2480155 Português
O Brasil é um país multilíngue, ou seja, diversos idiomas, como o indígena, convivem em território brasileiro. Por isso que, nosso léxico possui diferenciações e vocábulos do Português de Portugal, por exemplo. Essa é apenas uma maneira de exemplificar a modificação linguística de acordo com as influências e referências socioculturais. No entanto, a tal influência pode ser consciente, ou seja, quando o falante decide utilizar “mano” e outras gírias para se comunicar com os amigos, ou escolher utilizar a norma padrão ao escrever a redação do Enem. Mas o seu uso também pode ser inconsciente, quando não é uma decisão do falante usar as variações linguísticas impostas durante a sua construção.
(Fonte: https://www.pravaler.com.br/blog/dicas-deestudo/variacoes-linguisticas). 

Dessa forma que variação linguística é definida como “Essa variação linguística se refere aos hábitos e culturas de diferentes grupos sociais, e isso inclui gírias próprias, como por exemplo, um grupo de skatistas, que utiliza jargões e gírias como irado, maneiro, insano, a fim de representar algo legal”?
Alternativas
Q2480154 Português
Qual fenômeno linguístico se verifica na formação da palavra "televisão"?
Alternativas
Q2480153 Português
Assinale a alternativa que apresenta um exemplo de polissemia:
Alternativas
Q2480152 Português
FUNK OSTENTAÇÃO: SOCIEDADE DO CONSUMO OSTENTA HIPOCRISIA

        O estilo musical denominado ‘Funk Ostentação’, originado no estado de São Paulo, transformou-se em um verdadeiro fenômeno nacional idolatrado por crianças, adolescentes e jovens da periferia. Os principais personagens da história são também garotos da periferia, que, através do funk, abriram a cortina da segregação social apresentando, para os excluídos e marginalizados, as maravilhas do mundo da ostentação e exaltação da riqueza.
        Se cerca de 75% dos jovens do país acessam as redes sociais pelo menos três vezes por semana, está na internet o terreno fértil para a divulgação desse estilo de vida. São videoclipes que ultrapassam os quinze milhões de acessos de um público que assiste atento à ode ao consumo de itens de luxo como carros e motocicletas esportivos, correntes, relógios e anéis de ouro maciços, roupas e acessórios de marcas consagradas. Tudo isso regado a muito champagne e caviar. 
        O assassinato de um dos maiores expoentes deste estilo de vida, o jovem MC Daleste, baleado em pleno palco enquanto fazia uma apresentação na cidade de Campinas, trouxe à tona um debate que revelou um elevado grau de hipocrisia. Analistas, músicos, jornalistas e intelectuais vieram a público levantando duras críticas ao discurso de incentivo ao consumo desenfreado, apresentando que este estilo de vida levava ao mundo do crime e contravenção uma série de jovens que não teriam, devido à condição pobre, condições de adquirir bens de tão elevado calibre. Alguns até associaram os famosos ‘rolezinhos’ nos shoppings a este hipotético problema. 
        A burguesia cria todos os dias, através de sua cultura e da exploração, uma série de contradições sociais que acabam por depor contra ela mesma. O Instituto DATAPOPULAR apresentou em pesquisa realizada no segundo semestre do ano passado, dados que apontaram que os jovens da classe C, que não coincidentemente são predominantes nos chamados ‘rolezinhos’, têm apresentado potencial de consumo de cerca de R$129 milhões por mês. O potencial dos jovens das classes A, B e D somados chega a apenas R$99 milhões.
        Sendo assim o reflexo prático do incentivo ao consumismo desenfreado se dá pelo crescimento do endividamento da população e também pela transformação da cultura dos marginalizados da periferia. Para a grande burguesia é central que essa massa consuma cada vez mais, entretanto, é inadmissível que estes se pretendam e ousem ocupar o mesmo espaço ou almejar mesmo estilo de vida das classes dominantes.
        O pobre é incentivado pela cultura consumista a ter um tênis da Nike, mas é impensável que o compre no shopping da classe média. Ao passo que se é comum os filhos dos banqueiros e grandes milionários desejarem e comprarem carros que são verdadeiras máquinas ou ostentarem ternos e joias, é inadmissível que um favelado tenha os mesmos requintes ou estilo de vida. Se é branco e de tradicional família burguesa, é estilo. Se se é preto e oriundo da favela, é ostentação e incentivo à criminalidade. 
        O resultado de tanta hipocrisia e consumismo é uma parcela gigantesca de jovens que não se compreendem enquanto classe e que não conseguem identificar-se enquanto indivíduos, protagonistas de suas próprias histórias sem que isto esteja atrelado ao consumo, a bens e propriedades. O ‘funk ostentação’ é fruto da árvore do consumismo cultivada pelo sistema capitalista. A grande diferença é que o Sistema incentiva o consumo, mas deseja manter a segregação. Se em tese somos iguais porque somos livres para consumir, na prática, somos diferentes porque somos oriundos de classes inconciliáveis. 
(Texto de Raphaella Mendes. Redação Minas Gerais. Disponível em https://averdade.org.br/2014/02/funkostentacao-sociedade-consumo-ostenta-hipocrisia/)
No texto, qual é a principal crítica tecida em relação ao estilo de vida propagado pelo "Funk Ostentação"?
Alternativas
Q2480151 Português
FUNK OSTENTAÇÃO: SOCIEDADE DO CONSUMO OSTENTA HIPOCRISIA

        O estilo musical denominado ‘Funk Ostentação’, originado no estado de São Paulo, transformou-se em um verdadeiro fenômeno nacional idolatrado por crianças, adolescentes e jovens da periferia. Os principais personagens da história são também garotos da periferia, que, através do funk, abriram a cortina da segregação social apresentando, para os excluídos e marginalizados, as maravilhas do mundo da ostentação e exaltação da riqueza.
        Se cerca de 75% dos jovens do país acessam as redes sociais pelo menos três vezes por semana, está na internet o terreno fértil para a divulgação desse estilo de vida. São videoclipes que ultrapassam os quinze milhões de acessos de um público que assiste atento à ode ao consumo de itens de luxo como carros e motocicletas esportivos, correntes, relógios e anéis de ouro maciços, roupas e acessórios de marcas consagradas. Tudo isso regado a muito champagne e caviar. 
        O assassinato de um dos maiores expoentes deste estilo de vida, o jovem MC Daleste, baleado em pleno palco enquanto fazia uma apresentação na cidade de Campinas, trouxe à tona um debate que revelou um elevado grau de hipocrisia. Analistas, músicos, jornalistas e intelectuais vieram a público levantando duras críticas ao discurso de incentivo ao consumo desenfreado, apresentando que este estilo de vida levava ao mundo do crime e contravenção uma série de jovens que não teriam, devido à condição pobre, condições de adquirir bens de tão elevado calibre. Alguns até associaram os famosos ‘rolezinhos’ nos shoppings a este hipotético problema. 
        A burguesia cria todos os dias, através de sua cultura e da exploração, uma série de contradições sociais que acabam por depor contra ela mesma. O Instituto DATAPOPULAR apresentou em pesquisa realizada no segundo semestre do ano passado, dados que apontaram que os jovens da classe C, que não coincidentemente são predominantes nos chamados ‘rolezinhos’, têm apresentado potencial de consumo de cerca de R$129 milhões por mês. O potencial dos jovens das classes A, B e D somados chega a apenas R$99 milhões.
        Sendo assim o reflexo prático do incentivo ao consumismo desenfreado se dá pelo crescimento do endividamento da população e também pela transformação da cultura dos marginalizados da periferia. Para a grande burguesia é central que essa massa consuma cada vez mais, entretanto, é inadmissível que estes se pretendam e ousem ocupar o mesmo espaço ou almejar mesmo estilo de vida das classes dominantes.
        O pobre é incentivado pela cultura consumista a ter um tênis da Nike, mas é impensável que o compre no shopping da classe média. Ao passo que se é comum os filhos dos banqueiros e grandes milionários desejarem e comprarem carros que são verdadeiras máquinas ou ostentarem ternos e joias, é inadmissível que um favelado tenha os mesmos requintes ou estilo de vida. Se é branco e de tradicional família burguesa, é estilo. Se se é preto e oriundo da favela, é ostentação e incentivo à criminalidade. 
        O resultado de tanta hipocrisia e consumismo é uma parcela gigantesca de jovens que não se compreendem enquanto classe e que não conseguem identificar-se enquanto indivíduos, protagonistas de suas próprias histórias sem que isto esteja atrelado ao consumo, a bens e propriedades. O ‘funk ostentação’ é fruto da árvore do consumismo cultivada pelo sistema capitalista. A grande diferença é que o Sistema incentiva o consumo, mas deseja manter a segregação. Se em tese somos iguais porque somos livres para consumir, na prática, somos diferentes porque somos oriundos de classes inconciliáveis. 
(Texto de Raphaella Mendes. Redação Minas Gerais. Disponível em https://averdade.org.br/2014/02/funkostentacao-sociedade-consumo-ostenta-hipocrisia/)
Ainda de acordo com o que foi defendido no texto, qual incidente serviu como catalisador para o questionamento em torno do "Funk Ostentação"?
Alternativas
Q2480150 Português
FUNK OSTENTAÇÃO: SOCIEDADE DO CONSUMO OSTENTA HIPOCRISIA

        O estilo musical denominado ‘Funk Ostentação’, originado no estado de São Paulo, transformou-se em um verdadeiro fenômeno nacional idolatrado por crianças, adolescentes e jovens da periferia. Os principais personagens da história são também garotos da periferia, que, através do funk, abriram a cortina da segregação social apresentando, para os excluídos e marginalizados, as maravilhas do mundo da ostentação e exaltação da riqueza.
        Se cerca de 75% dos jovens do país acessam as redes sociais pelo menos três vezes por semana, está na internet o terreno fértil para a divulgação desse estilo de vida. São videoclipes que ultrapassam os quinze milhões de acessos de um público que assiste atento à ode ao consumo de itens de luxo como carros e motocicletas esportivos, correntes, relógios e anéis de ouro maciços, roupas e acessórios de marcas consagradas. Tudo isso regado a muito champagne e caviar. 
        O assassinato de um dos maiores expoentes deste estilo de vida, o jovem MC Daleste, baleado em pleno palco enquanto fazia uma apresentação na cidade de Campinas, trouxe à tona um debate que revelou um elevado grau de hipocrisia. Analistas, músicos, jornalistas e intelectuais vieram a público levantando duras críticas ao discurso de incentivo ao consumo desenfreado, apresentando que este estilo de vida levava ao mundo do crime e contravenção uma série de jovens que não teriam, devido à condição pobre, condições de adquirir bens de tão elevado calibre. Alguns até associaram os famosos ‘rolezinhos’ nos shoppings a este hipotético problema. 
        A burguesia cria todos os dias, através de sua cultura e da exploração, uma série de contradições sociais que acabam por depor contra ela mesma. O Instituto DATAPOPULAR apresentou em pesquisa realizada no segundo semestre do ano passado, dados que apontaram que os jovens da classe C, que não coincidentemente são predominantes nos chamados ‘rolezinhos’, têm apresentado potencial de consumo de cerca de R$129 milhões por mês. O potencial dos jovens das classes A, B e D somados chega a apenas R$99 milhões.
        Sendo assim o reflexo prático do incentivo ao consumismo desenfreado se dá pelo crescimento do endividamento da população e também pela transformação da cultura dos marginalizados da periferia. Para a grande burguesia é central que essa massa consuma cada vez mais, entretanto, é inadmissível que estes se pretendam e ousem ocupar o mesmo espaço ou almejar mesmo estilo de vida das classes dominantes.
        O pobre é incentivado pela cultura consumista a ter um tênis da Nike, mas é impensável que o compre no shopping da classe média. Ao passo que se é comum os filhos dos banqueiros e grandes milionários desejarem e comprarem carros que são verdadeiras máquinas ou ostentarem ternos e joias, é inadmissível que um favelado tenha os mesmos requintes ou estilo de vida. Se é branco e de tradicional família burguesa, é estilo. Se se é preto e oriundo da favela, é ostentação e incentivo à criminalidade. 
        O resultado de tanta hipocrisia e consumismo é uma parcela gigantesca de jovens que não se compreendem enquanto classe e que não conseguem identificar-se enquanto indivíduos, protagonistas de suas próprias histórias sem que isto esteja atrelado ao consumo, a bens e propriedades. O ‘funk ostentação’ é fruto da árvore do consumismo cultivada pelo sistema capitalista. A grande diferença é que o Sistema incentiva o consumo, mas deseja manter a segregação. Se em tese somos iguais porque somos livres para consumir, na prática, somos diferentes porque somos oriundos de classes inconciliáveis. 
(Texto de Raphaella Mendes. Redação Minas Gerais. Disponível em https://averdade.org.br/2014/02/funkostentacao-sociedade-consumo-ostenta-hipocrisia/)
De acordo com a leitura do texto, podemos apontar que a temática preponderante abordada é:
Alternativas
Q2479809 Raciocínio Lógico
A negação da proposição composta “dois mais dois são cinco ou seis menos quatro são três”, está corretamente apresentada em:
Alternativas
Q2479808 Matemática Financeira
Determine quanto tempo, em meses, um capital de R$ 16.000,00 deve ficar aplicado sob regime de juros simples, a uma taxa bimestral de 2%, para render juros de R$ 1.280,00. 
Alternativas
Q2479807 Matemática
O produto das raízes da equação do segundo grau x² + 25x – 26 = 0 é igual a:
Alternativas
Q2479806 Matemática
A marca de ar condicionado “A” consome 7% menos do que a marca “B”. Sabendo que a marca “B” consome 70 kw a cada hora de funcionamento, é correto dizer que a marca “A” consome, em kw/h:
Alternativas
Q2479805 Matemática
Para construir um pedaço de muro com 40 metros de comprimento, foram necessários 8 pedreiros trabalhando por 6 dias. Determine a quantidade necessária de pedreiros para construir um muro de 70 metros de comprimento em 14 dias. A altura do muro é a mesma nos dois casos. 
Alternativas
Q2479804 Matemática
Analise a figura a seguir:
Imagem associada para resolução da questão
A sombra do prédio projetada pela luz do sol forma um triângulo retângulo com as medidas apresentadas. Através desses dados, podemos calcular a altura do prédio. Assinale a alternativa que indica corretamente a altura, em metros, do prédio apresentado na figura.
Alternativas
Q2479803 Matemática
Analise a operação a seguir: 363 − 362 . O resultado é igual a:
Alternativas
Q2479802 Matemática
Um capital de R$ 48.000,00 foi aplicado sob regime de juros simples, durante 2 bimestres, a uma taxa mensal de 1%. Determine o valor dos juros produzidos na aplicação.
Alternativas
Q2479801 Matemática
Para a realização de uma obra pública, o engenheiro indicou que uma equipe de 8 profissionais, todos com a mesma eficiência e eficácia, levaria 20 dias para acabar. Entretanto, a prefeitura só pode contratar 5 profissionais para a tarefa. Sabendo que todos os profissionais tem a mesma capacidade de trabalho, determine a quantidade de dias que a equipe levará para concluir a obra. 
Alternativas
Q2479800 Matemática
O dobro de um número real acrescido de 36 é igual à raiz cúbica de 8, mais 64. Esse número real é:
Alternativas
Q2479799 Legislação dos Municípios do Estado do Rio Grande do Sul
O Regime Jurídico dos Servidores Público do Município de Araricá/RS (Lei Municipal nº 901/2010) dispõe que a __________________ é a instituída por lei para atender a encargos de direção, chefia ou assessoramento, sendo privativa de detentor de cargo de provimento efetivo, observados os requisitos para o exercício.
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.
Alternativas
Q2479798 Direito Processual Penal

De acordo com a Lei Maria da Penha (Lei Federal nº 11.340/2006), analise as assertivas abaixo e assinale a alternativa correta.


I. Qualquer conduta que ofenda a integridade ou saúde corporal é entendida como violência patrimonial.

II. Uma das formas de violência contra mulher prevista na Lei Maria da Penha é a violência sexual.

III. A violência psicológica é entendida como qualquer conduta que configura retenção, subtração, destruição parcial ou total de seus objetos.

Alternativas
Respostas
2521: A
2522: D
2523: C
2524: B
2525: C
2526: C
2527: B
2528: B
2529: C
2530: C
2531: B
2532: D
2533: A
2534: D
2535: E
2536: B
2537: E
2538: B
2539: A
2540: C