Questões de Concurso
Para terapeuta ocupacional
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Para responder às questões de números 23 a 25, considere a planilha abaixo, elaborada no Microsoft Office Excel 2010 configuração padrão e idioma Português do Brasil.
A situação do aluno é obtida por meio de sua média. Se a média for inferior a 40, o aluno estará reprovado. Se a média for maior ou igual a 40 e inferior a 60, o aluno deverá fazer prova final. E, caso o aluno possua média maior ou igual a 60, estará aprovado. A fórmula que deve ser digitada na célula E2, para que, depois, possa ser copiada para as células E3 até E8, com o recurso de copiar e colar (resultando o que mostra o intervalo E2 a E8), é:
Para responder às questões de números 23 a 25, considere a planilha abaixo, elaborada no Microsoft Office Excel 2010 configuração padrão e idioma Português do Brasil.
A média do aluno é calculada pela soma de 30% dos trabalhos com 70% da prova. Para exibir o resultado do intervalo D2 a D8, a fórmula que deve ser digitada na célula D2, para que, depois, possa ser copiada para as células D3 até D8, com o recurso de Copiar e Colar, é:
O gerente de uma empresa delegou a cinco de seus funcionários a tarefa de redigir um novo estatuto para a empresa. Imediatamente, os funcionários criaram um documento no Microsoft Office Word 2010 (configuração padrão) idioma Português do Brasil e iniciaram a redação do estatuto. Um possível recurso do aplicativo para o gerente identificar as mudanças ocorridas no documento e o autor de cada modificação é:
Um tipo de golpe comum na internet consiste em envolver a pessoa em alguma situação ou história mirabolante que justifique a necessidade de enviar informações pessoais ou realizar algum tipo de pagamento adiantado, para obter um benefício futuro. Após fornecer os recursos solicitados, a pessoa percebe que o tal benefício prometido não existe e, então, constata que foi vítima de um golpe e que seus dados/dinheiro estão em posse de golpistas. Neste caso, a vítima sofreu um golpe conhecido como:
O Comitê Gestor da Internet determinou que, a partir do dia 1º de janeiro de 2013, as operadoras Brasileiras de internet deveriam bloquear a porta 25 das conexões domésticas. A medida tinha como objetivo diminuir a quantidade de spam enviada por computadores brasileiros e parece estar dando muito certo. O Brasil saiu da 6ª para a 12ª posição na lista dos países que mais enviam spam. Esta medida impacta diretamente o protocolo:
A Central de Facilidade de Acesso, localizada no painel de controle do Windows 7 em Português do Brasil, é um local centralizado para configurações e programas de acessibilidade. O atalho de teclado para abri-la é:
As Opções de Recuperação do Sistema do Windows 7 configuração padrão e idioma Português do Brasil contêm ferramentas que podem ajudar a recuperar o sistema operacional de um problema grave. A ferramenta mais indicada para recuperar os arquivos do sistema do computador para um ponto anterior no tempo, sem afetar os arquivos pessoais, é:
O disco Blu-ray é um formato de disco ótico capaz de armazenar uma quantidade de dados muito maior do que a do DVD. A capacidade de armazenamento de um BD (Blu-ray Disc) é de 25 GB em cada camada e, atualmente, um disco pode conter até quatro camadas, chegando à capacidade total de aproximadamente 100GB. A correta especificação de um BD de 50 GB contendo duas camadas graváveis é:
Dentre os componentes de hardware e software que constituem as redes de computadores, os utilizados para distribuir conexões e resolver nomes são, respectivamente:
Um paciente insatisfeito com a alta da mensalidade de seu plano de saúde decide averiguar a legalidade deste aumento, buscando informações sobre o assunto no site da ANS - Agência Nacional de Saúde Suplementar (http://www.ans.gov.br/). Utilizando a ferramenta de pesquisa Google (http://www.google.com. br/), o comando de busca mais adequado para se obter tal informação será:
As instituições bancárias brasileiras disponibilizam ferramentas de home banking aos seus clientes, permitindo a eles realizar transações bancárias pela internet por meio de um computador, smartphone ou tablet. Para assegurar a confidencialidade e a autenticidade das informações do cliente, a ferramenta de home banking deve utilizar:
O Brasil é o quinto país com o maior número de conexões à Internet, totalizando 94,2 milhões de internautas brasileiros, segundo o Ibope Media. Simultaneamente ao desenvolvimento e à popularização da Internet, ocorreu o crescimento de um fenômeno que se tornou um dos principais problemas da comunicação eletrônica em geral: o envio em massa de mensagens indesejáveis e ofertas de cunho duvidoso, conhecido como lixo eletrônico. Para filtrar este tipo de mensagem, removendo-as automaticamente da caixa entrada, podemos utilizar ferramenta denominada:
Com relação à passagem “...mas a concorrência é grande...”, a reescritura que altera o sentido original é:
Na passagem “... A Região Sudeste concentra o maior número de vagas e os melhores salários...”, os adjetivos “maior” e “melhores” estão empregados no grau:
No trecho “... A preocupação com a saúde e o bem-estar mantém aquecido o mercado para o fisioterapeuta...”, o emprego da forma verbal no singular se justifica pela concordância com o núcleo:
Levando em conta o processo de formação, a palavra “musculoesquelética” constitui exemplo de:
No texto 2, a ligação existente entre os parágrafos que o constituem e o título se dá por meio de um mecanismo textual denominado relação:
Se o valor lógico de uma proposição é verdadeiro e o valor lógico de uma proposição P é falso então o valor lógico da proposição q composta [(p → q) v ~p ] ^ ~q é:
Para responder às questões de 1 a 3, leia o texto abaixo.
As raízes do racismo
Drauzio Varella
Somos seres tribais que dividem o mundo em dois grupos: o "nosso" e o "deles". Esse é o início de um artigo sobre racismo publicado na revista "Science", como parte de uma seção sobre conflitos humanos, leitura que recomendo a todos.
Tensões e suspeições intergrupais são responsáveis pela violência entre muçulmanos e hindus, católicos e protestantes, palestinos e judeus, brancos e negros, heterossexuais e homossexuais, corintianos e palmeirenses.
Num experimento clássico dos anos 1950, psicólogos americanos levaram para um acampamento adolescentes que não se conheciam.
Ao descer do ônibus, cada participante recebeu aleatoriamente uma camiseta de cor azul ou vermelha. A partir desse momento, azuis e vermelhos faziam refeições em horários diferentes, dormiam em alojamentos separados e formavam equipes adversárias em todas as brincadeiras e práticas esportivas.
A observação precisou ser interrompida antes da data prevista, por causa da violência na disputa de jogos e das brigas que irrompiam entre azuis e vermelhos.
Nos anos que se seguiram, diversas experiências semelhantes, organizadas com desconhecidos reunidos de forma arbitrária, demonstraram que consideramos os membros de nosso grupo mais espertos, justos, inteligentes e honestos do que os "outros".
Parte desse prejulgamento que fazemos "deles" é inconsciente. Você se assusta quando um adolescente negro se aproxima da janela do carro, antes de tomar consciência de que ele é jovem e tem pele escura, porque o preconceito contra homens negros tem raízes profundas.
Nos últimos 40 anos, surgiu vasta literatura científica para explicar por que razão somos tão tribais. Que fatores em nosso passado evolutivo condicionaram a necessidade de armar coligações que não encontram justificativa na civilização moderna? Por que tanta violência religiosa? Qual o sentido de corintianos se amarem e odiarem palmeirenses?
Seres humanos são capazes de colaborar uns com os outros numa escala desconhecida no reino animal, porque viver em grupo foi essencial à adaptação de nossa espécie. Agrupar-se foi a necessidade mais premente para escapar de predadores, obter alimentos e construir abrigos seguros para criar os filhos.
A própria complexidade do cérebro humano evoluiu, pelo menos em parte, em resposta às solicitações da vida comunitária.
Pertencer a um agrupamento social, no entanto, muitas vezes significou destruir outros. Quando grupos antagônicos competem por território e bens materiais, a habilidade para formar coalizões confere vantagens logísticas capazes de assegurar maior probabilidade de sobrevivência aos descendentes dos vencedores.
A contrapartida do altruísmo em relação aos "nossos" é a crueldade dirigida contra os "outros".
Na violência intergrupal do passado remoto estão fincadas as raízes dos preconceitos atuais. As interações negativas entre nossos antepassados deram origem aos comportamentos preconceituosos de hoje, porque no tempo deles o contato com outros povos era tormentoso e limitado.
Foi com as navegações e a descoberta das Américas que indivíduos de etnias diversificadas foram obrigados a conviver, embora de forma nem sempre pacífica. Estaria nesse estranhamento a origem das idiossincrasias contra negros e índios, por exemplo, povos fisicamente diferentes dos colonizadores brancos.
Preconceito racial não é questão restrita ao racismo, faz parte de um fenômeno muito mais abrangente que varia de uma cultura para outra e que se modifica com o passar do tempo. Em apenas uma geração, o apartheid norte-americano foi combatido a ponto de um negro chegar à Presidência do país.
O preconceito contra "eles" cai mais pesado sobre os homens, porque eram do sexo masculino os guerreiros que atacavam nossos ancestrais. Na literatura, essa constatação recebeu o nome de hipótese do guerreiro masculino.
A evolução moldou nosso medo de homens que pertencem a outros grupos. Para nos defendermos deles, criamos fronteiras que agrupam alguns e separam outros em obediência a critérios de cor da pele, religião, nacionalidade, convicções políticas, dialetos e até times de futebol.
Demarcada a linha divisória entre "nós" e "eles", discriminamos os que estão do lado de lá. Às vezes com violência.
Considere as afirmações abaixo.
I. De acordo com o texto, o homem tem tendência a se agrupar, tendo como base sempre a cor da pele e as características físicas.
II. O intuito da experiência científica dos psicólogos americanos na década de 1950 era obter dados que ajudassem a descrever o comportamento humano.
Está correto o que se afirma em
Para responder às questões de 1 a 3, leia o texto abaixo.
As raízes do racismo
Drauzio Varella
Somos seres tribais que dividem o mundo em dois grupos: o "nosso" e o "deles". Esse é o início de um artigo sobre racismo publicado na revista "Science", como parte de uma seção sobre conflitos humanos, leitura que recomendo a todos.
Tensões e suspeições intergrupais são responsáveis pela violência entre muçulmanos e hindus, católicos e protestantes, palestinos e judeus, brancos e negros, heterossexuais e homossexuais, corintianos e palmeirenses.
Num experimento clássico dos anos 1950, psicólogos americanos levaram para um acampamento adolescentes que não se conheciam.
Ao descer do ônibus, cada participante recebeu aleatoriamente uma camiseta de cor azul ou vermelha. A partir desse momento, azuis e vermelhos faziam refeições em horários diferentes, dormiam em alojamentos separados e formavam equipes adversárias em todas as brincadeiras e práticas esportivas.
A observação precisou ser interrompida antes da data prevista, por causa da violência na disputa de jogos e das brigas que irrompiam entre azuis e vermelhos.
Nos anos que se seguiram, diversas experiências semelhantes, organizadas com desconhecidos reunidos de forma arbitrária, demonstraram que consideramos os membros de nosso grupo mais espertos, justos, inteligentes e honestos do que os "outros".
Parte desse prejulgamento que fazemos "deles" é inconsciente. Você se assusta quando um adolescente negro se aproxima da janela do carro, antes de tomar consciência de que ele é jovem e tem pele escura, porque o preconceito contra homens negros tem raízes profundas.
Nos últimos 40 anos, surgiu vasta literatura científica para explicar por que razão somos tão tribais. Que fatores em nosso passado evolutivo condicionaram a necessidade de armar coligações que não encontram justificativa na civilização moderna? Por que tanta violência religiosa? Qual o sentido de corintianos se amarem e odiarem palmeirenses?
Seres humanos são capazes de colaborar uns com os outros numa escala desconhecida no reino animal, porque viver em grupo foi essencial à adaptação de nossa espécie. Agrupar-se foi a necessidade mais premente para escapar de predadores, obter alimentos e construir abrigos seguros para criar os filhos.
A própria complexidade do cérebro humano evoluiu, pelo menos em parte, em resposta às solicitações da vida comunitária.
Pertencer a um agrupamento social, no entanto, muitas vezes significou destruir outros. Quando grupos antagônicos competem por território e bens materiais, a habilidade para formar coalizões confere vantagens logísticas capazes de assegurar maior probabilidade de sobrevivência aos descendentes dos vencedores.
A contrapartida do altruísmo em relação aos "nossos" é a crueldade dirigida contra os "outros".
Na violência intergrupal do passado remoto estão fincadas as raízes dos preconceitos atuais. As interações negativas entre nossos antepassados deram origem aos comportamentos preconceituosos de hoje, porque no tempo deles o contato com outros povos era tormentoso e limitado.
Foi com as navegações e a descoberta das Américas que indivíduos de etnias diversificadas foram obrigados a conviver, embora de forma nem sempre pacífica. Estaria nesse estranhamento a origem das idiossincrasias contra negros e índios, por exemplo, povos fisicamente diferentes dos colonizadores brancos.
Preconceito racial não é questão restrita ao racismo, faz parte de um fenômeno muito mais abrangente que varia de uma cultura para outra e que se modifica com o passar do tempo. Em apenas uma geração, o apartheid norte-americano foi combatido a ponto de um negro chegar à Presidência do país.
O preconceito contra "eles" cai mais pesado sobre os homens, porque eram do sexo masculino os guerreiros que atacavam nossos ancestrais. Na literatura, essa constatação recebeu o nome de hipótese do guerreiro masculino.
A evolução moldou nosso medo de homens que pertencem a outros grupos. Para nos defendermos deles, criamos fronteiras que agrupam alguns e separam outros em obediência a critérios de cor da pele, religião, nacionalidade, convicções políticas, dialetos e até times de futebol.
Demarcada a linha divisória entre "nós" e "eles", discriminamos os que estão do lado de lá. Às vezes com violência.
Considere as afirmações abaixo.
I. O autor afirma que a ciência comprova que há, naturalmente, grupos superiores a outros e isso justifica o racismo.
II. O autor afirma que apenas os homens tribais, não evoluídos, apresentam preconceito.
Está correto o que se afirma em