Questões de Concurso
Para terapeuta ocupacional
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• 127 preferem matemática;
• 110 preferem língua portuguesa;
• 82 preferem legislação;
• 50 preferem matemática e língua portuguesa;
• 40 preferem língua portuguesa e legislação;
• 37 preferem matemática e legislação;
• 30 preferem língua portuguesa, legislação e matemática.
A partir dessas informações, assinale a alternativa que apresenta, correta e respectivamente, o número de pessoas entrevistadas e a quantidade de pessoas que gostam de estudar apenas matemática.
A = Mínimo múltiplo comum entre os números 12 e 36.
B = Máximo divisor comum entre os números 45 e 105.
C = O resultado da operação ³√64 + 7⁰ .
O resultado de √A ∙ C – 2B : C é
( ) A negação de “Ana é linda e Maria é animada” está correta como “Ana não é linda e Maria não é animada”.
( ) A negação de “Júlia é professora ou Lúcia é costureira” está correta como “Júlia não é professora e Lúcia não é costureira”.
( ) A negação de “Mário não é economista e João é policial” está correta como “Mário é economista ou João não é policial”.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Por que crianças não quebram mais o braço?

Por Pedro Guerra
(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/pedro-guerra/noticia/2025/12/por-que-criancas-nao-quebram-mais-o-braco-cmj2y6ojc01y8014o699c5t7b.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
“Talvez as quedas de hoje doam mais justamente porque não deixam marcas aparentes”.
Considerando as relações estabelecidas pelas orações no período acima, analise as assertivas a seguir:
I. O termo “de hoje” é um complemento nominal.
II. É possível identificar quatro advérbios no trecho.
III. O trecho é formado por três orações.
Quais estão corretas?
Por que crianças não quebram mais o braço?

Por Pedro Guerra
(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/pedro-guerra/noticia/2025/12/por-que-criancas-nao-quebram-mais-o-braco-cmj2y6ojc01y8014o699c5t7b.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
“cresceu o número de diagnósticos, rótulos e ansiedades que não faziam parte da infância”.
Por que crianças não quebram mais o braço?

Por Pedro Guerra
(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/pedro-guerra/noticia/2025/12/por-que-criancas-nao-quebram-mais-o-braco-cmj2y6ojc01y8014o699c5t7b.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
• “___ vezes, nem elas mesmas entendem onde dói” (l. 19).
• “Soma-se a isso ___ pandemia” (l. 25).
• “[...] seguidos de um tipo de bullying que não se restringe ___ escola” (l. 25-26).
Por que crianças não quebram mais o braço?

Por Pedro Guerra
(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/colunistas/pedro-guerra/noticia/2025/12/por-que-criancas-nao-quebram-mais-o-braco-cmj2y6ojc01y8014o699c5t7b.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
I. O autor parte de uma cena do cotidiano — crianças com braços quebrados — para estabelecer uma reflexão sobre questões emocionais que acometem adultos, o que se constitui como a tese central defendida por ele.
II. O autor estabelece uma metáfora entre a queda física e a queda emocional e afirma que os ferimentos desta não são visíveis como os daquela, mas causam danos de cura mais lenta.
III. É possível inferir que questões emocionais que afetam as crianças podem estar presentes antes mesmo que elas possam vir a ser alvo de outras situações perigosas.
Quais estão corretas?
A Terapia Ocupacional desenvolveu-se e consolidou-se formalmente como profissão no início do século _______. O termo Terapia Ocupacional surgiu no início desse século e deve-se a um arquiteto americano ________, que foi o impulsionador de uma instituição situada em Clifton Springs (New York) onde as pessoas eram reeducadas e ajudadas através da ocupação, de modo a readquirirem um sentido para a vida.
I. Possibilita identificar movimentos repetitivos, posturas inadequadas e esforços excessivos, que podem levar a LER/DORT, lombalgias e outros distúrbios musculoesqueléticos.
II. Analisa a organização do trabalho, incluindo jornada, pausas, divisão de tarefas e exigências da função, que influenciam o adoecimento.
III. Reconhece fatores de risco físicos, cognitivos e psicossociais, como sobrecarga mental, ritmo intenso, estresse, pressão por produtividade e falta de pausas.