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Q3866030 Redação Oficial
A concisão, um dos requisitos essenciais da redação técnica oficial, é entendida como a característica de um texto: 
Alternativas
Q3866029 Português

Q9.png (325×312)


BECK, Alexandre. Tiras de Armandinho. Disponível em .<https://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/27431-tirasde-armandinho>. 



As expressões “dente de alho”, “pé de alface” e “cabeça de repolho”, empregadas na tirinha acima, remetem à seguinte figura de linguagem: 

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Q3866028 Secretariado
Assinale a alternativa que apresenta o documento da redação técnica oficial cujo objetivo é dirigir-se ao mesmo tempo a várias repartições ou pessoas, sendo multidirecional, não tendo um único destinatário específico, para transmitir algum informe, ordem ou orientação. 
Alternativas
Q3866027 Português
Assinale a alternativa que apresenta um enunciado correto em relação ao emprego do verbo destacado. 
Alternativas
Q3866026 Português
Assinale a alternativa que se apresenta totalmente correta com relação ao emprego do pronome “cujo” e variações, de acordo com a norma-padrão, atentando-se para todo o enunciado. 
Alternativas
Q3866025 Português
Preencha as lacunas abaixo com “eu” ou “mim”, de acordo com a norma-padrão. A seguir, assinale a sequência correta obtida.

- Ainda reinava um mal-estar entre ___ e ela.
- Para ___, fazer justiça é fundamental.
- Trouxe um presente para ___ relembrar os velhos tempos.
Alternativas
Q3866024 Português
Assinale a alternativa em que a palavra destacada se encontra empregada corretamente. 
Alternativas
Q3866023 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


(In)diferença 


    Aprendi há pouco que não devo ignorar completamente o que dizem sobre minha pessoa. Seja agradável ou não o que ouço, é recomendável dispor de pelo menos alguns minutinhos para reflexão. E resolvi me observar por uns dias para saber em que e em quais situações posso ser indiferente. As conclusões são mesmo conclusivas, se me permite o pleonasmo. Até porque se trata de posicionamento relativo diante de circunstâncias que podem se apresentar de formas diversas. 

    Não sou indiferente a preconceitos, por exemplo. Odeio todos, de todos os tipos, inclusive os que ainda se agarram a mim e dos quais ainda – disse ainda, de novo – não consegui me libertar. Posso ser indiferente a racistas, pois não merecem minha atenção, a menos que necessitem de um passa-fora, tipo peteleco que se dá em inseto incômodo, em casos menos significativos – piadinhas sem graça –, ou uma denúncia em alto e bom som quando a ofensa é gravíssima. 

    Sou permanentemente intolerante com a intolerância. 

    Não sou indiferente à falta de educação. Seja no trânsito, em restaurantes, supermercados, filas. Tenho horror a quem joga lixo no chão e fala exageradamente alto em qualquer lugar.

    Não sou indiferente à crueldade cometida diariamente contra animais indefesos, vítimas de crimes cometidos pelos próprios guardiões. Não sou indiferente ao sofrimento imposto aos touros em rodeios. Não sou indiferente aos cães abandonados por seus donos por motivos vários. (...) 

    Não sou indiferente à mentira, à omissão, à injustiça.

    Não sou indiferente à ignorância imposta por uma educação capenga. 

    Prefiro ser indiferente aos arrogantes e prepotentes. Sou impaciente com a deselegância dos que pensam ser os donos do mundo, da situação ou da verdade. Aos que se autodenominam sábios e não têm ideia do que dizem, pois os sábios não se dizem sábios. A esses, viro as costas solenemente, com toda a indiferença que consigo reunir. (...)


DAMACENO, Giovana. (In)diferença. Revista Benfazeja. Disponível em .  <https://www.avl.org.br/uploads/b889aa7f77e52e3a
5e8c0e9f930aa329indiferenca_gd.pdf>. 

“Tenho horror a quem joga lixo no chão e fala exageradamente alto em qualquer lugar.”


O termo destacado no trecho acima apresenta função:

Alternativas
Q3866022 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


(In)diferença 


    Aprendi há pouco que não devo ignorar completamente o que dizem sobre minha pessoa. Seja agradável ou não o que ouço, é recomendável dispor de pelo menos alguns minutinhos para reflexão. E resolvi me observar por uns dias para saber em que e em quais situações posso ser indiferente. As conclusões são mesmo conclusivas, se me permite o pleonasmo. Até porque se trata de posicionamento relativo diante de circunstâncias que podem se apresentar de formas diversas. 

    Não sou indiferente a preconceitos, por exemplo. Odeio todos, de todos os tipos, inclusive os que ainda se agarram a mim e dos quais ainda – disse ainda, de novo – não consegui me libertar. Posso ser indiferente a racistas, pois não merecem minha atenção, a menos que necessitem de um passa-fora, tipo peteleco que se dá em inseto incômodo, em casos menos significativos – piadinhas sem graça –, ou uma denúncia em alto e bom som quando a ofensa é gravíssima. 

    Sou permanentemente intolerante com a intolerância. 

    Não sou indiferente à falta de educação. Seja no trânsito, em restaurantes, supermercados, filas. Tenho horror a quem joga lixo no chão e fala exageradamente alto em qualquer lugar.

    Não sou indiferente à crueldade cometida diariamente contra animais indefesos, vítimas de crimes cometidos pelos próprios guardiões. Não sou indiferente ao sofrimento imposto aos touros em rodeios. Não sou indiferente aos cães abandonados por seus donos por motivos vários. (...) 

    Não sou indiferente à mentira, à omissão, à injustiça.

    Não sou indiferente à ignorância imposta por uma educação capenga. 

    Prefiro ser indiferente aos arrogantes e prepotentes. Sou impaciente com a deselegância dos que pensam ser os donos do mundo, da situação ou da verdade. Aos que se autodenominam sábios e não têm ideia do que dizem, pois os sábios não se dizem sábios. A esses, viro as costas solenemente, com toda a indiferença que consigo reunir. (...)


DAMACENO, Giovana. (In)diferença. Revista Benfazeja. Disponível em .  <https://www.avl.org.br/uploads/b889aa7f77e52e3a
5e8c0e9f930aa329indiferenca_gd.pdf>. 
Assinale a alternativa que apresenta uma passagem do texto “(In)diferença” que se enquadra num paradoxo, figura de linguagem em que duas ideias aparentemente contraditórias são utilizadas num mesmo contexto. 
Alternativas
Q3866021 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


(In)diferença 


    Aprendi há pouco que não devo ignorar completamente o que dizem sobre minha pessoa. Seja agradável ou não o que ouço, é recomendável dispor de pelo menos alguns minutinhos para reflexão. E resolvi me observar por uns dias para saber em que e em quais situações posso ser indiferente. As conclusões são mesmo conclusivas, se me permite o pleonasmo. Até porque se trata de posicionamento relativo diante de circunstâncias que podem se apresentar de formas diversas. 

    Não sou indiferente a preconceitos, por exemplo. Odeio todos, de todos os tipos, inclusive os que ainda se agarram a mim e dos quais ainda – disse ainda, de novo – não consegui me libertar. Posso ser indiferente a racistas, pois não merecem minha atenção, a menos que necessitem de um passa-fora, tipo peteleco que se dá em inseto incômodo, em casos menos significativos – piadinhas sem graça –, ou uma denúncia em alto e bom som quando a ofensa é gravíssima. 

    Sou permanentemente intolerante com a intolerância. 

    Não sou indiferente à falta de educação. Seja no trânsito, em restaurantes, supermercados, filas. Tenho horror a quem joga lixo no chão e fala exageradamente alto em qualquer lugar.

    Não sou indiferente à crueldade cometida diariamente contra animais indefesos, vítimas de crimes cometidos pelos próprios guardiões. Não sou indiferente ao sofrimento imposto aos touros em rodeios. Não sou indiferente aos cães abandonados por seus donos por motivos vários. (...) 

    Não sou indiferente à mentira, à omissão, à injustiça.

    Não sou indiferente à ignorância imposta por uma educação capenga. 

    Prefiro ser indiferente aos arrogantes e prepotentes. Sou impaciente com a deselegância dos que pensam ser os donos do mundo, da situação ou da verdade. Aos que se autodenominam sábios e não têm ideia do que dizem, pois os sábios não se dizem sábios. A esses, viro as costas solenemente, com toda a indiferença que consigo reunir. (...)


DAMACENO, Giovana. (In)diferença. Revista Benfazeja. Disponível em .  <https://www.avl.org.br/uploads/b889aa7f77e52e3a
5e8c0e9f930aa329indiferenca_gd.pdf>. 
Em relação ao texto “(In)diferença”, é correto afirmar que ele se estrutura: 
Alternativas
Q3864909 Terapia Ocupacional
Na Terapia Ocupacional, a avaliação, a intervenção e a promoção da saúde centradas na participação e no cotidiano compreendem o sujeito em sua singularidade, considerando suas ocupações, contextos de vida e possibilidades de participação social. Nesse sentido, qual alternativa expressa uma prática terapêutico-ocupacional coerente com essa abordagem?
Alternativas
Q3864908 Terapia Ocupacional
No contexto da atenção à saúde, os Itinerários Terapêuticos e o Projeto Terapêutico Singular (PTS) são ferramentas fundamentais para o cuidado integral. Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3864907 Terapia Ocupacional
A análise da atividade constitui competência essencial do terapeuta ocupacional, ao articular componentes motores, cognitivos e afetivos. Com base nos referenciais atuais, qual proposição representa a compreensão mais completa desse processo? 
Alternativas
Q3864906 Terapia Ocupacional

Os serviços de Terapia Ocupacional vinculados às escolas destinam-se a capacitar o estudante a participar e beneficiar-se de um currículo que o prepare para a educação continuada, o trabalho e a vida independente. Sobre esse tema, analise os itens:



I. A atuação nas escolas concentra-se no estudante, no currículo, no ambiente e nas situações em que o desempenho escolar do estudante é esperado ou desejado tanto no meio humano quanto não humano.


II. Para encaminhamento para a atenção em Terapia Ocupacional no contexto escolar, é importante que o professor aponte o foco do currículo em sala de aula; informe sobre o desempenho do estudante no currículo e quais foram as tentativas para aumentar sua participação e os resultados.


III. Na relação com os pais, é importante identificar o que desejam que a criança e/ou adolescente alcance durante o ano letivo, quais os aspectos que mais os preocupam em relação ao rendimento e, ainda, o que gosta de fazer em seu tempo livre ou em casa.



Está CORRETO o que se afirma em: 

Alternativas
Q3864905 Terapia Ocupacional
A prescrição de tecnologias assistivas no contexto terapêutico ocupacional exige mediações complexas entre os aspectos clínicos, contextuais, simbólicos e ético-políticos envolvidos na relação sujeito-dispositivo-ambiente. De acordo com Cook e Polgar (2020), o processo exige escuta qualificada, análise contextual minuciosa, avaliação das barreiras ambientais e compreensão dos desejos, expectativas e representações sociais que permeiam o uso da tecnologia. Nesse cenário, qual conduta se alinha às premissas éticas e metodológicas contemporâneas da prescrição?
Alternativas
Q3864904 Terapia Ocupacional
Sob a ótica da bioética e da legislação que regula a profissão de terapeuta ocupacional no Brasil, incluindo o Código de Ética e a Lei nº 8.856/1994, é possível afirmar que a atuação ética do profissional transcende o cumprimento normativo, exigindo discernimento crítico frente a dilemas morais nos diferentes contextos de atuação. Nesse sentido, qual das opções abaixo representa um princípio fundamental da bioética aplicado à Terapia Ocupacional, conforme Beauchamp e Childress (2013)? 
Alternativas
Q3864903 Terapia Ocupacional
Em um serviço de atenção integral à saúde mental, uma terapeuta ocupacional propõe a reorganização da rotina de um paciente com esquizofrenia desorganizada, priorizando atividades que estimulem autonomia e senso de pertencimento. Com base no Modelo de Ocupação Humana (MOHO), desenvolvido por Gary Kielhofner, e considerando os componentes de volição, habituação e capacidades de desempenho, qual das alternativas reflete, de forma mais adequada, a operacionalização do modelo nesse contexto?
Alternativas
Q3864902 Terapia Ocupacional

A Terapia Ocupacional é essencial na promoção da saúde mental, utilizando abordagens terapêuticas que buscam reabilitar indivíduos com transtornos mentais e promover sua reinserção social. Sobre o papel da Terapia Ocupacional na saúde mental, analise as afirmativas a seguir:



I. A Terapia Ocupacional utiliza atividades expressivas, como oficinas de arte e música, para ajudar os pacientes a desenvolver habilidades sociais e melhorar sua qualidade de vida.


II. O terapeuta ocupacional atua exclusivamente em ambientes hospitalares, sem considerar intervenções comunitárias para reinserção social.


III. Na reabilitação psicossocial, o terapeuta ocupacional prioriza o uso de tecnologias assistivas, deixando de lado intervenções voltadas para o bem-estar emocional.



Está correto o que se afirma em:

Alternativas
Q3864901 Terapia Ocupacional
A Terapia Ocupacional tem como foco a promoção da autonomia e inclusão social de pessoas com deficiência, atuando em intervenções que consideram as necessidades individuais e sociais dos pacientes. Sobre a atuação do terapeuta ocupacional com pessoas com deficiência, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3864899 Raciocínio Lógico
Ana, Bruno e Carla têm idades consecutivas e somam 54 anos. Quantos anos tem Ana, a mais nova?
Alternativas
Respostas
1561: D
1562: B
1563: E
1564: E
1565: C
1566: B
1567: A
1568: C
1569: A
1570: D
1571: C
1572: C
1573: D
1574: A
1575: C
1576: C
1577: D
1578: D
1579: C
1580: B