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Q4002292 Terapia Ocupacional
Na avaliação terapêutica ocupacional de pessoas com deficiência física e intelectual, o terapeuta ocupacional deve adotar uma abordagem centrada na funcionalidade e na participação. A esse respeito, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q4002291 Terapia Ocupacional
Considerando os princípios da prática baseada em evidências na Terapia Ocupacional aplicada ao Transtorno do Espectro Autista (TEA), considere as sentenças a seguir e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__)A intervenção do terapeuta ocupacional no TEA deve priorizar exclusivamente a normalização de padrões sensoriais, independentemente do impacto funcional nas atividades de vida diária.

(__)Protocolos padronizados e rígidos, aplicados de forma idêntica a todas as crianças com TEA, são considerados prática baseada em evidências, mesmo sem adaptação ao perfil ocupacional individual.

(__)Intervenções naturalistas, centradas na ocupação e mediadas pelo contexto (como treino de competências sociais em situações reais e estratégias de autorregulação incorporadas às rotinas), apresentam evidências de eficácia quando individualizadas e com envolvimento familiar.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q4002290 Terapia Ocupacional
No processo de reabilitação pós-Acidente Vascular Cerebral (AVC) e considerando os princípios da prática baseada em evidências em Terapia Ocupacional, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q4002289 Terapia Ocupacional
A abordagem de Integração Sensorial baseia-se em pressupostos neurofuncionais relacionados ao processamento sensorial. A esse respeito, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q4002288 Terapia Ocupacional
Considerando a prática baseada em evidências na Terapia Ocupacional para pessoas com Trauma Raquimedular (TRM), assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q4002287 Terapia Ocupacional
Sabemos que a Terapia Ocupacional fundamenta-se na promoção da participação e do desempenho ocupacional. Analise as competências apresentadas a seguir:

I.A intervenção pode incluir análise e adaptação das demandas das atividades, considerando fatores pessoais e ambientais que influenciam o desempenho.

II.A abordagem centrada na atividade prioriza exclusivamente o treino das funções corporais, sendo secundária a análise do contexto em que a atividade ocorre.

III.A atuação do terapeuta ocupacional pode envolver mediação com escola, família ou ambiente de trabalho para favorecer inclusão e participação social.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4002279 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Como agir ao presenciar uma crise convulsiva


Saber reconhecer os sinais e agir com calma pode evitar ferimentos e salvar vidas em um momento que costuma assustar quem presencia


Uma pessoa cai no chão, perde a consciência e o corpo começa a se mover de forma descontrolada. A cena causa medo, silêncio e, muitas vezes, atitudes impulsivas. Em situações como essa, informação é cuidado e faz toda a diferença para a segurança de quem está passando pela crise.


Segundo Débora Lima, fisioterapeuta especialista em neurologia e professora da UNISUAM, uma convulsão ocorre quando há uma descarga elétrica anormal no cérebro, o que provoca alterações súbitas no movimento, consciência e comportamento do indivíduo. "Dentre os sinais mais comuns que podemos observar, temos: perda de consciência, queda súbita, rigidez do corpo (fase tônica) seguida de movimentos repetitivos e involuntários dos braços e pernas (fase clônica)", explica.


Durante a crise, ainda podem surgir outros sinais que aumentam a apreensão de quem está por perto, como olhos revirados, salivação excessiva, espuma pela boca, respiração irregular e, às vezes, eliminação involuntária de urina ou fezes.


Em alguns casos, o corpo dá sinais antes da convulsão acontecer, por isso é necessário prestar atenção aos sinais do corpo, segundo a profissional. "A pessoa pode relatar uma aura (que é uma sensação estranha, como cheiro diferente, tontura ou formigamento), indicando que uma convulsão está prestes a começar."


Como ajudar


Ao presenciar uma convulsão, a primeira atitude deve ser conter o impulso de intervir de forma brusca: não se deve tentar imobilizar o corpo, já que isso pode causar lesões musculares, luxações ou fraturas na pessoa em crise. Outros comportamentos comuns também precisam ser evitados:


- Nunca se deve colocar objetos ou dedos na boca da pessoa. "Isso não evita que ela 'engula a língua' (o que é um mito) e pode causar fraturas dentárias, engasgo ou mordidas graves";


- Oferecer líquidos, alimentos ou medicamentos é igualmente contraindicado, já que aumenta o risco de aspiração pulmonar.


"A primeira conduta é proteger a pessoa contra lesões", orienta Débora. Isso envolve cuidados simples, como afastar objetos, colocar algo macio sob a cabeça e, se possível, deitar a pessoa de lado para evitar que saliva ou vômito sejam aspirados para os pulmões.


É importante afrouxar roupas apertadas no pescoço, como gravatas ou colarinhos, e marcar o tempo da crise, pois crises com duração maior que 5 minutos podem indicar estado de mal epiléptico, uma emergência médica", alerta.


Depois que a convulsão termina, o cuidado deve continuar, isso porque após a crise, a pessoa entra no chamado período pós-ictal, caracterizado por confusão mental, sonolência, dor de cabeça e desorientação. Nesse momento, a orientação é clara: "mantenha a pessoa deitada de lado, observe sua respiração, fale de forma calma e não force que ela se levante".


Atenção redobrada é necessária se surgirem sinais de gravidade, como sangramentos, quedas ou ferimentos. "Se a pessoa não recuperar a consciência, tiver outra crise em seguida ou apresentar dificuldade respiratória, o serviço de emergência deve ser acionado imediatamente."


"Crianças, idosos e gestantes são mais vulneráveis a complicações", afirma. "Em crianças, convulsões podem estar associadas à febre alta (convulsão febril) e devem ser sempre avaliadas por um profissional de saúde". Nos idosos, o risco de traumatismos cranianos, fraturas e causas neurológicas graves (como AVC) é maior, o que exige avaliação médica mesmo após crises aparentemente simples. Já nas gestantes, a convulsão pode estar relacionada à eclâmpsia, uma condição grave associada à hipertensão da gravidez, que coloca em risco tanto a mãe quanto o bebê. Nesses casos, a convulsão é sempre uma emergência médica.


(Júlia Custódio. Disponível em: https://vidasimples.co/saude-do-corpo/como-agir-ao-presenciar-uma-cri se-convulsiva/. Acesso em 09 mar. 2026.)

No texto, estão sublinhadas as palavras: contraindicado, pós-ictal e hipertensão. Analise as sentenças a seguir e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__)Na formação de palavras com prefixos como: contra-, anti-, semi-, usa-se hífen quando o segundo elemento se inicia por -h ou pela mesma letra do prefixo, como acontece em "contra-harmônico", "contra-argumentar", "anti-higiênico", "anti-humano", "semi-interno". Não é o caso de "contraindicado".

(__)Na palavra "pós-ictal", o uso do hífen acontece porque o prefixo tônico acentuado graficamente (pós-) é acompanhado de um elemento que tem vida à parte. É o que acontece também em "pós-graduação", "pós-parto".

(__)Considerando a regra da formação de palavras com o prefixo hiper-, está correta a grafia de "hipertensão", assim como de "hiper-resistente", "hipersensível".

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q4002278 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Como agir ao presenciar uma crise convulsiva


Saber reconhecer os sinais e agir com calma pode evitar ferimentos e salvar vidas em um momento que costuma assustar quem presencia


Uma pessoa cai no chão, perde a consciência e o corpo começa a se mover de forma descontrolada. A cena causa medo, silêncio e, muitas vezes, atitudes impulsivas. Em situações como essa, informação é cuidado e faz toda a diferença para a segurança de quem está passando pela crise.


Segundo Débora Lima, fisioterapeuta especialista em neurologia e professora da UNISUAM, uma convulsão ocorre quando há uma descarga elétrica anormal no cérebro, o que provoca alterações súbitas no movimento, consciência e comportamento do indivíduo. "Dentre os sinais mais comuns que podemos observar, temos: perda de consciência, queda súbita, rigidez do corpo (fase tônica) seguida de movimentos repetitivos e involuntários dos braços e pernas (fase clônica)", explica.


Durante a crise, ainda podem surgir outros sinais que aumentam a apreensão de quem está por perto, como olhos revirados, salivação excessiva, espuma pela boca, respiração irregular e, às vezes, eliminação involuntária de urina ou fezes.


Em alguns casos, o corpo dá sinais antes da convulsão acontecer, por isso é necessário prestar atenção aos sinais do corpo, segundo a profissional. "A pessoa pode relatar uma aura (que é uma sensação estranha, como cheiro diferente, tontura ou formigamento), indicando que uma convulsão está prestes a começar."


Como ajudar


Ao presenciar uma convulsão, a primeira atitude deve ser conter o impulso de intervir de forma brusca: não se deve tentar imobilizar o corpo, já que isso pode causar lesões musculares, luxações ou fraturas na pessoa em crise. Outros comportamentos comuns também precisam ser evitados:


- Nunca se deve colocar objetos ou dedos na boca da pessoa. "Isso não evita que ela 'engula a língua' (o que é um mito) e pode causar fraturas dentárias, engasgo ou mordidas graves";


- Oferecer líquidos, alimentos ou medicamentos é igualmente contraindicado, já que aumenta o risco de aspiração pulmonar.


"A primeira conduta é proteger a pessoa contra lesões", orienta Débora. Isso envolve cuidados simples, como afastar objetos, colocar algo macio sob a cabeça e, se possível, deitar a pessoa de lado para evitar que saliva ou vômito sejam aspirados para os pulmões.


É importante afrouxar roupas apertadas no pescoço, como gravatas ou colarinhos, e marcar o tempo da crise, pois crises com duração maior que 5 minutos podem indicar estado de mal epiléptico, uma emergência médica", alerta.


Depois que a convulsão termina, o cuidado deve continuar, isso porque após a crise, a pessoa entra no chamado período pós-ictal, caracterizado por confusão mental, sonolência, dor de cabeça e desorientação. Nesse momento, a orientação é clara: "mantenha a pessoa deitada de lado, observe sua respiração, fale de forma calma e não force que ela se levante".


Atenção redobrada é necessária se surgirem sinais de gravidade, como sangramentos, quedas ou ferimentos. "Se a pessoa não recuperar a consciência, tiver outra crise em seguida ou apresentar dificuldade respiratória, o serviço de emergência deve ser acionado imediatamente."


"Crianças, idosos e gestantes são mais vulneráveis a complicações", afirma. "Em crianças, convulsões podem estar associadas à febre alta (convulsão febril) e devem ser sempre avaliadas por um profissional de saúde". Nos idosos, o risco de traumatismos cranianos, fraturas e causas neurológicas graves (como AVC) é maior, o que exige avaliação médica mesmo após crises aparentemente simples. Já nas gestantes, a convulsão pode estar relacionada à eclâmpsia, uma condição grave associada à hipertensão da gravidez, que coloca em risco tanto a mãe quanto o bebê. Nesses casos, a convulsão é sempre uma emergência médica.


(Júlia Custódio. Disponível em: https://vidasimples.co/saude-do-corpo/como-agir-ao-presenciar-uma-cri se-convulsiva/. Acesso em 09 mar. 2026.)

Analise o excerto a seguir e, na sequência, as sentenças:

"Em alguns casos, o corpo dá sinais antes da convulsão acontecer, por isso é necessário prestar atenção aos sinais do corpo, segundo a profissional."

I."Em alguns casos" exerce a função de adjunto adverbial, servindo para particularizar a informação que ele acompanha, delimitando-a.

II."segundo a profissional" exerce a função de adjunto adverbial. Nesse caso, ele tem o objetivo de definir o ponto de vista ou domínio do conhecimento que valida conteúdo da oração.

III.A oração introduzida por "por isso" tem uma relação de coordenação com a oração principal, exprimindo sentido de conclusão.

É correto o que se afirma em:         
Alternativas
Q4002276 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Como agir ao presenciar uma crise convulsiva


Saber reconhecer os sinais e agir com calma pode evitar ferimentos e salvar vidas em um momento que costuma assustar quem presencia


Uma pessoa cai no chão, perde a consciência e o corpo começa a se mover de forma descontrolada. A cena causa medo, silêncio e, muitas vezes, atitudes impulsivas. Em situações como essa, informação é cuidado e faz toda a diferença para a segurança de quem está passando pela crise.


Segundo Débora Lima, fisioterapeuta especialista em neurologia e professora da UNISUAM, uma convulsão ocorre quando há uma descarga elétrica anormal no cérebro, o que provoca alterações súbitas no movimento, consciência e comportamento do indivíduo. "Dentre os sinais mais comuns que podemos observar, temos: perda de consciência, queda súbita, rigidez do corpo (fase tônica) seguida de movimentos repetitivos e involuntários dos braços e pernas (fase clônica)", explica.


Durante a crise, ainda podem surgir outros sinais que aumentam a apreensão de quem está por perto, como olhos revirados, salivação excessiva, espuma pela boca, respiração irregular e, às vezes, eliminação involuntária de urina ou fezes.


Em alguns casos, o corpo dá sinais antes da convulsão acontecer, por isso é necessário prestar atenção aos sinais do corpo, segundo a profissional. "A pessoa pode relatar uma aura (que é uma sensação estranha, como cheiro diferente, tontura ou formigamento), indicando que uma convulsão está prestes a começar."


Como ajudar


Ao presenciar uma convulsão, a primeira atitude deve ser conter o impulso de intervir de forma brusca: não se deve tentar imobilizar o corpo, já que isso pode causar lesões musculares, luxações ou fraturas na pessoa em crise. Outros comportamentos comuns também precisam ser evitados:


- Nunca se deve colocar objetos ou dedos na boca da pessoa. "Isso não evita que ela 'engula a língua' (o que é um mito) e pode causar fraturas dentárias, engasgo ou mordidas graves";


- Oferecer líquidos, alimentos ou medicamentos é igualmente contraindicado, já que aumenta o risco de aspiração pulmonar.


"A primeira conduta é proteger a pessoa contra lesões", orienta Débora. Isso envolve cuidados simples, como afastar objetos, colocar algo macio sob a cabeça e, se possível, deitar a pessoa de lado para evitar que saliva ou vômito sejam aspirados para os pulmões.


É importante afrouxar roupas apertadas no pescoço, como gravatas ou colarinhos, e marcar o tempo da crise, pois crises com duração maior que 5 minutos podem indicar estado de mal epiléptico, uma emergência médica", alerta.


Depois que a convulsão termina, o cuidado deve continuar, isso porque após a crise, a pessoa entra no chamado período pós-ictal, caracterizado por confusão mental, sonolência, dor de cabeça e desorientação. Nesse momento, a orientação é clara: "mantenha a pessoa deitada de lado, observe sua respiração, fale de forma calma e não force que ela se levante".


Atenção redobrada é necessária se surgirem sinais de gravidade, como sangramentos, quedas ou ferimentos. "Se a pessoa não recuperar a consciência, tiver outra crise em seguida ou apresentar dificuldade respiratória, o serviço de emergência deve ser acionado imediatamente."


"Crianças, idosos e gestantes são mais vulneráveis a complicações", afirma. "Em crianças, convulsões podem estar associadas à febre alta (convulsão febril) e devem ser sempre avaliadas por um profissional de saúde". Nos idosos, o risco de traumatismos cranianos, fraturas e causas neurológicas graves (como AVC) é maior, o que exige avaliação médica mesmo após crises aparentemente simples. Já nas gestantes, a convulsão pode estar relacionada à eclâmpsia, uma condição grave associada à hipertensão da gravidez, que coloca em risco tanto a mãe quanto o bebê. Nesses casos, a convulsão é sempre uma emergência médica.


(Júlia Custódio. Disponível em: https://vidasimples.co/saude-do-corpo/como-agir-ao-presenciar-uma-cri se-convulsiva/. Acesso em 09 mar. 2026.)

A partir da leitura, análise, compreensão e interpretação do texto, analise as sentenças a seguir:

I.O texto é organizado em duas grandes partes: a primeira, composta por quatro parágrafos, tem como objetivo principal introduzir o tema para o(a) leitor(a), apresentando de modo mais panorâmico o que é uma crise convulsiva, quais sinais ela dá antes e durante o acontecimento; a segunda parte tem como foco principal explicar e orientar o(a) interlocutor(a) a respeito de como agir diante de uma pessoa em crise convulsiva.

II.O título do texto é objetivo e direto, indicando para o(a) leitor(a) o foco que será dado ao tema. Ele é seguido pelo subtítulo que delimita esse foco, ou seja, enquanto o título apresenta de modo mais amplo − como agir diante de uma crise convulsiva −, o subtítulo delimita esse "como", focando na importância de saber agir. Ambos se complementam.

III.O discurso de autoridade, nesse caso em análise, é irrelevante porque o texto foi publicado em um veículo de comunicação não especializado na área da saúde, ou seja, em uma revista popular. As contribuições da fisioterapeuta apenas dificultam o entendimento do público-leitor, especialmente pelo uso da linguagem científica.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4000014 Terapia Ocupacional
A Reabilitação Baseada na Comunidade (RBC) é uma estratégia amplamente utilizada na prática da Terapia Ocupacional, especialmente em contextos de vulnerabilidade social. Considerando seus princípios, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q4000013 Terapia Ocupacional
A atuação da Terapia Ocupacional em pacientes com doenças cardiovasculares é fundamental no processo de reabilitação, visando promover autonomia, segurança e qualidade de vida. Com base nos princípios da reabilitação cardíaca, assinale CORRETAMENTE: 
Alternativas
Q4000012 Terapia Ocupacional
A terapia educacional tem se consolidado como um campo de atuação interdisciplinar que contribui significativamente para o processo de ensino-aprendizagem. Conforme seus fundamentos e sua relevância no contexto educacional, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4000011 Terapia Ocupacional
No contexto da Terapia Ocupacional, a alternativa que apresenta CORRETAMENTE princípios fundamentais dentro da profissão é:
Alternativas
Q4000010 Terapia Ocupacional
No campo da Terapia Ocupacional, o conceito de reabilitação passou por transformações ao longo do tempo, incorporando diferentes perspectivas teóricas e práticas. Acerca das abordagens contemporâneas centradas no sujeito e na participação social, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4000009 Terapia Ocupacional
Com base na importância do Terapeuta Ocupacional na equipe interdisciplinar e seu papel no cuidado ao paciente, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q4000008 Terapia Ocupacional
De acordo com a adaptação ao uso de órteses para membro superior na Terapia Ocupacional, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4000007 Terapia Ocupacional
Sobre as Atividades de Vida Diária (AVDs) realizadas no leito e o papel do Terapeuta Ocupacional, assinale a alternativa INCORRETA:
Alternativas
Q4000006 Terapia Ocupacional
Em relação aos principais protocolos terapêuticos utilizados no tratamento de contraturas e aderências associadas à rigidez articular na Terapia Ocupacional, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q4000005 Terapia Ocupacional
Segundo os tipos de preensão manual e suas abordagens terapêuticas na Terapia Ocupacional, assinale CORRETAMENTE: 
Alternativas
Q4000004 Terapia Ocupacional
Na Terapia Ocupacional aplicada às disfunções físicas, a seleção e análise de atividades são etapas fundamentais do processo terapêutico. Nesse contexto, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Respostas
1041: B
1042: E
1043: B
1044: B
1045: B
1046: D
1047: B
1048: D
1049: C
1050: E
1051: A
1052: C
1053: B
1054: A
1055: C
1056: D
1057: E
1058: B
1059: B
1060: C