Questões de Concurso Para terapeuta ocupacional

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Q2198469 Terapia Ocupacional
O exercício da profissão de terapeuta ocupacional foi assegurado pelo Decreto-lei número 
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Q2198468 Terapia Ocupacional
A Resolução COFFITO nº415 de 19 de maio de 2012, dispõe sobre 
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Q2198467 Terapia Ocupacional
Os processos terapêuticos ocupacionais no contexto brasileiro foram reconhecidos a partir da década de 1990, ainda que coexistam outros termos ou qualificadores das atividades e mesmo diferentes compreensões sobre um mesmo termo na discussão dos instrumentais e/ou objetos de estudo da profissão ao longo do tempo (Cardinalli, 2017; Poellnitz, 2018). Essa definição refere-se à centralidade da atividade:
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Q2198466 Terapia Ocupacional
Com relação às atividades instrumentais de vida diária (AIVDs), é correto afirmar que 
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Q2198465 Terapia Ocupacional
Para a Reforma Psiquiátrica Brasileira, os serviços de atenção psicossocial localizados na comunidade têm constituído a principal estratégia para fomento das ações de saúde mental no Sistema Único de Saúde, pois propõem a inovação da clínica com enfoque no sujeito, nas suas vivências individuais e coletivas. Neste sentido, no ano de 2011, foi instituída(o) 
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Q2198464 Terapia Ocupacional
Nos cuidados de higiene e vestuário, o terapeuta ocupacional orienta a usar a gravidade como forma de ajuda e ensina métodos de alavancagem corporal e uso de utensílios leves quando o paciente apresenta
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Q2198463 Terapia Ocupacional
Segundo Motta e Ferrari (2004), a internação de um idoso na enfermaria de um hospital pressupõe que a equipe de saúde exerça suas ações de forma integrada, buscando atender suas necessidades e, principalmente, evitar que o período de internação seja prolongado ao ponto de levar a complicações em diversas áreas. Portanto, o Terapeuta Ocupacional, ao integrar essa equipe de saúde está autorizado a
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Q2198462 Terapia Ocupacional
A Saúde Mental tornou-se uma especialidade da Terapia Ocupacional em 
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Q2198461 Terapia Ocupacional
A adequação postural é única, pessoal e para cada necessidade patológica. O mau posicionamento na cadeira de rodas pode levar o indivíduo
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Q2198460 Terapia Ocupacional
Ocorre quando a cabeça se encontra numa posição horizontal e na linha média. Os receptores estão localizados no ouvido interno e são excitados pela ação da gravidade, agindo sobre os canais semicirculares. A resposta do bebê na posição supina provoca um aumento do tônus extensor, e, na posição prona, um aumento do tônus flexor. Na criança com paralisia cerebral, provoca uma hipertonia na posição supina e uma hipotonia na posição de prona. Em relação aos reflexos primitivos, a situação descrita corresponde
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Q2198459 Terapia Ocupacional
Em relação ao uso de cadeiras de rodas, é correto afirmar que 
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Q2198458 Terapia Ocupacional
De acordo com a Resolução COFFITO nº. 414/2012, é necessário que o carimbo profissional do terapeuta ocupacional contenha as seguintes informações
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Q2198457 Terapia Ocupacional
O projeto de reforma psiquiátrica foi apresentado em 1989 pelo então deputado Paulo Delgado (MG). Após quantos anos, o texto foi aprovado e sancionado como Lei nº 10.216
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Q2198456 Terapia Ocupacional
"Tecnologia Assistiva é uma área do conhecimento, de característica interdisciplinar, que engloba produtos, recursos, metodologias, estratégias, práticas e serviços que objetivam promover a funcionalidade, relacionada à atividade e participação de pessoas com deficiência, incapacidades ou mobilidade reduzida, visando sua autonomia, independência, qualidade de vida e inclusão social" (ATA VII - Comitê de Ajudas Técnicas - CAT). A Resolução 458/2015, dispõe sobre o uso da Tecnologia Assistiva pelo terapeuta ocupacional e dá outras providências. Em que ano surgiu esse termo Tecnologia Assistiva
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Q2198060 Raciocínio Lógico
Observe abaixo a sequência que se organiza em nove figuras.  Imagem associada para resolução da questão
De acordo com a lógica aplicada na organização das figuras, a interrogação deve ser substituída por:
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Q2198059 Raciocínio Lógico

Considere as proposições abaixo.


I. (A ꓥ B) ꓥ ~(A ꓦ B)

II. (A ꓦ B) → (A ꓥ B)

III. ~A ꓥ (A ꓥ ~B)

IV. A ꓦ (B ꓥ ~B) ↔ A


Nesta ordem, essas proposições são, respectivamente: 

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Q2198057 Raciocínio Lógico
Considere as premissas a seguir:
    I. Nenhum veículo é veloz.     II. Algumas motos são velozes.
A partir dessas premissas, conclui-se que
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Q2198056 Raciocínio Lógico
Se verde é azul, então, azul é vermelho. Se azul é vermelho, então, cinza é preto. Se cinza é preto, então, branco é azul. Ora azul não é branco, logo, 
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Q2198052 Português
A questão referem-se à charge abaixo.

TEXTO 02 

Disponível em: http://gilmaronline.blogspot.com/2018/04/charge-indigenas.html
Acesso em 01. abr. 2023. 
O uso do ponto final na primeira frase 
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Q2198047 Português

A questão refere-se ao texto abaixo.

TEXTO 01 

“Eles não são mais índios...”

A possibilidade de uma vida indígena foi cada vez mais dificultada, dado o avanço da 'civilização' sobre suas terras

Por Maria Luiza Santos Soares,
jornalista e mestre em comunicação.

“Eles não são mais índios… eles perderam a sua cultura”. Esta frase recorrente no seio da sociedade brasileira faz parte de uma herança, cuja origem remonta à descoberta do Novo Mundo pelos navegadores portugueses e espanhóis. Desde então, a ideia acerca dos povos indígenas vem sendo construída através de um olhar nostálgico, reservando-lhes um lugar que não cabe no espaço contemporâneo. Este estranhamento, no entanto, foi construído historicamente, desde os primeiros relatos dos colonizadores, passando pelos escritos iluministas de Russeau, Rotherdan e Morus, pela literatura romântica brasileira do século XIX, aos dias de hoje.
Por isso ainda é comum a ironia diante de um indígena utilizando um automóvel do ano, um celular, ou um computador. Esta visão também bebeu na fonte de textos bíblicos, como se os povos ameríndios fossem os verdadeiros habitantes do Éden, mantendo fora da história tudo que estivesse relacionado com eles. Não é por nada que demarcação das terras indígenas atiça setores da elite com o mesmo discurso “muita terra para pouco índio”.
“Que índio é este, vestido com roupas de branco?” É o que dizem muitas pessoas ao encontrarem famílias Kaingang e Guarani vendendo seu artesanato no Brique da Redenção aos domingos em Porto Alegre. De todos os absurdos que podem ser atribuídos a eles, este certamente é o mais cruel. Não são mais índios por quê? Por que perderam sua cultura? Por que não passeiam em trajes típicos neste paraíso tão almejado pelos conquistadores lá nos mil e quinhentos?
E o que significa ser indígena? Ao consideramos que, originariamente, os povos que aqui se desenvolveram estavam intimamente ligados ao meio ambiente, a crueldade aumenta ainda mais. No Rio Grande do Sul, cada etnia vivia em um determinado ecossistema. Enquanto alguns grupos habitavam os campos, Charruas e os Minuanos, os Guarani viviam na Mata Atlântica e os Kaingang, no Planalto Meridional – cada qual dispondo dos recursos naturais à sua volta. Mais de que um bioma em si, não se tratava apenas de uma questão de sustentabilidade material. Existia uma raiz cultural na relação com o espaço que ocupavam. Eles desconheciam a terra como propriedade privada. Seu valor não era o do mercado. Para os povos originários, a terra tem um caráter místico e cosmológico, por isso nenhum lugar é igual a outro. Pela mesma razão, estão reunidos hoje em Brasília no Acampamento Terra Livre. Querem suas terras ancestrais e o direito de continuarem sendo indígenas, preconizado pela Constituição brasileira – Aliás, direito ainda hoje questionado pelas elites conservadoras e seu governo despótico, interessados no que há acima e abaixo das terras indígenas.
A dita “perda da cultura”, portanto, está ligada à invasão de suas terras. Como realizar todos os rituais das diferentes etnias sem os elementos da natureza que deram origem às suas crenças e costumes? Por isso fica difícil entender por que, no Rio Grande do Sul, estado onde prevalecem culturas estrangeiras preservadas até hoje, não se respeita a cultura originária. Talvez, no fundo, seja mesmo uma profunda dificuldade de uns se colocarem no lugar de outros.
O antropólogo Claude Lévi-Strauss revelou às Nações Unidas, por meio de um discurso proferido em 1959, que “a diversidade deve ser salva”, sugerindo que não se pode mais enxergar o indígena com os olhos dos conquistadores. Ao valorizar somente seu passado, repete-se o mesmo equívoco: o de estacionar nosso imaginário naquele tempo passado, fixado na ideia de preservação de uma cultura, como se ela fosse inexorável. Tudo muda e tudo flui, como bem nos ensinou Heráclito.
Darcy Ribeiro em “O índio e a civilização” (1970) mostrou que a interação dos indígenas com a sociedade brasileira os levou de uma condição de índios-tribais à de índios genéricos. Portanto, não é por nada que o preconceito persiste – há 308 etnias no Brasil atual, sendo que, no Rio Grande do Sul, além dos Guarani e dos Kaingang, ainda estão os remanescentes dos Xoklen e dos Charrua. Segundo ele, o avanço sobre os territórios indígenas era quase impossível frente à discriminação racial e os interesses que estavam em jogo: culturas indígenas diante do desenvolvimento econômico do país.
A possibilidade de uma vida indígena foi cada vez mais dificultada, dado o avanço da “civilização” sobre suas terras. Foi por ela que os povos indígenas foram usurpados de seu modo de vida tradicional. Foi por ela que tiveram sua população reduzida por várias décadas, e foi por ela que jamais deixaram de lutar. No entanto, o “eles não são mais índios” persiste no imaginário.
Sedimentada numa gama de saberes que se reproduziram na ação daqueles encarregados de regrar as normas para a colônia, as populações indígenas enfrentaram desde então as diferentes ações de linhagem imperialista: desde as feitorias, passando pelas missões religiosas, aldeamentos, até a tutela, que só deixou de existir, pelo menos na forma da lei, com a Constituição de 1988.
 stir, pelo menos na forma da lei, com a Constituição de 1988. Em 1680, a coroa Portuguesa concede às missões religiosas, principalmente aos jesuítas, a administração dos indígenas, através do Regimento das Missões, onde estava explícito que transformar os índios em cristãos era o mesmo que torná-los vassalos do Rei de Portugal. Embora não constasse no Regimento, o extermínio de grandes populações indígenas foi enorme, bem como sua escravização. Os aldeamentos iniciaram-se com as missões jesuíticas, através da transferência de etnias inteiras sob o pretexto de novas almas para a Igreja.
Em 1755, o Diretório Pombalino, muitas vezes ainda saudado por promover a liberdade dos índios, deu aos povos indígenas o direito de escolherem a quem serviriam. Pombal na verdade estava preocupado com o avanço do poder dos jesuítas sobre as populações nativas, e pretendia ocupar o território. Assim, as aldeias transformaram-se em vilas. Os indígenas não seriam mais convertidos à religião, mas à civilização, à cultura e ao comércio dos brancos.
O Diretório Pombalino previa a miscigenação, através do casamento de homens brancos com mulheres indígenas, proibia a língua geral nas escolas indígenas e incentivava o trabalho e o comércio entre eles. Desta forma, inaugurava-se a retórica da civilização, que vai perdurar até início do século XIX. O termo civilizado vem servindo de desculpa para suas mais perversas ações contra os povos indígenas, e acabou virando sinônimo, inclusive para os indígenas, de homem branco.
Os tempos que sucedem o fim da II Guerra Mundial vão refletir nas ciências sociais buscando respostas contra as atrocidades. Novos horizontes iluminaram a Antropologia Social. Neste contexto, trabalhos dos etnólogos ligados ao Serviço de Proteção ao Índio passarão a ser orientados por estes ares, que em termos mundiais, são determinados pela Convenção 169 da Organização Mundial do Trabalho, da ONU, em 1948. Ela vai pregar a autodeterminação dos povos indígenas, ao decretar que as terras ocupadas por eles devem suprir-lhes o sustento de acordo com sua cultura, formando, ainda que de forma embrionária, uma resistência à fúria desenvolvimentista que invadia as terras novas do Brasil.
As práticas do Serviço de Proteção ao Índio, e mais tarde da Funai que viria a substituí-lo em 1967, porém, não acompanhariam oficialmente a emancipação das comunidades indígenas, tutelando-as legalmente, até a Constituição de 88. Além disso, o Estado brasileiro teve muita dificuldade de implementar políticas públicas fundadas na riqueza cultural destes povos, para se contrapor à ideia desenvolvimentista que não acolhe a diversidade. E o mais cruel ainda é perceber que muitas vezes os setores que negam a indianidade de nossos povos originários são os mesmo que querem plantar soja ou minerar em suas terras. Então, cara pálida, quem não é mais índio?

Adaptado de https://www.brasildefators.com.br/2022/04/18/artigo-eles-nao-sao-mais-indios
Acesso em: 01 abr. 2023.
No jargão jornalístico, o olho é uma frase destacada geralmente pelo editor-chefe, que aparece sob o título ou no conjunto da página. É correto afirmar sobre o trecho:
A possibilidade de uma vida indígena foi cada vez mais dificultada, dado o avanço da 'civilização' sobre suas terras


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Respostas
10521: C
10522: A
10523: D
10524: B
10525: A
10526: D
10527: D
10528: C
10529: C
10530: C
10531: C
10532: B
10533: C
10534: C
10535: A
10536: B
10537: A
10538: C
10539: B
10540: A