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Coluna I.
A- Eufemismo. B- Antítese. C- Hipérbole. D- Metáfora. E- Prosopopeia.
Coluna II.
1- Esperei por esta notícia a vida inteira. 2- Ela riu primeiro, depois chorou. 3- Tal notícia foi um banho de água fria. 4- A água não para de chorar. 5- Sua namorada tem excesso de peso.
Leia o texto para responder à questão.
A perca. (Martha Medeiros).
Estava parada num sinal da Avenida Ipiranga quando um carro encostou ao lado do meu. A motorista abriu a janela e pediu para eu abrir a minha. Era uma moça simpática que me perguntou: “Martha, o certo é dizer perda ou perca?”.“Hãn?” “É perda de tempo ou perca de tempo? Como se diz?”
A pergunta era tão inusitada para a hora e o local, tão surpreendente, vinda de alguém que eu não conhecia, que me deu um branco: por um milésimo de segundo eu não soube o que responder. Perca de tempo, isso existe? Então o sinal abriu, os carros da frente começaram a engatar a primeira, eu olhei para ela e disse: “É perda de tempo”.
Ela sorriu em agradecimento e foi em frente. Meu carro ainda ficou um tempo parado. Eu parada no tempo. Perca de tempo.
Dei uma risada e segui meu rumo também.
Se alguém te diz “não perca tempo”, e todos te dizem isso o tempo todo, como não confundir? Tantos confundem. São coagidos a tal.
E, cá entre nós, a “perca” parece mais amena do que a perda.
A perca de um amor é quase tão corriqueira como a perca do capítulo da novela. A perca é feira livre. A perca é festiva. A perca é música popular.
Já a perda é sinfonia de Beethoven.
A perca acontece no verão. A perca de uma cadeirinha de praia, a perca de um palito premiado de picolé.
As perdas acontecem no inverno.
A perca é simplória, a perca é distraída, a perca é provisória, logo, logo reencontrarão o que está faltando. A perda é para sempre. As percas reinventam o vocabulário e seu sentido, não são graves, as percas são imperfeições perdoáveis, as percas são inocentes.
As perdas são catastróficas, nada têm de folclóricas.
A perca é um erro gramatical, e apenas esse erro ela contém. De resto, não faz mal a ninguém.
A perda é um acerto gramatical, mas só esse acerto ela contém. De resto, é brutal.
Se eu pudesse voltar no tempo, reconstituiria a cena de outra forma:
“Martha, é perda de tempo ou perca de tempo? Como é que se diz?”
“O correto é dizer perda, mas é muito solene. Perca dói menos por ser mais trivial”.
Leia o texto para responder à questão.
A perca. (Martha Medeiros).
Estava parada num sinal da Avenida Ipiranga quando um carro encostou ao lado do meu. A motorista abriu a janela e pediu para eu abrir a minha. Era uma moça simpática que me perguntou: “Martha, o certo é dizer perda ou perca?”.“Hãn?” “É perda de tempo ou perca de tempo? Como se diz?”
A pergunta era tão inusitada para a hora e o local, tão surpreendente, vinda de alguém que eu não conhecia, que me deu um branco: por um milésimo de segundo eu não soube o que responder. Perca de tempo, isso existe? Então o sinal abriu, os carros da frente começaram a engatar a primeira, eu olhei para ela e disse: “É perda de tempo”.
Ela sorriu em agradecimento e foi em frente. Meu carro ainda ficou um tempo parado. Eu parada no tempo. Perca de tempo.
Dei uma risada e segui meu rumo também.
Se alguém te diz “não perca tempo”, e todos te dizem isso o tempo todo, como não confundir? Tantos confundem. São coagidos a tal.
E, cá entre nós, a “perca” parece mais amena do que a perda.
A perca de um amor é quase tão corriqueira como a perca do capítulo da novela. A perca é feira livre. A perca é festiva. A perca é música popular.
Já a perda é sinfonia de Beethoven.
A perca acontece no verão. A perca de uma cadeirinha de praia, a perca de um palito premiado de picolé.
As perdas acontecem no inverno.
A perca é simplória, a perca é distraída, a perca é provisória, logo, logo reencontrarão o que está faltando. A perda é para sempre. As percas reinventam o vocabulário e seu sentido, não são graves, as percas são imperfeições perdoáveis, as percas são inocentes.
As perdas são catastróficas, nada têm de folclóricas.
A perca é um erro gramatical, e apenas esse erro ela contém. De resto, não faz mal a ninguém.
A perda é um acerto gramatical, mas só esse acerto ela contém. De resto, é brutal.
Se eu pudesse voltar no tempo, reconstituiria a cena de outra forma:
“Martha, é perda de tempo ou perca de tempo? Como é que se diz?”
“O correto é dizer perda, mas é muito solene. Perca dói menos por ser mais trivial”.
I- Elaborar e monitorar o Plano Individual de Atendimento (PIA), orientado para inserção escolar e profissional com desenvolvimento de atividades educativas e ocupacionais.
II- Realizar avaliação funcional com o intuito de identificar como a pessoa realiza suas atividades do cotidiano com a verificação dos níveis de autonomia, independência e participação social.
III- Organizar junto a este público estratégias para manutenção da autonomia com o objetivo de fortalecer a capacidade da pessoa de decidir, agir e participar ativamente nas decisões de sua vida.
IV- Desenvolver orientações aos cuidadores visando melhorar o cuidado, preservar a autonomia da pessoa assistida e prevenir a sobrecarga do próprio cuidador, envolvendo aspectos práticos, emocionais e organizacionais.
É CORRETO o que se afirma em:
I- Esta tecnologia tem como uma de suas finalidades importantes ampliar a funcionalidade e a autonomia do paciente.
II- A utilização da tecnologia assistiva neste campo visa promover a adaptação do indivíduo às exigências do meio ambiente.
III- Um aspecto importante desta tecnologia é possibilitar a participação social do sujeito levando em consideração a relação entre pessoa, atividade e contexto.
IV- Uma de suas finalidades é garantir o uso de dispositivos tecnológicos avançados como principal estratégia de reabilitação funcional.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
I- Uma das características centrais da Reforma Psiquiátrica foi não aceitar o modelo vigente à época do hospital psiquiátrico como eixo central do cuidado e combate ao isolamento e à exclusão social.
II- De acordo com este movimento o tratamento psiquiátrico deve ser prioritariamente nos serviços públicos, tendo a internação como medida de regra e garantindo um período longo de internação.
III- Neste cenário o sofrimento psíquico é compreendido de uma maneira integral, devendo ser considerado para tanto as dimensões sociais, psicológicas e culturais deste adoecimento.
IV- Para o tratamento dos transtornos mentais deve-se utilizar a medicação como um recurso importante para contenção das crises, mas esta utilização deve ser respaldada com o necessário diagnóstico.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
I- Assegurar o direito à educação sem discriminação para os estudantes com deficiência, transtorno do espectro autista (TEA) e com altas habilidades/superdotação.
II- Facilitar a inclusão em turmas regulares e escolas comuns dos estudantes público alvo da política, com apoio pedagógico e atendimento especializado.
III- Garantir a igualdade de oportunidades e acessibilidade com oferta de recursos, serviços e tecnologias assistivas que favoreçam a aprendizagem.
IV- Incentivar a criação de escolas e classes especiais para atendimento ao público alvo da Política Nacional de Educação Especial Inclusiva.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
I- As mulheres negras em situação de pobreza e vivendo na periferia estão mais expostas à violência obstétrica, à mortalidade materna e a barreiras de acesso aos serviços do Sistema Único de Saúde (SUS).
II- Ao acessar os serviços de saúde as pessoas LGBTQIAPN+ devem ter o mesmo tratamento que os outros públicos, pois esse grupo vive as mesmas dificuldades sociais, econômicas e culturais da população como um todo.
III- As populações indígenas e quilombolas estão expostas às desigualdades territoriais, culturais e históricas. Os serviços de saúde devem considerar que essas variáveis impactam diretamente a saúde dessas populações.
IV- As crianças e adolescentes com deficiência física e transtornos globais do desenvolvimento oriundos de contextos de pobreza enfrentam barreiras físicas, comunicacionais e institucionais quando acessam os serviços de saúde.
É CORRETO o que se afirma em: