Questões de Concurso Para terapeuta ocupacional

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Q4222974 Raciocínio Lógico
Considere as proposições simples:
• P: O projeto foi aprovado. • Q: Os recursos financeiros foram liberados. • R: A obra foi iniciada.
Admita como verdadeiras as seguintes premissas:
I. (P∧Q)→R  II. P III. ~R
Com base, exclusivamente, nessas premissas, assinale a alternativa que represente uma conclusão logicamente válida.
Alternativas
Q4222973 Raciocínio Lógico
Um biólogo realizou estudo sobre determinados grupos de animais e verificou que:
• Todos os mamíferos observados são vertebrados. • Alguns vertebrados observados são aves. • Nenhum mamífero observado é ave.
Considere os conjuntos:
• M: mamíferos observados. • V: vertebrados observados. • A: aves observadas.
Com base nessas informações, marque a alternativa correta.
Alternativas
Q4222972 Raciocínio Lógico
Em uma empresa, foi realizado um levantamento sobre a qualificação dos colaboradores. Os resultados indicaram que:

• Todos os colaboradores que concluíram o curso de especialização receberam certificado.


• Alguns colaboradores que receberam certificado foram promovidos.


Tendo em vista, exclusivamente, essas informações, assinale a alternativa que apresente uma conclusão logicamente válida.
Alternativas
Q4222971 Raciocínio Lógico
Em uma organização, foram estabelecidas as seguintes regras:
I- Se um projeto é aprovado, então recebe recursos financeiros.
II- Se um projeto recebe recursos financeiros, então é executado.
III- Um determinado projeto não foi executado.
Com base, exclusivamente, nessas informações, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4222970 Literatura
Leia as afirmações sobre o romance Quincas Borba, de Machado de Assis, indique se são (F) falsas ou (V) verdadeiras e marque a alternativa correta.
( ) Entre Sofia e Rubião, há uma curiosa concepção do adultério no romance, porque nunca se concretiza o adultério no plano físico. Mas pode-se dizer que ele se concretiza no plano moral.
( ) A única companhia de Rubião na loucura e no fim foi o Cão Quincas Borba. Poderia estabelecer aqui um relacionamento com o início da obra, ela termina como começou. Isto pode ser explicado pela retomada que o narrador faz da mesma situação: a loucura de Rubião é também uma herança que Quincas Borba lhe legou. O cão é o elemento que substitui Quincas Borba, tem até o seu nome. Assim, a obra termina como começou, isto é, a morte como elemento de harmonia para a vida-morte de alguns para a sobrevivência de outros.
( ) Terminada a leitura da obra, poder-se-ia dizer que Humanitas é o princípio do equilíbrio, mesmo que para isso alguns paguem preços altos. A presença do cão tão humanamente encarnada é um sinal de alerta para Rubião. Porém, este não chega a perceber a advertência. O cão encarna o Humanitismo como filosofia, portanto, a advertência se refere à exploração humana pelo interesse. É importante perceber que o amor do cão pelo seu dono é o único amor desinteressado.
( ) O cão amava Rubião desinteressadamente, fielmente, Rubião amou Sofia também verdadeiramente. Outro elemento é semelhante neste relacionamento amoroso entre cão Rubião e Rubião-Sofia: tanto o cão como Rubião aceitam as situações tais como se apresentam, isto é, quando é possível demonstrar o amor, demonstra-se, quando não, conforma-se.
Alternativas
Q4222969 Português
Em significação das palavras, os pares encontrar/achar; molhado/seco; câmara/câmera; cerração/serração, são respectivamente:
Alternativas
Q4222968 Português
Aludindo-se a figuras de linguagem, relacione a Coluna I com a Coluna II e marque a alternativa correta.
Coluna I.
A- Eufemismo. B- Antítese. C- Hipérbole. D- Metáfora. E- Prosopopeia.
Coluna II.
1- Minha mulher demorou uma vida para ficar pronta.
2- A luz só existe por causa da escuridão.
3- Minha avó é uma biblioteca.
4- O fogo dançava na mata.
5- O prefeito foi infeliz em seu pronunciamento.
Alternativas
Q4222967 Português
A palavra “pseudo-occipital” está hifenizada devidamente, o que não ocorre na escrita do vocábulo:
Alternativas
Q4222966 Português
A respeito de acentuação gráfica, marque as alternativas com V (verdadeiro) ou F (falso) e assinale a correta.
( ) Não se acentuam “i” e “u” quando formam hiato com um ditongo anterior. Exceção: as vogais tônicas “i” e “u”, em posição final, das palavras oxítonas precedidas de ditongo levam acento.
( ) Os paroxítonos terminados em ditongo levam acento.
( ) Todas as palavras proparoxítonas são acentuadas.
( ) Ter, vir e derivados na 3ª pessoa do plural do presente do indicativo, levam acento: eles têm, eles vêm.
Alternativas
Q4222965 Português

Leia o texto para responder à questão

Desconstruções. (Martha Medeiros).


Quando a gente conhece uma pessoa, construímos uma imagem dela. Esta imagem tem a ver com o que ela é de verdade, tem a ver com as nossas expectativas e tem muito a ver com o que ela "vende" de si mesma. É pelo resultado disso tudo que nos apaixonamos. Se esta pessoa for bem parecida com a imagem que projetou em nós, desfazer-se deste amor, mais tarde, não será tão penoso. Restará a saudade, talvez uma pequena mágoa, mas nada que resista por muito tempo. No final, sobreviverão as boas lembranças. Mas se esta pessoa "inventou" um personagem e você caiu na arapuca, aí, somado à dor da separação, virá um processo mais lento e sofrido: a de desconstrução daquela pessoa que você achou que era real.

Desconstruindo Flávia, desconstruindo Gilson, desconstruindo Marcelo. Milhares de pessoas estão vivendo seus dias aparentemente numa boa, mas por dentro estão desconstruindo ilusões, tudo porque se apaixonaram por uma fraude, não por alguém autêntico. Ok, é natural que, numa aproximação, a gente "venda" mais nossas qualidades que defeitos. Ninguém vai iniciar uma história dizendo: muito prazer, eu sou arrogante, preguiçoso e cleptomaníaco. Nada disso, é a hora de fazer charme. Mas isso é no começo. Uma vez o romance engatado, aí as defesas são postas de lado e a gente mostra quem realmente é, nossas gracinhas e nossas imperfeições. Isso se formos honestos. Os desonestos do amor são aqueles que fabricam ideias e atitudes, até que um dia cansam da brincadeira, deixam cair a máscara e o outro fica ali, atônito.


Quem se apaixonou por um falsário, tem que desconstruí-lo para se desapaixonar. É um sufoco. Exige que você reconheça que foi seduzido por uma fantasia, que você é capaz de se deixar confundir, que o seu desejo de amar é mais forte do que sua astúcia. Significa encarar que alguém por quem você dedicou um sentimento nobre e verdadeiro não chegou a existir, tudo não passou de uma representação – e olha, talvez até não tenha sido por mal, pode ser que esta pessoa nem conheça a si mesma, por isso ela se inventa.

A gente resiste muito a aceitar que alguém que amamos não é, e nem nunca foi, especial. Que sorte quando a gente sabe com quem está lidando: mesmo que venha a desamá-lo um dia, tudo o que foi construído se manterá de pé.

De acordo com o texto, pode-se compreender que a expressão “penoso” significa:
Alternativas
Q4222964 Português

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Desconstruções. (Martha Medeiros).


Quando a gente conhece uma pessoa, construímos uma imagem dela. Esta imagem tem a ver com o que ela é de verdade, tem a ver com as nossas expectativas e tem muito a ver com o que ela "vende" de si mesma. É pelo resultado disso tudo que nos apaixonamos. Se esta pessoa for bem parecida com a imagem que projetou em nós, desfazer-se deste amor, mais tarde, não será tão penoso. Restará a saudade, talvez uma pequena mágoa, mas nada que resista por muito tempo. No final, sobreviverão as boas lembranças. Mas se esta pessoa "inventou" um personagem e você caiu na arapuca, aí, somado à dor da separação, virá um processo mais lento e sofrido: a de desconstrução daquela pessoa que você achou que era real.

Desconstruindo Flávia, desconstruindo Gilson, desconstruindo Marcelo. Milhares de pessoas estão vivendo seus dias aparentemente numa boa, mas por dentro estão desconstruindo ilusões, tudo porque se apaixonaram por uma fraude, não por alguém autêntico. Ok, é natural que, numa aproximação, a gente "venda" mais nossas qualidades que defeitos. Ninguém vai iniciar uma história dizendo: muito prazer, eu sou arrogante, preguiçoso e cleptomaníaco. Nada disso, é a hora de fazer charme. Mas isso é no começo. Uma vez o romance engatado, aí as defesas são postas de lado e a gente mostra quem realmente é, nossas gracinhas e nossas imperfeições. Isso se formos honestos. Os desonestos do amor são aqueles que fabricam ideias e atitudes, até que um dia cansam da brincadeira, deixam cair a máscara e o outro fica ali, atônito.


Quem se apaixonou por um falsário, tem que desconstruí-lo para se desapaixonar. É um sufoco. Exige que você reconheça que foi seduzido por uma fantasia, que você é capaz de se deixar confundir, que o seu desejo de amar é mais forte do que sua astúcia. Significa encarar que alguém por quem você dedicou um sentimento nobre e verdadeiro não chegou a existir, tudo não passou de uma representação – e olha, talvez até não tenha sido por mal, pode ser que esta pessoa nem conheça a si mesma, por isso ela se inventa.

A gente resiste muito a aceitar que alguém que amamos não é, e nem nunca foi, especial. Que sorte quando a gente sabe com quem está lidando: mesmo que venha a desamá-lo um dia, tudo o que foi construído se manterá de pé.

Marque a alternativa devida, de acordo com a correta separação de sílabas, das palavras do texto, (apaixonamos, defeitos, ideias).
Alternativas
Q4222963 Português

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Desconstruções. (Martha Medeiros).


Quando a gente conhece uma pessoa, construímos uma imagem dela. Esta imagem tem a ver com o que ela é de verdade, tem a ver com as nossas expectativas e tem muito a ver com o que ela "vende" de si mesma. É pelo resultado disso tudo que nos apaixonamos. Se esta pessoa for bem parecida com a imagem que projetou em nós, desfazer-se deste amor, mais tarde, não será tão penoso. Restará a saudade, talvez uma pequena mágoa, mas nada que resista por muito tempo. No final, sobreviverão as boas lembranças. Mas se esta pessoa "inventou" um personagem e você caiu na arapuca, aí, somado à dor da separação, virá um processo mais lento e sofrido: a de desconstrução daquela pessoa que você achou que era real.

Desconstruindo Flávia, desconstruindo Gilson, desconstruindo Marcelo. Milhares de pessoas estão vivendo seus dias aparentemente numa boa, mas por dentro estão desconstruindo ilusões, tudo porque se apaixonaram por uma fraude, não por alguém autêntico. Ok, é natural que, numa aproximação, a gente "venda" mais nossas qualidades que defeitos. Ninguém vai iniciar uma história dizendo: muito prazer, eu sou arrogante, preguiçoso e cleptomaníaco. Nada disso, é a hora de fazer charme. Mas isso é no começo. Uma vez o romance engatado, aí as defesas são postas de lado e a gente mostra quem realmente é, nossas gracinhas e nossas imperfeições. Isso se formos honestos. Os desonestos do amor são aqueles que fabricam ideias e atitudes, até que um dia cansam da brincadeira, deixam cair a máscara e o outro fica ali, atônito.


Quem se apaixonou por um falsário, tem que desconstruí-lo para se desapaixonar. É um sufoco. Exige que você reconheça que foi seduzido por uma fantasia, que você é capaz de se deixar confundir, que o seu desejo de amar é mais forte do que sua astúcia. Significa encarar que alguém por quem você dedicou um sentimento nobre e verdadeiro não chegou a existir, tudo não passou de uma representação – e olha, talvez até não tenha sido por mal, pode ser que esta pessoa nem conheça a si mesma, por isso ela se inventa.

A gente resiste muito a aceitar que alguém que amamos não é, e nem nunca foi, especial. Que sorte quando a gente sabe com quem está lidando: mesmo que venha a desamá-lo um dia, tudo o que foi construído se manterá de pé.

Ainda no texto, o período “mas nada que resista por muito tempo”, a oração é:
Alternativas
Q4222962 Português

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Desconstruções. (Martha Medeiros).


Quando a gente conhece uma pessoa, construímos uma imagem dela. Esta imagem tem a ver com o que ela é de verdade, tem a ver com as nossas expectativas e tem muito a ver com o que ela "vende" de si mesma. É pelo resultado disso tudo que nos apaixonamos. Se esta pessoa for bem parecida com a imagem que projetou em nós, desfazer-se deste amor, mais tarde, não será tão penoso. Restará a saudade, talvez uma pequena mágoa, mas nada que resista por muito tempo. No final, sobreviverão as boas lembranças. Mas se esta pessoa "inventou" um personagem e você caiu na arapuca, aí, somado à dor da separação, virá um processo mais lento e sofrido: a de desconstrução daquela pessoa que você achou que era real.

Desconstruindo Flávia, desconstruindo Gilson, desconstruindo Marcelo. Milhares de pessoas estão vivendo seus dias aparentemente numa boa, mas por dentro estão desconstruindo ilusões, tudo porque se apaixonaram por uma fraude, não por alguém autêntico. Ok, é natural que, numa aproximação, a gente "venda" mais nossas qualidades que defeitos. Ninguém vai iniciar uma história dizendo: muito prazer, eu sou arrogante, preguiçoso e cleptomaníaco. Nada disso, é a hora de fazer charme. Mas isso é no começo. Uma vez o romance engatado, aí as defesas são postas de lado e a gente mostra quem realmente é, nossas gracinhas e nossas imperfeições. Isso se formos honestos. Os desonestos do amor são aqueles que fabricam ideias e atitudes, até que um dia cansam da brincadeira, deixam cair a máscara e o outro fica ali, atônito.


Quem se apaixonou por um falsário, tem que desconstruí-lo para se desapaixonar. É um sufoco. Exige que você reconheça que foi seduzido por uma fantasia, que você é capaz de se deixar confundir, que o seu desejo de amar é mais forte do que sua astúcia. Significa encarar que alguém por quem você dedicou um sentimento nobre e verdadeiro não chegou a existir, tudo não passou de uma representação – e olha, talvez até não tenha sido por mal, pode ser que esta pessoa nem conheça a si mesma, por isso ela se inventa.

A gente resiste muito a aceitar que alguém que amamos não é, e nem nunca foi, especial. Que sorte quando a gente sabe com quem está lidando: mesmo que venha a desamá-lo um dia, tudo o que foi construído se manterá de pé.

Referindo-se a encontros vocálicos, as palavras do texto (mágoa, falsário, astúcia) são respectivamente:
Alternativas
Q4222961 Português

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Desconstruções. (Martha Medeiros).


Quando a gente conhece uma pessoa, construímos uma imagem dela. Esta imagem tem a ver com o que ela é de verdade, tem a ver com as nossas expectativas e tem muito a ver com o que ela "vende" de si mesma. É pelo resultado disso tudo que nos apaixonamos. Se esta pessoa for bem parecida com a imagem que projetou em nós, desfazer-se deste amor, mais tarde, não será tão penoso. Restará a saudade, talvez uma pequena mágoa, mas nada que resista por muito tempo. No final, sobreviverão as boas lembranças. Mas se esta pessoa "inventou" um personagem e você caiu na arapuca, aí, somado à dor da separação, virá um processo mais lento e sofrido: a de desconstrução daquela pessoa que você achou que era real.

Desconstruindo Flávia, desconstruindo Gilson, desconstruindo Marcelo. Milhares de pessoas estão vivendo seus dias aparentemente numa boa, mas por dentro estão desconstruindo ilusões, tudo porque se apaixonaram por uma fraude, não por alguém autêntico. Ok, é natural que, numa aproximação, a gente "venda" mais nossas qualidades que defeitos. Ninguém vai iniciar uma história dizendo: muito prazer, eu sou arrogante, preguiçoso e cleptomaníaco. Nada disso, é a hora de fazer charme. Mas isso é no começo. Uma vez o romance engatado, aí as defesas são postas de lado e a gente mostra quem realmente é, nossas gracinhas e nossas imperfeições. Isso se formos honestos. Os desonestos do amor são aqueles que fabricam ideias e atitudes, até que um dia cansam da brincadeira, deixam cair a máscara e o outro fica ali, atônito.


Quem se apaixonou por um falsário, tem que desconstruí-lo para se desapaixonar. É um sufoco. Exige que você reconheça que foi seduzido por uma fantasia, que você é capaz de se deixar confundir, que o seu desejo de amar é mais forte do que sua astúcia. Significa encarar que alguém por quem você dedicou um sentimento nobre e verdadeiro não chegou a existir, tudo não passou de uma representação – e olha, talvez até não tenha sido por mal, pode ser que esta pessoa nem conheça a si mesma, por isso ela se inventa.

A gente resiste muito a aceitar que alguém que amamos não é, e nem nunca foi, especial. Que sorte quando a gente sabe com quem está lidando: mesmo que venha a desamá-lo um dia, tudo o que foi construído se manterá de pé.

Analise o texto e marque a alternativa incorreta.
Alternativas
Q4195300 Terapia Ocupacional
 A trajetória da Terapia Ocupacional brasileira é marcada por tensões entre o modelo biomédico importado e a necessidade de práticas condizentes com a realidade social do país. No que tange à influência do modelo da Federação Mundial de Terapeutas Ocupacionais (WFOT) na criação dos currículos mínimos nacionais no final da década de sessenta, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4195299 Terapia Ocupacional
Na Atenção Primária à Saúde, o Terapeuta Ocupacional utiliza o Apoio Matricial como ferramenta para compartilhar saberes e potencializar o cuidado realizado pelas equipes de Saúde da Família. No que se refere à construção do Projeto Terapêutico Singular (PTS) em conjunto com a comunidade local, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4195298 Terapia Ocupacional
 A atuação do Terapeuta Ocupacional em equipes multiprofissionais de reabilitação física exige a colaboração técnica para a definição de metas que visem a reinserção social do paciente. Considerando a competência deste profissional na prescrição e no treinamento de dispositivos de Tecnologia Assistiva (TA) para indivíduos com lesão medular, analise as afirmativas a seguir:

I.A indicação de adaptações para as Atividades de Vida Diária (AVD) deve considerar a preservação da integridade articular e a economia de energia do usuário.
II.O Terapeuta Ocupacional realiza a avaliação e o treino para o uso de cadeiras de rodas, visando a prevenção de úlceras por pressão e a mobilidade funcional.
III.O profissional deve desconsiderar o nível de independência funcional do paciente para priorizar o uso de próteses mecânicas em todas as atividades de lazer.
Está correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q4195297 Terapia Ocupacional
 O Modelo de Desempenho Ocupacional Canadense (CMOP-E) enfatiza a centralidade do cliente e a inter-relação entre pessoa, ambiente e ocupação. Considerando o conceito de espiritualidade e o papel do engajamento ocupacional proposto por esse modelo de prática contemporânea, analise as afirmativas a seguir:

I.A espiritualidade é considerada o cerne da pessoa, representando a essência do ser e os valores que guiam as escolhas ocupacionais do indivíduo.
II.O ambiente é subdividido em componentes físicos, sociais, culturais e institucionais que podem atuar como facilitadores ou barreiras à participação.
III.O modelo canadense prescreve que o terapeuta ocupacional deve tomar todas as decisões sobre a rotina do paciente para garantir a eficiência biológica.

Está correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q4195296 Terapia Ocupacional
A vertente socioterápica da Terapia Ocupacional propõe o uso das atividades como mediadoras das relações sociais e do fortalecimento de redes de suporte comunitário. Acerca do conceito de cotidiano e da intervenção psicossocial voltada para a reinserção de sujeitos em situação de vulnerabilidade, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:

(__)O cotidiano é o cenário onde a vida se processa, englobando as atividades rotineiras que conferem sentido e organização à experiência do sujeito.
(__)A intervenção socioterápica utiliza o grupo como dispositivo para favorecer o compartilhamento de vivências e o exercício da cidadania ativa.
(__)A prática do terapeuta ocupacional na socioterapia foca na aplicação de testes de inteligência padronizados para isolar os usuários mais produtivos.
(__)As oficinas terapêuticas visam a experimentação de novos papéis sociais e o resgate da subjetividade por meio da livre expressão e do fazer coletivo.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q4195295 Terapia Ocupacional
A Abordagem de Neurodesenvolvimento (Conceito Bobath) é frequentemente utilizada por terapeutas ocupacionais no atendimento de crianças com paralisia cerebral para favorecer a funcionalidade. Acerca do uso do manuseio (handling) e dos objetivos do controle postural no tratamento dessa população infantil, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:
(__)O manuseio clínico visa facilitar padrões de movimento normais e inibir padrões de atividade reflexa anormais que interfiram na função.
(__)A preparação do tônus muscular é uma etapa necessária para que a criança consiga realizar atividades funcionais com menor esforço.
(__)A utilização de gesso nos olhos é a técnica recomendada pelo conceito Bobath para estimular o equilíbrio estático em ambientes hospitalares.
(__)A intervenção deve ser integrada às atividades cotidianas, como o brincar, para promover a aprendizagem motora e a participação.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo: 
Alternativas
Respostas
281: D
282: D
283: C
284: C
285: A
286: D
287: C
288: D
289: A
290: C
291: C
292: C
293: A
294: B
295: B
296: A
297: A
298: C
299: D
300: D