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As dificuldades socioeconômicas representam importante fator de adoecimento, tanto físico quanto mental, na comunidade acadêmica, e o psicólogo não deve ficar alheio a essa realidade.
Para que haja maior alcance em sua intervenção, o psicólogo deve focar não só na promoção da saúde mental, mas também em sua prevenção.
O indivíduo não se encontra atado aos demais membros do grupo por laços emocionais, o que o torna totalmente livre dentro do grupo a que pertence.
O que torna o grupo detentor da norma para o indivíduo que a ele pertence é o fato de que o grupo substitui, momentaneamente, toda a sociedade humana.
Um dos resultados mais importantes da formação de um grupo é a exaltação da emoção produzida em cada componente.
O grupo tem sentimento de onipotência: assim como as crianças pequenas, seus membros acreditam ser capazes de qualquer realização juntos.
Do ponto de vista da psicanálise, o mecanismo de identificação é essencial para a compreensão do processo de constituição dos grupos.
Um grupo é normalmente fechado à influência externa e possui intensa faculdade crítica.
O psicólogo que intervém nas questões de violência contra o idoso deve se abster de tentar compreender a dinâmica da família, uma vez que seu papel deve ser apenas de escuta individual da vítima.
Perdas de pessoas queridas, limitações físicas relacionadas ao envelhecimento e maus-tratos, são fatores de risco para suicídio na terceira idade.
No Brasil, a violência física contra os idosos é mais comum que a violência psicológica contra esse público.
Uma vez caracterizada a violência física contra o idoso, a pena se restringe ao pagamento de multa, o que eleva a reincidência nesse tipo de crime.
A violência contra o idoso está raramente relacionada a questões financeiras, como posse de bens, recebimento de pensões, administração dos rendimentos.
Na grande maioria dos casos, quem pratica a violência contra o idoso são pessoas da família ou muito próximas, como filhos, netos, cônjuges, genros.
A ideação suicida entre adolescentes está associada, entre outros fatores, à falta de perspectivas de futuro e à baixa tolerância à frustração.
A automutilação é mais frequente em adolescentes e adultos jovens que em indivíduos da terceira idade.
É evidente, sobretudo no contexto educacional, um efeito contágio da automutilação, no sentido de que indivíduos próximos àqueles que têm hábitos de se ferir tendem a adquirir esses mesmos hábitos.
A automutilação diz respeito a uma necessidade interna de manejo ou alívio da dor psíquica, ainda que transformando-a em dor física.
Os casos de automutilação relacionam-se diretamente a pensamentos de morte e ideação suicida.
No caso de Josué, o psicólogo pode auxiliar a criança a desenvolver a autonomia e a ampliar seu repertório comunicativo, favorecendo a socialização e o acesso à aprendizagem.