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I. Abordagem crítico-emancipatória: centrada no ensino do esporte em sua melhor maneira didático-pedagógica. Tem enfoque na competência crítica e eman¬- cipatória no ensino dos esportes, buscando tornar esse ensino de maneira diferente das históricas abordagens autoritárias e domestificadoras.
II. Abordagem crítico-superadora: baseada no Marxismo e no neo-marxismo, tem um discurso amplamen¬- te voltado para justiça social. Valoriza a compreensão de fatos históricos e utiliza a realidade como parte integrante do processo de aprendizagem. O objetivo não apenas aprender o jogo, a dança e a ginástica apenas por aprender, mas devem ser aprendidos na sua totalidade enquanto conhecimentos construídos.
III. Abordagem humanista: baseia-se no princípio de desvalorização do ser humano. Apropria-se da cultura corporal como meio de conseguir fins lucrativos. O educador afasta-se efetivamente do ambiente escolar no qual atua, sendo um agente indiferente dos estudantes.
IV. Abordagem tecnicista: é voltada para o aprimoramento de técnicas e gestos educacionais. É trabalhada de forma compensadora por conta de gestos técnicos na busca do “aprendizado”. Costuma estar atrelada a busca por resultados em vestibulares.
V. Abordagem da atividade física para promoção da saúde: essa abordagem busca trazer o estímulo a hábitos cada vez mais saudáveis aos educandos. Isso ocorre tanto por educar para que eles vivam dentro de suas possibilidades, estilos de vida saudável, quanto realizando atividades físicas lúdicas, mas que ajudam do desenvolvimento motor infantil e no crescimento saudável.
É CORRETO o que se afirma em:
Encontre o resultado da expressão abaixo:
32 – {√196 + 8³ x [9 – (18 ÷ 3)]}
A raiz da equação abaixo é:

Crônica
Olá, tudo bem? Não!
[...] Uma das perguntas mais difíceis de responder hoje em dia é "tudo bem? Como você vai?".
As regras mínimas de convivência em sociedade cristalizaram como convenção dar uma resposta padrão, do tipo "sim, e com você?", seguida por algo na mesma linha…
Em situações normais, esse papo não é levado muito a sério.
É só uma forma educada de começar uma conversa, com uma introdução para o assunto.
Agora, o contraste dessa pergunta e a dureza da vida fazem da resposta, que era uma convenção ingênua, em expressão de resignação e comiseração de todos nós.
A preocupação com a disseminação da doença, o medo de pais e avós se contaminarem, as dificuldades para trabalhar e pagar as contas, a angústia de não poder sair pra tomar uma bebida ou ouvir uma música transformaram a nossa vida em um martírio. [...]
Igor Felippe Santos - Brasil de Fato
Crônica
Olá, tudo bem? Não!
[...] Uma das perguntas mais difíceis de responder hoje em dia é "tudo bem? Como você vai?".
As regras mínimas de convivência em sociedade cristalizaram como convenção dar uma resposta padrão, do tipo "sim, e com você?", seguida por algo na mesma linha…
Em situações normais, esse papo não é levado muito a sério.
É só uma forma educada de começar uma conversa, com uma introdução para o assunto.
Agora, o contraste dessa pergunta e a dureza da vida fazem da resposta, que era uma convenção ingênua, em expressão de resignação e comiseração de todos nós.
A preocupação com a disseminação da doença, o medo de pais e avós se contaminarem, as dificuldades para trabalhar e pagar as contas, a angústia de não poder sair pra tomar uma bebida ou ouvir uma música transformaram a nossa vida em um martírio. [...]
Igor Felippe Santos - Brasil de Fato
Crônica
Olá, tudo bem? Não!
[...] Uma das perguntas mais difíceis de responder hoje em dia é "tudo bem? Como você vai?".
As regras mínimas de convivência em sociedade cristalizaram como convenção dar uma resposta padrão, do tipo "sim, e com você?", seguida por algo na mesma linha…
Em situações normais, esse papo não é levado muito a sério.
É só uma forma educada de começar uma conversa, com uma introdução para o assunto.
Agora, o contraste dessa pergunta e a dureza da vida fazem da resposta, que era uma convenção ingênua, em expressão de resignação e comiseração de todos nós.
A preocupação com a disseminação da doença, o medo de pais e avós se contaminarem, as dificuldades para trabalhar e pagar as contas, a angústia de não poder sair pra tomar uma bebida ou ouvir uma música transformaram a nossa vida em um martírio. [...]
Igor Felippe Santos - Brasil de Fato
“Um furacão que passou pela música brasileira. É assim que estudiosos e músicos costumam se referir a ele, o poeta nascido em Vila Isabel, no Rio de Janeiro, que morreu há exatos oitenta anos, deixando um dos legados mais importantes para a música brasileira. Os números, de fato, impressionam: apesar de ter vivido apenas vinte e sete anos, ele deixou mais de duzentas composições, várias delas regravadas ainda hoje. Mas a importância dele na nossa música não se restringe ao que escreveu ou tocou: refere-se também às barreiras que quebrou. Ele é considerado por muitos como o grande responsável pela invasão do samba nas ondas do rádio e a aceitação do ritmo pela classe média, que nos anos de 1920 ainda torcia o nariz para o batuque inventado por negros e tocado por malandros. Dentre os seus principais sucessos, estão Conversa de Botequim, Com que Roupa e Feitiço da Vila”. (CBN, 04/05/2017, com adaptações).