Questões de Concurso Para odontólogo

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Q1904194 Português
No trecho de entrevista abaixo exposto, as lacunas devem ser preenchidas com as formas verbais devidamente flexionadas em conformidade com o tipo de sujeito com o qual cada verbo em destaque está relacionado.
Qual o impacto da má política na economia? Em meu livro, comparo o valor das empresas listadas na bolsa de valores nos últimos meses de 2012 e de 2017. Os anos de deterioração econômica e social levaram a uma perda de 700 bilhões de dólares. ______ (EXISTIR) muitas consequências que a gente não percebe. Não se ______ (ADOTAR) políticas públicas baseadas em evidências, ____-se (SOTERRAR) a transparência, _____-se (REFORÇAR) o clientelismo e ______-se (DESTRUIR) os valores éticos, morais e financeiros.
(Entrevista com Eduardo Mufarej, idealizador do RenovaBR, uma escola para políticos - VEJA, 02/06/21)

Indique a alternativa em que todos os verbos estão flexionados conforme as normas gramaticais.
Alternativas
Q1904193 Português

Após a leitura do texto abaixo, responda à questão.


Brasileiros são os que mais temem violência no mundo, aponta índice



  Os brasileiros são os que mais temem a violência ao redor do globo, com 83% da população do país muito preocupada com isso, aponta o Global Peace Index 2021, que mede o nível de paz e a ausência de violência em 163 nações.
  Divulgado nesta quinta-feira (17) pelo think tank independente australiano Institute for Economics and Peace (IEP), o índice mostra que, em relação ao medo da violência, o Brasil está acima da média mundial de 60%. O problema foi visto ainda como o maior risco para a própria segurança para 64% da população, à frente de questões como saúde, mesmo no ano da pandemia do coronavírus.
   Apesar de ser o país que mais teme a violência, o Brasil não está entre aqueles em que a população mais passou por situações violentas nos últimos dois anos - índice que está em 40%, mais de 20 pontos atrás da Namíbia, líder nesse aspecto do ranking com 63%. "Possivelmente, isso [o medo da violência] pode estar relacionado ao nível de denúncia dos crimes e a várias pessoas se comunicando em redes sociais." Killelea também aponta que 58% dos brasileiros se sentem menos seguros do que há cinco anos. O indicador vai na contramão da tendência mundial, que aponta que 75% das pessoas dizem se sentir tão ou mais seguras do que há cinco anos.
   Outro ponto em que o Brasil nada contra a corrente é a taxa de homicídios, que, apesar da pandemia, cresceu no país, enquanto 116 nações reduziram seus índices desde 2008. No primeiro semestre do ano passado, 25.712 pessoas foram mortas, número 7% maior do que o registrado no mesmo período de 2019, segundo estudo do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, que compila estatísticas de criminalidade no país.
   Esses foram alguns dos fatores que levaram o Brasil a não avançar sua posição no ranking, permanecendo com um nível de paz considerado baixo. A pesquisa, realizada entre janeiro de 2020 e março de 2021, é baseada em 23 indicadores agrupados em três domínios: segurança, militarização e conflitos contínuos. O estudo mede o nível de violência física, de armamentos e de criminalidade, excluindo terror psicológico e intimidações verbais.
    No ranking geral, o Brasil permaneceu na 128ª posição, com pioras em indicadores como mortes por conflitos internos e terror político e avanços em questões como impacto do terrorismo e instabilidade política. Em 2020, o país era o 126º, mas a mudança não é considerada uma queda devido a atualizações nos dados.
   Já na América do Sul, o Brasil ocupa o 9º lugar, à frente apenas de Colômbia e Venezuela. Na região, o Uruguai segue como líder, apesar de ter registrado a maior piora em seus índices dentre os sul-americanos. Isso se deve, principalmente, à instabilidade política, aos protestos e aos crimes violentos. Por outro lado, a Argentina, na 3ª posição no continente, foi o país que mais avançou, com quedas nos índices de terror político e instabilidade política.
    Como um todo, a América do Sul foi a segunda que mais piorou seu nível de paz, atrás apenas da América do Norte. Os EUA, que avançaram sete posições no ano passado, caíram duas no ranking geral deste ano.
   Apesar de ter melhorado no indicador de impacto do terrorismo, o país norte-americano piorou nas questões de instabilidade política, conflitos internos e protestos violentos. O presidente do IEP aponta que esses fatores estão ligados à turbulenta eleição presidencial no ano passado, que culminou na invasão do Capitólio por apoiadores do ex-presidente Donald Trump no dia 6 de janeiro. Além disso, os EUA viram ainda diversas manifestações contra o racismo e a violência policial contra a população negra, que tiveram registros de violência. [...]
   Pelo lado positivo, pela primeira vez desde 2015 houve melhora do índice de conflitos permanentes, com queda nas mortes em campos de batalha e também no nível e na intensidade dos combates. [...] O estudo aponta que, se por um lado os conflitos e as crises da década passada estão diminuindo, eles devem ser substituídos "por uma nova onda de tensão e incerteza como um resultado da pandemia da Covid-19 e do aumento das tensões entre muitas das principais potências".
   O presidente do IEPvê três áreas como protagonistas dos problemas futuros. "Muito vai depender de quão bem o mundo vai se recuperar economicamente da Covid-19 nos próximos anos", diz. Nesse sentido, instabilidade política e protestos violentos são as principais preocupações, principalmente em países que não conseguirem se recuperar economicamente da pandemia, avalia Killelea. Além disso, a tendência de queda na militarização parece ter chegado ao fim e deve aumentar nos próximos anos. (Folha de Pernambuco- 17/06/21)

Nos dois períodos abaixo expostos, temos o emprego de pronomes relativos que retomam constituintes neles presentes:
I- Apesar de ser o país que mais teme a violência, o Brasil não está entre aqueles em que a população mais passou por situações violentas nos últimos dois anos [...]
II- Os EUA viram ainda diversas manifestações contra o racismo e a violência policial contra a população negra, que tiveram registros de violência. [...]
A substituição dos pronomes em I e II deve ocorrer pelas respectivas formas pronominais:
Alternativas
Q1904192 Português

Após a leitura do texto abaixo, responda à questão.


Brasileiros são os que mais temem violência no mundo, aponta índice



  Os brasileiros são os que mais temem a violência ao redor do globo, com 83% da população do país muito preocupada com isso, aponta o Global Peace Index 2021, que mede o nível de paz e a ausência de violência em 163 nações.
  Divulgado nesta quinta-feira (17) pelo think tank independente australiano Institute for Economics and Peace (IEP), o índice mostra que, em relação ao medo da violência, o Brasil está acima da média mundial de 60%. O problema foi visto ainda como o maior risco para a própria segurança para 64% da população, à frente de questões como saúde, mesmo no ano da pandemia do coronavírus.
   Apesar de ser o país que mais teme a violência, o Brasil não está entre aqueles em que a população mais passou por situações violentas nos últimos dois anos - índice que está em 40%, mais de 20 pontos atrás da Namíbia, líder nesse aspecto do ranking com 63%. "Possivelmente, isso [o medo da violência] pode estar relacionado ao nível de denúncia dos crimes e a várias pessoas se comunicando em redes sociais." Killelea também aponta que 58% dos brasileiros se sentem menos seguros do que há cinco anos. O indicador vai na contramão da tendência mundial, que aponta que 75% das pessoas dizem se sentir tão ou mais seguras do que há cinco anos.
   Outro ponto em que o Brasil nada contra a corrente é a taxa de homicídios, que, apesar da pandemia, cresceu no país, enquanto 116 nações reduziram seus índices desde 2008. No primeiro semestre do ano passado, 25.712 pessoas foram mortas, número 7% maior do que o registrado no mesmo período de 2019, segundo estudo do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, que compila estatísticas de criminalidade no país.
   Esses foram alguns dos fatores que levaram o Brasil a não avançar sua posição no ranking, permanecendo com um nível de paz considerado baixo. A pesquisa, realizada entre janeiro de 2020 e março de 2021, é baseada em 23 indicadores agrupados em três domínios: segurança, militarização e conflitos contínuos. O estudo mede o nível de violência física, de armamentos e de criminalidade, excluindo terror psicológico e intimidações verbais.
    No ranking geral, o Brasil permaneceu na 128ª posição, com pioras em indicadores como mortes por conflitos internos e terror político e avanços em questões como impacto do terrorismo e instabilidade política. Em 2020, o país era o 126º, mas a mudança não é considerada uma queda devido a atualizações nos dados.
   Já na América do Sul, o Brasil ocupa o 9º lugar, à frente apenas de Colômbia e Venezuela. Na região, o Uruguai segue como líder, apesar de ter registrado a maior piora em seus índices dentre os sul-americanos. Isso se deve, principalmente, à instabilidade política, aos protestos e aos crimes violentos. Por outro lado, a Argentina, na 3ª posição no continente, foi o país que mais avançou, com quedas nos índices de terror político e instabilidade política.
    Como um todo, a América do Sul foi a segunda que mais piorou seu nível de paz, atrás apenas da América do Norte. Os EUA, que avançaram sete posições no ano passado, caíram duas no ranking geral deste ano.
   Apesar de ter melhorado no indicador de impacto do terrorismo, o país norte-americano piorou nas questões de instabilidade política, conflitos internos e protestos violentos. O presidente do IEP aponta que esses fatores estão ligados à turbulenta eleição presidencial no ano passado, que culminou na invasão do Capitólio por apoiadores do ex-presidente Donald Trump no dia 6 de janeiro. Além disso, os EUA viram ainda diversas manifestações contra o racismo e a violência policial contra a população negra, que tiveram registros de violência. [...]
   Pelo lado positivo, pela primeira vez desde 2015 houve melhora do índice de conflitos permanentes, com queda nas mortes em campos de batalha e também no nível e na intensidade dos combates. [...] O estudo aponta que, se por um lado os conflitos e as crises da década passada estão diminuindo, eles devem ser substituídos "por uma nova onda de tensão e incerteza como um resultado da pandemia da Covid-19 e do aumento das tensões entre muitas das principais potências".
   O presidente do IEPvê três áreas como protagonistas dos problemas futuros. "Muito vai depender de quão bem o mundo vai se recuperar economicamente da Covid-19 nos próximos anos", diz. Nesse sentido, instabilidade política e protestos violentos são as principais preocupações, principalmente em países que não conseguirem se recuperar economicamente da pandemia, avalia Killelea. Além disso, a tendência de queda na militarização parece ter chegado ao fim e deve aumentar nos próximos anos. (Folha de Pernambuco- 17/06/21)

Avalie a correspondência entre o conteúdo desenvolvido no texto e os tópicos temáticos propostos na sequência, indicando (V) para verdadeiro e (F) para falso.
( ) Crescente média do Brasil no fator “medo de violência”, superando a média mundial, apesar de menos registros de situações violentas nos dois últimos anos. (Ver parágrafo: 1, 2 e 3)
( ) Aumento na taxa de homicídios no Brasil em contraposição a outras nações que apresentaram diminuição nesse aspecto a partir de 2008. (Ver parágrafo 4)
( ) Manutenção de baixo nível de paz no Brasil justificada pela piora nos indicadores “conflitos internos”, “terrorismo”, “instabilidade política”, assemelhando-se nesse ponto ao Uruguai.(Ver parágrafos 6 e 7)
( ) Queda no nível da paz da América do Sul como um todo atribuída ao baixo nível de paz no Brasil, em virtude da piora nos indicadores “conflitos internos” e “temor político”. (Ver parágrafos 6, 7 e 8)
A sequência CORRETA de preenchimento é 
Alternativas
Q1904191 Português

Após a leitura do texto abaixo, responda à questão.


Brasileiros são os que mais temem violência no mundo, aponta índice



  Os brasileiros são os que mais temem a violência ao redor do globo, com 83% da população do país muito preocupada com isso, aponta o Global Peace Index 2021, que mede o nível de paz e a ausência de violência em 163 nações.
  Divulgado nesta quinta-feira (17) pelo think tank independente australiano Institute for Economics and Peace (IEP), o índice mostra que, em relação ao medo da violência, o Brasil está acima da média mundial de 60%. O problema foi visto ainda como o maior risco para a própria segurança para 64% da população, à frente de questões como saúde, mesmo no ano da pandemia do coronavírus.
   Apesar de ser o país que mais teme a violência, o Brasil não está entre aqueles em que a população mais passou por situações violentas nos últimos dois anos - índice que está em 40%, mais de 20 pontos atrás da Namíbia, líder nesse aspecto do ranking com 63%. "Possivelmente, isso [o medo da violência] pode estar relacionado ao nível de denúncia dos crimes e a várias pessoas se comunicando em redes sociais." Killelea também aponta que 58% dos brasileiros se sentem menos seguros do que há cinco anos. O indicador vai na contramão da tendência mundial, que aponta que 75% das pessoas dizem se sentir tão ou mais seguras do que há cinco anos.
   Outro ponto em que o Brasil nada contra a corrente é a taxa de homicídios, que, apesar da pandemia, cresceu no país, enquanto 116 nações reduziram seus índices desde 2008. No primeiro semestre do ano passado, 25.712 pessoas foram mortas, número 7% maior do que o registrado no mesmo período de 2019, segundo estudo do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, que compila estatísticas de criminalidade no país.
   Esses foram alguns dos fatores que levaram o Brasil a não avançar sua posição no ranking, permanecendo com um nível de paz considerado baixo. A pesquisa, realizada entre janeiro de 2020 e março de 2021, é baseada em 23 indicadores agrupados em três domínios: segurança, militarização e conflitos contínuos. O estudo mede o nível de violência física, de armamentos e de criminalidade, excluindo terror psicológico e intimidações verbais.
    No ranking geral, o Brasil permaneceu na 128ª posição, com pioras em indicadores como mortes por conflitos internos e terror político e avanços em questões como impacto do terrorismo e instabilidade política. Em 2020, o país era o 126º, mas a mudança não é considerada uma queda devido a atualizações nos dados.
   Já na América do Sul, o Brasil ocupa o 9º lugar, à frente apenas de Colômbia e Venezuela. Na região, o Uruguai segue como líder, apesar de ter registrado a maior piora em seus índices dentre os sul-americanos. Isso se deve, principalmente, à instabilidade política, aos protestos e aos crimes violentos. Por outro lado, a Argentina, na 3ª posição no continente, foi o país que mais avançou, com quedas nos índices de terror político e instabilidade política.
    Como um todo, a América do Sul foi a segunda que mais piorou seu nível de paz, atrás apenas da América do Norte. Os EUA, que avançaram sete posições no ano passado, caíram duas no ranking geral deste ano.
   Apesar de ter melhorado no indicador de impacto do terrorismo, o país norte-americano piorou nas questões de instabilidade política, conflitos internos e protestos violentos. O presidente do IEP aponta que esses fatores estão ligados à turbulenta eleição presidencial no ano passado, que culminou na invasão do Capitólio por apoiadores do ex-presidente Donald Trump no dia 6 de janeiro. Além disso, os EUA viram ainda diversas manifestações contra o racismo e a violência policial contra a população negra, que tiveram registros de violência. [...]
   Pelo lado positivo, pela primeira vez desde 2015 houve melhora do índice de conflitos permanentes, com queda nas mortes em campos de batalha e também no nível e na intensidade dos combates. [...] O estudo aponta que, se por um lado os conflitos e as crises da década passada estão diminuindo, eles devem ser substituídos "por uma nova onda de tensão e incerteza como um resultado da pandemia da Covid-19 e do aumento das tensões entre muitas das principais potências".
   O presidente do IEPvê três áreas como protagonistas dos problemas futuros. "Muito vai depender de quão bem o mundo vai se recuperar economicamente da Covid-19 nos próximos anos", diz. Nesse sentido, instabilidade política e protestos violentos são as principais preocupações, principalmente em países que não conseguirem se recuperar economicamente da pandemia, avalia Killelea. Além disso, a tendência de queda na militarização parece ter chegado ao fim e deve aumentar nos próximos anos. (Folha de Pernambuco- 17/06/21)

Com relação à organização global, o texto se caracteriza como expositivo-argumentativo, pois apresenta

I- uma tese que situa o Brasil em relação a outros países quanto ao problema da violência (o país que tem maior temor à violência).
II- um propósito comunicativo, que é discorrer sobre cada fator causador da violência, as consequências para a sociedade bem como as formas de enfrentamento.
III- dados estatísticos resultantes de pesquisa realizada, comparando a situação de violência entre os países a partir de indicadores previamente estabelecidos.
IV- depoimentos de autoridades no assunto, como forma de dar sustentação à tese, confirmando o princípio da polifonia.
V- uma avaliação da situação relatada, sinalizando o aumento da militarização como o maior protagonista do problema da violência.
É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q1904190 Português
Leia o fragmento textual abaixo, constituído pelo primeiro e último parágrafos de um texto exposto na seção “PRIMEIRA PESSOA” (Veja - 02/06/21), e responda à questão.


“NADACOMO ESSE ABRAÇO”

Adriana Martins, mãe do bebê que sobreviveu ao ataque à creche em Santa Catarina, fala de seu alívio. 

Vivi o pior dos pesadelos. Eu estava no trabalho, que fica a menos de 500 metros da creche onde Henryque estudava, quando percebi uma movimentação estranha entre meus colegas. Uns faziam ligações, outros conversavam discretamente entre si, todos muito apreensivos. Tive certeza de que algo ruim estava acontecendo, mas não fazia ideia do que enfrentaria naquele dia trágico. Foi então que avisaram que havia uma emergência na escolinha. Saí correndo em um ato instintivo, antes de receber qualquer informação ou detalhe. Aentrada estava lotada e eu só escutava boatos de que um louco havia ferido a faca e matado crianças e professores. Tive uma crise incontrolável de choro, nunca senti tamanho desespero, desabei. Precisava saber onde estava o meu filho. E de repente veio a notícia: Henryque fora encaminhado para a emergência. Mas como ele estava? Vivo? Morto? Corremos para o hospital. [...]
Não consigo nem pensar em como vai ser o retorno à escola. Sua recuperação física caminha bem, mas ele ainda tem muita tosse porque o pulmão perfurado acumulou secreção. Brinca e logo fica cansado. Foi terrível ver meu filho à beira da morte de uma hora para outra. Agora, é acompanhá-lo na luta para se recuperar 100%. O dia das mães em família, após o massacre, foi um momento especial, um presente. Não sinto ódio do jovem que o atacou, só quero o justo, que seja preso. Essa experiência transformou minha percepção sobre a vida. [...] 
Conforme a disposição na oração, os termos assumem diferentes funções. No período:
“E de repente veio a notícia: Henryque fora encaminhado para a emergência”
os constituintes (1) “a notícia” e (2) “Henryque fora encaminhado para a emergência”, funcionam, respectivamente, do ponto de vista sintático, como:
Alternativas
Q1904189 Português
Leia o fragmento textual abaixo, constituído pelo primeiro e último parágrafos de um texto exposto na seção “PRIMEIRA PESSOA” (Veja - 02/06/21), e responda à questão.


“NADACOMO ESSE ABRAÇO”

Adriana Martins, mãe do bebê que sobreviveu ao ataque à creche em Santa Catarina, fala de seu alívio. 

Vivi o pior dos pesadelos. Eu estava no trabalho, que fica a menos de 500 metros da creche onde Henryque estudava, quando percebi uma movimentação estranha entre meus colegas. Uns faziam ligações, outros conversavam discretamente entre si, todos muito apreensivos. Tive certeza de que algo ruim estava acontecendo, mas não fazia ideia do que enfrentaria naquele dia trágico. Foi então que avisaram que havia uma emergência na escolinha. Saí correndo em um ato instintivo, antes de receber qualquer informação ou detalhe. Aentrada estava lotada e eu só escutava boatos de que um louco havia ferido a faca e matado crianças e professores. Tive uma crise incontrolável de choro, nunca senti tamanho desespero, desabei. Precisava saber onde estava o meu filho. E de repente veio a notícia: Henryque fora encaminhado para a emergência. Mas como ele estava? Vivo? Morto? Corremos para o hospital. [...]
Não consigo nem pensar em como vai ser o retorno à escola. Sua recuperação física caminha bem, mas ele ainda tem muita tosse porque o pulmão perfurado acumulou secreção. Brinca e logo fica cansado. Foi terrível ver meu filho à beira da morte de uma hora para outra. Agora, é acompanhá-lo na luta para se recuperar 100%. O dia das mães em família, após o massacre, foi um momento especial, um presente. Não sinto ódio do jovem que o atacou, só quero o justo, que seja preso. Essa experiência transformou minha percepção sobre a vida. [...] 
Analise as proposições abaixo, com relação ao emprego de algumas formas verbais no texto, e, em seguida, responda ao que se pede.
I- Em “eu só escutava boatos de que um louco havia ferido a faca e (havia) matado crianças e professores”, as formas verbais em destaque estão conjugadas no pretérito perfeito composto, admitindo a substituição pelas formas simples: ferira e matara.
II- Na frase “Corremos para o hospital”, o verbo, conjugado na 1ª pessoa do plural, ilustra um caso de neutralização da desinência modo temporal, já que, quando conjugado no presente, o verbo tem a mesma forma.
III- A frase “Henryque fora encaminhado para a emergência” ilustra o uso do verbo no pretérito mais-que-perfeito, sinalizando que um fato (ida ao hospital) antecede outro também no passado (chegada da mãe à escola). Nessa situação, é possível a alternância dos verbos fora/foi, resultando em “Henrique foi encaminhado”.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q1904188 Português
Leia o fragmento textual abaixo, constituído pelo primeiro e último parágrafos de um texto exposto na seção “PRIMEIRA PESSOA” (Veja - 02/06/21), e responda à questão.


“NADACOMO ESSE ABRAÇO”

Adriana Martins, mãe do bebê que sobreviveu ao ataque à creche em Santa Catarina, fala de seu alívio. 

Vivi o pior dos pesadelos. Eu estava no trabalho, que fica a menos de 500 metros da creche onde Henryque estudava, quando percebi uma movimentação estranha entre meus colegas. Uns faziam ligações, outros conversavam discretamente entre si, todos muito apreensivos. Tive certeza de que algo ruim estava acontecendo, mas não fazia ideia do que enfrentaria naquele dia trágico. Foi então que avisaram que havia uma emergência na escolinha. Saí correndo em um ato instintivo, antes de receber qualquer informação ou detalhe. Aentrada estava lotada e eu só escutava boatos de que um louco havia ferido a faca e matado crianças e professores. Tive uma crise incontrolável de choro, nunca senti tamanho desespero, desabei. Precisava saber onde estava o meu filho. E de repente veio a notícia: Henryque fora encaminhado para a emergência. Mas como ele estava? Vivo? Morto? Corremos para o hospital. [...]
Não consigo nem pensar em como vai ser o retorno à escola. Sua recuperação física caminha bem, mas ele ainda tem muita tosse porque o pulmão perfurado acumulou secreção. Brinca e logo fica cansado. Foi terrível ver meu filho à beira da morte de uma hora para outra. Agora, é acompanhá-lo na luta para se recuperar 100%. O dia das mães em família, após o massacre, foi um momento especial, um presente. Não sinto ódio do jovem que o atacou, só quero o justo, que seja preso. Essa experiência transformou minha percepção sobre a vida. [...] 
Avalie as proposições que abordam aspectos da organização macroestrutural do texto e assinale (V) para verdadeiro e (F) para falso:
( ) O texto se caracteriza como um depoimento e apresenta estrutura predominantemente narrativa, mesclando sequências descritivas e expositivas.
( ) A alternância dos tempos verbais pretérito perfeito (vivi ...) e pretérito imperfeito (eu estava ...) na narrativa se justifica para diferenciar os planos do relato e da descrição, respectivamente.
( ) O uso do verbo no presente em “não consigo nem pensar...” ou “Sua recuperação física caminha bem...”, entre outras passagens, sinaliza mudança de plano: de relato para comentário.
A sequência de resposta CORRETA é
Alternativas
Q1886203 Odontologia
A moldagem em odontologia inclui diversas etapas. Os materiais disponíveis hoje no mercado são inúmeros, sendo importante que o cirurgião dentista reconheça as propriedades de cada um para determinar o melhor material para cada caso a ser trabalhado. Quanto ao tema, assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q1886202 Odontologia

_____ é a reprodução dimensionalmente precisa de parte da cavidade oral ou estruturas faciais extraorais, produzida em um material _____. Réplica em _____ em escala natural de dentes, tecidos moles e estruturas restauradas, utilizada como recurso diagnóstico, para construção de dispositivos ortodônticos e protéticos.


Assinale a alternativa que preencha correta e respectivamente as lacunas do texto acima. 

Alternativas
Q1886201 Odontologia

Sobre uma visão geral dos materiais preventivos e restauradores, Anusavice os define em algumas classes no livro Phillips-Materiais Dentários (2013). Analise as afirmativas abaixo.


I. Material dentário preventivo - cimento, material aplicado em uma camada fina para selar fóssulas e fissuras ou material restaurador que libera um agente terapêutico como flúor e/ou íons mineralizadores para prevenir ou interromper a desmineralização da estrutura dentária.

II. Material restaurador - substância metálica, cerâmica, metalocerâmica ou resinosa usada para substituir, reparar ou reconstruir dentes e/ou melhorar a estética.

III. Material restaurador indireto - Uma cerâmica, metal, metalocerâmica ou resina composta usada extraoralmente para produzir próteses, que substituem dentes perdidos, melhorar a estética e/ou restaurar dentes danificados.

IV. Material restaurador acessório - Substância que é usada na construção de uma prótese dentária, mas que não se torna parte da estrutura final.


Assinale a alternativa correta

Alternativas
Q1886200 Odontologia

Quanto à fármacos disponíveis no mercado e de uso comum dos brasileiros, cada um com sua respectiva função, analise as afirmativas abaixo e dê valores Verdadeiro (V) ou Falso (F).


( ) Em alguns casos, a substância só adquire atividade farmacológica após ter sido metabolizada pelo organismo. Essas substâncias cujo composto original carece de atividade própria, são conhecidas como prófármacos.

( ) O metabolismo não tem poder para alterar qualitativamente as ações farmacológicas de uma substância.

( ) A aspirina inibe algumas funções plaquetárias e exibe atividade antiinflamatória. Quando hidrolisada a ácido salicílico, o mesmo possui atividade antiinflamatória, mas não antiplaquetária.

( ) Os metabólitos podem ser responsáveis pela toxicidade causada após a medicação com certos fármacos, como é o caso da nefrotoxicidade causada pelo paracetamol.


Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.

Alternativas
Q1886199 Odontologia

Em Odontologia, por vezes, diversos fármacos são utilizados para medicar ou anestesiar os pacientes. A eliminação dessas substâncias, que consiste na sua perda irreversível do corpo, ocorre através de dois processos: metabolismo e excreção. Sobre o assunto, analise as afirmativas abaixo.


I. O metabolismo envolve a conversão enzimática de uma entidade química em outra.

II. A excreção consiste na eliminação do corpo da substância quimicamente inalterada ou de seus metabólitos.

III. Metabólitos polares são eliminados apenas pelo sistema hepatobiliar, uma vez que os rins não fazem parte de tal excreção, não sendo tais elementos encontrados na urina.


Assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q1886198 Odontologia

O primeiro molar concentra muita atenção quando se trata de relações oclusais. Sobre a classificação de Angle, aquele que foi considerado o “pai da ortodontia moderna”, analise as afirmativas abaixo:


I. Na Classe I, relação molar mais comum encontrada na dentição natural, a cúspide mesiolingual do primeiro molar superior, é situada na área de fossa central do primeiro molar inferior.

II. Na Classe II, a cúspide mesiovestibular do primeiro molar inferior está alinhada com o sulco vestibular do primeiro molar superior.

III. Na Classe III, a cúspide mesiolingual do primeiro molar superior está situada sobre a ameia entre os primeiro e segundo molares inferiores.


Assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q1886197 Odontologia

Os dentes superiores e inferiores ocluem-se de uma maneira precisa e exata. Quanto ao alinhamento dentário entrearcadas e à oclusão, analise as afirmativas abaixo e dê valores Verdadeiro (V) ou Falso (F).


( ) A arcada inferior mede aproximadamente 126mm de comprimento, enquanto a superior, 128mm.

( ) Uma vez que os dentes superiores são posicionados mais vestibularmente, a relação oclusal normal dos dentes posteriores é, para as cúspides vestibulares inferiores, ocluírem ao longo das áreas da fossa central dos dentes superiores.

( ) As cúspides vestibulares dos dentes inferiores posteriores e as cúspides linguais dos dentes superiores posteriores são chamadas de cúspides-guia ou cúspides não-cêntricas.

( ) Se a boca é aberta e depois fechada, as cúspides cêntricas ajudarão a guiar a mandíbula de volta para a posição intercuspidal.


Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.

Alternativas
Q1886196 Odontologia

O posicionamento e a oclusão dos dentes são extremamente importantes na função mastigatória. Tal posicionamento não é determinado ao acaso, mas por numerosos fatores controladores, como a largura do arco e o tamanho do dente. De acordo com o exposto, analise as afirmativas abaixo e dê valores Verdadeiro (V) ou Falso (F).


( ) O alinhamento da dentição nos arcos dentais ocorre como resultado de um complexo de forças multidirecionais atuando nos dentes apenas anteriormente e durante a erupção.

( ) As principais forças opostas que influenciam a posição dentária originam-se da musculatura cincundante.

( ) Há uma posição dentária na cavidade oral onde as forças vestibulolingual e bucolingual são iguais. Nesta posição, ou espaço chamado neutro, ocorre a estabilidade do dente.

( ) Se durante a erupção um dente se posiciona muito em direção à lingual ou vestibular, não há meios de a força prevalescente (língua, se em linguoversão, lábios e bochechas se em vestibuloversão) forçar o dente para a posição neutra, mesmo em casos que haja espaço adequado para o dente no arco dental.


Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo. 

Alternativas
Q1886195 Odontologia
Como cirurgião dentista é preciso estar atento na anamnese e exame clínico a qualquer alteração que o paciente possa apresentar em cavidade oral, ou de forma sistêmica em sua saúde. Alguns exames podem ser solicitados para auxiliar no diagnóstico e conduta do profissional. Quanto à diagnósticos e algumas das principais características de lesões e doenças relacionadas com a cavidade oral, assinale a alternativa incorreta. 
Alternativas
Q1886194 Odontologia
Em relação à reabsorção dentária, realizada por células localizadas na polpa dental (reabsorção interna) ou no ligamento periodontal (reabsorção externa), assinale a alternativa incorreta:
Alternativas
Q1886193 Odontologia

As afirmações a seguir trazem dados de epidemiologia periodontal segundo a Pesquisa Nacional de Saúde Bucal - SB Brasil 2010, divulgada pelo Ministério da Saúde. Analise as afirmativas abaixo e dê valores Verdadeiro (V) ou Falso (F).


( ) No grupo de 15 a 19 anos, cerca de 9% dos adolescentes apresentavam bolsas rasas, e 0,7%, bolsas profundas, como pior condição periodontal. A Região Norte foi onde se identificou maior percentual de adolescentes com essas alterações (19,6%, sendo 17,9% com bolsas rasas e 1,7% com bolsas profundas).

( ) Bolsas periodontais profundas são ainda mais raras que as rasas, pois atingem menos de 1% dos jovens de 15 a 19 anos, menos de 7% dos adultos e aproximadamente 3% dos idosos.

( ) As condições periodontais no grupo de 65 a 74 anos mostram que 70,5% tinham sextantes excluídos.

( ) A presença de cálculo dentário aumenta com a idade, atingindo a maior prevalência entre adultos, aproximadamente 64%, declinando nos idosos.


Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.

Alternativas
Q1886192 Odontologia
O Ministério da Saúde, por meio da Coordenação-Geral de Saúde Bucal, concluiu, em 2011, o quarto levantamento epidemiológico de âmbito nacional na área da Saúde Bucal, intitulado SB Brasil 2010 – Pesquisa Nacional de Saúde Bucal. Tal levantamento traz dados epidemiológicos importantes que devem ser de conhecimento do cirurgião dentista. A respeito dos resultados do levantamento, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q1886191 Odontologia
O Ministério da Saúde divulga frequentemente dados sobre o câncer de boca, dado a importância de se conhecer e educar sobre o assunto. Analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Respostas
18761: E
18762: A
18763: E
18764: D
18765: A
18766: A
18767: A
18768: C
18769: A
18770: B
18771: C
18772: D
18773: A
18774: A
18775: B
18776: A
18777: C
18778: A
18779: A
18780: D