Questões de Concurso Para odontólogo

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Q2371552 Português
Por trás da máscara narcisista existe uma autoestima frágil e vulnerável



       No campo da psicologia, o narcisismo foi descrito pela primeira vez por Sigmund Freud, no século XIX, e faz referência ao jovem e belo Narciso, personagem da mitologia grega que, em algumas narrativas, morre afogado depois de se apaixonar pela própria imagem refletida nas águas de um lago. Já do ponto de vista da psiquiatria, o transtorno de personalidade narcisista surge em 1980, sendo hoje uma categoria de patologias que integra o Manual de Diagnóstico e Estatística de Distúrbios Mentais (sigla em inglês: DSM).
        A condição é caracterizada por um padrão de grandiosidade, necessidade constante de admiração e falta de empatia pelos outros. As pessoas afetadas por esse transtorno geralmente têm uma autoimagem inflada, acreditando serem únicas e superiores aos demais. Essa visão exagerada de si mesma é frequentemente acompanhada de uma busca implacável por reconhecimento e atenção, desconsiderando os sentimentos e necessidades alheias. “São indivíduos que repetidamente superestimam suas capacidades e exageram suas conquistas, tornando-se arrogantes e exploradores, acreditando estar acima do bem e do mal. Estão sempre almejando o topo, lugar para o qual se consideram predestinados”, resume a psiquiatra e psicanalista Gilda Paoliello. 
       “Biologicamente, essa patologia é descrita a partir de falhas de compreensão do que se passa na cabeça do outro. Estudos mostraram, por exemplo, que pessoas com personalidade narcisista, quando se percebem observadas pelo outro, têm ativação de áreas cerebrais que vão dizer a elas que estão sendo admiradas quando só estão sendo observadas. Logo, a pessoa acredita ser mais admirável do que é”, explica a psiquiatra Kelly Pereira Robis, professora do Departamento de Saúde Mental da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Ela informa que fatores genéticos e vivências precoces, como traumas na infância, favorecem o desenvolvimento do distúrbio.
        Estudos apontam que a prevalência do transtorno de personalidade narcisista pode variar consideravelmente. Nos Estados Unidos, estima-se que cerca de 6,2% da população em geral tenha esse transtorno ao longo da vida. É interessante notar que a condição é mais comum entre os homens do que entre as mulheres, embora a razão exata para essa diferença não esteja claramente estabelecida. Foi o que constatou, por exemplo, a pesquisadora Emily Grijalva, que publicou, em 2014, uma revisão científica, em que analisou estudos feitos ao longo de 31 anos. Alguns estudiosos sugerem que fatores sociais e culturais podem influenciar essa disparidade, mas mais investigações são necessárias para uma compreensão mais precisa.
          Uma pessoa com transtorno de personalidade narcisista pode exibir uma variedade de características que podem ser percebidas como negativas em suas interações sociais. Além do senso inflado de importância pessoal e necessidade constante de admiração, esses indivíduos tendem a explorar os outros para atingir seus próprios objetivos. Eles podem se envolver em comportamentos manipulativos e exibir um alto grau de arrogância e vaidade. Vale ponderar que, apesar de sua aparente confiança, por trás dessa máscara narcisista existe uma autoestima frágil e vulnerável.
        “O que percebemos é que, na verdade, esse traço muito exacerbado tenta esconder fragilidades. Ou seja, no fundo, o sujeito narcísico é inseguro e extremamente vulnerável a críticas, possuindo uma autoimagem tão frágil que necessita ser recriada em suas fantasias o tempo todo. Nessas fantasias, contudo, ele se perde, como Narciso se fundindo em sua própria imagem na água”, pontua Gilda Paoliello. Ela acrescenta que o narcisista é egossintônico. “Isso quer dizer que, enquanto suas defesas na fantasia funcionam bem, ele não sofre, mas, quando essas defesas são quebradas, ele se angustia muito, podendo, inclusive, caminhar para um autoextermínio”, expõe.
       Em mais um sinal da fragilidade da própria autoestima, as pessoas com o diagnóstico tendem a ter grande dificuldade de lidar com críticas e rejeições, que podem desencadear respostas emocionais intensas e uma defesa exagerada de sua imagem idealizada. Essa fragilidade emocional muitas vezes leva a uma falta de habilidades interpessoais saudáveis, tornando os relacionamentos conturbados e superficiais. “Diante de críticas, esses pacientes se sentem profundamente desrespeitados e, geralmente, no lugar de corrigir o erro, passam a atacar o outro na tentativa de inferiorizá-lo”, aponta Kelly Pereira Robis.
        O psiquiatra Bruno Brandão acrescenta que, ao contrário do que muitos pensam, indivíduos com traços do que popularmente chamamos de “psicopatia”, incluindo aqueles com transtorno de personalidade narcisista, têm, sim, empatia cognitiva, conseguindo perceber as emoções das outras pessoas. A questão é que esse grupo tende a usar essas informações para ganho próprio. Ele detalha que, na realidade, o que queremos dizer quando falamos que “psicopatas são incapazes de ser empáticos” é que eles não conseguem sentir o que o outro sente, ou seja, não têm empatia afetiva. Dessa forma, conseguem agir pensando apenas em si em uma grande variedade de situações, aproveitando-se das pessoas e das suas emoções sem nenhum remorso.
        O transtorno de personalidade narcisista pode ter um impacto significativo na vida das pessoas afetadas, bem como nas vidas daqueles que estão ao seu redor. A busca incessante por admiração e atenção pode levar a comportamentos manipulativos e exploratórios, prejudicando relacionamentos pessoais, profissionais e familiares. A falta de compaixão e de consideração pelos sentimentos dos outros pode criar um ambiente tóxico e desequilibrado, causando conflitos e dificuldades de convivência. Além disso, a fragilidade da autoestima narcisista pode levar a um círculo vicioso de busca constante por validação externa. Essa  dependência de elogios e reconhecimento pode tornar as pessoas com transtorno de personalidade narcisista mais propensas a experimentar altos níveis de estresse, ansiedade e depressão quando não alcançam seus objetivos ou são confrontadas com críticas.
        Embora seja um desafio tratar o transtorno de personalidade narcisista, existem possibilidades de intervenção e apoio. “O tratamento deve ser cuidadoso, delicado, possibilitando uma desconstrução do mito e, simultaneamente, uma construção da vida real”, indica Gilda Paoliello. Entre as abordagens que podem ajudar as pessoas com o diagnóstico a explorar e compreender suas motivações e comportamentos, além de desenvolver habilidades emocionais e relacionais saudáveis, estão a terapia psicodinâmica e a terapia cognitivo-comportamental. O apoio da família e de amigos também desempenha um papel crucial nesse processo.


(Alex Bessas. Disponível em: https://www.otempo.com.br/. Acesso em: 14/12/2023.)
Por trás da máscara narcisista existe uma autoestima frágil e vulnerável



       No campo da psicologia, o narcisismo foi descrito pela primeira vez por Sigmund Freud, no século XIX, e faz referência ao jovem e belo Narciso, personagem da mitologia grega que, em algumas narrativas, morre afogado depois de se apaixonar pela própria imagem refletida nas águas de um lago. Já do ponto de vista da psiquiatria, o transtorno de personalidade narcisista surge em 1980, sendo hoje uma categoria de patologias que integra o Manual de Diagnóstico e Estatística de Distúrbios Mentais (sigla em inglês: DSM).
        A condição é caracterizada por um padrão de grandiosidade, necessidade constante de admiração e falta de empatia pelos outros. As pessoas afetadas por esse transtorno geralmente têm uma autoimagem inflada, acreditando serem únicas e superiores aos demais. Essa visão exagerada de si mesma é frequentemente acompanhada de uma busca implacável por reconhecimento e atenção, desconsiderando os sentimentos e necessidades alheias. “São indivíduos que repetidamente superestimam suas capacidades e exageram suas conquistas, tornando-se arrogantes e exploradores, acreditando estar acima do bem e do mal. Estão sempre almejando o topo, lugar para o qual se consideram predestinados”, resume a psiquiatra e psicanalista Gilda Paoliello. 
       “Biologicamente, essa patologia é descrita a partir de falhas de compreensão do que se passa na cabeça do outro. Estudos mostraram, por exemplo, que pessoas com personalidade narcisista, quando se percebem observadas pelo outro, têm ativação de áreas cerebrais que vão dizer a elas que estão sendo admiradas quando só estão sendo observadas. Logo, a pessoa acredita ser mais admirável do que é”, explica a psiquiatra Kelly Pereira Robis, professora do Departamento de Saúde Mental da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Ela informa que fatores genéticos e vivências precoces, como traumas na infância, favorecem o desenvolvimento do distúrbio.
        Estudos apontam que a prevalência do transtorno de personalidade narcisista pode variar consideravelmente. Nos Estados Unidos, estima-se que cerca de 6,2% da população em geral tenha esse transtorno ao longo da vida. É interessante notar que a condição é mais comum entre os homens do que entre as mulheres, embora a razão exata para essa diferença não esteja claramente estabelecida. Foi o que constatou, por exemplo, a pesquisadora Emily Grijalva, que publicou, em 2014, uma revisão científica, em que analisou estudos feitos ao longo de 31 anos. Alguns estudiosos sugerem que fatores sociais e culturais podem influenciar essa disparidade, mas mais investigações são necessárias para uma compreensão mais precisa.
          Uma pessoa com transtorno de personalidade narcisista pode exibir uma variedade de características que podem ser percebidas como negativas em suas interações sociais. Além do senso inflado de importância pessoal e necessidade constante de admiração, esses indivíduos tendem a explorar os outros para atingir seus próprios objetivos. Eles podem se envolver em comportamentos manipulativos e exibir um alto grau de arrogância e vaidade. Vale ponderar que, apesar de sua aparente confiança, por trás dessa máscara narcisista existe uma autoestima frágil e vulnerável.
        “O que percebemos é que, na verdade, esse traço muito exacerbado tenta esconder fragilidades. Ou seja, no fundo, o sujeito narcísico é inseguro e extremamente vulnerável a críticas, possuindo uma autoimagem tão frágil que necessita ser recriada em suas fantasias o tempo todo. Nessas fantasias, contudo, ele se perde, como Narciso se fundindo em sua própria imagem na água”, pontua Gilda Paoliello. Ela acrescenta que o narcisista é egossintônico. “Isso quer dizer que, enquanto suas defesas na fantasia funcionam bem, ele não sofre, mas, quando essas defesas são quebradas, ele se angustia muito, podendo, inclusive, caminhar para um autoextermínio”, expõe.
       Em mais um sinal da fragilidade da própria autoestima, as pessoas com o diagnóstico tendem a ter grande dificuldade de lidar com críticas e rejeições, que podem desencadear respostas emocionais intensas e uma defesa exagerada de sua imagem idealizada. Essa fragilidade emocional muitas vezes leva a uma falta de habilidades interpessoais saudáveis, tornando os relacionamentos conturbados e superficiais. “Diante de críticas, esses pacientes se sentem profundamente desrespeitados e, geralmente, no lugar de corrigir o erro, passam a atacar o outro na tentativa de inferiorizá-lo”, aponta Kelly Pereira Robis.
        O psiquiatra Bruno Brandão acrescenta que, ao contrário do que muitos pensam, indivíduos com traços do que popularmente chamamos de “psicopatia”, incluindo aqueles com transtorno de personalidade narcisista, têm, sim, empatia cognitiva, conseguindo perceber as emoções das outras pessoas. A questão é que esse grupo tende a usar essas informações para ganho próprio. Ele detalha que, na realidade, o que queremos dizer quando falamos que “psicopatas são incapazes de ser empáticos” é que eles não conseguem sentir o que o outro sente, ou seja, não têm empatia afetiva. Dessa forma, conseguem agir pensando apenas em si em uma grande variedade de situações, aproveitando-se das pessoas e das suas emoções sem nenhum remorso.
        O transtorno de personalidade narcisista pode ter um impacto significativo na vida das pessoas afetadas, bem como nas vidas daqueles que estão ao seu redor. A busca incessante por admiração e atenção pode levar a comportamentos manipulativos e exploratórios, prejudicando relacionamentos pessoais, profissionais e familiares. A falta de compaixão e de consideração pelos sentimentos dos outros pode criar um ambiente tóxico e desequilibrado, causando conflitos e dificuldades de convivência. Além disso, a fragilidade da autoestima narcisista pode levar a um círculo vicioso de busca constante por validação externa. Essa  dependência de elogios e reconhecimento pode tornar as pessoas com transtorno de personalidade narcisista mais propensas a experimentar altos níveis de estresse, ansiedade e depressão quando não alcançam seus objetivos ou são confrontadas com críticas.
        Embora seja um desafio tratar o transtorno de personalidade narcisista, existem possibilidades de intervenção e apoio. “O tratamento deve ser cuidadoso, delicado, possibilitando uma desconstrução do mito e, simultaneamente, uma construção da vida real”, indica Gilda Paoliello. Entre as abordagens que podem ajudar as pessoas com o diagnóstico a explorar e compreender suas motivações e comportamentos, além de desenvolver habilidades emocionais e relacionais saudáveis, estão a terapia psicodinâmica e a terapia cognitivo-comportamental. O apoio da família e de amigos também desempenha um papel crucial nesse processo.


(Alex Bessas. Disponível em: https://www.otempo.com.br/. Acesso em: 14/12/2023.)

O texto, através de recursos linguísticos, introduz e retoma ideias. Com isso, o texto progride quanto à discussão temática. Assinale a alternativa cujo termo sublinhado retoma adequadamente o referente indicado. 
Alternativas
Q2370475 Odontologia
Avulsão total do dente de seu alvéolo é a situação mais grave que pode ocorrer, pois coloca em risco a saúde da polpa e dos tecidos periodontais. Há fatores muito importantes para determinar o sucesso do tratamento após esse tipo de trauma, e seu prognóstico dependerá deles e da avaliação do profissional que receberá o paciente. Assinale a alternativa que apresenta somente fatores que contraindicam a reimplantação dentária.
Alternativas
Q2370474 Odontologia
As lesões endodônticas e periodontais resultam da íntima inter-relação do tecido pulpar com o periodonto. O diagnóstico diferencial das lesões endodônticas e periodontais, quando necessário, requer a avaliação de dados clínicos de vários testes para obter um correto diagnóstico, o que é imprescindível para o sucesso do tratamento. As lesões com causas combinadas necessitarão das terapias endodôntica e periodontal, sendo a primeira geralmente realizada antes. Os principais caminhos de comunicação entre os dois tipos de tecido mencionados são:


I.   Forame apical.
II.  Canais laterais e acessórios.
III. Túbulos dentinários.


Quais estão corretas?
Alternativas
Q2370473 Odontologia
A prescrição de fármacos de uso controlado é padronizada no país pela Portaria n o 344/1998 da Secretaria de Vigilância do Ministério da Saúde, objetivando medidas de prevenção e repressão ao uso indevido de substâncias entorpecentes ou que determinem dependência física ou psíquica. Assinale a alternativa correta a respeito dos diferentes tipos de receitas e suas especificidades.
Alternativas
Q2370472 Odontologia
Sobre a periodontite crônica, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q2370471 Odontologia
O diabetes melito (DM) é uma doença complexa com grau variável de complicações sistêmicas e bucais. Existem evidências conclusivas da importância do controle glicêmico na prevenção dessas complicações. Os sinais e sintomas típicos da diabetes são poliúria, polidipsia, polifagia, prurido, fraqueza e fadiga. Esses aspectos são mais pronunciados no ______________ do que no _____________. Indivíduos com diabetes mal controlado podem se queixar de diminuição do fluxo salivar e de __________________. Os agentes hipoglicemiantes orais podem causar ________________, a qual pode predispor a infecções oportunistas com ____________________.


Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
Alternativas
Q2370470 Odontologia
A elaboração do plano de tratamento é uma tarefa difícil, que pressupõe o diagnóstico mais preciso possível, além do conhecimento de todas as alternativas de tratamento e de seus prognósticos. Requer, ainda, a adequação de todas essas variáveis às condições físicas, emocionais e sociais do paciente. A antecipação da visualização do resultado final é alcançada pelo planejamento. Os procedimentos envolvidos no plano de tratamento escolhido deverão seguir uma sequência lógica e eficiente para que o tempo de tratamento, o gerenciamento de materiais e os resultados sejam otimizados. Didaticamente, os tratamentos poderão ser conduzidos em três fases, nas quais teremos objetivos gerais e específicos para cada uma delas. Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando cada fase aos objetivos que a compõem.


Coluna 1

1. Fase I.
2. Fase II.
3. Fase III.

Coluna 2

( ) Planejamento da reabilitação dos elementos dentários.
( ) Planejamento endodôntico.
( ) Adequação do meio bucal.
( ) Manutenção.
( ) Planejamento ortodôntico.


A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q2370469 Odontologia
Desempenha papel modificador importante na cárie e erosão, devido à sua natureza de permeabilidade seletiva, restringindo a entrada e saída de íons nos tecidos dentários duros. Pode ser descrita como um filme proteináceo acelular, e sua falta torna as superfícies dentárias mais suscetíveis aos ácidos e, assim, à desmineralização. A descrição apresentada refere-se ao(à):
Alternativas
Q2370468 Odontologia
“Os fenótipos variam de uma acentuada hipoplasia de esmalte com espaçamentos uniformes entre os dentes adjacentes ou irregulares dando origem a fendas ou sulcos, a vários graus de hipomineralização com alteração na coloração e translucidez. Muitas vezes, tanto a hipoplasia quanto a hipomineralização são observadas em conjunto. Em alguns casos, pode ocorrer uma falha na erupção dentária, podendo sofrer reabsorção de suas coroas”. O quadro clínico descrito se refere a qual condição ou anomalia dentária?
Alternativas
Q2370467 Odontologia
Segundo o Código de Ética Odontológico, é obrigatória a elaboração e a manutenção de forma legível e atualizada de prontuário e a sua conservação em arquivo próprio, seja de forma física ou digital. De acordo com o Art. 18 do Código, constitui infração ética, EXCETO:
Alternativas
Q2370466 Odontologia
Um mililitro de saliva total contém de 1 a 2 mg de proteína, e são elas que conferem à saliva sua viscosidade característica. Quase todas as proteínas salivares são glicoproteínas, isto é, contêm quantidades variadas de carboidratos ligadas ao centro proteico. As glicoproteínas geralmente são classificadas de acordo com a origem celular e subclassificadas mais tarde com base nas suas propriedades biológicas. Assinale a alternativa correta sobre a composição salivar e suas proteínas.
Alternativas
Q2370203 Enfermagem
É o centro de comunicação entre as redes de atenção do SUS, assim como a porta de entrada ao sistema, e é o elemento que vincula a integralidade aos usuários. Podemos afirmar que esse texto se refere ao termo:
Alternativas
Q2370200 Odontologia
Alguns autores sugerem que a tetraciclina e a amoxicilina são as substâncias mais usadas quando se utiliza apenas um antibiótico. Porém, muitos são os autores que preconizam que, para quaisquer doenças periodontais graves, deve ser usada a associação de amoxicilina com:
Alternativas
Q2370199 Odontologia
Após realizar restaurações nos dentes 11 e 21, o cirurgião-dentista, antes da última fotopolimerização, os cobriu com gel à base de glicerina, para que a última camada da resina composta utilizada não tivesse contato com: 
Alternativas
Q2370198 Odontologia
A aplicação 0,5 ml de uma solução de epinefrina 1:1000, via intramuscular, possibilita uma potente ação broncodilatadora. Em qual tipo de paciente essa aplicação é indicada?
Alternativas
Q2370197 Odontologia
A alteração básica da asma é a hiper-reatividade brônquica, que pode ser precipitada por vários agentes desencadeantes, alérgenos ou não, em qualquer paciente. Abaixo estão citados alguns dos estímulos mais desencadeadores do broncoespasmo em asmáticos, exceto:
Alternativas
Q2370196 Odontologia
Quando o sistema adesivo se apresenta em dois frascos, são divididos em primer e bond. O bond é uma resina fluida basicamente hidrófoba, composta basicamente de oligômeros dimetacrilatos. No entanto, pode conter também monômeros hidrofílicos, a fim de facilitar o contato com a dentina. Um exemplo deste tipo de monômero é:
Alternativas
Q2370195 Odontologia
Desenvolvido em 1971, o cimento de ionômero de vidro (CIV) é um material extremamente popular. Tendo como base a composição do CIV convencional, qual das alternativas não está relacionada a um componente do pó desse material? 
Alternativas
Q2370194 Odontologia
Um dos principais fatores etiológicos de patologia do aparelho estomatognático são as alterações da oclusão dentária, os distúrbios oclusais. Qual das alternativas a seguir não mostra uma das principais maneiras que se apresentam os distúrbios oclusais?
Alternativas
Q2370193 Odontologia
Qual das alternativas abaixo refere-se ao movimento de trabalho mandibular?
Alternativas
Respostas
11921: B
11922: B
11923: E
11924: E
11925: D
11926: A
11927: B
11928: C
11929: C
11930: E
11931: C
11932: C
11933: B
11934: D
11935: A
11936: C
11937: E
11938: A
11939: B
11940: C