Foram encontradas 24.347 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q4123647 Português

A ÂNSIA DE TER E O TÉDIO DE POSSUIR: UMA REFLEXÃO PSICOLÓGICA À LUZ DO PÊNDULO DE SCHOPENHAUER  


A vida humana, em muitos momentos, parece girar em torno da busca por algo que ainda não temos. Seja um novo relacionamento, um bem material, uma conquista profissional ou um reconhecimento social, parece que estamos constantemente impulsionados a preencher um vazio interno com algo externo. Porém, curiosamente, após a conquista, aquilo que antes nos inflamava de desejo pode rapidamente se transformar em indiferença ou até mesmo em tédio. 

Essa dinâmica — a ânsia de ter e o tédio de possuir — é um fenômeno psíquico profundo e recorrente, que merece uma análise cuidadosa, tanto sob a perspectiva filosófica quanto psicológica. 

Arthur Schopenhauer, filósofo do século XIX, trouxe uma contribuição fundamental para essa compreensão através da metáfora do pêndulo. Segundo ele, a vida oscila incessantemente entre a dor e o tédio: a dor do desejo não satisfeito e o tédio que sucede a satisfação. Em suas palavras:

“A vida oscila como um pêndulo, para trás e para frente, entre a dor e o tédio, esses dois elementos que, em última instância, a constituem.” (Schopenhauer, 1818/2005, O Mundo como Vontade e Representação)

No campo da psicologia, especialmente nas abordagens cognitivas e emocionais, podemos interpretar essa oscilação como uma manifestação do funcionamento da mente diante da expectativa e da frustração.  

Na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), entendemos que as crenças centrais moldam os desejos e expectativas das pessoas. A ideia de que “preciso ter para ser feliz” é uma distorção cognitiva muito comum. Quando internalizamos que nossa realização pessoal depende da obtenção de algo externo, criamos uma condição para que a ânsia surja com força.

Essa ânsia, por vezes, é confundida com motivação, mas, na prática clínica, percebemos que ela tende a gerar um ciclo de frustração e descontentamento. O problema não está no desejo em si — que é natural —, mas na expectativa irrealista de que o objeto desejado poderá suprir necessidades emocionais profundas e permanentes.

Após a conquista, o sistema de recompensa do cérebro (especialmente associado à dopamina) rapidamente se acomoda. Aquilo que antes era excitante perde a novidade e, com ela, a capacidade de gerar prazer sustentado. Surge então o tédio, que pode ser interpretado como a percepção de um vazio interno não preenchido, agora mais evidente porque o “preenchimento” que idealizamos não se mostrou suficiente.

Em Terapia do Esquema (Young, 2003), o tédio pode ser associado a esquemas de privação emocional, onde o indivíduo sente que suas necessidades básicas de conexão, estabilidade e significado não são atendidas — independentemente das conquistas externas.  

Não há nada de “errado” em desejar ou buscar objetivos. A ânsia e o tédio apenas nos sinalizam que precisamos olhar com mais profundidade para dentro de nós mesmos. Muitas vezes, a busca externa é uma tentativa de compensar necessidades internas não reconhecidas.

Uma abordagem baseada na Terapia Focada nas Emoções (Greenberg, 2010) sugeriria acolher essas emoções sem julgamento. O tédio, por exemplo, pode ser um convite para refletirmos sobre nossos valores mais autênticos — aquilo que realmente dá sentido às nossas vidas, para além do ter.

Aprender a tolerar o vazio, a desacelerar o pêndulo, é um processo terapêutico de grande valor. Significa ensinar nossos pacientes (e a nós mesmos) a viver mais em contato com a experiência presente, aceitando as emoções transitórias, e buscando uma vida orientada por significado e propósito, em vez de apenas pela obtenção.

Schopenhauer nos oferece um olhar cru sobre a condição humana — e, paradoxalmente, essa crueza pode nos libertar. Compreender que a ânsia e o tédio são movimentos naturais da existência pode nos ajudar a viver com mais leveza, sem expectativas ilusórias. A psicologia moderna, com suas diversas abordagens, nos convida a acolher esses movimentos internos com mais consciência, compaixão e responsabilidade.

A vida continuará a oscilar, como um pêndulo. Mas a forma como nos relacionamos com esse movimento pode fazer toda a diferença.

(ADAPTADO. Autor: LEANDRO MARQUES DA ROCHA. Publicado em 18/06/2025. Disponível em https://mrochapsico.com.br/blog/a-ansia-de-ter-e-o-tedio-de-possuir-uma-reflexaopsicologica-a-luz-do-pendulo-de-schopenhauer/)

 A leitura global do texto permite concluir que a posição assumida pelo autor em relação à ânsia de possuir e ao tédio decorrente da posse é a de que: 
Alternativas
Q4123646 Português

A ÂNSIA DE TER E O TÉDIO DE POSSUIR: UMA REFLEXÃO PSICOLÓGICA À LUZ DO PÊNDULO DE SCHOPENHAUER  


A vida humana, em muitos momentos, parece girar em torno da busca por algo que ainda não temos. Seja um novo relacionamento, um bem material, uma conquista profissional ou um reconhecimento social, parece que estamos constantemente impulsionados a preencher um vazio interno com algo externo. Porém, curiosamente, após a conquista, aquilo que antes nos inflamava de desejo pode rapidamente se transformar em indiferença ou até mesmo em tédio. 

Essa dinâmica — a ânsia de ter e o tédio de possuir — é um fenômeno psíquico profundo e recorrente, que merece uma análise cuidadosa, tanto sob a perspectiva filosófica quanto psicológica. 

Arthur Schopenhauer, filósofo do século XIX, trouxe uma contribuição fundamental para essa compreensão através da metáfora do pêndulo. Segundo ele, a vida oscila incessantemente entre a dor e o tédio: a dor do desejo não satisfeito e o tédio que sucede a satisfação. Em suas palavras:

“A vida oscila como um pêndulo, para trás e para frente, entre a dor e o tédio, esses dois elementos que, em última instância, a constituem.” (Schopenhauer, 1818/2005, O Mundo como Vontade e Representação)

No campo da psicologia, especialmente nas abordagens cognitivas e emocionais, podemos interpretar essa oscilação como uma manifestação do funcionamento da mente diante da expectativa e da frustração.  

Na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), entendemos que as crenças centrais moldam os desejos e expectativas das pessoas. A ideia de que “preciso ter para ser feliz” é uma distorção cognitiva muito comum. Quando internalizamos que nossa realização pessoal depende da obtenção de algo externo, criamos uma condição para que a ânsia surja com força.

Essa ânsia, por vezes, é confundida com motivação, mas, na prática clínica, percebemos que ela tende a gerar um ciclo de frustração e descontentamento. O problema não está no desejo em si — que é natural —, mas na expectativa irrealista de que o objeto desejado poderá suprir necessidades emocionais profundas e permanentes.

Após a conquista, o sistema de recompensa do cérebro (especialmente associado à dopamina) rapidamente se acomoda. Aquilo que antes era excitante perde a novidade e, com ela, a capacidade de gerar prazer sustentado. Surge então o tédio, que pode ser interpretado como a percepção de um vazio interno não preenchido, agora mais evidente porque o “preenchimento” que idealizamos não se mostrou suficiente.

Em Terapia do Esquema (Young, 2003), o tédio pode ser associado a esquemas de privação emocional, onde o indivíduo sente que suas necessidades básicas de conexão, estabilidade e significado não são atendidas — independentemente das conquistas externas.  

Não há nada de “errado” em desejar ou buscar objetivos. A ânsia e o tédio apenas nos sinalizam que precisamos olhar com mais profundidade para dentro de nós mesmos. Muitas vezes, a busca externa é uma tentativa de compensar necessidades internas não reconhecidas.

Uma abordagem baseada na Terapia Focada nas Emoções (Greenberg, 2010) sugeriria acolher essas emoções sem julgamento. O tédio, por exemplo, pode ser um convite para refletirmos sobre nossos valores mais autênticos — aquilo que realmente dá sentido às nossas vidas, para além do ter.

Aprender a tolerar o vazio, a desacelerar o pêndulo, é um processo terapêutico de grande valor. Significa ensinar nossos pacientes (e a nós mesmos) a viver mais em contato com a experiência presente, aceitando as emoções transitórias, e buscando uma vida orientada por significado e propósito, em vez de apenas pela obtenção.

Schopenhauer nos oferece um olhar cru sobre a condição humana — e, paradoxalmente, essa crueza pode nos libertar. Compreender que a ânsia e o tédio são movimentos naturais da existência pode nos ajudar a viver com mais leveza, sem expectativas ilusórias. A psicologia moderna, com suas diversas abordagens, nos convida a acolher esses movimentos internos com mais consciência, compaixão e responsabilidade.

A vida continuará a oscilar, como um pêndulo. Mas a forma como nos relacionamos com esse movimento pode fazer toda a diferença.

(ADAPTADO. Autor: LEANDRO MARQUES DA ROCHA. Publicado em 18/06/2025. Disponível em https://mrochapsico.com.br/blog/a-ansia-de-ter-e-o-tedio-de-possuir-uma-reflexaopsicologica-a-luz-do-pendulo-de-schopenhauer/)

No trecho “O problema não está no desejo em si — que é natural —, mas na expectativa irrealista de que o objeto desejado poderá suprir necessidades emocionais profundas e permanentes”, o autor defende uma perspectiva segundo a qual:
Alternativas
Q4123645 Português

A ÂNSIA DE TER E O TÉDIO DE POSSUIR: UMA REFLEXÃO PSICOLÓGICA À LUZ DO PÊNDULO DE SCHOPENHAUER  


A vida humana, em muitos momentos, parece girar em torno da busca por algo que ainda não temos. Seja um novo relacionamento, um bem material, uma conquista profissional ou um reconhecimento social, parece que estamos constantemente impulsionados a preencher um vazio interno com algo externo. Porém, curiosamente, após a conquista, aquilo que antes nos inflamava de desejo pode rapidamente se transformar em indiferença ou até mesmo em tédio. 

Essa dinâmica — a ânsia de ter e o tédio de possuir — é um fenômeno psíquico profundo e recorrente, que merece uma análise cuidadosa, tanto sob a perspectiva filosófica quanto psicológica. 

Arthur Schopenhauer, filósofo do século XIX, trouxe uma contribuição fundamental para essa compreensão através da metáfora do pêndulo. Segundo ele, a vida oscila incessantemente entre a dor e o tédio: a dor do desejo não satisfeito e o tédio que sucede a satisfação. Em suas palavras:

“A vida oscila como um pêndulo, para trás e para frente, entre a dor e o tédio, esses dois elementos que, em última instância, a constituem.” (Schopenhauer, 1818/2005, O Mundo como Vontade e Representação)

No campo da psicologia, especialmente nas abordagens cognitivas e emocionais, podemos interpretar essa oscilação como uma manifestação do funcionamento da mente diante da expectativa e da frustração.  

Na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), entendemos que as crenças centrais moldam os desejos e expectativas das pessoas. A ideia de que “preciso ter para ser feliz” é uma distorção cognitiva muito comum. Quando internalizamos que nossa realização pessoal depende da obtenção de algo externo, criamos uma condição para que a ânsia surja com força.

Essa ânsia, por vezes, é confundida com motivação, mas, na prática clínica, percebemos que ela tende a gerar um ciclo de frustração e descontentamento. O problema não está no desejo em si — que é natural —, mas na expectativa irrealista de que o objeto desejado poderá suprir necessidades emocionais profundas e permanentes.

Após a conquista, o sistema de recompensa do cérebro (especialmente associado à dopamina) rapidamente se acomoda. Aquilo que antes era excitante perde a novidade e, com ela, a capacidade de gerar prazer sustentado. Surge então o tédio, que pode ser interpretado como a percepção de um vazio interno não preenchido, agora mais evidente porque o “preenchimento” que idealizamos não se mostrou suficiente.

Em Terapia do Esquema (Young, 2003), o tédio pode ser associado a esquemas de privação emocional, onde o indivíduo sente que suas necessidades básicas de conexão, estabilidade e significado não são atendidas — independentemente das conquistas externas.  

Não há nada de “errado” em desejar ou buscar objetivos. A ânsia e o tédio apenas nos sinalizam que precisamos olhar com mais profundidade para dentro de nós mesmos. Muitas vezes, a busca externa é uma tentativa de compensar necessidades internas não reconhecidas.

Uma abordagem baseada na Terapia Focada nas Emoções (Greenberg, 2010) sugeriria acolher essas emoções sem julgamento. O tédio, por exemplo, pode ser um convite para refletirmos sobre nossos valores mais autênticos — aquilo que realmente dá sentido às nossas vidas, para além do ter.

Aprender a tolerar o vazio, a desacelerar o pêndulo, é um processo terapêutico de grande valor. Significa ensinar nossos pacientes (e a nós mesmos) a viver mais em contato com a experiência presente, aceitando as emoções transitórias, e buscando uma vida orientada por significado e propósito, em vez de apenas pela obtenção.

Schopenhauer nos oferece um olhar cru sobre a condição humana — e, paradoxalmente, essa crueza pode nos libertar. Compreender que a ânsia e o tédio são movimentos naturais da existência pode nos ajudar a viver com mais leveza, sem expectativas ilusórias. A psicologia moderna, com suas diversas abordagens, nos convida a acolher esses movimentos internos com mais consciência, compaixão e responsabilidade.

A vida continuará a oscilar, como um pêndulo. Mas a forma como nos relacionamos com esse movimento pode fazer toda a diferença.

(ADAPTADO. Autor: LEANDRO MARQUES DA ROCHA. Publicado em 18/06/2025. Disponível em https://mrochapsico.com.br/blog/a-ansia-de-ter-e-o-tedio-de-possuir-uma-reflexaopsicologica-a-luz-do-pendulo-de-schopenhauer/)

Ao longo do texto, o autor aproxima a reflexão filosófica de Schopenhauer das contribuições da psicologia contemporânea para explicar um comportamento humano recorrente. Nesse contexto, a metáfora do pêndulo é utilizada para demonstrar que: 
Alternativas
Q4118769 Odontologia
Em relação à superfície oclusal do primeiro molar superior, é correto afirmar que:
Alternativas
Q4118768 Odontologia
Em relação ao papel do fluoreto no controle da cárie dentária, é correto afirmar que:
Alternativas
Q4118767 Odontologia
Cisto odontogênico do desenvolvimento em tecidos moles que ocorre como consequência da separação entre o folículo dentário e a coroa do dente em erupção. Comum nos incisivos centrais decíduos superiores e primeiros molares decíduos e permanentes. Manifesta-se como um inchaço na mucosa gengival que recobre a coroa de um dente em erupção, de cor semelhante à da mucosa ou de cor azulada/arroxeada devido ao sangramento induzido por trauma, como o mastigatório no local. Único ou bilateral, indolor, com consistência macia ou flutuante à palpação e dimensão de até 1,5 cm, requerendo apenas controle para verificar se interfere na alimentação. Se sintomático ou representar atraso na irrupção, necessita abertura cirúrgica, como pequena incisão no rebordo que permita o extravasamento do conteúdo líquido. Radiografias não são indicadas para o diagnóstico.

Tendo como base essas informações, assinale a alternativa que apresenta corretamente o nome da lesão descrita:
Alternativas
Q4118766 Odontologia
Associe a segunda coluna de acordo com a primeira, que relaciona agentes agressores pulpares com suas respectivas características:

Primeira coluna: agentes agressores pulpares

1.Físicos
2.Químicos
3.Biológicos

Segunda coluna: características
(__)Túbulos dentinários expostos.
(__)Preparo cavitário sem refrigeração.
(__)Material odontológico em cavidade profunda sem proteção.

Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:
Alternativas
Q4118765 Odontologia
De acordo com Maltz (2016), o diagnóstico da doença cárie é um fator essencial para a elaboração de um plano de tratamento abrangente, no qual a decisão terapêutica deve estar de acordo com os princípios de promoção da saúde e medidas preventivas, a fim de substituir intervenções desnecessárias. Sendo assim, analise as assertivas a seguir:

I.A sonda exploradora, de preferência com ponta arrendondada, deve ser passada sem pressão sobre a superfície dentária que apresenta uma mancha branca.
II.A lesão de cárie sem cavidade apresenta a zona interna mais remineralizada do que a zona superficial.
III.Sondagem realizada com pressão pode romper a zona superficial que é porosa e frágil, originando uma cavidade.
IV.As lesões de cárie ativas encontram-se acima do biofilme acumulado, portanto, nas faces vestibulares e palatinas, junto à margem gengival.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4118764 Odontologia
Considere a seguinte situação: uma criança apresenta o dente 36 recém-irrompido. Nas cúspides distais, há uma porção de tecido gengival cobrindo essa área. Considerando que o controle do biofilme dentário encontra-se precário, pode-se indicar a aplicação de um selante de cicatrículas e fissuras, usando-se um cimento de ionômero de vidro convencional. Deve-se esclarecer aos pais da criança que se trata de uma alternativa temporária até a completa erupção do referido dente. Sendo assim, assinale a alternativa que contém o nome do material a ser usado para condicionamento da superfície dental para este tipo de selamento:
Alternativas
Q4118763 Odontologia
De acordo com Apolônio e Machado (2018), a arquitetura e a composição da microbiota bucal já eram estudadas muito antes de o termo "biofilme" ser utilizado. Entretanto, foi a introdução de tecnologias mais recentes que permitiram a obtenção de uma perspectiva mais global sobre as interações que interferem na organização espacial dos diferentes microrganismos dentro do biofilme. Sendo assim, ainda que existam outras etapas, analise as etapas de formação do biofilme listadas a seguir:

1.Coagregação e coadesão bacteriana.
2.Adsorção de proteínas e glicoproteínas salivares.
3.Película adquirida.
4.Aumento da diversidade bacteriana.

A sequência correta em que ocorre a formação do biofilme é:
Alternativas
Q4118762 Odontologia
Assinale a alternativa que contém o nome da técnica cirúrgica periodontal indicada, geralmente, nos últimos molares, em que é necessária a incisão de retalhos vestibular e lingual/palatino, com incisões verticais através da tuberosidade ou do coxim retromolar, formando uma cunha triangular; as paredes vestibulares e linguais da tuberosidade ou do coxim retromolar são, então, defletidas e o fragmento de tecido incisado é dissecado e afastado do osso: 
Alternativas
Q4118761 Odontologia
Em uma situação de paciente portador de pulpite sintomática irreversível, o mais importante no manejo dessa situação de urgência é: 
Alternativas
Q4118760 Odontologia
Analise as assertivas a seguir relacionadas ao tratamento conservador da polpa dentária:

I.A proteção pulpar direta consiste em remover total ou parcialmente a dentina cariada com o intuito de evitar a exposição pulpar e, na sequência, aplicar um material protetor sobre a dentina remanescente.
II.A curetagem pulpar consiste na excisão da porção superficial da polpa coronária após exposição pulpar por traumatismo ou remoção de tecido cariado.
III.A pulpotomia consiste na completa excisão da polpa coronária após exposição pulpar por traumatismo ou remoção de tecido cariado.

É correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q4118759 Odontologia
Assinale a alternativa correta que indica o nome da estrutura que compõe o periodonto e é a parte da mucosa mastigatória que recobre o processo alveolar e circunda a porção cervical dos dentes. Essa estrutura é composta por uma camada epitelial e um tecido conjuntivo subjacente, chamado de lâmina própria:
Alternativas
Q4118758 Odontologia
Em relação às propriedades do cimento de ionômero de vidro, é correto afirmar que:
Alternativas
Q4118757 Odontologia
Analise as assertivas a seguir em relação às lesões aos tecidos de sustentação dos dentes decíduos:

I.Na concussão, não há necessidade de tratamento, apenas observação.
II.Na luxação lateral, quando houver mínima ou nenhuma interferência oclusal, é recomendado deixar o dente se reposicionar espontaneamente.
III.Na luxação intrusiva, indica-se aguardar a reerupção espontânea (6 meses a 1 ano) independente da direção que o dente tomou.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4118756 Odontologia
Os fluoretos desempenham papel fundamental no controle da cárie dentária, portanto, entender seu mecanismo de ação nesse processo é imprescindível. Ao contrário do que se pensava há alguns anos, a ação benéfica do fluoreto se dá pela sua ação __________ de forma tópica na cavidade bucal.

Assinale a alternativa que corretamente preenche a lacuna no excerto:
Alternativas
Q4118755 Odontologia
Considere as afirmativas relacionadas ao protocolo de atendimento para traumatismos dentoalveolares na dentadura decídua apresentadas a seguir. Registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__)Nas fraturas de esmalte com pequena perda de estrutura é possível realizar somente o alisamento das bordas afiadas.
(__)Nas fraturas de esmalte e dentina sem exposição pulpar e com fragmento dentário presente, pode-se reposicioná-lo junto ao dente e realizar a colagem do fragmento.
(__)Nas fraturas de esmalte e dentina com exposição pulpar a opção que deve ser sempre escolhida é a exodontia.
(__)Nas fraturas coronorradiculares sem exposição pulpar deve-se realizar somente a imobilização do dente.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4118754 Odontologia
Em relação aos objetivos das cirurgias para redução de bolsa periodontal usando-se abordagem ressectiva, é correto afirmar que:
Alternativas
Q4118753 Odontologia
Em relação ao gerenciamento de resíduos em serviços odontológicos, é correto afirmar que:
Alternativas
Respostas
841: A
842: A
843: D
844: E
845: C
846: D
847: A
848: C
849: A
850: A
851: E
852: B
853: A
854: A
855: A
856: D
857: C
858: D
859: B
860: E