Questões de Concurso Para odontólogo

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Q4209104 Português
Nem os mortos resistem


       Minha esposa gosta de um doce que não é de vó, mas de bisavó: doce de cidra. Ela se delicia com as raspas verdes, cristais de sua esperança.

      Eu imaginava que só ela apreciasse esse quitute na face da Terra, mais ninguém. Eu me enganei. Há uma legião de fanáticos.

       Comer passa a ser o mesmo que recordar. Não são mais operações distintas. Você busca reprisar as refeições familiares e suprir a falta que sente de todo mundo que partiu.

      A sobremesa traz quem já morreu de volta à mesa.

     Talvez represente o nosso ímpeto de recuperar a casa cheia, o cotidiano de uma época repleta de promessas.

     Do bolo esfriando na janela e enchendo o lar de expectativas; da vontade de ser o primeiro a provar; das receitas típicas que cada um se responsabilizava em preparar para as celebrações (Páscoa, Natal, Ano-Novo e aniversários), criando uma disputa saudável para descobrir qual era a melhor; da implicância em devolver a forma de vidro para o seu dono.

     Como as sobremesas se destinavam ao proveito do grupo e permaneciam na geladeira semana afora, simbolizam o alvoroço, o povo apertado na sala e na cozinha, com os cotovelos próximos.

     Elas elevavam o ânimo doméstico, liberavam as gargalhadas, injetavam o desejo de prolongar a conversa e de ser mais sociável. Produziam o efeito de inibir a censura. Durante a comida de sal, pouco se falava. Durante o doce, tudo se dizia.

    Parece que, quanto mais envelhecemos, mais retornamos às sobremesas da meninice.

      Vamos querendo preservar o que se tornou raro.

   Resgata-se um período mental de liberdade gustativa, em que não havia restrições com a glicose, ou medo do diabetes, muito menos economia com as gemas dos ovos.

      Eu era apaixonado por brigadeiro, por panelinha de coco, por pastel de nata, por queijadinha, por quindim, por guloseimas pequeninas e explosivas de vitalidade. Atualmente só me interesso pela estética e pelo perfume do pudim de leite: a simétrica redoma furada que me sacia por alguns prósperos momentos.

      Prevalece um detalhe na transformação de meu comportamento. Abandonei a porção individual pela coletiva, servida em vasilha, a ser dividida com os outros.

     O pudim de leite virou minha obsessão. Odiava a casca da cobertura. Hoje devoro inicialmente o recheio, para depois saborear lentamente a crocância do açúcar queimado com a calda.

      A arte começa ao cortar uma fatia. Devo controlar a força de minha mão para não abusar com uma incisão transversal e levar o pudim inteiro para o prato.

     Não é que eu fiquei mais tradicional, é que tenho saudade de quem fui e de quem se despediu de mim.

       Minha existência mudou de parâmetros, abolindo preconceitos alimentares.

      Agora respeito o uso do cravo no beijinho ou no arroz-doce. Antes, considerava um desperdício aquele adorno, aquela estaca da especiaria. Eu apenas reclamava do trabalho de tirá-lo.

      Agora reverencio o manjar, o bolo gelado de coco e abacaxi, o flan de coco, o tiramissu. Nem mais faço piada com o pavê.

     Agora entendo por que a ambrosia e o sagu jamais vão perder a realeza.

     Nossas crianças interiores são famintas em repetir a dose e a vida.


Fonte: CARPINEJAR, Fabrício. Nem os mortos resistem. O Tempo, 10 abr. 2026. Disponível em:https://www.otempo.com.br/opiniao/fabriciocarpinejar/2026/4/10/nem-os-mortos-resistem. Acesso em: 23 abr. 2026.
Analise o trecho a seguir.

“Eu era apaixonado por brigadeiro, por panelinha de coco, por pastel de nata, por queijadinha, por quindim, por guloseimas pequeninas e explosivas de vitalidade. Atualmente só me interesso pela estética e pelo perfume do pudim de leite: a simétrica redoma furada que me sacia por alguns prósperos momentos.
[...]
Não é que eu fiquei mais tradicional, é que tenho saudade de quem fui e de quem se despediu de mim.”

Considerando o valor que cada forma verbal assume no contexto, é correto afirmar que:
Alternativas
Q4209103 Português
Nem os mortos resistem


       Minha esposa gosta de um doce que não é de vó, mas de bisavó: doce de cidra. Ela se delicia com as raspas verdes, cristais de sua esperança.

      Eu imaginava que só ela apreciasse esse quitute na face da Terra, mais ninguém. Eu me enganei. Há uma legião de fanáticos.

       Comer passa a ser o mesmo que recordar. Não são mais operações distintas. Você busca reprisar as refeições familiares e suprir a falta que sente de todo mundo que partiu.

      A sobremesa traz quem já morreu de volta à mesa.

     Talvez represente o nosso ímpeto de recuperar a casa cheia, o cotidiano de uma época repleta de promessas.

     Do bolo esfriando na janela e enchendo o lar de expectativas; da vontade de ser o primeiro a provar; das receitas típicas que cada um se responsabilizava em preparar para as celebrações (Páscoa, Natal, Ano-Novo e aniversários), criando uma disputa saudável para descobrir qual era a melhor; da implicância em devolver a forma de vidro para o seu dono.

     Como as sobremesas se destinavam ao proveito do grupo e permaneciam na geladeira semana afora, simbolizam o alvoroço, o povo apertado na sala e na cozinha, com os cotovelos próximos.

     Elas elevavam o ânimo doméstico, liberavam as gargalhadas, injetavam o desejo de prolongar a conversa e de ser mais sociável. Produziam o efeito de inibir a censura. Durante a comida de sal, pouco se falava. Durante o doce, tudo se dizia.

    Parece que, quanto mais envelhecemos, mais retornamos às sobremesas da meninice.

      Vamos querendo preservar o que se tornou raro.

   Resgata-se um período mental de liberdade gustativa, em que não havia restrições com a glicose, ou medo do diabetes, muito menos economia com as gemas dos ovos.

      Eu era apaixonado por brigadeiro, por panelinha de coco, por pastel de nata, por queijadinha, por quindim, por guloseimas pequeninas e explosivas de vitalidade. Atualmente só me interesso pela estética e pelo perfume do pudim de leite: a simétrica redoma furada que me sacia por alguns prósperos momentos.

      Prevalece um detalhe na transformação de meu comportamento. Abandonei a porção individual pela coletiva, servida em vasilha, a ser dividida com os outros.

     O pudim de leite virou minha obsessão. Odiava a casca da cobertura. Hoje devoro inicialmente o recheio, para depois saborear lentamente a crocância do açúcar queimado com a calda.

      A arte começa ao cortar uma fatia. Devo controlar a força de minha mão para não abusar com uma incisão transversal e levar o pudim inteiro para o prato.

     Não é que eu fiquei mais tradicional, é que tenho saudade de quem fui e de quem se despediu de mim.

       Minha existência mudou de parâmetros, abolindo preconceitos alimentares.

      Agora respeito o uso do cravo no beijinho ou no arroz-doce. Antes, considerava um desperdício aquele adorno, aquela estaca da especiaria. Eu apenas reclamava do trabalho de tirá-lo.

      Agora reverencio o manjar, o bolo gelado de coco e abacaxi, o flan de coco, o tiramissu. Nem mais faço piada com o pavê.

     Agora entendo por que a ambrosia e o sagu jamais vão perder a realeza.

     Nossas crianças interiores são famintas em repetir a dose e a vida.


Fonte: CARPINEJAR, Fabrício. Nem os mortos resistem. O Tempo, 10 abr. 2026. Disponível em:https://www.otempo.com.br/opiniao/fabriciocarpinejar/2026/4/10/nem-os-mortos-resistem. Acesso em: 23 abr. 2026.
No período “Minha existência mudou de parâmetros, abolindo preconceitos alimentares”, a forma verbal “abolindo” encabeça uma construção que, do ponto de vista da sintaxe, constitui uma oração:
Alternativas
Q4209102 Português
Nem os mortos resistem


       Minha esposa gosta de um doce que não é de vó, mas de bisavó: doce de cidra. Ela se delicia com as raspas verdes, cristais de sua esperança.

      Eu imaginava que só ela apreciasse esse quitute na face da Terra, mais ninguém. Eu me enganei. Há uma legião de fanáticos.

       Comer passa a ser o mesmo que recordar. Não são mais operações distintas. Você busca reprisar as refeições familiares e suprir a falta que sente de todo mundo que partiu.

      A sobremesa traz quem já morreu de volta à mesa.

     Talvez represente o nosso ímpeto de recuperar a casa cheia, o cotidiano de uma época repleta de promessas.

     Do bolo esfriando na janela e enchendo o lar de expectativas; da vontade de ser o primeiro a provar; das receitas típicas que cada um se responsabilizava em preparar para as celebrações (Páscoa, Natal, Ano-Novo e aniversários), criando uma disputa saudável para descobrir qual era a melhor; da implicância em devolver a forma de vidro para o seu dono.

     Como as sobremesas se destinavam ao proveito do grupo e permaneciam na geladeira semana afora, simbolizam o alvoroço, o povo apertado na sala e na cozinha, com os cotovelos próximos.

     Elas elevavam o ânimo doméstico, liberavam as gargalhadas, injetavam o desejo de prolongar a conversa e de ser mais sociável. Produziam o efeito de inibir a censura. Durante a comida de sal, pouco se falava. Durante o doce, tudo se dizia.

    Parece que, quanto mais envelhecemos, mais retornamos às sobremesas da meninice.

      Vamos querendo preservar o que se tornou raro.

   Resgata-se um período mental de liberdade gustativa, em que não havia restrições com a glicose, ou medo do diabetes, muito menos economia com as gemas dos ovos.

      Eu era apaixonado por brigadeiro, por panelinha de coco, por pastel de nata, por queijadinha, por quindim, por guloseimas pequeninas e explosivas de vitalidade. Atualmente só me interesso pela estética e pelo perfume do pudim de leite: a simétrica redoma furada que me sacia por alguns prósperos momentos.

      Prevalece um detalhe na transformação de meu comportamento. Abandonei a porção individual pela coletiva, servida em vasilha, a ser dividida com os outros.

     O pudim de leite virou minha obsessão. Odiava a casca da cobertura. Hoje devoro inicialmente o recheio, para depois saborear lentamente a crocância do açúcar queimado com a calda.

      A arte começa ao cortar uma fatia. Devo controlar a força de minha mão para não abusar com uma incisão transversal e levar o pudim inteiro para o prato.

     Não é que eu fiquei mais tradicional, é que tenho saudade de quem fui e de quem se despediu de mim.

       Minha existência mudou de parâmetros, abolindo preconceitos alimentares.

      Agora respeito o uso do cravo no beijinho ou no arroz-doce. Antes, considerava um desperdício aquele adorno, aquela estaca da especiaria. Eu apenas reclamava do trabalho de tirá-lo.

      Agora reverencio o manjar, o bolo gelado de coco e abacaxi, o flan de coco, o tiramissu. Nem mais faço piada com o pavê.

     Agora entendo por que a ambrosia e o sagu jamais vão perder a realeza.

     Nossas crianças interiores são famintas em repetir a dose e a vida.


Fonte: CARPINEJAR, Fabrício. Nem os mortos resistem. O Tempo, 10 abr. 2026. Disponível em:https://www.otempo.com.br/opiniao/fabriciocarpinejar/2026/4/10/nem-os-mortos-resistem. Acesso em: 23 abr. 2026.
No que diz respeito à articulação textual — pronomes e expressões referenciais, nexos coesivos e operadores sequenciais —, é correto afirmar que:
Alternativas
Q4209101 Português
Nem os mortos resistem


       Minha esposa gosta de um doce que não é de vó, mas de bisavó: doce de cidra. Ela se delicia com as raspas verdes, cristais de sua esperança.

      Eu imaginava que só ela apreciasse esse quitute na face da Terra, mais ninguém. Eu me enganei. Há uma legião de fanáticos.

       Comer passa a ser o mesmo que recordar. Não são mais operações distintas. Você busca reprisar as refeições familiares e suprir a falta que sente de todo mundo que partiu.

      A sobremesa traz quem já morreu de volta à mesa.

     Talvez represente o nosso ímpeto de recuperar a casa cheia, o cotidiano de uma época repleta de promessas.

     Do bolo esfriando na janela e enchendo o lar de expectativas; da vontade de ser o primeiro a provar; das receitas típicas que cada um se responsabilizava em preparar para as celebrações (Páscoa, Natal, Ano-Novo e aniversários), criando uma disputa saudável para descobrir qual era a melhor; da implicância em devolver a forma de vidro para o seu dono.

     Como as sobremesas se destinavam ao proveito do grupo e permaneciam na geladeira semana afora, simbolizam o alvoroço, o povo apertado na sala e na cozinha, com os cotovelos próximos.

     Elas elevavam o ânimo doméstico, liberavam as gargalhadas, injetavam o desejo de prolongar a conversa e de ser mais sociável. Produziam o efeito de inibir a censura. Durante a comida de sal, pouco se falava. Durante o doce, tudo se dizia.

    Parece que, quanto mais envelhecemos, mais retornamos às sobremesas da meninice.

      Vamos querendo preservar o que se tornou raro.

   Resgata-se um período mental de liberdade gustativa, em que não havia restrições com a glicose, ou medo do diabetes, muito menos economia com as gemas dos ovos.

      Eu era apaixonado por brigadeiro, por panelinha de coco, por pastel de nata, por queijadinha, por quindim, por guloseimas pequeninas e explosivas de vitalidade. Atualmente só me interesso pela estética e pelo perfume do pudim de leite: a simétrica redoma furada que me sacia por alguns prósperos momentos.

      Prevalece um detalhe na transformação de meu comportamento. Abandonei a porção individual pela coletiva, servida em vasilha, a ser dividida com os outros.

     O pudim de leite virou minha obsessão. Odiava a casca da cobertura. Hoje devoro inicialmente o recheio, para depois saborear lentamente a crocância do açúcar queimado com a calda.

      A arte começa ao cortar uma fatia. Devo controlar a força de minha mão para não abusar com uma incisão transversal e levar o pudim inteiro para o prato.

     Não é que eu fiquei mais tradicional, é que tenho saudade de quem fui e de quem se despediu de mim.

       Minha existência mudou de parâmetros, abolindo preconceitos alimentares.

      Agora respeito o uso do cravo no beijinho ou no arroz-doce. Antes, considerava um desperdício aquele adorno, aquela estaca da especiaria. Eu apenas reclamava do trabalho de tirá-lo.

      Agora reverencio o manjar, o bolo gelado de coco e abacaxi, o flan de coco, o tiramissu. Nem mais faço piada com o pavê.

     Agora entendo por que a ambrosia e o sagu jamais vão perder a realeza.

     Nossas crianças interiores são famintas em repetir a dose e a vida.


Fonte: CARPINEJAR, Fabrício. Nem os mortos resistem. O Tempo, 10 abr. 2026. Disponível em:https://www.otempo.com.br/opiniao/fabriciocarpinejar/2026/4/10/nem-os-mortos-resistem. Acesso em: 23 abr. 2026.
Considerando a progressão temática e os mecanismos de organização interna do texto, verifica-se que a estruturação dos parágrafos evidencia um movimento discursivo que:
Alternativas
Q4209100 Português
Nem os mortos resistem


       Minha esposa gosta de um doce que não é de vó, mas de bisavó: doce de cidra. Ela se delicia com as raspas verdes, cristais de sua esperança.

      Eu imaginava que só ela apreciasse esse quitute na face da Terra, mais ninguém. Eu me enganei. Há uma legião de fanáticos.

       Comer passa a ser o mesmo que recordar. Não são mais operações distintas. Você busca reprisar as refeições familiares e suprir a falta que sente de todo mundo que partiu.

      A sobremesa traz quem já morreu de volta à mesa.

     Talvez represente o nosso ímpeto de recuperar a casa cheia, o cotidiano de uma época repleta de promessas.

     Do bolo esfriando na janela e enchendo o lar de expectativas; da vontade de ser o primeiro a provar; das receitas típicas que cada um se responsabilizava em preparar para as celebrações (Páscoa, Natal, Ano-Novo e aniversários), criando uma disputa saudável para descobrir qual era a melhor; da implicância em devolver a forma de vidro para o seu dono.

     Como as sobremesas se destinavam ao proveito do grupo e permaneciam na geladeira semana afora, simbolizam o alvoroço, o povo apertado na sala e na cozinha, com os cotovelos próximos.

     Elas elevavam o ânimo doméstico, liberavam as gargalhadas, injetavam o desejo de prolongar a conversa e de ser mais sociável. Produziam o efeito de inibir a censura. Durante a comida de sal, pouco se falava. Durante o doce, tudo se dizia.

    Parece que, quanto mais envelhecemos, mais retornamos às sobremesas da meninice.

      Vamos querendo preservar o que se tornou raro.

   Resgata-se um período mental de liberdade gustativa, em que não havia restrições com a glicose, ou medo do diabetes, muito menos economia com as gemas dos ovos.

      Eu era apaixonado por brigadeiro, por panelinha de coco, por pastel de nata, por queijadinha, por quindim, por guloseimas pequeninas e explosivas de vitalidade. Atualmente só me interesso pela estética e pelo perfume do pudim de leite: a simétrica redoma furada que me sacia por alguns prósperos momentos.

      Prevalece um detalhe na transformação de meu comportamento. Abandonei a porção individual pela coletiva, servida em vasilha, a ser dividida com os outros.

     O pudim de leite virou minha obsessão. Odiava a casca da cobertura. Hoje devoro inicialmente o recheio, para depois saborear lentamente a crocância do açúcar queimado com a calda.

      A arte começa ao cortar uma fatia. Devo controlar a força de minha mão para não abusar com uma incisão transversal e levar o pudim inteiro para o prato.

     Não é que eu fiquei mais tradicional, é que tenho saudade de quem fui e de quem se despediu de mim.

       Minha existência mudou de parâmetros, abolindo preconceitos alimentares.

      Agora respeito o uso do cravo no beijinho ou no arroz-doce. Antes, considerava um desperdício aquele adorno, aquela estaca da especiaria. Eu apenas reclamava do trabalho de tirá-lo.

      Agora reverencio o manjar, o bolo gelado de coco e abacaxi, o flan de coco, o tiramissu. Nem mais faço piada com o pavê.

     Agora entendo por que a ambrosia e o sagu jamais vão perder a realeza.

     Nossas crianças interiores são famintas em repetir a dose e a vida.


Fonte: CARPINEJAR, Fabrício. Nem os mortos resistem. O Tempo, 10 abr. 2026. Disponível em:https://www.otempo.com.br/opiniao/fabriciocarpinejar/2026/4/10/nem-os-mortos-resistem. Acesso em: 23 abr. 2026.
No desenvolvimento argumentativo do texto, a evocação das sobremesas da infância ultrapassa a esfera do paladar e organiza uma reflexão sobre memória, convivência e identidade. Tendo por base a progressão das ideias e os efeitos de sentido produzidos, pode-se afirmar que o texto articula a lembrança dos doces a uma experiência de:
Alternativas
Q4208744 Odontologia
Em relação à forma de resistência em preparos protéticos, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4208743 Odontologia
Radiografia com visualização simultânea das coroas superiores e inferiores, indicada para análise de contatos proximais. Diante dessa situação, assinale a técnica correspondente.
Alternativas
Q4208742 Odontologia
 Lesão radiopaca bem delimitada, associada a dente vital, geralmente assintomática. Diante dessa situação, aponte a opção correta.
Alternativas
Q4208741 Odontologia
 Lesão branca bilateral em mucosa jugal, com aspecto reticulado e estriado. Nessa situação, marque a alternativa correta.
Alternativas
Q4208740 Odontologia
 Lesão nodular assintomática em lábio inferior, de coloração semelhante à mucosa, associada a trauma crônico. Diante desse caso, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4208739 Odontologia
Em relação à composição do amálgama dental, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4208738 Odontologia
Em relação às resinas compostas microparticuladas, podemos afirmar que:
Alternativas
Q4208737 Odontologia
Durante exame clínico, observa-se aumento da distância horizontal entre incisivos superiores e inferiores. Diante dessa situação, podemos afirmar que:
Alternativas
Q4208736 Odontologia
Paciente relata dor na região pré-auricular, agravada durante a mastigação, associada ao estalido durante a abertura bucal. Considerando os distúrbios temporomandibulares, esse quadro é compatível com:
Alternativas
Q4208735 Odontologia
Paciente apresenta dente com mobilidade aumentada, sem deslocamento e com dor à percussão após trauma. Assinale a alternativa que indica compatibilidade com o quadro.
Alternativas
Q4208734 Odontologia
Paciente apresenta infecção envolvendo regiões submandibular, sublingual e submentoniana bilateralmente, com elevação do assoalho bucal e dificuldade respiratória. Diante dessa situação, é correto afirmar que:
Alternativas
Q4208733 Odontologia
Após a exodontia, o processo de cicatrização do alvéolo envolve eventos biológicos sequenciais. Com isso, podemos afirmar corretamente que:
Alternativas
Q4208732 Odontologia
Durante a realização de procedimento cirúrgico emcavidade oral, o planejamento adequado do retalho é fundamental para o sucesso operatório. Considerando os princípios cirúrgicos, marque a opção correta.
Alternativas
Q4208731 Odontologia
Considerando as propriedades dos anestésicos locais utilizados na odontologia, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4208730 Odontologia
Durante a elaboração do plano de tratamento, o cirurgiãodentista deve organizar as intervenções de forma lógica e sequencial. Com isso em mente, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Respostas
401: D
402: C
403: A
404: C
405: B
406: C
407: A
408: B
409: C
410: A
411: B
412: C
413: D
414: A
415: D
416: B
417: D
418: A
419: C
420: B