Questões de Concurso
Para médico intensivista
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DESAFIOS INVISÍVEIS: VOCÊ JÁ OUVIU FALAR EM ESGOTAMENTO MENTAL?
Diferente da Síndrome de Burnout, associada ao esgotamento profissional, o esgotamento mental deriva de outros fatores da vida cotidiana.
Equipe do Portal Drauzio Varella
Em 22/12/23
Cada vez mais vivemos sob pressão e com grande cobrança de produtividade, seja na vida pessoal ou profissional, além da constante exposição ao mundo digital através das redes sociais, o que forma um cenário propício para que surja o esgotamento mental.
Esse fenômeno, muitas vezes subestimado e incompreendido, não gera apenas cansaço físico: ele surge através de uma exaustão profunda que permeia a esfera psicológica, afetando a saúde mental, física e emocional de uma só vez.
Os sinais iniciais de esgotamento mental, muitas vezes, se manifestam de forma sutil e invisível aos olhos. Fadiga persistente, dificuldade de concentração, alterações no padrão de sono e irritabilidade constante podem ser indicadores precoces. O isolamento social e a perda de interesse em atividades antes apreciadas também são sintomas a serem observados.
“Os exemplos para a aquisição do esgotamento mental podem ser inúmeros, inclusive questões de saúde e não elaboração de processos e demandas cotidianas”, explica a professora e doutora Marina Zotesso, psicóloga comportamental com mestrado e doutorado pela Universidade Estadual Paulista (Unesp).
É importante ressaltar que o estresse comum, a Síndrome de Burnout e o esgotamento mental são condições diferentes. Enquanto o estresse comum é uma resposta natural a desafios temporários e o Burnout está ligado a situações desgastantes de trabalho ou desemprego, o esgotamento mental é uma condição mais grave, que resulta de um estresse prolongado e crônico.
A principal diferença está na persistência dos sintomas: o estresse comum tende a diminuir quando a fonte de pressão é aliviada, enquanto o esgotamento mental persiste, mesmo que ocorram mudanças nas circunstâncias. Além disso, Zotesso explica que o suporte de especialistas, como psiquiatras e psicólogos, é essencial porque os sintomas e as características são muito similares em alguns casos.
O esgotamento mental exerce uma influência significativa na saúde física e emocional. Pode levar a distúrbios do sono, dores musculares, problemas gastrointestinais e supressão do sistema imunológico. Do ponto de vista emocional, ansiedade, depressão e sensação de desesperança podem se intensificar. A qualidade das relações interpessoais também pode ser afetada, contribuindo para um ciclo negativo.
“As pessoas dizem que o coração é o centro do ser humano, mas na verdade, o centro é a mente, é o pensamento, é o cérebro. Ao pensarmos num esgotamento mental que venha juntamente a esse cansaço psicológico, muitas áreas do nosso corpo podem ser afetadas diretamente. [...]
A prevenção do esgotamento mental envolve um acompanhamento psicológico constante e a implementação de práticas regulares de autocuidado. “Muitas pessoas acabam optando pela medicação como uma forma de reduzir esses sintomas, mas não modificam a causa do adoecimento”, alerta Zotesso.
Um psicólogo especializado na abordagem comportamental, por exemplo, pode ajudar o indivíduo a identificar e a estabelecer limites saudáveis entre trabalho, vida pessoal e outros fatores, com o objetivo de reduzir a sobrecarga que intensifica o esgotamento mental.
Alinhado à terapia, práticas de exercícios físicos regulares, meditação e a busca de hobbies relaxantes são fundamentais na recuperação do esgotamento mental, pois impactam a qualidade de vida de um modo geral. [...]
Amigos e familiares podem oferecer apoio a quem enfrenta o esgotamento mental. Ouvir sem julgamento, encorajar a busca de ajuda profissional e oferecer assistência prática, como assumir algumas responsabilidades cotidianas, são maneiras de ajudar. Marina Zotesso explica que, nesses casos, a rede de apoio é chamada de suporte social.
Ao abordar e compreender as características do esgotamento mental, reconhecendo seus sinais, intervindo precocemente e construindo um suporte acolhedor, podemos contribuir para a promoção da saúde mental na sociedade como um todo.
Adaptado
https://drauziovarella.uol.com.br
O conectivo que introduz a última oração desse período transmite a ideia de
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DESAFIOS INVISÍVEIS: VOCÊ JÁ OUVIU FALAR EM ESGOTAMENTO MENTAL?
Diferente da Síndrome de Burnout, associada ao esgotamento profissional, o esgotamento mental deriva de outros fatores da vida cotidiana.
Equipe do Portal Drauzio Varella
Em 22/12/23
Cada vez mais vivemos sob pressão e com grande cobrança de produtividade, seja na vida pessoal ou profissional, além da constante exposição ao mundo digital através das redes sociais, o que forma um cenário propício para que surja o esgotamento mental.
Esse fenômeno, muitas vezes subestimado e incompreendido, não gera apenas cansaço físico: ele surge através de uma exaustão profunda que permeia a esfera psicológica, afetando a saúde mental, física e emocional de uma só vez.
Os sinais iniciais de esgotamento mental, muitas vezes, se manifestam de forma sutil e invisível aos olhos. Fadiga persistente, dificuldade de concentração, alterações no padrão de sono e irritabilidade constante podem ser indicadores precoces. O isolamento social e a perda de interesse em atividades antes apreciadas também são sintomas a serem observados.
“Os exemplos para a aquisição do esgotamento mental podem ser inúmeros, inclusive questões de saúde e não elaboração de processos e demandas cotidianas”, explica a professora e doutora Marina Zotesso, psicóloga comportamental com mestrado e doutorado pela Universidade Estadual Paulista (Unesp).
É importante ressaltar que o estresse comum, a Síndrome de Burnout e o esgotamento mental são condições diferentes. Enquanto o estresse comum é uma resposta natural a desafios temporários e o Burnout está ligado a situações desgastantes de trabalho ou desemprego, o esgotamento mental é uma condição mais grave, que resulta de um estresse prolongado e crônico.
A principal diferença está na persistência dos sintomas: o estresse comum tende a diminuir quando a fonte de pressão é aliviada, enquanto o esgotamento mental persiste, mesmo que ocorram mudanças nas circunstâncias. Além disso, Zotesso explica que o suporte de especialistas, como psiquiatras e psicólogos, é essencial porque os sintomas e as características são muito similares em alguns casos.
O esgotamento mental exerce uma influência significativa na saúde física e emocional. Pode levar a distúrbios do sono, dores musculares, problemas gastrointestinais e supressão do sistema imunológico. Do ponto de vista emocional, ansiedade, depressão e sensação de desesperança podem se intensificar. A qualidade das relações interpessoais também pode ser afetada, contribuindo para um ciclo negativo.
“As pessoas dizem que o coração é o centro do ser humano, mas na verdade, o centro é a mente, é o pensamento, é o cérebro. Ao pensarmos num esgotamento mental que venha juntamente a esse cansaço psicológico, muitas áreas do nosso corpo podem ser afetadas diretamente. [...]
A prevenção do esgotamento mental envolve um acompanhamento psicológico constante e a implementação de práticas regulares de autocuidado. “Muitas pessoas acabam optando pela medicação como uma forma de reduzir esses sintomas, mas não modificam a causa do adoecimento”, alerta Zotesso.
Um psicólogo especializado na abordagem comportamental, por exemplo, pode ajudar o indivíduo a identificar e a estabelecer limites saudáveis entre trabalho, vida pessoal e outros fatores, com o objetivo de reduzir a sobrecarga que intensifica o esgotamento mental.
Alinhado à terapia, práticas de exercícios físicos regulares, meditação e a busca de hobbies relaxantes são fundamentais na recuperação do esgotamento mental, pois impactam a qualidade de vida de um modo geral. [...]
Amigos e familiares podem oferecer apoio a quem enfrenta o esgotamento mental. Ouvir sem julgamento, encorajar a busca de ajuda profissional e oferecer assistência prática, como assumir algumas responsabilidades cotidianas, são maneiras de ajudar. Marina Zotesso explica que, nesses casos, a rede de apoio é chamada de suporte social.
Ao abordar e compreender as características do esgotamento mental, reconhecendo seus sinais, intervindo precocemente e construindo um suporte acolhedor, podemos contribuir para a promoção da saúde mental na sociedade como um todo.
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A palavra que substitui a palavra destacada, sem prejuízo de sentido é
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Em 22/12/23
Cada vez mais vivemos sob pressão e com grande cobrança de produtividade, seja na vida pessoal ou profissional, além da constante exposição ao mundo digital através das redes sociais, o que forma um cenário propício para que surja o esgotamento mental.
Esse fenômeno, muitas vezes subestimado e incompreendido, não gera apenas cansaço físico: ele surge através de uma exaustão profunda que permeia a esfera psicológica, afetando a saúde mental, física e emocional de uma só vez.
Os sinais iniciais de esgotamento mental, muitas vezes, se manifestam de forma sutil e invisível aos olhos. Fadiga persistente, dificuldade de concentração, alterações no padrão de sono e irritabilidade constante podem ser indicadores precoces. O isolamento social e a perda de interesse em atividades antes apreciadas também são sintomas a serem observados.
“Os exemplos para a aquisição do esgotamento mental podem ser inúmeros, inclusive questões de saúde e não elaboração de processos e demandas cotidianas”, explica a professora e doutora Marina Zotesso, psicóloga comportamental com mestrado e doutorado pela Universidade Estadual Paulista (Unesp).
É importante ressaltar que o estresse comum, a Síndrome de Burnout e o esgotamento mental são condições diferentes. Enquanto o estresse comum é uma resposta natural a desafios temporários e o Burnout está ligado a situações desgastantes de trabalho ou desemprego, o esgotamento mental é uma condição mais grave, que resulta de um estresse prolongado e crônico.
A principal diferença está na persistência dos sintomas: o estresse comum tende a diminuir quando a fonte de pressão é aliviada, enquanto o esgotamento mental persiste, mesmo que ocorram mudanças nas circunstâncias. Além disso, Zotesso explica que o suporte de especialistas, como psiquiatras e psicólogos, é essencial porque os sintomas e as características são muito similares em alguns casos.
O esgotamento mental exerce uma influência significativa na saúde física e emocional. Pode levar a distúrbios do sono, dores musculares, problemas gastrointestinais e supressão do sistema imunológico. Do ponto de vista emocional, ansiedade, depressão e sensação de desesperança podem se intensificar. A qualidade das relações interpessoais também pode ser afetada, contribuindo para um ciclo negativo.
“As pessoas dizem que o coração é o centro do ser humano, mas na verdade, o centro é a mente, é o pensamento, é o cérebro. Ao pensarmos num esgotamento mental que venha juntamente a esse cansaço psicológico, muitas áreas do nosso corpo podem ser afetadas diretamente. [...]
A prevenção do esgotamento mental envolve um acompanhamento psicológico constante e a implementação de práticas regulares de autocuidado. “Muitas pessoas acabam optando pela medicação como uma forma de reduzir esses sintomas, mas não modificam a causa do adoecimento”, alerta Zotesso.
Um psicólogo especializado na abordagem comportamental, por exemplo, pode ajudar o indivíduo a identificar e a estabelecer limites saudáveis entre trabalho, vida pessoal e outros fatores, com o objetivo de reduzir a sobrecarga que intensifica o esgotamento mental.
Alinhado à terapia, práticas de exercícios físicos regulares, meditação e a busca de hobbies relaxantes são fundamentais na recuperação do esgotamento mental, pois impactam a qualidade de vida de um modo geral. [...]
Amigos e familiares podem oferecer apoio a quem enfrenta o esgotamento mental. Ouvir sem julgamento, encorajar a busca de ajuda profissional e oferecer assistência prática, como assumir algumas responsabilidades cotidianas, são maneiras de ajudar. Marina Zotesso explica que, nesses casos, a rede de apoio é chamada de suporte social.
Ao abordar e compreender as características do esgotamento mental, reconhecendo seus sinais, intervindo precocemente e construindo um suporte acolhedor, podemos contribuir para a promoção da saúde mental na sociedade como um todo.
Adaptado
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DESAFIOS INVISÍVEIS: VOCÊ JÁ OUVIU FALAR EM ESGOTAMENTO MENTAL?
Diferente da Síndrome de Burnout, associada ao esgotamento profissional, o esgotamento mental deriva de outros fatores da vida cotidiana.
Equipe do Portal Drauzio Varella
Em 22/12/23
Cada vez mais vivemos sob pressão e com grande cobrança de produtividade, seja na vida pessoal ou profissional, além da constante exposição ao mundo digital através das redes sociais, o que forma um cenário propício para que surja o esgotamento mental.
Esse fenômeno, muitas vezes subestimado e incompreendido, não gera apenas cansaço físico: ele surge através de uma exaustão profunda que permeia a esfera psicológica, afetando a saúde mental, física e emocional de uma só vez.
Os sinais iniciais de esgotamento mental, muitas vezes, se manifestam de forma sutil e invisível aos olhos. Fadiga persistente, dificuldade de concentração, alterações no padrão de sono e irritabilidade constante podem ser indicadores precoces. O isolamento social e a perda de interesse em atividades antes apreciadas também são sintomas a serem observados.
“Os exemplos para a aquisição do esgotamento mental podem ser inúmeros, inclusive questões de saúde e não elaboração de processos e demandas cotidianas”, explica a professora e doutora Marina Zotesso, psicóloga comportamental com mestrado e doutorado pela Universidade Estadual Paulista (Unesp).
É importante ressaltar que o estresse comum, a Síndrome de Burnout e o esgotamento mental são condições diferentes. Enquanto o estresse comum é uma resposta natural a desafios temporários e o Burnout está ligado a situações desgastantes de trabalho ou desemprego, o esgotamento mental é uma condição mais grave, que resulta de um estresse prolongado e crônico.
A principal diferença está na persistência dos sintomas: o estresse comum tende a diminuir quando a fonte de pressão é aliviada, enquanto o esgotamento mental persiste, mesmo que ocorram mudanças nas circunstâncias. Além disso, Zotesso explica que o suporte de especialistas, como psiquiatras e psicólogos, é essencial porque os sintomas e as características são muito similares em alguns casos.
O esgotamento mental exerce uma influência significativa na saúde física e emocional. Pode levar a distúrbios do sono, dores musculares, problemas gastrointestinais e supressão do sistema imunológico. Do ponto de vista emocional, ansiedade, depressão e sensação de desesperança podem se intensificar. A qualidade das relações interpessoais também pode ser afetada, contribuindo para um ciclo negativo.
“As pessoas dizem que o coração é o centro do ser humano, mas na verdade, o centro é a mente, é o pensamento, é o cérebro. Ao pensarmos num esgotamento mental que venha juntamente a esse cansaço psicológico, muitas áreas do nosso corpo podem ser afetadas diretamente. [...]
A prevenção do esgotamento mental envolve um acompanhamento psicológico constante e a implementação de práticas regulares de autocuidado. “Muitas pessoas acabam optando pela medicação como uma forma de reduzir esses sintomas, mas não modificam a causa do adoecimento”, alerta Zotesso.
Um psicólogo especializado na abordagem comportamental, por exemplo, pode ajudar o indivíduo a identificar e a estabelecer limites saudáveis entre trabalho, vida pessoal e outros fatores, com o objetivo de reduzir a sobrecarga que intensifica o esgotamento mental.
Alinhado à terapia, práticas de exercícios físicos regulares, meditação e a busca de hobbies relaxantes são fundamentais na recuperação do esgotamento mental, pois impactam a qualidade de vida de um modo geral. [...]
Amigos e familiares podem oferecer apoio a quem enfrenta o esgotamento mental. Ouvir sem julgamento, encorajar a busca de ajuda profissional e oferecer assistência prática, como assumir algumas responsabilidades cotidianas, são maneiras de ajudar. Marina Zotesso explica que, nesses casos, a rede de apoio é chamada de suporte social.
Ao abordar e compreender as características do esgotamento mental, reconhecendo seus sinais, intervindo precocemente e construindo um suporte acolhedor, podemos contribuir para a promoção da saúde mental na sociedade como um todo.
Adaptado
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Rabdomiólise é uma condição médica complexa que envolve a rápida dissolução de músculo esquelético lesionado. Pode ser assintomática a ameaçadora da vida. Acerca desse assunto e dos termos para nomenclatura, assinale a alternativa correta.
Dispositivos intravasculares se tornaram elemento essencial da medicina moderna para a administração de fluidos, medicação, componentes hematológicos e nutrição parenteral. Infecções locais ou sistêmicas representam algumas das principais complicações associadas ao procedimento. Acerca da infecção relacionada a cateteres venosos centrais, analise as afirmativas abaixo:
I. Recomenda-se a retirada do cateter venoso central de rotina na suspeita de infecção de corrente sanguínea relacionada a cateter, mesmo em pacientes estáveis, sem doenças autoimunes ou em uso de imunossupressores.
II. A substituição do cateter via fio guia no mesmo sítio de punção é a melhor escolha para garantir o acesso central no caso de infecção de corrente sanguínea relacionada a cateter.
III. No caso de cultura de ponta de cateter positiva para Staphylococcus aureus e hemoculturas negativas em paciente com sinais de infeção sistêmica ou local, sugere-se antibioticoterapia por 14 dias.
Estão corretas as afirmativas:
A infecção invasiva por espécies de Candida é uma condição associada a alta morbidade e mortalidade no ambiente de cuidados com a saúde. Acerca desse agente e seu tratamento empírico no ambiente de terapia intensiva em pacientes não neutropênicos, assinale a alternativa incorreta.
A garantia de via aérea definitiva é protocolo comum no serviço de terapia intensiva. Assim que obtida, deve-se iniciar um estudo para planejamento de extubação o mais breve possível. Uma das ferramentas para avaliar o melhor momento da extubação é o teste de vazamento do cuff. Acerca desse assunto, assinale a alternativa correta.
Pacientes em pós-operatório em regime de terapia intensiva devem ser cautelosamente monitorados quanto a ganhos e perdas de volume, uma vez que essas mudanças estão relacionadas a distúrbios eletrolíticos. Alguns distúrbios eletrolíticos são esperados em algumas situações de pós-operatório específicas. Avalie as situações apresentadas (números romanos) e os distúrbios apresentados (letras).
I. Fístula pancreática de alto débito.
II. Diarreia.
III. Perda gástrica excessiva.
A. Elevação de sódio e cloreto, e queda de potássio e bicarbonato de sódio.
B. Queda de Sódio, potássio e cloreto e elevação de bicarbonato.
C. Queda de sódio, potássio e bicarbonato, e cloreto estável.
Assinale a alternativa que apresenta a correlação correta entre as situações (números) e os distúrbios (letras)
A maior parte das feridas operatórias, apesar de preparação estéril adequada, estão contaminadas com algumas bactérias, normalmente parte da flora da pele, ou da região em que a cirurgia foi realizada. De acordo com o tipo de cirurgia e tipo de ferida operatória, há maior ou menor risco dessa contaminação evoluir para infecção. Acerca desse assunto, assinale a alternativa correta.
Após certo período internados pelos mais variados motivos, os pacientes podem desenvolver quadro de pneumonia nosocomial ou, ainda, nos casos de pacientes em intubação orotraqueal, pneumonia associada a ventilação mecânica. Acerca dessas entidades e de seu manejo, assinale a alternativa correta.
A síndrome de angústia respiratória aguda (SARA) é uma condição urgente e grave que causa insuficiência respiratória aguda. A respeito do manejo dessa condição, analise as afirmativas abaixo:
I. Recomenda-se limitar o volume corrente a 4 a 8 mL/kg para pacientes adultos com SARA em ventilação mecânica.
II. Recomenda-se o uso de corticoesteroides em altas doses para pacientes e adultos com SARA.
III. Recomenda-se o uso da tomografia de tórax como fator independente de prognóstico em pacientes adultos com SARA.
Assinale a alternativa correta.
Pancreatite aguda é uma condição inflamatória do pâncreas, mais comumente causada por colelitíase ou abuso de álcool. A respeito dos achados laboratoriais nessa condição, assinale a alternativa correta.
A garantia de via aérea de emergência é complexa e envolve tomada de decisão quanto aos equipamentos utilizados para a laringoscopia, medicações utilizadas para facilitar a intubação e manejo após o procedimento. Acerca desse assunto, assinale a alternativa correta.
A síndrome da resposta inflamatória sistêmica (SIRS) é uma condição cujos critérios determinam alta sensibilidade, porém baixa especificidade, uma vez que se necessita apenas satisfazer 2 de 4 critérios para seu diagnóstico. Assim, uma combinação de 2 critérios de SIRS pode representar diagnósticos diferenciais. A seguir estão apresentados possíveis diagnósticos diferenciais (números romanos) e critérios diagnósticos de SIRS (letras).
I. Crise tireotóxica
II. Intoxicação aguda por álcool
III. Acidente vascular cerebral hemorrágico pontino
IV. Ataque de pânico
V. Síndrome serotoninérgica
VI. Cetoacidose diabética aguda
A. Taquipneia e taquicardia
B. Taquicardia e Hipertermia
C. Hipertermia e leucocitose
Assinale a alternativa que apresenta a correlação correta dos diagnósticos diferenciais ao combinado de critérios de SIRS que podem ser apresentados em pacientes com estes diagnósticos diferenciais.
A sepse é caracterizada pela disfunção de órgãos que ameaça a vida, causada por uma resposta desregulada do organismo contra uma infecção. A identificação precoce e manejo apropriado nas primeiras horas após o desenvolvimento da sepse melhora desfechos. Acerca do tratamento dessa condição, analise as afirmativas abaixo.
I. Para adultos com choque séptico em uso de vasopressores, recomenda-se alvo inicial de pressão arterial média de 65 mmHg (milímetros de mercúrio).
II. Para adultos com possível choque séptico ou grande probabilidade de sepse, recomenda-se a administração de antibióticos, idealmente, dentro de 5 horas de identificação do quadro.
III. Para adultos com sepse ou choque séptico, recomenda-se como primeira linha em fluido de ressuscitação o ringer lactato.
IV. Em pacientes adultos com insuficiência respiratória hipoxêmica induzida por sepse, recomenda-se o uso de ventilação não-invasiva sobre a intubação orotraqueal.
Estão corretas as afirmativas:
A hemorragia digestiva alta (HDA) se refere a sangramentos originários de locais no esôfago, estômago e duodeno. Acerca do manejo mais atualizado dessa condição, assinale a alternativa correta.
A endocardite infecciosa é condição que gera morbidade e mortalidade devido degeneração valvar e embolização séptica, além de insuficiência cardíaca. Os critérios de Duke mostraram, nos últimos anos algumas limitações, principalmente quanto a presença de materiais protéticos. Nesse sentido, as últimas diretrizes atualizaram os critérios diagnósticos para a endocardite infecciosa. De acordo com o último guideline da ESC de 2023, assinale a alternativa incorreta.
O coma é um estado de inconsciência arresponsiva prolongado. Apresenta as mais diferentes causas. Antes da realização de exames complementares essenciais, como a tomografia computadorizada de encéfalo, um exame neurológico detalhado traz informações importantes. Acerca da avaliação de achados anormais oculares, assinale a alternativa a correta.
O tromboembolismo pulmonar é condição que gera repercussão pulmonar e hemodinâmica. O aumento súbito da resistência vascular pulmonar sobrecarrega o ventrículo direito e pode levar a sua disfunção agudamente. Acerca do manejo clínico do paciente com insuficiência cardíaca direita secundária a tromboembolismo pulmonar, assinale a alternativa incorreta.