Questões de Concurso Para biomédico

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Q3548154 Biomedicina - Análises Clínicas

Na microscopia de um protoparasitológico (1a amostra) foi encontrada a seguinte estrutura demonstrada a seguir: 



Imagem associada para resolução da questão




A identificação desse ovo refere-se ao seguinte agente etiológico:

Alternativas
Q3548153 Biomedicina - Análises Clínicas
A ordem correta para venopunção por tubos a vácuo para evitar a contaminação por aditivos, segundo a Sociedade Brasileira de Patologia Clínica, é:
Alternativas
Q3548152 Biomedicina - Análises Clínicas
Paciente masculino, de 63 anos de idade, confirmou resultado positivo para o Teste de covid-19 no exame de Biologia Molecular. Além do teste de covid-19 foi realizado uma gasometria arterial que demonstrou o seguinte resultado:

Imagem associada para resolução da questão


Avaliando o resultado da gasometria arterial, o quadro em que o paciente se encontra é de:
Alternativas
Q3548151 Biomedicina - Análises Clínicas
O desempenho de um teste diagnóstico é frequentemente expresso em termos de sensibilidade e especificidade, e outros indicadores, em comparação com o Padrão Ouro.
Sobre os indicadores utilizados nos testes diagnósticos, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3548150 Biomedicina - Análises Clínicas
Qual é o exame utilizado para detecção de Mycobacterium tuberculosis, que possui sensibilidade muito superior à baciloscopia clássica e vantagens com relação à cultura, com rapidez (resultado em poucas horas) e que verifica a resistência à rifampicina, droga chave no tratamento desta infecção?
Alternativas
Q3548149 Biomedicina - Análises Clínicas
Adolescente de 17 anos deu entrada no Hospital Municipal da Barra Funda com os seguintes sintomas: febre, palpitações no coração e pequenas erupções cutâneas, sendo internado. Esse paciente, há um mês, esteve nesse mesmo hospital, diagnosticado com faringoamigdalite e foi prescrito o uso de antibioticoterapia de uso oral. Todavia, o paciente relatou que interrompeu o uso do antibiótico por conta própria.

Foram realizados os seguintes exames:
•  Antiestreptolosina O (ASLO) Resultado: 515 UI/M Valor de referência: Inferior a 200 UI/m
•  Proteína C Reativa Resultado: 14,0 mg/dL Valor de referência: Indicador de processos infecciosos e/ou inflamatórios.
De 1,0 a 5,0 mg/dL: encontrado em infecções virais e processos inflamatórios leves.
De 5,1 a 20,0 mg/dL: encontrado em infecções bacterianas e processos inflamatórios sistêmicos.
Acima de 20,0 mg/dL: encontrado em infecções graves, grandes queimados e em politraumatismo.
•  Leitura de Secreção de Orofaringe Macroscopia em meio a cultura Ágar sangue:


Imagem associada para resolução da questão




•  Resultado do Teste de Catalase: Negativo.

Imagem associada para resolução da questão

De acordo com os resultados apresentados nos exames laboratoriais e realizando a interpretação laboratorial das imagens observadas, o agente etiológico presente na amostra de secreção de orofaringe do paciente em questão pode ser identificado como:
Alternativas
Q3548147 Direito Constitucional
Segundo a Constituição Federal, é correto afirmar sobre a participação da iniciativa privada na assistência à saúde que
Alternativas
Q3548143 Saúde Pública
É correto afirmar sobre o sarampo:
Alternativas
Q3548139 Saúde Pública
Assinale a alternativa correta sobre o modelo tradicional da História Natural da Doença e os níveis de prevenção propostos por Level e Clark.
Alternativas
Q3548134 Saúde Pública
Desde sua criação pela Constituição Federal, os diversos princípios e diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS) foram tratados em uma hierarquia de importância, a depender da conjuntura e das opções estratégicas diante de determinados obstáculos políticos. No contexto da pandemia da covid-19, por exemplo, um importante princípio ficou em evidência por demonstrar a potência do SUS na garantia do direito à saúde, não importando sua nacionalidade, classe social, sexo, raça, ocupação ou outras características sociais ou pessoais. Trata-se do princípio do SUS denominado
Alternativas
Q3548133 Português





(Bill Watterson, Calvin e Haroldo: e foi assim que tudo começou. Adaptado)

Assinale a alternativa que dá outra redação à fala do menino, no quarto quadrinho, de acordo com a norma-padrão de regência e emprego de pronome.
Alternativas
Q3548123 Português
A secretária



   Procuro um documento de que preciso com urgência. Não o encontro, mas me demoro a decifrar minha própria letra nas notas de um caderno esquecido que os misteriosos movimentos da papelada pelas minhas gavetas fizeram vir à tona.

   Isso é que dá encanto ao costume de a gente ter tudo desarrumado. Tenho uma secretária que é um gênio nesse sentido. Perdeu, outro dia, cinquenta páginas de uma tradução.
 
   Tem um extraordinário senso divinatório, que a leva a mergulhar no fundo do baú do quarto da empregada os papéis mais urgentes; rasga apenas o que é estritamente necessário guardar, mas conserva com rigoroso carinho o recibo da prestação de um aparelho de rádio que comprei em 1941. Isso me fornece algumas emoções líricas inesperadas; quem não se comove de repente quando está procurando um aviso de banco e vê uma conta de hotel de Teresina de quatro anos atrás, com todos os vales das despesas extraordinárias, inclusive uma garrafa de água mineral?

   Não importa que ela faça sumir, por exemplo, minha carteira de identidade. Afinal, estou cansado de saber que sou eu mesmo; não me venham lembrar essa coisa, que entristece e desanima. Prefiro lembrar esse telefone de Buenos Aires que anotei, com letra nervosa, em um pedaço de maço de cigarros, ou guardar com a maior gravidade esse bilhete que diz: “Estive aqui e não te encontrei. Passo amanhã. S.” Quem é esse “S” ou essa “S” e por que, e onde e quando procurou minha humilde pessoa? Que sei?

   Há papéis de visão amarga, que eu deveria ter rasgado dez anos atrás; mas a mão caprichosa de minha jovem secretária, que preservou carinhosamente esse bilhete, não será a própria mão da consciência a me apontar esse remorso velho, a me dizer que devo lembrar o quanto posso ser inconsciente e egoísta?

   Meus arquivos, na sua desordem, não revelam apenas a imaginação desordenada e o capricho estranho da minha secretária. Revelam a desarrumação mais profunda, que não é de meus papéis, é de minha vida.


(Rubem Braga, O homem rouco. Adaptado)
A afirmação de que a secretária tem “senso divinatório” (terceiro parágrafo) e guarda “com a maior gravidade” um bilhete (quarto parágrafo) significa que ela tem
Alternativas
Q3548122 Português
A secretária



   Procuro um documento de que preciso com urgência. Não o encontro, mas me demoro a decifrar minha própria letra nas notas de um caderno esquecido que os misteriosos movimentos da papelada pelas minhas gavetas fizeram vir à tona.

   Isso é que dá encanto ao costume de a gente ter tudo desarrumado. Tenho uma secretária que é um gênio nesse sentido. Perdeu, outro dia, cinquenta páginas de uma tradução.
 
   Tem um extraordinário senso divinatório, que a leva a mergulhar no fundo do baú do quarto da empregada os papéis mais urgentes; rasga apenas o que é estritamente necessário guardar, mas conserva com rigoroso carinho o recibo da prestação de um aparelho de rádio que comprei em 1941. Isso me fornece algumas emoções líricas inesperadas; quem não se comove de repente quando está procurando um aviso de banco e vê uma conta de hotel de Teresina de quatro anos atrás, com todos os vales das despesas extraordinárias, inclusive uma garrafa de água mineral?

   Não importa que ela faça sumir, por exemplo, minha carteira de identidade. Afinal, estou cansado de saber que sou eu mesmo; não me venham lembrar essa coisa, que entristece e desanima. Prefiro lembrar esse telefone de Buenos Aires que anotei, com letra nervosa, em um pedaço de maço de cigarros, ou guardar com a maior gravidade esse bilhete que diz: “Estive aqui e não te encontrei. Passo amanhã. S.” Quem é esse “S” ou essa “S” e por que, e onde e quando procurou minha humilde pessoa? Que sei?

   Há papéis de visão amarga, que eu deveria ter rasgado dez anos atrás; mas a mão caprichosa de minha jovem secretária, que preservou carinhosamente esse bilhete, não será a própria mão da consciência a me apontar esse remorso velho, a me dizer que devo lembrar o quanto posso ser inconsciente e egoísta?

   Meus arquivos, na sua desordem, não revelam apenas a imaginação desordenada e o capricho estranho da minha secretária. Revelam a desarrumação mais profunda, que não é de meus papéis, é de minha vida.


(Rubem Braga, O homem rouco. Adaptado)
Na passagem do quarto parágrafo – Não importa que ela faça sumir, por exemplo, minha carteira de identidade. Afinal, estou cansado de saber que sou eu mesmo; não me venham lembrar essa coisa, que entristece e desanima. – a expressão em destaque é uma referência bem -humorada do narrador
Alternativas
Q3548121 Português
A secretária



   Procuro um documento de que preciso com urgência. Não o encontro, mas me demoro a decifrar minha própria letra nas notas de um caderno esquecido que os misteriosos movimentos da papelada pelas minhas gavetas fizeram vir à tona.

   Isso é que dá encanto ao costume de a gente ter tudo desarrumado. Tenho uma secretária que é um gênio nesse sentido. Perdeu, outro dia, cinquenta páginas de uma tradução.
 
   Tem um extraordinário senso divinatório, que a leva a mergulhar no fundo do baú do quarto da empregada os papéis mais urgentes; rasga apenas o que é estritamente necessário guardar, mas conserva com rigoroso carinho o recibo da prestação de um aparelho de rádio que comprei em 1941. Isso me fornece algumas emoções líricas inesperadas; quem não se comove de repente quando está procurando um aviso de banco e vê uma conta de hotel de Teresina de quatro anos atrás, com todos os vales das despesas extraordinárias, inclusive uma garrafa de água mineral?

   Não importa que ela faça sumir, por exemplo, minha carteira de identidade. Afinal, estou cansado de saber que sou eu mesmo; não me venham lembrar essa coisa, que entristece e desanima. Prefiro lembrar esse telefone de Buenos Aires que anotei, com letra nervosa, em um pedaço de maço de cigarros, ou guardar com a maior gravidade esse bilhete que diz: “Estive aqui e não te encontrei. Passo amanhã. S.” Quem é esse “S” ou essa “S” e por que, e onde e quando procurou minha humilde pessoa? Que sei?

   Há papéis de visão amarga, que eu deveria ter rasgado dez anos atrás; mas a mão caprichosa de minha jovem secretária, que preservou carinhosamente esse bilhete, não será a própria mão da consciência a me apontar esse remorso velho, a me dizer que devo lembrar o quanto posso ser inconsciente e egoísta?

   Meus arquivos, na sua desordem, não revelam apenas a imaginação desordenada e o capricho estranho da minha secretária. Revelam a desarrumação mais profunda, que não é de meus papéis, é de minha vida.


(Rubem Braga, O homem rouco. Adaptado)
A descrição das ações da secretária pelo narrador é feita em tom
Alternativas
Q3548120 Português
LADAINHA


Por que o raciocínio,
Os músculos, os ossos?
A automação, ócio dourado,
O cérebro eletrônico, o músculo
mecânico
Mais fáceis que um sorriso.

Por que o coração?
O de metal não tornará o homem
mais cordial
Dando-lhe um ritmo extra-corporal?

Por que levantar o braço
para colher o fruto?
A máquina o fará por nós.
Por que labutar no campo, na cidade?
A máquina o fará por nós.
Por que pensar, imaginar?
A máquina o fará por nós.
Por que fazer um poema?
A máquina o fará por nós.
Por que subir a escada de Jacó?

A máquina o fará por nós.
Ó máquina, orai por nós.

(Cassiano Ricardo. Jeremias sem chorar.)
Na terceira estrofe, repete-se a construção “a máquina o fará por nós”. Nela, o pronome destacado equivale a 
Alternativas
Q3548119 Português
LADAINHA


Por que o raciocínio,
Os músculos, os ossos?
A automação, ócio dourado,
O cérebro eletrônico, o músculo
mecânico
Mais fáceis que um sorriso.

Por que o coração?
O de metal não tornará o homem
mais cordial
Dando-lhe um ritmo extra-corporal?

Por que levantar o braço
para colher o fruto?
A máquina o fará por nós.
Por que labutar no campo, na cidade?
A máquina o fará por nós.
Por que pensar, imaginar?
A máquina o fará por nós.
Por que fazer um poema?
A máquina o fará por nós.
Por que subir a escada de Jacó?

A máquina o fará por nós.
Ó máquina, orai por nós.

(Cassiano Ricardo. Jeremias sem chorar.)
Sabendo-se que o poema foi publicado pela primeira vez em 1963, é correto afirmar que o eu lírico 
Alternativas
Q3508254 História e Geografia de Estados e Municípios
Entre as Serras do Ponto, do Estrago e da Prata Repousa o meu Brejo.
O fragmento acima foi retirado do Hino do Município de Brejo da Madre de Deus, cuja autoria é de:
Alternativas
Q3508249 Matemática Financeira
Se um investimento de x reais é feito a uma taxa de juros simples anual de 8%, quantos meses levará para o investimento dobrar?
Alternativas
Q3508245 Português
A frase em que ocorre desvio da norma padrão é:
Alternativas
Q3508242 Português
Leia o texto para responder a questão.

Estudo relata violência contra jornalistas e comunicadores na Amazônia.

Agência Brasil
23/04/24


Alertar a sociedade sobre a relação de crimes contra o meio ambiente e a violência contra jornalistas na Amazônia é o objetivo do estudo Fronteiras da Informação — Relatório sobre jornalismo e violência na Amazônia, lançado hoje (23) pelo Instituto Vladimir Herzog (IVH), em Belém

        O material traz um panorama sobre a situação na região amazônica, palco de crescente onda de violência, atingindo diretamente os profissionais de imprensa.

        Dados da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) revelam a ocorrência de 230 casos de violência contra liberdade de imprensa nos nove estados da Amazônia Legal, nos últimos dez anos. Segundo a Fenaj, o Pará é o estado mais violento para repórteres na Amazônia, com 89 casos registrados em uma década, seguido por Amazonas (38), Mato Grosso (31) e Rondônia (20).

        Um dos casos mais emblemáticos e que chocou o Brasil e o mundo foi o assassinato do jornalista inglês Dom Phillips e do indigenista Bruno Pereira, em 2022.

        Segundo o coordenador de Jornalismo e Liberdade de Expressão do Instituto Vladimir Herzog, Giuliano Galli, a morte brutal dos profissionais levou o instituto a se debruçar com maior atenção aos casos de violência na região. O instituto desenvolve projetos relacionados à proteção de jornalistas em todo o país.

        “Especificamente, nos últimos anos, principalmente após o assassinato do Bruno e do Dom, a gente começou a receber um volume de denúncias muito maior de jornalistas e comunicadores que atuam na região amazônica. Então, a grande motivação foi produzir um documento que embasasse essa nossa percepção — de ter um número de casos maior naquela região — para que a gente pudesse utilizar para um trabalho de incidência junto a atores do Estado brasileiro para que possa adotar medidas e criar políticas públicas de proteção aos jornalistas e comunicadores na Amazônia.”, disse Galli à Agência Brasil

        O relatório traz diversos relatos de casos em que a violência contra os profissionais aparece diretamente ligada às investigações sobre crimes ambientais. [...] “Os relatos que a gente recebe é que, especificamente no Vale do Javari, a situação ainda continua bastante perigosa e pouco foi feito desde então. Então, não deixa de ser uma motivação para evitar que casos parecidos como o do Bruno e do Dom se repitam, não só no Vale do Javari, mas em toda a Amazônia e em todo o país”, acrescentou Galli

        Para o coordenador de Jornalismo e Liberdade de Expressão do Instituto Vladimir Herzog, o relatório é claro ao apontar a relação de atividades ilegais como garimpo, mineração, ocupação de territórios indígenas e a ausência de políticas públicas de proteção. Ele destaca ainda que a violência não é sofrida apenas por jornalistas e comunicadores, mas também por defensores de direitos humanos em geral.


Adaptado
https://istoedinheiro.com.br
“[...] um documento que embasasse essa nossa percepção [...]”. 6º §
A forma verbal nessa frase está no modo:
Alternativas
Respostas
1541: C
1542: A
1543: A
1544: C
1545: A
1546: D
1547: A
1548: D
1549: E
1550: C
1551: B
1552: A
1553: B
1554: B
1555: D
1556: B
1557: C
1558: X
1559: X
1560: A