Questões de Concurso Para biomédico

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Q3647672 Matemática
Estima-se que um carro convencional, cujo combustível utilizado é a gasolina, tem eficiência de 30%. Isso significa que da energia total presente no combustível, apenas 30% são utilizadas para o movimento. O restante é desperdiçado na forma de energia térmica e sonora. Suponha que um carro convencional com essa eficiência consegue percorrer 12 km utilizando um litro de combustível. Se os engenheiros produzirem novo modelo de carro, com eficiência de 40%, quantos km ele percorrerá com um litro de combustível? Sabe-se que a distância percorrida é proporcional à eficiência.
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Q3647671 Matemática
Uma torneira com um pequeno vazamento despeja uma gota a cada 3 segundos. Cada gota tem 0,05 mL. Quanto tempo levará, em horas, aproximadamente, para que o volume da água despejada seja igual a 1 litro?
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Q3647670 Matemática
Em um estacionamento, um valor fixo de R$ 20,00 é cobrado para permanências de até 6 horas. Após isso, cada hora adicional gera um acréscimo de R$ 5,00. Os minutos também são contados de forma proporcional. Neste caso, quanto pagará um cliente que deixou seu veículo estacionado por 7 horas e 30 minutos?
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Q3647669 Português
Considere a seguinte sentença, com especial atenção à lacuna:

“____ quisesse se aproximar da garota, sentia que algo estava errado.”
Para que a oração inicial exprima concessão, o item gramatical que deve preencher a lacuna é:
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Q3647668 Português
Em “Meu coração está partido ao meio”, a palavra “partido” exprime sentido figurado. Essa expressão é empregada também com sentido figurado em:
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Q3647667 Português
Nas sentenças a seguir, o acento indicativo de crase deveria ocorrer obrigatoriamente apenas em:
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Q3647666 Português
Analise as relações de regência verbal nas sentenças a seguir. Ocorre verbo transitivo indireto apenas em:
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Q3647665 Português
Analise as sentenças a seguir, considerando os pronomes oblíquos átonos entre parênteses, ao final de cada uma:

I. Não parece uma boa ideia? (lhe)
II. O aluno pediu ajuda para finalizar a tarefa. (me)
III. Ela contaria o que está passando se estivesse segura. (te)
IV. Inclinou na beira da janela. (se)
V. Ainda queria bem. (a)

Em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa, a sentença em que o pronome oblíquo átono deve ocorrer obrigatoriamente em ênclise é:
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Q3647664 Português
Minha terra tem palmeiras



    Vejo de minha janela uma nesga do mar verde-azul de Copacabana e me penetra uma infinita doçura. Estou de volta à minha terra... A máquina de escrever conta-me uma antiga história, canta-me uma antiga música no bater de seu teclado. Estou de volta à minha terra, respiro a brisa marinha que me afaga a pele, seu aroma vem da infância. Retomo o diálogo com a minha gente. Uma empregada mulata assoma ao parapeito defronte, o busto vazando do decote, há toalhas coloridas secando sobre o abismo vertical dos apartamentos, dá-me uma vertigem. Que doçura!

     Sinto borboletas no estômago, deve ter sido o tutu com torresmo de ontem misturado ao camarão à baiana de anteontem misturado à galinha ao molho pardo de trasanteontem misturada aos quindins, papos de anjo, doces de coco do primeiro dia. Digiro o Brasil. Qual canard au sang, qual loup flambé au fenouil, qual pâté Strasbourgeois, qual nada! A calda dourada da baba de moça infiltra-se entre as papilas gustativas, elas desmaiam de prazer, tudo deságua em lentas lavas untuosas num amoroso mar de suco gástrico…

     — É a brasuca! disse-me Antonio Carlos Jobim balançando a cabeça com ar convicto, enquanto empinava o seu voo em direção ao Arpoador.


MORAES, V. Minha terra tem palmeiras. In: FERRAZ, E. (Org.) Para uma menina com uma flor. São Paulo: Companhia das Letras, 2009, p. 96-98. Disponível em <https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/19891/min
ha-terra-tem-palmeiras>.. 
As palavras em destaque em “deve ter sido o tutu com torresmo de ontem” pertencem à classe gramatical: 
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Q3647663 Português
Minha terra tem palmeiras



    Vejo de minha janela uma nesga do mar verde-azul de Copacabana e me penetra uma infinita doçura. Estou de volta à minha terra... A máquina de escrever conta-me uma antiga história, canta-me uma antiga música no bater de seu teclado. Estou de volta à minha terra, respiro a brisa marinha que me afaga a pele, seu aroma vem da infância. Retomo o diálogo com a minha gente. Uma empregada mulata assoma ao parapeito defronte, o busto vazando do decote, há toalhas coloridas secando sobre o abismo vertical dos apartamentos, dá-me uma vertigem. Que doçura!

     Sinto borboletas no estômago, deve ter sido o tutu com torresmo de ontem misturado ao camarão à baiana de anteontem misturado à galinha ao molho pardo de trasanteontem misturada aos quindins, papos de anjo, doces de coco do primeiro dia. Digiro o Brasil. Qual canard au sang, qual loup flambé au fenouil, qual pâté Strasbourgeois, qual nada! A calda dourada da baba de moça infiltra-se entre as papilas gustativas, elas desmaiam de prazer, tudo deságua em lentas lavas untuosas num amoroso mar de suco gástrico…

     — É a brasuca! disse-me Antonio Carlos Jobim balançando a cabeça com ar convicto, enquanto empinava o seu voo em direção ao Arpoador.


MORAES, V. Minha terra tem palmeiras. In: FERRAZ, E. (Org.) Para uma menina com uma flor. São Paulo: Companhia das Letras, 2009, p. 96-98. Disponível em <https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/19891/min
ha-terra-tem-palmeiras>.. 
Analise os trechos a seguir e identifique aquele em que ocorre verbo impessoal.
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Q3647662 Português
Minha terra tem palmeiras



    Vejo de minha janela uma nesga do mar verde-azul de Copacabana e me penetra uma infinita doçura. Estou de volta à minha terra... A máquina de escrever conta-me uma antiga história, canta-me uma antiga música no bater de seu teclado. Estou de volta à minha terra, respiro a brisa marinha que me afaga a pele, seu aroma vem da infância. Retomo o diálogo com a minha gente. Uma empregada mulata assoma ao parapeito defronte, o busto vazando do decote, há toalhas coloridas secando sobre o abismo vertical dos apartamentos, dá-me uma vertigem. Que doçura!

     Sinto borboletas no estômago, deve ter sido o tutu com torresmo de ontem misturado ao camarão à baiana de anteontem misturado à galinha ao molho pardo de trasanteontem misturada aos quindins, papos de anjo, doces de coco do primeiro dia. Digiro o Brasil. Qual canard au sang, qual loup flambé au fenouil, qual pâté Strasbourgeois, qual nada! A calda dourada da baba de moça infiltra-se entre as papilas gustativas, elas desmaiam de prazer, tudo deságua em lentas lavas untuosas num amoroso mar de suco gástrico…

     — É a brasuca! disse-me Antonio Carlos Jobim balançando a cabeça com ar convicto, enquanto empinava o seu voo em direção ao Arpoador.


MORAES, V. Minha terra tem palmeiras. In: FERRAZ, E. (Org.) Para uma menina com uma flor. São Paulo: Companhia das Letras, 2009, p. 96-98. Disponível em <https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/19891/min
ha-terra-tem-palmeiras>.. 
O pronome pessoal em “elas desmaiam de prazer” atua como um elemento de coesão referencial, que retoma, no texto:
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Q3647661 Português
Minha terra tem palmeiras



    Vejo de minha janela uma nesga do mar verde-azul de Copacabana e me penetra uma infinita doçura. Estou de volta à minha terra... A máquina de escrever conta-me uma antiga história, canta-me uma antiga música no bater de seu teclado. Estou de volta à minha terra, respiro a brisa marinha que me afaga a pele, seu aroma vem da infância. Retomo o diálogo com a minha gente. Uma empregada mulata assoma ao parapeito defronte, o busto vazando do decote, há toalhas coloridas secando sobre o abismo vertical dos apartamentos, dá-me uma vertigem. Que doçura!

     Sinto borboletas no estômago, deve ter sido o tutu com torresmo de ontem misturado ao camarão à baiana de anteontem misturado à galinha ao molho pardo de trasanteontem misturada aos quindins, papos de anjo, doces de coco do primeiro dia. Digiro o Brasil. Qual canard au sang, qual loup flambé au fenouil, qual pâté Strasbourgeois, qual nada! A calda dourada da baba de moça infiltra-se entre as papilas gustativas, elas desmaiam de prazer, tudo deságua em lentas lavas untuosas num amoroso mar de suco gástrico…

     — É a brasuca! disse-me Antonio Carlos Jobim balançando a cabeça com ar convicto, enquanto empinava o seu voo em direção ao Arpoador.


MORAES, V. Minha terra tem palmeiras. In: FERRAZ, E. (Org.) Para uma menina com uma flor. São Paulo: Companhia das Letras, 2009, p. 96-98. Disponível em <https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/19891/min
ha-terra-tem-palmeiras>.. 
O trecho a seguir em que predomina a figura de linguagem de personificação é:
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Q3647660 Português
Minha terra tem palmeiras



    Vejo de minha janela uma nesga do mar verde-azul de Copacabana e me penetra uma infinita doçura. Estou de volta à minha terra... A máquina de escrever conta-me uma antiga história, canta-me uma antiga música no bater de seu teclado. Estou de volta à minha terra, respiro a brisa marinha que me afaga a pele, seu aroma vem da infância. Retomo o diálogo com a minha gente. Uma empregada mulata assoma ao parapeito defronte, o busto vazando do decote, há toalhas coloridas secando sobre o abismo vertical dos apartamentos, dá-me uma vertigem. Que doçura!

     Sinto borboletas no estômago, deve ter sido o tutu com torresmo de ontem misturado ao camarão à baiana de anteontem misturado à galinha ao molho pardo de trasanteontem misturada aos quindins, papos de anjo, doces de coco do primeiro dia. Digiro o Brasil. Qual canard au sang, qual loup flambé au fenouil, qual pâté Strasbourgeois, qual nada! A calda dourada da baba de moça infiltra-se entre as papilas gustativas, elas desmaiam de prazer, tudo deságua em lentas lavas untuosas num amoroso mar de suco gástrico…

     — É a brasuca! disse-me Antonio Carlos Jobim balançando a cabeça com ar convicto, enquanto empinava o seu voo em direção ao Arpoador.


MORAES, V. Minha terra tem palmeiras. In: FERRAZ, E. (Org.) Para uma menina com uma flor. São Paulo: Companhia das Letras, 2009, p. 96-98. Disponível em <https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/19891/min
ha-terra-tem-palmeiras>.. 
Após a leitura do texto, conclui-se que o narrador:
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Q3629175 Biomedicina - Análises Clínicas
Um engenheiro biomédico está utilizando um Phantom (dispositivos de simulação de imagens) radiograficamente equivalente a tecido biológico para otimizar um protocolo de Tomografia Computadorizada em um novo equipamento. Qual a importância central do Phantom para a segurança do paciente neste cenário?
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Q3629174 Engenharia Biomédica
Um engenheiro biomédico desenvolve um modelo para simular a compressão do tecido mamário durante a mamografia. Qual é a ferramenta de modelagem adequada para esse propósito e qual é a sua função? 
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Q3629173 Engenharia Biomédica
Em um projeto de modelagem de sistemas biológicos, um engenheiro utiliza o processamento de imagens para analisar a resposta de uma população de bactérias a um novo antibiótico. Qual a principal contribuição do processamento de imagens para aprofundar o entendimento do comportamento bacteriano, em comparação com medições tradicionais como a turbidez?
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Q3629172 Engenharia Biomédica
Na manufatura aditiva para engenharia biomédica, a criação de filamentos híbridos que combinam polímeros biodegradáveis (como o PLA) com materiais bioativos (como a hidroxiapatita) resulta em qual avanço significativo na funcionalidade do implante?
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Q3629171 Biomedicina - Análises Clínicas
O ácido poliglicólico (PGA) e o ácido polilático (PLA) são amplamente utilizados em aplicações de engenharia de tecidos e cirurgia. Qual é a principal função que os torna biomateriais de grande valor, especialmente por serem biorreabsorvíveis?
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Q3629170 Engenharia Biomédica
Na Instrumentação Médico-Hospitalar, garantir a precisão de um monitor de sinais vitais é crucial para a segurança do paciente. Qual é o processo adequado para assegurar essa precisão e qual o princípio de metrologia que o fundamenta?
Alternativas
Q3629169 Engenharia Biomédica
A função principal de um transdutor de ultrassom é converter energia elétrica em ondas sonoras e vice-versa. Essa função se adapta aos diferentes modos de operação. Quais as funções do transdutor nos modos A e B?
Alternativas
Respostas
961: A
962: A
963: C
964: E
965: B
966: B
967: B
968: D
969: C
970: B
971: E
972: D
973: B
974: B
975: B
976: D
977: C
978: C
979: C
980: C