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Q1755249 Matemática
Comparando os números 500 e 100, é correto afirmar que
Alternativas
Q1755247 Matemática
Uma dosagem total de 100 ml deve ser preparada para ser aplicada em um paciente a partir da mistura de três tipos de soluções, identificadas por H, J e Q, tal que 3/4 da dosagem total é da solução H, 1/5 da dosagem total é da solução J e o restante da dosagem total é da solução Q. Dessa forma, uma fração que indica a divisão entre as quantidades da solução Q e da solução H, nessa dosagem e nessa ordem, é igual a
Alternativas
Q1755246 Português
Borderline: o transtorno que faz pessoas irem
do "céu ao inferno" em horas
Tatiana Pronin
Uma alegria contagiante pode se transformar em tristeza profunda em um piscar de olhos porque alguém "pisou na bola". O amor intenso vira ódio profundo, porque a atitude foi interpretada como traição; o sentimento sai de controle e se traduz em gritos, palavrões e até socos. E, então, bate uma culpa enorme e o medo de ser abandonado, como sempre. Dá vontade de se cortar, de beber e até de morrer, porque a dor, o vazio e a raiva de si mesmo são insuportáveis. As emoções e comportamentos exaltados podem dar uma ideia do que vive alguém com transtorno de personalidade borderline (ou "limítrofe").
 Reconhecido como um dos transtornos mais lesivos, leva a episódios de automutilação, abuso de substâncias e agressões físicas. Além disso, cerca de 10% dos pacientes cometem suicídio. Além da montanha-russa emocional e da dificuldade em controlar os impulsos, o borderline tende a enxergar a si mesmo e aos outros na base do "tudo ou nada", o que torna as relações familiares, amorosas, de amizade e até mesmo a com o médico ou terapeuta extremamente desgastantes.
Muitos comportamentos do "border" (apelido usado pelos especialistas) lembram os de um jovem rebelde sem tolerância à frustração. Mas, enquanto um adolescente problemático pode melhorar com o tempo ou depois de uma boa terapia, o adulto com o transtorno parece alguém cujo lado afetivo não amadurece nunca.
Ainda que seja inteligente, talentoso e brilhante no que faz, reage como uma criança ao se relacionar com os outros e com as próprias emoções — o que os psicanalistas chamam de "ego imaturo". Em muitos casos, o transtorno fica camuflado entre outros, como o bipolar, a depressão e o uso abusivo de álcool, remédios e drogas ilícitas.
De forma resumida, um transtorno de personalidade pode ser descrito como um jeito de ser, de sentir, se perceber e se relacionar com os outros que foge do padrão considerado "normal" ou saudável. Ou seja, causa sofrimento para a própria pessoa e/ou para os outros. Enquadrar um indivíduo em uma categoria não é fácil — cada pessoa é um universo, com características próprias. [...]
O diagnóstico é bem mais frequente entre as mulheres, mas estudos sugerem que a incidência seja igual em ambos os sexos. O que acontece é que elas tendem a pedir mais socorro, enquanto os homens são mais propensos a se meter em encrencas, ir para a cadeira ou até morrer mais precocemente por causa de comportamentos de risco. Quase sempre o transtorno é identificado em adultos jovens e os sintomas tendem a se tornar atenuados com o passar da idade.
Transtornos de personalidade são diferentes de transtornos mentais (como depressão, ansiedade, transtorno bipolar, psicose etc.), embora seja difícil para leigos e desafiante até para especialistas fazer essa distinção, já que sobreposições ou comorbidades (existência de duas ou mais condições ao mesmo tempo) são muito frequentes. Não é raro que o borderline desenvolva transtorno bipolar, depressão, transtornos alimentares (em especial a bulimia), estresse pós-traumático, déficit de atenção/hiperatividade e transtorno por abuso de substâncias, entre outros. [...]
O paciente borderline sofre os períodos de instabilidade mais intensos no início da vida adulta. Há situações de crise, ou maior descontrole, que podem até resultar em internações porque o paciente coloca sua própria vida ou a dos outros em risco. Por volta dos 40 ou 50 anos, a maioria dos "borders" melhora bastante, probabilidade que aumenta se o paciente se engaja no tratamento. [...]
 A personalidade envolve não só aspectos herdados, mas também aprendidos, por isso a melhora é possível, ainda que seja difícil de acreditar no início. Se a psicoterapia é importante para ajudar o bipolar a identificar uma virada e evitar perdas, no transtorno de personalidade ela é o carro-chefe do tratamento. [...]
Medicamentos ajudam a aliviar os sintomas depressivos, a agressividade e o perfeccionismo exagerado, e são ainda mais importantes quando existe um transtorno mental associado. Os fármacos mais utilizados são os antidepressivos (flluoxetina, escitalopram, venlafaxina etc.), os estabilizadores de humor (lítio, lamotrigina, ácido valproico etc.), os antipsicóticos (olanzapina, risperidona, quietiapina etc.) e, em situações pontuais, sedativos ou remédios para dormir (clonazepan, diazepan, alprazolan etc.). Esses últimos costumam ser até solicitados pelos pacientes, mas devem ser evitados ao máximo, porque podem afrouxar o controle dos impulsos, assim como o álcool, além de causarem dependência. [...]
Disponível em:
https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2018/04/16/borderlinea-doenca-que-faz-10-dos-diagnosticados-cometerem-suicidio.htm. Acesso em: 04 jan. 2021. 
Ainda em relação ao trecho “Esses últimos costumam ser até solicitados pelos pacientes, mas devem ser evitados ao máximo, porque podem afrouxar o controle dos impulsos, assim como o álcool, além de causarem dependência.”, os verbos destacados retomam a expressão “Esses últimos” e fazem referência a ela por meio de
Alternativas
Q1755242 Português
Borderline: o transtorno que faz pessoas irem
do "céu ao inferno" em horas
Tatiana Pronin
Uma alegria contagiante pode se transformar em tristeza profunda em um piscar de olhos porque alguém "pisou na bola". O amor intenso vira ódio profundo, porque a atitude foi interpretada como traição; o sentimento sai de controle e se traduz em gritos, palavrões e até socos. E, então, bate uma culpa enorme e o medo de ser abandonado, como sempre. Dá vontade de se cortar, de beber e até de morrer, porque a dor, o vazio e a raiva de si mesmo são insuportáveis. As emoções e comportamentos exaltados podem dar uma ideia do que vive alguém com transtorno de personalidade borderline (ou "limítrofe").
 Reconhecido como um dos transtornos mais lesivos, leva a episódios de automutilação, abuso de substâncias e agressões físicas. Além disso, cerca de 10% dos pacientes cometem suicídio. Além da montanha-russa emocional e da dificuldade em controlar os impulsos, o borderline tende a enxergar a si mesmo e aos outros na base do "tudo ou nada", o que torna as relações familiares, amorosas, de amizade e até mesmo a com o médico ou terapeuta extremamente desgastantes.
Muitos comportamentos do "border" (apelido usado pelos especialistas) lembram os de um jovem rebelde sem tolerância à frustração. Mas, enquanto um adolescente problemático pode melhorar com o tempo ou depois de uma boa terapia, o adulto com o transtorno parece alguém cujo lado afetivo não amadurece nunca.
Ainda que seja inteligente, talentoso e brilhante no que faz, reage como uma criança ao se relacionar com os outros e com as próprias emoções — o que os psicanalistas chamam de "ego imaturo". Em muitos casos, o transtorno fica camuflado entre outros, como o bipolar, a depressão e o uso abusivo de álcool, remédios e drogas ilícitas.
De forma resumida, um transtorno de personalidade pode ser descrito como um jeito de ser, de sentir, se perceber e se relacionar com os outros que foge do padrão considerado "normal" ou saudável. Ou seja, causa sofrimento para a própria pessoa e/ou para os outros. Enquadrar um indivíduo em uma categoria não é fácil — cada pessoa é um universo, com características próprias. [...]
O diagnóstico é bem mais frequente entre as mulheres, mas estudos sugerem que a incidência seja igual em ambos os sexos. O que acontece é que elas tendem a pedir mais socorro, enquanto os homens são mais propensos a se meter em encrencas, ir para a cadeira ou até morrer mais precocemente por causa de comportamentos de risco. Quase sempre o transtorno é identificado em adultos jovens e os sintomas tendem a se tornar atenuados com o passar da idade.
Transtornos de personalidade são diferentes de transtornos mentais (como depressão, ansiedade, transtorno bipolar, psicose etc.), embora seja difícil para leigos e desafiante até para especialistas fazer essa distinção, já que sobreposições ou comorbidades (existência de duas ou mais condições ao mesmo tempo) são muito frequentes. Não é raro que o borderline desenvolva transtorno bipolar, depressão, transtornos alimentares (em especial a bulimia), estresse pós-traumático, déficit de atenção/hiperatividade e transtorno por abuso de substâncias, entre outros. [...]
O paciente borderline sofre os períodos de instabilidade mais intensos no início da vida adulta. Há situações de crise, ou maior descontrole, que podem até resultar em internações porque o paciente coloca sua própria vida ou a dos outros em risco. Por volta dos 40 ou 50 anos, a maioria dos "borders" melhora bastante, probabilidade que aumenta se o paciente se engaja no tratamento. [...]
 A personalidade envolve não só aspectos herdados, mas também aprendidos, por isso a melhora é possível, ainda que seja difícil de acreditar no início. Se a psicoterapia é importante para ajudar o bipolar a identificar uma virada e evitar perdas, no transtorno de personalidade ela é o carro-chefe do tratamento. [...]
Medicamentos ajudam a aliviar os sintomas depressivos, a agressividade e o perfeccionismo exagerado, e são ainda mais importantes quando existe um transtorno mental associado. Os fármacos mais utilizados são os antidepressivos (flluoxetina, escitalopram, venlafaxina etc.), os estabilizadores de humor (lítio, lamotrigina, ácido valproico etc.), os antipsicóticos (olanzapina, risperidona, quietiapina etc.) e, em situações pontuais, sedativos ou remédios para dormir (clonazepan, diazepan, alprazolan etc.). Esses últimos costumam ser até solicitados pelos pacientes, mas devem ser evitados ao máximo, porque podem afrouxar o controle dos impulsos, assim como o álcool, além de causarem dependência. [...]
Disponível em:
https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2018/04/16/borderlinea-doenca-que-faz-10-dos-diagnosticados-cometerem-suicidio.htm. Acesso em: 04 jan. 2021. 
Em relação aos usos da vírgula, assinale a alternativa em que tal sinal de pontuação tenha sido usado para separar orações coordenadas.
Alternativas
Q1755240 Português
Borderline: o transtorno que faz pessoas irem
do "céu ao inferno" em horas
Tatiana Pronin
Uma alegria contagiante pode se transformar em tristeza profunda em um piscar de olhos porque alguém "pisou na bola". O amor intenso vira ódio profundo, porque a atitude foi interpretada como traição; o sentimento sai de controle e se traduz em gritos, palavrões e até socos. E, então, bate uma culpa enorme e o medo de ser abandonado, como sempre. Dá vontade de se cortar, de beber e até de morrer, porque a dor, o vazio e a raiva de si mesmo são insuportáveis. As emoções e comportamentos exaltados podem dar uma ideia do que vive alguém com transtorno de personalidade borderline (ou "limítrofe").
 Reconhecido como um dos transtornos mais lesivos, leva a episódios de automutilação, abuso de substâncias e agressões físicas. Além disso, cerca de 10% dos pacientes cometem suicídio. Além da montanha-russa emocional e da dificuldade em controlar os impulsos, o borderline tende a enxergar a si mesmo e aos outros na base do "tudo ou nada", o que torna as relações familiares, amorosas, de amizade e até mesmo a com o médico ou terapeuta extremamente desgastantes.
Muitos comportamentos do "border" (apelido usado pelos especialistas) lembram os de um jovem rebelde sem tolerância à frustração. Mas, enquanto um adolescente problemático pode melhorar com o tempo ou depois de uma boa terapia, o adulto com o transtorno parece alguém cujo lado afetivo não amadurece nunca.
Ainda que seja inteligente, talentoso e brilhante no que faz, reage como uma criança ao se relacionar com os outros e com as próprias emoções — o que os psicanalistas chamam de "ego imaturo". Em muitos casos, o transtorno fica camuflado entre outros, como o bipolar, a depressão e o uso abusivo de álcool, remédios e drogas ilícitas.
De forma resumida, um transtorno de personalidade pode ser descrito como um jeito de ser, de sentir, se perceber e se relacionar com os outros que foge do padrão considerado "normal" ou saudável. Ou seja, causa sofrimento para a própria pessoa e/ou para os outros. Enquadrar um indivíduo em uma categoria não é fácil — cada pessoa é um universo, com características próprias. [...]
O diagnóstico é bem mais frequente entre as mulheres, mas estudos sugerem que a incidência seja igual em ambos os sexos. O que acontece é que elas tendem a pedir mais socorro, enquanto os homens são mais propensos a se meter em encrencas, ir para a cadeira ou até morrer mais precocemente por causa de comportamentos de risco. Quase sempre o transtorno é identificado em adultos jovens e os sintomas tendem a se tornar atenuados com o passar da idade.
Transtornos de personalidade são diferentes de transtornos mentais (como depressão, ansiedade, transtorno bipolar, psicose etc.), embora seja difícil para leigos e desafiante até para especialistas fazer essa distinção, já que sobreposições ou comorbidades (existência de duas ou mais condições ao mesmo tempo) são muito frequentes. Não é raro que o borderline desenvolva transtorno bipolar, depressão, transtornos alimentares (em especial a bulimia), estresse pós-traumático, déficit de atenção/hiperatividade e transtorno por abuso de substâncias, entre outros. [...]
O paciente borderline sofre os períodos de instabilidade mais intensos no início da vida adulta. Há situações de crise, ou maior descontrole, que podem até resultar em internações porque o paciente coloca sua própria vida ou a dos outros em risco. Por volta dos 40 ou 50 anos, a maioria dos "borders" melhora bastante, probabilidade que aumenta se o paciente se engaja no tratamento. [...]
 A personalidade envolve não só aspectos herdados, mas também aprendidos, por isso a melhora é possível, ainda que seja difícil de acreditar no início. Se a psicoterapia é importante para ajudar o bipolar a identificar uma virada e evitar perdas, no transtorno de personalidade ela é o carro-chefe do tratamento. [...]
Medicamentos ajudam a aliviar os sintomas depressivos, a agressividade e o perfeccionismo exagerado, e são ainda mais importantes quando existe um transtorno mental associado. Os fármacos mais utilizados são os antidepressivos (flluoxetina, escitalopram, venlafaxina etc.), os estabilizadores de humor (lítio, lamotrigina, ácido valproico etc.), os antipsicóticos (olanzapina, risperidona, quietiapina etc.) e, em situações pontuais, sedativos ou remédios para dormir (clonazepan, diazepan, alprazolan etc.). Esses últimos costumam ser até solicitados pelos pacientes, mas devem ser evitados ao máximo, porque podem afrouxar o controle dos impulsos, assim como o álcool, além de causarem dependência. [...]
Disponível em:
https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2018/04/16/borderlinea-doenca-que-faz-10-dos-diagnosticados-cometerem-suicidio.htm. Acesso em: 04 jan. 2021. 
Assinale a alternativa em que o termo ou a expressão destacado(a) tenha sido usado(a) em sentido denotativo.
Alternativas
Q1755239 Português
Borderline: o transtorno que faz pessoas irem
do "céu ao inferno" em horas
Tatiana Pronin
Uma alegria contagiante pode se transformar em tristeza profunda em um piscar de olhos porque alguém "pisou na bola". O amor intenso vira ódio profundo, porque a atitude foi interpretada como traição; o sentimento sai de controle e se traduz em gritos, palavrões e até socos. E, então, bate uma culpa enorme e o medo de ser abandonado, como sempre. Dá vontade de se cortar, de beber e até de morrer, porque a dor, o vazio e a raiva de si mesmo são insuportáveis. As emoções e comportamentos exaltados podem dar uma ideia do que vive alguém com transtorno de personalidade borderline (ou "limítrofe").
 Reconhecido como um dos transtornos mais lesivos, leva a episódios de automutilação, abuso de substâncias e agressões físicas. Além disso, cerca de 10% dos pacientes cometem suicídio. Além da montanha-russa emocional e da dificuldade em controlar os impulsos, o borderline tende a enxergar a si mesmo e aos outros na base do "tudo ou nada", o que torna as relações familiares, amorosas, de amizade e até mesmo a com o médico ou terapeuta extremamente desgastantes.
Muitos comportamentos do "border" (apelido usado pelos especialistas) lembram os de um jovem rebelde sem tolerância à frustração. Mas, enquanto um adolescente problemático pode melhorar com o tempo ou depois de uma boa terapia, o adulto com o transtorno parece alguém cujo lado afetivo não amadurece nunca.
Ainda que seja inteligente, talentoso e brilhante no que faz, reage como uma criança ao se relacionar com os outros e com as próprias emoções — o que os psicanalistas chamam de "ego imaturo". Em muitos casos, o transtorno fica camuflado entre outros, como o bipolar, a depressão e o uso abusivo de álcool, remédios e drogas ilícitas.
De forma resumida, um transtorno de personalidade pode ser descrito como um jeito de ser, de sentir, se perceber e se relacionar com os outros que foge do padrão considerado "normal" ou saudável. Ou seja, causa sofrimento para a própria pessoa e/ou para os outros. Enquadrar um indivíduo em uma categoria não é fácil — cada pessoa é um universo, com características próprias. [...]
O diagnóstico é bem mais frequente entre as mulheres, mas estudos sugerem que a incidência seja igual em ambos os sexos. O que acontece é que elas tendem a pedir mais socorro, enquanto os homens são mais propensos a se meter em encrencas, ir para a cadeira ou até morrer mais precocemente por causa de comportamentos de risco. Quase sempre o transtorno é identificado em adultos jovens e os sintomas tendem a se tornar atenuados com o passar da idade.
Transtornos de personalidade são diferentes de transtornos mentais (como depressão, ansiedade, transtorno bipolar, psicose etc.), embora seja difícil para leigos e desafiante até para especialistas fazer essa distinção, já que sobreposições ou comorbidades (existência de duas ou mais condições ao mesmo tempo) são muito frequentes. Não é raro que o borderline desenvolva transtorno bipolar, depressão, transtornos alimentares (em especial a bulimia), estresse pós-traumático, déficit de atenção/hiperatividade e transtorno por abuso de substâncias, entre outros. [...]
O paciente borderline sofre os períodos de instabilidade mais intensos no início da vida adulta. Há situações de crise, ou maior descontrole, que podem até resultar em internações porque o paciente coloca sua própria vida ou a dos outros em risco. Por volta dos 40 ou 50 anos, a maioria dos "borders" melhora bastante, probabilidade que aumenta se o paciente se engaja no tratamento. [...]
 A personalidade envolve não só aspectos herdados, mas também aprendidos, por isso a melhora é possível, ainda que seja difícil de acreditar no início. Se a psicoterapia é importante para ajudar o bipolar a identificar uma virada e evitar perdas, no transtorno de personalidade ela é o carro-chefe do tratamento. [...]
Medicamentos ajudam a aliviar os sintomas depressivos, a agressividade e o perfeccionismo exagerado, e são ainda mais importantes quando existe um transtorno mental associado. Os fármacos mais utilizados são os antidepressivos (flluoxetina, escitalopram, venlafaxina etc.), os estabilizadores de humor (lítio, lamotrigina, ácido valproico etc.), os antipsicóticos (olanzapina, risperidona, quietiapina etc.) e, em situações pontuais, sedativos ou remédios para dormir (clonazepan, diazepan, alprazolan etc.). Esses últimos costumam ser até solicitados pelos pacientes, mas devem ser evitados ao máximo, porque podem afrouxar o controle dos impulsos, assim como o álcool, além de causarem dependência. [...]
Disponível em:
https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2018/04/16/borderlinea-doenca-que-faz-10-dos-diagnosticados-cometerem-suicidio.htm. Acesso em: 04 jan. 2021. 
Assinale a alternativa em que haja um verbo de ligação com valor de “mudança de estado”.
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Q1755238 Português
Borderline: o transtorno que faz pessoas irem
do "céu ao inferno" em horas
Tatiana Pronin
Uma alegria contagiante pode se transformar em tristeza profunda em um piscar de olhos porque alguém "pisou na bola". O amor intenso vira ódio profundo, porque a atitude foi interpretada como traição; o sentimento sai de controle e se traduz em gritos, palavrões e até socos. E, então, bate uma culpa enorme e o medo de ser abandonado, como sempre. Dá vontade de se cortar, de beber e até de morrer, porque a dor, o vazio e a raiva de si mesmo são insuportáveis. As emoções e comportamentos exaltados podem dar uma ideia do que vive alguém com transtorno de personalidade borderline (ou "limítrofe").
 Reconhecido como um dos transtornos mais lesivos, leva a episódios de automutilação, abuso de substâncias e agressões físicas. Além disso, cerca de 10% dos pacientes cometem suicídio. Além da montanha-russa emocional e da dificuldade em controlar os impulsos, o borderline tende a enxergar a si mesmo e aos outros na base do "tudo ou nada", o que torna as relações familiares, amorosas, de amizade e até mesmo a com o médico ou terapeuta extremamente desgastantes.
Muitos comportamentos do "border" (apelido usado pelos especialistas) lembram os de um jovem rebelde sem tolerância à frustração. Mas, enquanto um adolescente problemático pode melhorar com o tempo ou depois de uma boa terapia, o adulto com o transtorno parece alguém cujo lado afetivo não amadurece nunca.
Ainda que seja inteligente, talentoso e brilhante no que faz, reage como uma criança ao se relacionar com os outros e com as próprias emoções — o que os psicanalistas chamam de "ego imaturo". Em muitos casos, o transtorno fica camuflado entre outros, como o bipolar, a depressão e o uso abusivo de álcool, remédios e drogas ilícitas.
De forma resumida, um transtorno de personalidade pode ser descrito como um jeito de ser, de sentir, se perceber e se relacionar com os outros que foge do padrão considerado "normal" ou saudável. Ou seja, causa sofrimento para a própria pessoa e/ou para os outros. Enquadrar um indivíduo em uma categoria não é fácil — cada pessoa é um universo, com características próprias. [...]
O diagnóstico é bem mais frequente entre as mulheres, mas estudos sugerem que a incidência seja igual em ambos os sexos. O que acontece é que elas tendem a pedir mais socorro, enquanto os homens são mais propensos a se meter em encrencas, ir para a cadeira ou até morrer mais precocemente por causa de comportamentos de risco. Quase sempre o transtorno é identificado em adultos jovens e os sintomas tendem a se tornar atenuados com o passar da idade.
Transtornos de personalidade são diferentes de transtornos mentais (como depressão, ansiedade, transtorno bipolar, psicose etc.), embora seja difícil para leigos e desafiante até para especialistas fazer essa distinção, já que sobreposições ou comorbidades (existência de duas ou mais condições ao mesmo tempo) são muito frequentes. Não é raro que o borderline desenvolva transtorno bipolar, depressão, transtornos alimentares (em especial a bulimia), estresse pós-traumático, déficit de atenção/hiperatividade e transtorno por abuso de substâncias, entre outros. [...]
O paciente borderline sofre os períodos de instabilidade mais intensos no início da vida adulta. Há situações de crise, ou maior descontrole, que podem até resultar em internações porque o paciente coloca sua própria vida ou a dos outros em risco. Por volta dos 40 ou 50 anos, a maioria dos "borders" melhora bastante, probabilidade que aumenta se o paciente se engaja no tratamento. [...]
 A personalidade envolve não só aspectos herdados, mas também aprendidos, por isso a melhora é possível, ainda que seja difícil de acreditar no início. Se a psicoterapia é importante para ajudar o bipolar a identificar uma virada e evitar perdas, no transtorno de personalidade ela é o carro-chefe do tratamento. [...]
Medicamentos ajudam a aliviar os sintomas depressivos, a agressividade e o perfeccionismo exagerado, e são ainda mais importantes quando existe um transtorno mental associado. Os fármacos mais utilizados são os antidepressivos (flluoxetina, escitalopram, venlafaxina etc.), os estabilizadores de humor (lítio, lamotrigina, ácido valproico etc.), os antipsicóticos (olanzapina, risperidona, quietiapina etc.) e, em situações pontuais, sedativos ou remédios para dormir (clonazepan, diazepan, alprazolan etc.). Esses últimos costumam ser até solicitados pelos pacientes, mas devem ser evitados ao máximo, porque podem afrouxar o controle dos impulsos, assim como o álcool, além de causarem dependência. [...]
Disponível em:
https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2018/04/16/borderlinea-doenca-que-faz-10-dos-diagnosticados-cometerem-suicidio.htm. Acesso em: 04 jan. 2021. 
Assinale a alternativa correta considerando o conteúdo do texto.
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Q1755237 Português
Borderline: o transtorno que faz pessoas irem
do "céu ao inferno" em horas
Tatiana Pronin
Uma alegria contagiante pode se transformar em tristeza profunda em um piscar de olhos porque alguém "pisou na bola". O amor intenso vira ódio profundo, porque a atitude foi interpretada como traição; o sentimento sai de controle e se traduz em gritos, palavrões e até socos. E, então, bate uma culpa enorme e o medo de ser abandonado, como sempre. Dá vontade de se cortar, de beber e até de morrer, porque a dor, o vazio e a raiva de si mesmo são insuportáveis. As emoções e comportamentos exaltados podem dar uma ideia do que vive alguém com transtorno de personalidade borderline (ou "limítrofe").
 Reconhecido como um dos transtornos mais lesivos, leva a episódios de automutilação, abuso de substâncias e agressões físicas. Além disso, cerca de 10% dos pacientes cometem suicídio. Além da montanha-russa emocional e da dificuldade em controlar os impulsos, o borderline tende a enxergar a si mesmo e aos outros na base do "tudo ou nada", o que torna as relações familiares, amorosas, de amizade e até mesmo a com o médico ou terapeuta extremamente desgastantes.
Muitos comportamentos do "border" (apelido usado pelos especialistas) lembram os de um jovem rebelde sem tolerância à frustração. Mas, enquanto um adolescente problemático pode melhorar com o tempo ou depois de uma boa terapia, o adulto com o transtorno parece alguém cujo lado afetivo não amadurece nunca.
Ainda que seja inteligente, talentoso e brilhante no que faz, reage como uma criança ao se relacionar com os outros e com as próprias emoções — o que os psicanalistas chamam de "ego imaturo". Em muitos casos, o transtorno fica camuflado entre outros, como o bipolar, a depressão e o uso abusivo de álcool, remédios e drogas ilícitas.
De forma resumida, um transtorno de personalidade pode ser descrito como um jeito de ser, de sentir, se perceber e se relacionar com os outros que foge do padrão considerado "normal" ou saudável. Ou seja, causa sofrimento para a própria pessoa e/ou para os outros. Enquadrar um indivíduo em uma categoria não é fácil — cada pessoa é um universo, com características próprias. [...]
O diagnóstico é bem mais frequente entre as mulheres, mas estudos sugerem que a incidência seja igual em ambos os sexos. O que acontece é que elas tendem a pedir mais socorro, enquanto os homens são mais propensos a se meter em encrencas, ir para a cadeira ou até morrer mais precocemente por causa de comportamentos de risco. Quase sempre o transtorno é identificado em adultos jovens e os sintomas tendem a se tornar atenuados com o passar da idade.
Transtornos de personalidade são diferentes de transtornos mentais (como depressão, ansiedade, transtorno bipolar, psicose etc.), embora seja difícil para leigos e desafiante até para especialistas fazer essa distinção, já que sobreposições ou comorbidades (existência de duas ou mais condições ao mesmo tempo) são muito frequentes. Não é raro que o borderline desenvolva transtorno bipolar, depressão, transtornos alimentares (em especial a bulimia), estresse pós-traumático, déficit de atenção/hiperatividade e transtorno por abuso de substâncias, entre outros. [...]
O paciente borderline sofre os períodos de instabilidade mais intensos no início da vida adulta. Há situações de crise, ou maior descontrole, que podem até resultar em internações porque o paciente coloca sua própria vida ou a dos outros em risco. Por volta dos 40 ou 50 anos, a maioria dos "borders" melhora bastante, probabilidade que aumenta se o paciente se engaja no tratamento. [...]
 A personalidade envolve não só aspectos herdados, mas também aprendidos, por isso a melhora é possível, ainda que seja difícil de acreditar no início. Se a psicoterapia é importante para ajudar o bipolar a identificar uma virada e evitar perdas, no transtorno de personalidade ela é o carro-chefe do tratamento. [...]
Medicamentos ajudam a aliviar os sintomas depressivos, a agressividade e o perfeccionismo exagerado, e são ainda mais importantes quando existe um transtorno mental associado. Os fármacos mais utilizados são os antidepressivos (flluoxetina, escitalopram, venlafaxina etc.), os estabilizadores de humor (lítio, lamotrigina, ácido valproico etc.), os antipsicóticos (olanzapina, risperidona, quietiapina etc.) e, em situações pontuais, sedativos ou remédios para dormir (clonazepan, diazepan, alprazolan etc.). Esses últimos costumam ser até solicitados pelos pacientes, mas devem ser evitados ao máximo, porque podem afrouxar o controle dos impulsos, assim como o álcool, além de causarem dependência. [...]
Disponível em:
https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2018/04/16/borderlinea-doenca-que-faz-10-dos-diagnosticados-cometerem-suicidio.htm. Acesso em: 04 jan. 2021. 
De acordo com o texto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1793604 Biomedicina - Análises Clínicas
A infecção de T. trichiura tem distribuição cosmopolitana, sendo estimado cerca de 1 bilhão de pessoas infectadas no mundo, das quais, aproximadamente 350 milhões apresentam idade inferior a 15 anos e, geralmente, estão expostos a infecções com alta carga parasitária, apresentando os quadros mais graves desta helmintose. Em relação à transmissão, patogenia e diagnóstico, analise as afirmações e marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1793603 Biomedicina - Análises Clínicas
Esse helminto possui morfologia de verme adulto com cerca de 3 a 5 cm com 100 a 200 proglotes. O escólex apresenta quatro ventosas e um rostro retrátil armado de ganchos. Já o ovo é quase esférico, sendo transparente e incolor. Apresentam uma membrana externa delgada envolvendo um espaço claro, mais internamente apresentam outra membrana envolvendo a oncosfera. Pode apresentar dois tipos de ciclo: um monoxêmico, e outro, heteroxênico. No ciclo monoxêmico os ovos são eliminados juntamente com as fezes e podem ser ingeridos por alguma criança. Ao passarem pelo estômago, os embrióforos são semi digeridos pelo suco gástrico, daí chegam ao intestino delgado onde ocorre a eclosão da oncosfera, que penetra nas vilosidades do jejuno ou íleo, dando, em quatro dias, uma larva cisticercóide. Dez dias depois a larva está madura, sai da vilosidade, desenvagina-se e fixa-se à mucosa intestinal através do escólex. Cerca de 20 dias depois já são vermes adultos. Estes possuem uma vida curta, pois cerca de 14 dias depois morrem e são eliminados. Analise a afirmação acima e assinale a alternativa CORRETA que corresponde ao gênero e espécie do helminto:
Alternativas
Q1793602 Biomedicina - Análises Clínicas
Marque a alternativa que demonstra a sequência CORRETA dos antibióticos que atuam na parede celular das bactérias:
Alternativas
Q1793601 Biomedicina - Análises Clínicas
Qualquer exame bem feito sempre começa com uma adequada e criteriosa coleta do espécime a ser investigado. Amostras coletadas sem critério favorecem um diagnóstico errôneo, o qual pode levar ao tratamento inadequado do paciente. Sobre os procedimentos de coleta em geral, analise as afirmações abaixo: I- O espécime de escolha para a realização da urocultura é a urina de jato intermediário. Amostras de primeiro jato são aceitas apenas para uroculturas de rotina, devido a presença de concentração maior de bactérias. II- Aurina para pesquisa ou cultura de BAAR, orienta-se o paciente para colher 3 a 5 amostras, em dias consecutivos, de todo volume da primeira micção matinal, após higienização da genitália. III- Para coleta de amostras de uretra, um swab ultrafino ou uma alça bacteriológica estéril deve ser inserida 3-4 cm dentro da uretra girando-a gentilmente antes de retirá-la. IV- Amostras de escarro são de fácil coleta para detecção e diagnóstico de patógenos do trato respiratório inferior. Junto do escarro e a saliva são analisadas sem a necessidade de material invasivo, como em outras coletas mais profundas. V- O líquor é coletado por punção na região da terceira ou quarta vértebra lombar. Usa-se anestesia local e uma agulha estéril é então introduzida no canal espinhal. É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q1793600 Biomedicina - Análises Clínicas
As bactérias não fermentadoras são assim denominadas devido ao fato de não utilizarem a glicose e outros carboidratos como fonte de carbono em processo fermentativo. São bastonetes gram-negativos e são um grupo diverso de microrganismos os quais não são classificados por homologia de DNA. As pseudomonas possuem muitas espécies, pela frequência com que estão envolvidas em doenças, P. aeruginosa têm recebido maiores atenções. É uma bactéria ubíqua, de vida livre e muito encontrada em ambientes úmidos. A respeito desses microrganismos em relação a sua estrutura, classificação e diagnóstico, marque a alternativa CORRETA que identifica respectivamente essas características.
Alternativas
Q1793599 Biomedicina - Análises Clínicas
As bactérias pertencentes ao gênero em questão, são patógenos humanos e de outros mamíferos. Tradicionalmente são divididos em dois grupos, com base na sua capacidade de coagular o plasma (reação de coagulase). Eles podem ser coagulase positiva e coagulase negativa. O primeiro é o mais encontrado em infecções humanas e o segundo grupo são comuns na pele, embora algumas espécies possam causar infecções. Há também espécies isoladas naturais que podem não produzir. O gênero ao qual o enunciado se refere é:
Alternativas
Q1793598 Biomedicina - Análises Clínicas
Antimicrobianos são substâncias químicas que inibem o crescimento ou destroem microrganismos. Podem ser produzidos através de outros microrganismos, como bactérias e fungos, ou sintetizados, total ou parcialmente. Atualmente, os antimicrobianos estão entre as drogas mais utilizadas em terapêutica, tanto em nível ambulatorial como hospitalar. O emprego indiscriminado destas drogas tem provocado o desenvolvimento de resistência bacteriana e, consequentemente, o surgimento de superinfecções por germes multirresistentes. A respeito dessa classe de medicamentos, analise as afirmações abaixo: I- Cefepime pode ser indicado como exemplo de medicamento com amplo espectro de ação, por ser resistente à ação das betalactamases, mantendo assim a atividade contra muitos microrganismos. II- Cefalexina é uma cefalosporina de 3° geração junto com ceftriaxona e cefaclor e são administrados por via intramuscular ou endovenosa e alcançam concentrações plasmáticas de 20 µg/mL(dose intramuscular de 1g). III- O imipenem está incluído no grupo dos carbapenemas. É inativado pelas peptidases nos túbulos renais, por isso é administrado juntamente com cilastatina, que é um potente inibidor de peptidases. IV- Ciprofloxacino é uma sulfonamidas que são análogos estruturais do ácido para-aminobenzóico (PABA), que é um precursor do ácido fólico. São efetivos contra muitos microrganismos gram-positivos e gram-negativos. V- A penicilina é utilizada no tratamento de infecções causadas por Streptococcus, Neisseria gonorrhoeae (não produtoras de penicilinase), Treponema pallidum, Staphylococcus aureus(não produtores de penicilinase), anaeróbios (Clostridium, Bacillus), etc. É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q1793597 Biomedicina - Análises Clínicas
A presença de um anticorpo dirigido contra uma proteína ou substância específica depende da resposta imunológica do paciente, por conseguinte, utiliza-se a detecção de anticorpos para avaliação quantitativa e qualitativa das respostas imunológicas normais e anormais do hospedeiro. Sob esses aspectos que estão dispostos para métodos laboratoriais clínicos e conhecimentos específicos, analise as afirmações sobre o teste ELISA e marque as proposições colocando (V) para as verdadeiras e (F) para as falsas. ( ) O teste ELISA também é realizado por aglutinação de partículas recobertas com antígeno por anticorpos que reagem. Tal teste é utilizado em bancos de sangue para a classificação dos tipos de eritrócitos e para a pesquisa de anticorpos antieritrocitários autos imunológicos, sendo simples e rápido, sem presença de marcador enzimático. ( ) O teste ELISA (ensaio em “sanduíche”) é também realizado onde um anticorpo monoclonal dirigido contra um antígeno específico é fixado, a placas, os orifícios da placa são diluídos com a amostra do paciente para permitir a ligação do antígeno ao anticorpo. O antígeno ligado é detectado com um anticorpo secundário, marcado com uma enzima. Em seguida os orifícios são marcados com um substrato da enzima e determina-se então a reação enzimática (aparecimento do produto). ( ) No teste ELISA os orifícios podem ser recobertos com antígenos para a detecção de anticorpos específicos no soro do paciente (pode-se determinar o isótopo do anticorpo utilizando-se anti-IgM ou anti-IgG como reagente numa segunda etapa). ( ) No teste ELISA envolvendo enzimas, as mais comuns utilizadas na etapa de detecção são peroxidase de raiz-forte e a fosfatase alcalina. Essas enzimas podem ser acopladas de modo covalente a anticorpos monoclonais, sem afetar a capacidade de ligação do anticorpo ao antígeno e sem inibir a atividade da enzima. ( ) No teste ELISA pode-se haver o aumento da sensibilidade, colocando um substrato com a enzima para produzir produtos coloridos. Marque a alternativa que contém a sequência CORRETA de preenchimento dos parênteses.
Alternativas
Q1793596 Biomedicina - Análises Clínicas
A resposta imunológica é uma sequência complexa e extremamente regulada de eventos envolvendo diversos tipos de células. É deflagrada quando um antígeno penetra no organismo e entra em contato com uma classe especializada de células, denominadas células apresentadoras de antígeno (APC, antigen- presenting cells). Essas APC capturam uma diminuta quantidade do antígeno e a exibem numa forma que possa ser reconhecido por linfócitos T auxiliares antígeno-específicos. Sobre a resposta imunológica, analise as afirmações abaixo: I- As células T só reconhecem imunógenos que estão ligados a proteínas do complexo principal de histocompatibilidade (MHC) sobre a superfície de outras células. II- As proteínas do complexo principal de histocompatibilidade (MHC) da classe I são apenas expressas por macrófagos e alguns outros tipos de células e são necessárias para a apresentação do antígeno às células T CD4- o subgrupo de linfócitos que inclui a maioria das células auxiliares. III- Praticamente qualquer tipo celular pode apresentar antígenos às células T citotóxicas e, assim, atuar como alvo de uma resposta citotóxica. IV- As proteínas do complexo de histocompatibilidade (MHC) da classe II são expressas por praticamente todos os tipos de células somáticas e são utilizadas para apresentar substâncias às células TCD8, cuja maioria é citotóxica. V- As células apresentadoras de antígenos (APC) é uma célula dendrítica e monitorizam continuamente a pele, o trato gastrointestinal, as vias respiratórias, o sangue e a linfa à procura de invasores estranhos. É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q1793595 Biomedicina - Análises Clínicas
É recomendado realizar a pesquisa de sangue oculto sistematicamente em todas as urinas, utilizando-se o restante do sedimento do tubo cônico usado na centrifugação da mesma, para o estudo microscópico do sedimento. Dessa forma, em um tubo de ensaio contendo cerca de 5 mLde urina, acrescentando algumas gotas de solução de benzidina previamente preparada, ou a da otoluidina e mais 0,5 mL de água oxigenada a 3%, para haver o desenvolvimento de cor verde a azul, em caso positivo, retrata a pesquisa do componente sanguíneo:
Alternativas
Q1793594 Biomedicina - Análises Clínicas
Há uma acentuada tendência em desaparecerem as reações biológicas para o diagnóstico da gravidez, cedendo lugar às provas imunológicas tais como a inibição da hemaglutinação ou das partículas do látex sensibilizadas, com a adição de soro antigonadotrofina coriônica, em presença, da urina de gestante. Em relação à reação qualitativa e reação do látex, marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1793593 Biomedicina - Análises Clínicas
O hemograma corresponde a um conjunto de testes laboratoriais que estabelece os aspectos quantitativos dos eritrócitos (eritograma), dos leucócitos (leucograma) e das plaquetas (plaquetograma) no sangue. A respeito dos fundamentos gerais e específicos de todo o conjunto de testes que envolvem o hemograma, analise as proposições e coloque (V) para as verdadeiras e (F) para as falsas. ( ) O leucograma manual consiste na leitura indireta e feita em esfregaços de sangue corados com corantes supravitais como Leishman, Wright, para só depois fazer a contagem. Quando corados com azul de cresil, sem sobrecoloração, os leucócitos apresentam-se como reticulócitos esverdeados com precipitados azul-violáceos de RNA. ( ) A contagem de plaquetas que ocorre pelo método direto manual consiste na determinação das plaquetas em hemocitômetro de Neubauer, após diluição de sangue total em solução hipotônica que lisa os eritrócitos. ( ) Baseado no controle de qualidade para contadores hematológicos, os métodos de referência para calibradores ou padrões na contagem de eritrócitos consistem na utilização de um contador automatizado em que partículas são diluídas em líquido fixador de volume conhecido. Ao final a amostra possui requisitos: amostra fresca, com contagens de eritrócitos entre 2.000.000 e 6.000.000/mm³, e com VCM e CHCM normais. ( ) Para a correção da contagem de reticulócitos nos casos de anemia com reticulocitose, o que se denomina índice reticulócito são as correções dos percentuais reticulócitos para o grau de anemia (primeira geração) também para a saída prematura dos reticulócitos da medula para o sangue, que ocorre devido aos altos níveis de eritropoietina circulante (segunda correlação). ( ) A contagem manual de plaquetas tem como amostra o sangue em EDTA, líquido diluidor, sendo o oxalato de amônio a 1% e os valores de referência de 140.000 a 4000.000 plaq/mm³ de sangue.
Marque a alternativa que contém a sequência CORRETA de preenchimento dos parênteses.
Alternativas
Respostas
4681: B
4682: C
4683: A
4684: E
4685: D
4686: A
4687: B
4688: C
4689: A
4690: E
4691: B
4692: A
4693: E
4694: D
4695: C
4696: C
4697: A
4698: E
4699: D
4700: D