Questões de Concurso Para biomédico

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Q3218175 Português
Para responder à questão, considere o excerto abaixo.

Cunhado ainda em 1991, nos Estados Unidos, o termo capacitismo (ableism, em inglês) pode ser definido como "preconceito contra pessoas com deficiência". Esta é uma atualização que faço aqui da descrição publicada pelo U.S. News & World Report, de acordo com o Online Etimology Dictionary. Trata-se de uma estrutura de poder socialmente construída, o equivalente ao racismo ou machismo nas questões relacionadas a raça e gênero. O corpo sem deficiência seria considerado o "normal", ou seja, aquele condizente com a norma social, enquanto o corpo com deficiência seria o desviante, a ser corrigido.
No excerto, o segundo uso das aspas indica que o enunciador
Alternativas
Q3218174 Português
Para responder à questão, considere o excerto abaixo.

Cunhado ainda em 1991, nos Estados Unidos, o termo capacitismo (ableism, em inglês) pode ser definido como "preconceito contra pessoas com deficiência". Esta é uma atualização que faço aqui da descrição publicada pelo U.S. News & World Report, de acordo com o Online Etimology Dictionary. Trata-se de uma estrutura de poder socialmente construída, o equivalente ao racismo ou machismo nas questões relacionadas a raça e gênero. O corpo sem deficiência seria considerado o "normal", ou seja, aquele condizente com a norma social, enquanto o corpo com deficiência seria o desviante, a ser corrigido.
No excerto, o primeiro uso das aspas objetiva
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Q3218173 Português
Para responder à questão, considere o excerto abaixo.

O mito do herói concentra-se em vitórias sobre características as quais[1] estão exclusivamente na personagem. Como se a própria deficiência fosse algo a ser vencido, ultrapassado. Ignora-se a vasta quantidade de barreiras que estão ao redor da pessoa e cuja[2] eliminação promove a inclusão. Lucas poderia já ser uma criança plena e feliz, bem antes de ter passado pela cirurgia.
A compreensão proficiente do excerto requer do leitor, preponderantemente,
Alternativas
Q3218172 Português
Para responder à questão, considere o excerto abaixo.

O mito do herói concentra-se em vitórias sobre características as quais[1] estão exclusivamente na personagem. Como se a própria deficiência fosse algo a ser vencido, ultrapassado. Ignora-se a vasta quantidade de barreiras que estão ao redor da pessoa e cuja[2] eliminação promove a inclusão. Lucas poderia já ser uma criança plena e feliz, bem antes de ter passado pela cirurgia.
No contexto em que são empregados, os elementos linguísticos [1] e [2] pertencem
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Q3218171 Português

O texto abaixo servirá de base para responder à questão.



Capacitismo: raro em nosso vocabulário, comum em nossa atitude

Rodrigo Hübner Mendes *


Lucas é um menino de dez anos que nasceu cego. Ao crescer, teve a oportunidade de estudar em uma escola comum e aprendeu a ler, a escrever, a brincar, a andar pelo mundo com autonomia e a se relacionar com outras pessoas, como qualquer criança de sua idade. Ele adora tocar piano, nadar e andar de skate. Um dia, Lucas realiza uma cirurgia que lhe proporciona a chance de passar a enxergar. Na primeira vez em que abre os olhos após essa operação, sua emoção é filmada e viraliza nas redes sociais.

Histórias de superação são sempre emocionantes e inspiradoras. Porém, no caso das pessoas com deficiência, parece haver uma única narrativa possível. Filmes, comerciais, novelas, noticiários e outros são roteirizados, em geral, a partir da história de uma pessoa com impedimentos físicos, sensoriais ou intelectuais que, a partir do seu esforço individual, supera as desvantagens impostas por sua condição.

O mito do herói concentra-se em vitórias sobre características as quais estão exclusivamente na personagem. Como se a própria deficiência fosse algo a ser vencido, ultrapassado. Ignorase a vasta quantidade de barreiras que estão ao redor da pessoa e cuja eliminação promove a inclusão. Lucas poderia já ser uma criança plena e feliz, bem antes de ter passado pela cirurgia.

Lembro-me de uma matéria da revista Trip, de setembro de 2020, em que a atriz e cadeirante Tabata Contri dizia como achava estranho ouvir frases como "Tão novinha, tão bonita e na cadeira de rodas". Ou mesmo "Por que você trabalha, por que não se aposenta?". O texto tratava de uma forma de preconceito e discriminação extremamente arraigada em nossa sociedade: o capacitismo.

Cunhado ainda em 1991, nos Estados Unidos, o termo capacitismo (ableism, em inglês) pode ser definido como "preconceito contra pessoas com deficiência". Esta é uma atualização que faço aqui da descrição publicada pelo U.S. News & World Report, de acordo com o Online Etimology Dictionary. Trata-se de uma estrutura de poder socialmente construída, o equivalente ao racismo ou machismo nas questões relacionadas a raça e gênero. O corpo sem deficiência seria considerado o "normal", ou seja, aquele condizente com a norma social, enquanto o corpo com deficiência seria o desviante, a ser corrigido. Normalmente, essa abordagem vem acompanhada de colocações que indicam uma visão angelical da pessoa e de infantilização.

A diversidade humana, seja racial, de gênero, sexualidade ou de características corporais, psicológicas etc., deve ser celebrada. É por meio dessas diferenças que somos capazes de construir trajetórias únicas e aprender uns com os outros. A convivência com a pluralidade contribui fortemente para o desenvolvimento de criatividade, inovação, diálogo e empatia – competências notoriamente imprescindíveis para que saibamos navegar pela profunda complexidade inerente à vida contemporânea. Ignorar esse fato representa perder o bonde da jornada rumo a uma sociedade mais civilizada.

*Mestre em gestão da diversidade humana pela Fundação Getúlio Vargas

Disponível em: https://www.uol.com.br/ecoa/colunas/rodrigo-mendes/2021/06/11/capacitismo-raro-em-nos so-vocabulario-comum-em-nossa-atitude.htm. Acesso em: 26 set. 2022. [Adaptado]
O primeiro parágrafo do texto entrecruza os tipos textuais
Alternativas
Q3218170 Português

O texto abaixo servirá de base para responder à questão.



Capacitismo: raro em nosso vocabulário, comum em nossa atitude

Rodrigo Hübner Mendes *


Lucas é um menino de dez anos que nasceu cego. Ao crescer, teve a oportunidade de estudar em uma escola comum e aprendeu a ler, a escrever, a brincar, a andar pelo mundo com autonomia e a se relacionar com outras pessoas, como qualquer criança de sua idade. Ele adora tocar piano, nadar e andar de skate. Um dia, Lucas realiza uma cirurgia que lhe proporciona a chance de passar a enxergar. Na primeira vez em que abre os olhos após essa operação, sua emoção é filmada e viraliza nas redes sociais.

Histórias de superação são sempre emocionantes e inspiradoras. Porém, no caso das pessoas com deficiência, parece haver uma única narrativa possível. Filmes, comerciais, novelas, noticiários e outros são roteirizados, em geral, a partir da história de uma pessoa com impedimentos físicos, sensoriais ou intelectuais que, a partir do seu esforço individual, supera as desvantagens impostas por sua condição.

O mito do herói concentra-se em vitórias sobre características as quais estão exclusivamente na personagem. Como se a própria deficiência fosse algo a ser vencido, ultrapassado. Ignorase a vasta quantidade de barreiras que estão ao redor da pessoa e cuja eliminação promove a inclusão. Lucas poderia já ser uma criança plena e feliz, bem antes de ter passado pela cirurgia.

Lembro-me de uma matéria da revista Trip, de setembro de 2020, em que a atriz e cadeirante Tabata Contri dizia como achava estranho ouvir frases como "Tão novinha, tão bonita e na cadeira de rodas". Ou mesmo "Por que você trabalha, por que não se aposenta?". O texto tratava de uma forma de preconceito e discriminação extremamente arraigada em nossa sociedade: o capacitismo.

Cunhado ainda em 1991, nos Estados Unidos, o termo capacitismo (ableism, em inglês) pode ser definido como "preconceito contra pessoas com deficiência". Esta é uma atualização que faço aqui da descrição publicada pelo U.S. News & World Report, de acordo com o Online Etimology Dictionary. Trata-se de uma estrutura de poder socialmente construída, o equivalente ao racismo ou machismo nas questões relacionadas a raça e gênero. O corpo sem deficiência seria considerado o "normal", ou seja, aquele condizente com a norma social, enquanto o corpo com deficiência seria o desviante, a ser corrigido. Normalmente, essa abordagem vem acompanhada de colocações que indicam uma visão angelical da pessoa e de infantilização.

A diversidade humana, seja racial, de gênero, sexualidade ou de características corporais, psicológicas etc., deve ser celebrada. É por meio dessas diferenças que somos capazes de construir trajetórias únicas e aprender uns com os outros. A convivência com a pluralidade contribui fortemente para o desenvolvimento de criatividade, inovação, diálogo e empatia – competências notoriamente imprescindíveis para que saibamos navegar pela profunda complexidade inerente à vida contemporânea. Ignorar esse fato representa perder o bonde da jornada rumo a uma sociedade mais civilizada.

*Mestre em gestão da diversidade humana pela Fundação Getúlio Vargas

Disponível em: https://www.uol.com.br/ecoa/colunas/rodrigo-mendes/2021/06/11/capacitismo-raro-em-nos so-vocabulario-comum-em-nossa-atitude.htm. Acesso em: 26 set. 2022. [Adaptado]
A linguagem empregada no texto
Alternativas
Q3218169 Português

O texto abaixo servirá de base para responder à questão.



Capacitismo: raro em nosso vocabulário, comum em nossa atitude

Rodrigo Hübner Mendes *


Lucas é um menino de dez anos que nasceu cego. Ao crescer, teve a oportunidade de estudar em uma escola comum e aprendeu a ler, a escrever, a brincar, a andar pelo mundo com autonomia e a se relacionar com outras pessoas, como qualquer criança de sua idade. Ele adora tocar piano, nadar e andar de skate. Um dia, Lucas realiza uma cirurgia que lhe proporciona a chance de passar a enxergar. Na primeira vez em que abre os olhos após essa operação, sua emoção é filmada e viraliza nas redes sociais.

Histórias de superação são sempre emocionantes e inspiradoras. Porém, no caso das pessoas com deficiência, parece haver uma única narrativa possível. Filmes, comerciais, novelas, noticiários e outros são roteirizados, em geral, a partir da história de uma pessoa com impedimentos físicos, sensoriais ou intelectuais que, a partir do seu esforço individual, supera as desvantagens impostas por sua condição.

O mito do herói concentra-se em vitórias sobre características as quais estão exclusivamente na personagem. Como se a própria deficiência fosse algo a ser vencido, ultrapassado. Ignorase a vasta quantidade de barreiras que estão ao redor da pessoa e cuja eliminação promove a inclusão. Lucas poderia já ser uma criança plena e feliz, bem antes de ter passado pela cirurgia.

Lembro-me de uma matéria da revista Trip, de setembro de 2020, em que a atriz e cadeirante Tabata Contri dizia como achava estranho ouvir frases como "Tão novinha, tão bonita e na cadeira de rodas". Ou mesmo "Por que você trabalha, por que não se aposenta?". O texto tratava de uma forma de preconceito e discriminação extremamente arraigada em nossa sociedade: o capacitismo.

Cunhado ainda em 1991, nos Estados Unidos, o termo capacitismo (ableism, em inglês) pode ser definido como "preconceito contra pessoas com deficiência". Esta é uma atualização que faço aqui da descrição publicada pelo U.S. News & World Report, de acordo com o Online Etimology Dictionary. Trata-se de uma estrutura de poder socialmente construída, o equivalente ao racismo ou machismo nas questões relacionadas a raça e gênero. O corpo sem deficiência seria considerado o "normal", ou seja, aquele condizente com a norma social, enquanto o corpo com deficiência seria o desviante, a ser corrigido. Normalmente, essa abordagem vem acompanhada de colocações que indicam uma visão angelical da pessoa e de infantilização.

A diversidade humana, seja racial, de gênero, sexualidade ou de características corporais, psicológicas etc., deve ser celebrada. É por meio dessas diferenças que somos capazes de construir trajetórias únicas e aprender uns com os outros. A convivência com a pluralidade contribui fortemente para o desenvolvimento de criatividade, inovação, diálogo e empatia – competências notoriamente imprescindíveis para que saibamos navegar pela profunda complexidade inerente à vida contemporânea. Ignorar esse fato representa perder o bonde da jornada rumo a uma sociedade mais civilizada.

*Mestre em gestão da diversidade humana pela Fundação Getúlio Vargas

Disponível em: https://www.uol.com.br/ecoa/colunas/rodrigo-mendes/2021/06/11/capacitismo-raro-em-nos so-vocabulario-comum-em-nossa-atitude.htm. Acesso em: 26 set. 2022. [Adaptado]
Em sua centralidade, o texto objetiva
Alternativas
Ano: 2023 Banca: CETAP Órgão: HOL Prova: CETAP - 2023 - HOL - Biomédico |
Q2427065 Biomedicina - Análises Clínicas

Em laboratório, muitas vezes é necessário o emprego de técnicas como cromatografia e eletroforese. Sobre essas técnicas, é incorreto afirmar que:

Alternativas
Ano: 2023 Banca: CETAP Órgão: HOL Prova: CETAP - 2023 - HOL - Biomédico |
Q2427064 Biomedicina - Análises Clínicas

A água é uma substância essencial para a sobrevivência dos organismos, ocorrendo naturalmente no planeta numa composição que favorece a vida. Entretanto, quando se trata de água para procedimentos laboratoriais, nem a água natural nem a potável tratada são adequadas. Isso posto, assinale a alternativa incorreta em relação à purificação de água.

Alternativas
Ano: 2023 Banca: CETAP Órgão: HOL Prova: CETAP - 2023 - HOL - Biomédico |
Q2427063 Biomedicina - Análises Clínicas

Sobre centrífugas, leitores de ELISA e termocicladores, é incorreto afirmar que:

Alternativas
Ano: 2023 Banca: CETAP Órgão: HOL Prova: CETAP - 2023 - HOL - Biomédico |
Q2427062 Biomedicina - Análises Clínicas

Diversos são os equipamentos utilizados em um laboratório de análises clínicas ou de pesquisa. Sobre o tema, assinale a alternativa incorreta.

Alternativas
Ano: 2023 Banca: CETAP Órgão: HOL Prova: CETAP - 2023 - HOL - Biomédico |
Q2427061 Biomedicina - Análises Clínicas

O Conselho Federal de Biomedicina institui o Código de Ética para o profissional Biomédico. Em relação ao Código de ética do Biomédico, assinale a alternativa incorreta.

Alternativas
Ano: 2023 Banca: CETAP Órgão: HOL Prova: CETAP - 2023 - HOL - Biomédico |
Q2427060 Biomedicina - Análises Clínicas

A fase pré-analítica tem grande importância em toda a cadeia laboratorial, pois é nessa fase que se deve ter atenção especial com o paciente e principalmente nos procedimentos para a obtenção da amostra necessária. Sobre a escolha, coleta e conservação de amostra para diagnóstico laboratorial, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Ano: 2023 Banca: CETAP Órgão: HOL Prova: CETAP - 2023 - HOL - Biomédico |
Q2427059 Biomedicina - Análises Clínicas

O exame de urina constitui um recurso laboratorial de largo emprego na clínica, sendo capaz de fornecer valiosos elementos à elucidação diagnóstica. Sobre urinálise, todas as alternativas estão corretas, exceto:

Alternativas
Ano: 2023 Banca: CETAP Órgão: HOL Prova: CETAP - 2023 - HOL - Biomédico |
Q2427058 Biomedicina - Análises Clínicas

Sobre o diagnóstico laboratorial de doenças virais e fúngicas, assinale a alternativa incorreta.

Alternativas
Ano: 2023 Banca: CETAP Órgão: HOL Prova: CETAP - 2023 - HOL - Biomédico |
Q2427057 Biomedicina - Análises Clínicas

No laboratório de microbiologia, uma das etapas fundamentais para assertividade dos resultados obtidos é a preparação e conservação de meios de cultura. Sobre o assunto, assinale a alternativa incorreta.

Alternativas
Ano: 2023 Banca: CETAP Órgão: HOL Prova: CETAP - 2023 - HOL - Biomédico |
Q2427056 Biomedicina - Análises Clínicas

No âmbito da Microbiologia Médica, diversos exames podem ser solicitados com o objetivo de identificar patógenos bacterianos em amostras biológicas. Para coprocultura e urocultura, leia as alternativas seguintes e assinale a incorreta.

Alternativas
Ano: 2023 Banca: CETAP Órgão: HOL Prova: CETAP - 2023 - HOL - Biomédico |
Q2427055 Biomedicina - Análises Clínicas

Várias habilitações foram atribuídas ao Biomédico ao longo dos anos desde a regulamentação da profissão. Hoje, uma das áreas de atuação biomédica ocorre através da análise microbiológica de água e alimentos. Sobre o tema, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Ano: 2023 Banca: CETAP Órgão: HOL Prova: CETAP - 2023 - HOL - Biomédico |
Q2427054 Biomedicina - Análises Clínicas

A Imunologia Clínica baseia-se na compreensão dos mecanismos de interação entre o hospedeiro e o patógeno e tem o papel de investigar e orientar o profissional no diagnóstico das patogenicidades através de resultados de exames laboratoriais. Sobre os testes laboratoriais aplicados à imunologia clínica, assinale a alternativa incorreta.

Alternativas
Ano: 2023 Banca: CETAP Órgão: HOL Prova: CETAP - 2023 - HOL - Biomédico |
Q2427053 Biomedicina - Análises Clínicas

Sem dúvida, a Hematologia é um dos setores com enorme volumetria de exames nos laboratórios de análises clínicas. Sobre os testes hematológicos, assinale a alternativa incorreta.

Alternativas
Respostas
3201: A
3202: A
3203: A
3204: A
3205: A
3206: A
3207: A
3208: E
3209: E
3210: A
3211: D
3212: D
3213: C
3214: D
3215: E
3216: D
3217: C
3218: E
3219: D
3220: E