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A figura a seguir refere‐se às questões 19 e 20.
A charge a seguir aborda problemas de energia nos dias de hoje.
Na charge, a expressão facial do personagem demonstra
A figura a seguir refere‐se às questões 19 e 20.
A charge a seguir aborda problemas de energia nos dias de hoje.
País precisa racionalizar
consumo de eletricidade?
Há previsão de chuvas para a maior parte das regiões do país nos próximos dias. Ainda assim, por força da longa estiagem que afetou o Sudeste e o Centro‐Oeste, o Operador Nacional do Sistema Elétrico (NOS) trabalha com uma estimativa de que no atual período úmido o volume de chuvas não ultrapasse 67% da média histórica nas áreas que abrigam os principais reservatórios das hidrelétricas.
No Sudoeste, o volume de água acumulada nos reservatórios caiu para o mesmo patamar registrado em igual período em 2001 (34%), ano em que o país teve de recorrer a um programa de racionamento de eletricidade. Desde então muita coisa aconteceu para reduzir a necessidade de um novo racionamento. Linhas de transmissão foram instaladas, aumentando a capacidade de transferência de eletricidade de uma região para outra (em 2001, de fato, a energia que sobrava no Sul ou no Norte não pôde ser transferida para o Sudeste e o Nordeste). O parque gerador também recebeu considerável reforço de usinas termoelétricas e há uma crescente contribuição da energia eólica, ainda que em termos relativos essa participação não ultrapasse 1% da eletricidade consumida.
Mas a verdade é que a oferta de energia depende agora dos humores de São Pedro. A hidroeletricidade responde por mais de 70% da capacidade de geração, e praticamente todas as novas usinas hidráulicas operam a fio d’água, ou seja, dependem da vazão dos rios. Se estivessem concluídas, as usinas de Jirau e Santo Antônio, no Madeira, e Belo Monte, no Xingu, poderiam estar operando a plena capacidade em face da grande cheia dos rios que as abastecem.
Os reservatórios remanescentes não mais asseguram o suprimento de eletricidade do país por vários anos, e sim por meses.
Em pleno período úmido, quando a ocorrência de chuvas abundantes ainda é possível, talvez não faça sentido a adoção já de um plano de racionamento de energia. Com a economia crescendo pouco, o racionamento precipitado poderia ter impacto negativo desnecessário sobre a produção, já debilitada por outros fatores. No entanto, como a situação dos reservatórios está em ponto crítico e a previsão de chuvas é incerta, o mínimo que se deveria esperar das autoridades seria um esforço em prol da racionalização do uso de energia, como primeira iniciativa. No passado, a população e os setores produtivos deram provas de que respondem com presteza aos estímulos à racionalização do consumo de eletricidade. E, se preciso for, todos estariam preparados para o racionamento, em um segundo momento.
O que não pode é o governo ficar de braços cruzados, por causa do ano eleitoral, fingindo que não há qualquer risco de desabastecimento. Por causa de seus interesses políticos, o governo não deveria jogar com a sorte e expor a população a uma situação com consequências muito sérias se o país tiver de ser submetido, mais tarde, a um forte racionamento de energia.
(Opinião, O Globo, 07/03/2014)
A partir da leitura do texto “País precisa racionalizar consumo de eletricidade?” e da análise da charge, avalie as afirmativas a seguir.
I. A crise energética pode provocar o aumento do custo da energia.
II. A longa estiagem abre a possibilidade de racionamento de energia.
III. A crise energética pode levar a cortes no fornecimento de energia.
Assinale:
Observe o mapa.

(Disponível em: www.ultimosegundo.ig.com.br)
A última edição do horário de verão, encerrada em 15 de fevereiro de 2014, propiciou uma redução de aproximadamente 4,1% da demanda por energia e uma economia de R$ 405 milhões, segundo nota divulgada pelo Operador
Nacional do Sistema Elétrico (ONS). O mapa destaca as unidades federadas abrangidas pelo horário de verão e sua
leitura político-geográfica correta nos permite afirmar que
( ) Após o incêndio, o Congresso Nacional elaborou e aprovou uma lei que finalmente regulamentou os eventos em espaços públicos no Brasil, com uma série de exigências, como a contratação de profissionais especializados em combate a incêndios.
( ) Foram considerados fatos que agravavam a tragédia; a falta de saída de emergências suficientes para a lotação do espaço e, segundo denúncia de muitos sobreviventes, o fato dos seguranças terem dificultado a liberação das pessoas que não pagaram suas despesas.
( ) O incêndio ocorreu na boate Kiss, no município de Santa Maria, e teve início quando uma faísca de um artefato pirotécnico utilizado pela banda que se apresentava na festa atingiu o forro do teto, que tinha revestimento acústico feito com material altamente inflamável.
( ) Todos os envolvidos no inquérito aberto pelo Ministério Público, a saber, proprietários da boate, integrantes da banda de música que acendeu o artefato pirotécnico causador do incêndio, Corpo de Bombeiros do RS e Prefeitura de Santa Maria já foram condenados por homicídio doloso.
A sequência está correta em