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Q3649795 Raciocínio Lógico
André encontrou um papel rasgado com os três últimos números do telefone de um amigo faltando. Ao tentar lembrar, ele disse que esses três números correspondiam ao vigésimo terceiro antecessor de 798. Qual é o número que estava faltando e que corresponde ao 23º antecessor de 798?
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Q3649794 Português
Assinale a alternativa em que a forma proposta entre parênteses substitui corretamente o verbo destacado na frase, de acordo com a normapadrão. 
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Q3649793 Português
Assinale a alternativa em que o emprego da palavra destacada está de acordo com a normapadrão da Língua Portuguesa.
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Q3649792 Português
Assinale a alternativa que apresenta uma frase contendo uma interjeição que expressa o sentido de desejo.
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Q3649791 Português
Estabeleça a relação entre os enunciados abaixo, de acordo com a função exercida pela palavra destacada. A seguir, assinale a alternativa que apresenta a correspondência correta obtida.
(I) Função adjetiva, qualificando um nome.
(II) Função adverbial, indicando uma circunstância da ação.
( ) Foi feita uma proposta de solução amigável para o caso.
( ) O caramujo é um animal muito lento.
( ) Considero o acordo muito justo para aquelas circunstâncias.
( ) O processo no tribunal transcorreu muito lento.
( ) Minha colega reagiu rápido ao chamado do seu patrão.
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Q3649790 Português
Analise o emprego das palavras identificadas nas frases abaixo e assinale a afirmativa correta.
- Não sabemos ao certo o motivo por que(1) tantas pessoas se desentendem na atualidade.
- Será que as pessoas se desentendem porque(2) falta mais humanidade?
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Q3649789 Português
Assinale a alternativa cujas palavras preenchem corretamente as lacunas do trecho abaixo, na mesma ordem em que se encontram:
“Foi feita uma _______ ao pedido da comunidade, sem que tenha sido um _______ para os brasileiros e para os _______.” 
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Q3649788 Português
Assinale a alternativa que apresenta corretamente, entre parênteses, um sinônimo para a palavra destacada na frase.
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Q3649787 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Dois amigos e um chato

        Os dois estavam tomando um cafezinho no boteco da esquina, antes de partirem para as suas respectivas repartições. Um tinha um nome fácil: era o Zé. O outro (...) era o Flaudemíglio.

        Acabado o café o Zé perguntou:

        – Vais pra cidade? 
        - Vou – respondeu Flaudemíglio, acrescentando: – Mas vou pegar o 434, que vai pela Lapa. Eu tenho que entregar uma urinazinha de minha mulher no laboratório da Associação, que é ali na Mem de Sá.

        Zé acendeu um cigarro e olhou para a fila do 474, que ia direto pro centro e, por isso, era a fila mais piruada. Tinha gente às pampas.

        – Vens comigo? – quis saber Flaudemíglio.

        – Não – disse o Zé: – Eu estou atrasado e vou pegar um direto ao centro.

        – Então tá – concordou Flaudemíglio, olhando para a outra esquina e, vendo que já vinha o que passava pela Lapa: – Chi! Lá vem o meu… – e correu para o ponto de parada, fazendo sinal para o ônibus parar.

        Foi aí que, segurando o guarda-chuva, um embrulho e mais o vidrinho da urinazinha (como ele carinhosamente chamava o material recolhido pela mulher na véspera para o exame de laboratório…), foi aí que o Flaudemíglio se atrapalhou e deixou cair algo no chão.

        O motorista (...) já ia botando o carro em movimento, não dando tempo ao passageiro para apanhar o que caíra. Flaudemíglio só teve tempo de berrar para o amigo:

        – Zé, caiu minha carteira de identidade. Apanha e me entrega logo mais.

        O 434 seguiu e Zé atravessou a rua, para apanhar a carteira do outro. Já estava chegando perto quando um cidadão magrelo e antipático (...) apanhou a carteira de Flaudemíglio.

        – Por favor, cavalheiro, essa carteira é de um amigo meu – disse o Zé estendendo a mão.

        Mas (...) não entregou. Examinou a carteira e depois perguntou: – Como é o nome do seu amigo?

        – Flaudemíglio – respondeu o Zé.

        – Flaudemíglio de quê? – insistiu o chato.

        Mas o Zé deu-lhe um safanão e tomou-lhe a carteira, dizendo: – Ora, seu cretino, quem acerta Flaudemíglio não precisa acertar mais nada!

PONTE PRETA, Stanislaw. Dois amigos e um chato. Disponível em https://contobrasileiro.com.br/dois-amigos-e-um-chato-cronica-de-stanislaw-ponte-preta/. 
“Foi aí que, segurando o guarda-chuva, um embrulho e mais o vidrinho da urinazinha (como ele carinhosamente chamava o material recolhido pela mulher na véspera para o exame de laboratório…), foi aí que o Flaudemíglio se atrapalhou e deixou cair algo no chão.”
A repetição da expressão destacada no trecho acima, transcrito do texto, indica que o autor:
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Q3649786 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Dois amigos e um chato

        Os dois estavam tomando um cafezinho no boteco da esquina, antes de partirem para as suas respectivas repartições. Um tinha um nome fácil: era o Zé. O outro (...) era o Flaudemíglio.

        Acabado o café o Zé perguntou:

        – Vais pra cidade? 
        - Vou – respondeu Flaudemíglio, acrescentando: – Mas vou pegar o 434, que vai pela Lapa. Eu tenho que entregar uma urinazinha de minha mulher no laboratório da Associação, que é ali na Mem de Sá.

        Zé acendeu um cigarro e olhou para a fila do 474, que ia direto pro centro e, por isso, era a fila mais piruada. Tinha gente às pampas.

        – Vens comigo? – quis saber Flaudemíglio.

        – Não – disse o Zé: – Eu estou atrasado e vou pegar um direto ao centro.

        – Então tá – concordou Flaudemíglio, olhando para a outra esquina e, vendo que já vinha o que passava pela Lapa: – Chi! Lá vem o meu… – e correu para o ponto de parada, fazendo sinal para o ônibus parar.

        Foi aí que, segurando o guarda-chuva, um embrulho e mais o vidrinho da urinazinha (como ele carinhosamente chamava o material recolhido pela mulher na véspera para o exame de laboratório…), foi aí que o Flaudemíglio se atrapalhou e deixou cair algo no chão.

        O motorista (...) já ia botando o carro em movimento, não dando tempo ao passageiro para apanhar o que caíra. Flaudemíglio só teve tempo de berrar para o amigo:

        – Zé, caiu minha carteira de identidade. Apanha e me entrega logo mais.

        O 434 seguiu e Zé atravessou a rua, para apanhar a carteira do outro. Já estava chegando perto quando um cidadão magrelo e antipático (...) apanhou a carteira de Flaudemíglio.

        – Por favor, cavalheiro, essa carteira é de um amigo meu – disse o Zé estendendo a mão.

        Mas (...) não entregou. Examinou a carteira e depois perguntou: – Como é o nome do seu amigo?

        – Flaudemíglio – respondeu o Zé.

        – Flaudemíglio de quê? – insistiu o chato.

        Mas o Zé deu-lhe um safanão e tomou-lhe a carteira, dizendo: – Ora, seu cretino, quem acerta Flaudemíglio não precisa acertar mais nada!

PONTE PRETA, Stanislaw. Dois amigos e um chato. Disponível em https://contobrasileiro.com.br/dois-amigos-e-um-chato-cronica-de-stanislaw-ponte-preta/. 
Os últimos parágrafos do texto “Dois amigos e um chato”, que formam o seu desfecho, indicam que: 
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Q3649785 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Dois amigos e um chato

        Os dois estavam tomando um cafezinho no boteco da esquina, antes de partirem para as suas respectivas repartições. Um tinha um nome fácil: era o Zé. O outro (...) era o Flaudemíglio.

        Acabado o café o Zé perguntou:

        – Vais pra cidade? 
        - Vou – respondeu Flaudemíglio, acrescentando: – Mas vou pegar o 434, que vai pela Lapa. Eu tenho que entregar uma urinazinha de minha mulher no laboratório da Associação, que é ali na Mem de Sá.

        Zé acendeu um cigarro e olhou para a fila do 474, que ia direto pro centro e, por isso, era a fila mais piruada. Tinha gente às pampas.

        – Vens comigo? – quis saber Flaudemíglio.

        – Não – disse o Zé: – Eu estou atrasado e vou pegar um direto ao centro.

        – Então tá – concordou Flaudemíglio, olhando para a outra esquina e, vendo que já vinha o que passava pela Lapa: – Chi! Lá vem o meu… – e correu para o ponto de parada, fazendo sinal para o ônibus parar.

        Foi aí que, segurando o guarda-chuva, um embrulho e mais o vidrinho da urinazinha (como ele carinhosamente chamava o material recolhido pela mulher na véspera para o exame de laboratório…), foi aí que o Flaudemíglio se atrapalhou e deixou cair algo no chão.

        O motorista (...) já ia botando o carro em movimento, não dando tempo ao passageiro para apanhar o que caíra. Flaudemíglio só teve tempo de berrar para o amigo:

        – Zé, caiu minha carteira de identidade. Apanha e me entrega logo mais.

        O 434 seguiu e Zé atravessou a rua, para apanhar a carteira do outro. Já estava chegando perto quando um cidadão magrelo e antipático (...) apanhou a carteira de Flaudemíglio.

        – Por favor, cavalheiro, essa carteira é de um amigo meu – disse o Zé estendendo a mão.

        Mas (...) não entregou. Examinou a carteira e depois perguntou: – Como é o nome do seu amigo?

        – Flaudemíglio – respondeu o Zé.

        – Flaudemíglio de quê? – insistiu o chato.

        Mas o Zé deu-lhe um safanão e tomou-lhe a carteira, dizendo: – Ora, seu cretino, quem acerta Flaudemíglio não precisa acertar mais nada!

PONTE PRETA, Stanislaw. Dois amigos e um chato. Disponível em https://contobrasileiro.com.br/dois-amigos-e-um-chato-cronica-de-stanislaw-ponte-preta/. 
Em relação ao texto “Dois amigos e um chato”, é correto afirmar que ele é predominantemente:
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Q3593146 Técnicas em Laboratório
Para avaliar o segundo tempo de hemostasia, também chamado de tempo plasmático, um dos principais exames é a:
Alternativas
Q3593144 Técnicas em Laboratório
Em relação ao diagnóstico por detecção direta do HIV, assinalar a alternativa que preenche a lacuna abaixo CORRETAMENTE.
A detecção do antígeno p24 do HIV-1 ou de RNA ou DNA desempenha um papel importante quando a detecção de anticorpos não é possível. São especialmente úteis para o diagnóstico em crianças com idade inferior a _______ meses e na infecção aguda em adultos.
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Q3593143 Técnicas em Laboratório
Assinalar a alternativa que apresenta um dos erros da fase pré-analítica.
Alternativas
Q3593142 Técnicas em Laboratório

A diluição em placas é realizada a partir de uma amostra líquida (água, leite, urina ou outra) ou da homogeneização inicial da amostra em um diluente apropriado (solo, talco, carne ou outro). Em seguida, 1mL da amostra é adicionado a 9mL de salina. Após plaqueamento e incubação, procede-se à contagem na placa em relação ao número de colônias mais adequado. No exemplo apresentado na figura abaixo, a contagem foi realizada através da diluição de 104 , onde foram contabilizadas 36 colônias, o que equivale a:


Imagem associada para resolução da questão


Fonte: Alane Beatriz Vermelho, Antônio Pereira, Rosalie Coelho, Thaïs SoutoPadrón. Práticas de Microbiologia.  

Alternativas
Q3593141 Técnicas em Laboratório
O cálcio ionizado, iônico ou livre corresponde à porção de íons de cálcio presente na parte aquosa do plasma e que não está ligada às proteínas ou outras moléculas. O cálcio ionizado é reconhecido como o melhor indicador de avaliação fisiológica do cálcio no sangue. Sobre os motivos para a sua solicitação, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.
( ) Monitoramento de pacientes em situações críticas.
( ) Rotina diagnóstica.
( ) Pesquisa.
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Q3593140 Técnicas em Laboratório
O meio de cultura consiste em um material nutritivo, preparado em laboratório, que se destina ao cultivo artificial dos microrganismos, devendo, portanto, fornecer os nutrientes indispensáveis a seu crescimento. Pode ser líquido, sólido ou semissólido. Sobre os meios de cultura, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.
( ) Os meios sólidos são acrescidos de um agente solidificante, o ágar, normalmente na concentração de 1 a 2%. Geralmente são acondicionados em tubos de vidro na forma de ágar inclinado ou em placas de Petri.
( ) Os meios semissólidos contêm ágar em concentrações menores, em torno de 0,3 a 0,5%. Normalmente são distribuídos em tubos de vidro na posição vertical. 
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Q3593137 Técnicas em Laboratório

As técnicas mais comuns para isolamento de microrganismos em cultura pura são o esgotamento e as diluições em placas. Ambas se baseiam no princípio de que uma célula microbiana isolada, ou um único esporo, quando depositados em um meio de cultura sólido adequado, resultará em um agrupamento macroscopicamente visível chamado colônia. A figura abaixo mostra uma dessas técnicas.


Considerando o exposto, assinalar a alternativa que preenche as lacunas abaixo CORRETAMENTE.


A técnica de esgotamento em _____________ é adequada para ______________ de microrganismos.



Imagem associada para resolução da questão


Fonte: Alane Beatriz Vermelho, Antônio Pereira, Rosalie Coelho, Thaïs SoutoPadrón. Práticas de Microbiologia. 

Alternativas
Q3593135 Técnicas em Laboratório
Em conformidade com a Resolução RDC nº 786/2023, o conjunto de medições efetuadas em um grupo de amostras em intervalo de tempo pré-determinado, sob as mesmas condições de repetibilidade, tais como método, analista, instrumentação, local e condições de utilização, é denominado:
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Respostas
321: A
322: B
323: A
324: B
325: A
326: E
327: D
328: D
329: B
330: C
331: B
332: E
333: B
334: B
335: A
336: B
337: B
338: C
339: D
340: C