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Entre as necessidades básicas do paciente, a locomoção é fundamental. Na situação descrita, o paciente deve realizar atividade física irrestrita para que haja melhora no suprimento sanguíneo arterial e conseqüente melhora da fraqueza.
A angina pectoris é um quadro de oclusão da artéria coronária que leva à destruição do tecido miocárdio em função da falta de suprimento sanguíneo.
A alimentação de paciente por sonda nasogástrica são suficientes os seguintes materiais: bandeja contendo copo com água, gaze, pinça Pean e impermeável forrado.
Um dos sinais mais importantes que indicam a formação de escaras é a palidez da pele no local que sofreu pressão, indicando a falta de circulação de sangue adequada para aquela região.
O conforto físico é uma necessidade básica que pode ser proporcionada evitando-se, entre outros desconfortos, odores desagradáveis, barulho, mau posicionamento, exposição a correntes de ar e roupas de cama enrugadas e(ou) molhadas.
São causas de formação de escaras: a umidade, a fricção, o edema, a pressão constante sobre pequenas áreas e a força de cisalhamento.
Freqüentemente, pacientes que necessitam de auxílio em sua locomoção apresentam risco de lesão de pele, sendo fundamental, nesse caso, a inspeção diária nos locais que sofrem pressão a fim de se detectar problemas cutâneos.
A limpeza do material contaminado deve começar pela aplicação do produto químico (desinfetante ou esterilizante), seguida da realização de limpeza de possíveis crostas de matéria orgânica presentes.
Os métodos de limpeza de áreas hospitalares podem ser classificados em varredura — que visa a remoção da sujeira do chão e pode ser feita com vassoura ou rodo envolto em pano úmido — e lavagem com água e detergente — que pode ser feita manualmente ou mediante o uso de máquinas.
Processos de limpeza e desinfecção são indicados para artigos críticos, aqueles que entram em contato com a mucosa íntegra e pele não intacta, como os endoscópios.
Pode-se utilizar o método de pasteurização para a desinfecção de circuitos de respiradores.
Desinfecção é o processo de destruição dos microrganismos em estado vegetativo e esporos, utilizando-se agentes físicos ou químicos.
Nos casos de atendimento a vítima de trauma craniencefálico, deve-se imobilizar a coluna cervical com colar cervical, impedir que haja dobramento da coluna vertebral, manter as vias aéreas permeáveis e pesquisar outras lesões.
Em condições normais, a verificação do pulso pode ser realizada mediante palpação da artéria radial, em ponto localizado na porção lateral do antebraço ou no punho. Entretanto, caso seja necessário mobilizar o paciente com trauma, deve-se preterir essa artéria e dar preferência à verificação do pulso carotídeo.
No caso de o paciente apresentar fraturas, recomenda-se movimentar o mínimo possível o membro afetado, não remover o paciente antes de imobilizar a área afetada e não tentar recolocar o osso em seu local correto.
A avaliação de um paciente com problemas clínicos e de outro com trauma deve seguir a seqüência: obter a história clínica, fazer o exame físico e verificar os sinais vitais.
Ao chegar no local do acidente, o socorrista deve, imediatamente, realizar a avaliação inicial de trauma do paciente.
A criança infectada pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV) pode receber todas as vacinas previstas no esquema básico de vacinação.
A vacina contra a raiva de uso humano deve ser administrada por via intramuscular, de preferência na região do deltóide, na face externa superior do braço. Em crianças com até dois anos de idade, pode-se fazê-lo na região do glúteo.
A administração da vacina contra a febre amarela deve ser feita em crianças com menos de quatro meses de idade, pois, durante esse período, existe a proteção dos anticorpos da mãe, que diminuem as chances de que ocorram lesões neurológicas.