Questões de Concurso Para auxiliar de enfermagem

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Q1110592 Enfermagem
O acolhimento, previsto como uma das diretrizes da Política Nacional de Humanização, deve ser realizado de modo a garantir que todos sejam atendidos com prioridade a partir da avaliação de
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Q1110591 Enfermagem
Qual é a definição de redes de atenção à saúde?
Alternativas
Q1110590 Saúde Pública

Um dos campos de atuação do SUS, descritos na Lei Nº 8.080, de 1990, é a vigilância epidemiológica.

Qual é a definição de vigilância epidemiológica?

Alternativas
Q1110589 Saúde Pública
O acesso ao Sistema Único de Saúde é
Alternativas
Q1110588 Saúde Pública
São diretrizes do SUS, previstas na Constituição Federal de 1988, exceto:
Alternativas
Q1110587 Português

                  Ele tinha 250 pontos de QI e se tornou professor da 

                        Universidade Harvard com apenas 16 anos.

                             Mas sua vida não foi das mais felizes


O americano William James Sidis, que nasceu em 1898 em Nova York, foi a pessoa mais inteligente de todos os tempos – pelo menos segundo os testes de QI. Ele ficou famoso por realizar proezas mentais espantosas e pelo seu quociente de inteligência, que foi estimado em 250 pontos (2,5 vezes maior que a média da população, 100 pontos).

Aos 18 meses de idade, William já sabia ler; aos 2, aprendeu sozinho latim e, aos 3, grego. Aos 11 anos, ganhou uma vaga na Universidade Harvard. Formou-se com louvor aos 16 anos e se tornou o professor mais novo da instituição. Falava 40 línguas. Tudo estava encaminhado para que ele tivesse um futuro brilhante. Mas William não quis. Ele se dizia traumatizado pelo passado como criança prodígio, e decidiu renegar tudo o que lembrasse aquilo.

Pediu demissão e passou o resto da vida pulando entre empregos braçais, que não exploravam sua inteligência descomunal: trabalhou operando máquinas e como chapeiro numa lanchonete. Recusava-se a pensar em matemática ou a resolver equações de cabeça, tarefa impossível para uma pessoa comum – coisa que ele passou a infância fazendo. Para se sentir normal, colecionava miniaturas de bondes e estudava a história de Boston. Tinha nojo de sexo e fez voto de castidade ainda na adolescência. Vestia uma mesma túnica no inverno e verão e não era afeito ao banho. Morreu aos 46 anos, virgem, de hemorragia cerebral.

SANTI, Alexandre. SuperInteressante. Disponível em:<http://twixar.me/hRn3> . Acesso em: 16 fev. 2018 (Adaptação).

Releia o trecho a seguir.

“[...] maior que a média da população, 100 pontos [...]”

A seguir, analise as afirmativas.


I. A vírgula pode ser substituída por dois-pontos.

II. O excerto destacado é um aposto.

III. A vírgula isola um trecho que explica outro.


De acordo com o trecho e com a norma-padrão, estão corretas as afirmativas

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Q1110586 Português

                  Ele tinha 250 pontos de QI e se tornou professor da 

                        Universidade Harvard com apenas 16 anos.

                             Mas sua vida não foi das mais felizes


O americano William James Sidis, que nasceu em 1898 em Nova York, foi a pessoa mais inteligente de todos os tempos – pelo menos segundo os testes de QI. Ele ficou famoso por realizar proezas mentais espantosas e pelo seu quociente de inteligência, que foi estimado em 250 pontos (2,5 vezes maior que a média da população, 100 pontos).

Aos 18 meses de idade, William já sabia ler; aos 2, aprendeu sozinho latim e, aos 3, grego. Aos 11 anos, ganhou uma vaga na Universidade Harvard. Formou-se com louvor aos 16 anos e se tornou o professor mais novo da instituição. Falava 40 línguas. Tudo estava encaminhado para que ele tivesse um futuro brilhante. Mas William não quis. Ele se dizia traumatizado pelo passado como criança prodígio, e decidiu renegar tudo o que lembrasse aquilo.

Pediu demissão e passou o resto da vida pulando entre empregos braçais, que não exploravam sua inteligência descomunal: trabalhou operando máquinas e como chapeiro numa lanchonete. Recusava-se a pensar em matemática ou a resolver equações de cabeça, tarefa impossível para uma pessoa comum – coisa que ele passou a infância fazendo. Para se sentir normal, colecionava miniaturas de bondes e estudava a história de Boston. Tinha nojo de sexo e fez voto de castidade ainda na adolescência. Vestia uma mesma túnica no inverno e verão e não era afeito ao banho. Morreu aos 46 anos, virgem, de hemorragia cerebral.

SANTI, Alexandre. SuperInteressante. Disponível em:<http://twixar.me/hRn3> . Acesso em: 16 fev. 2018 (Adaptação).

Assinale a alternativa em que o verbo destacado não está no mesmo tempo verbal que os demais.
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Q1110585 Português

                  Ele tinha 250 pontos de QI e se tornou professor da 

                        Universidade Harvard com apenas 16 anos.

                             Mas sua vida não foi das mais felizes


O americano William James Sidis, que nasceu em 1898 em Nova York, foi a pessoa mais inteligente de todos os tempos – pelo menos segundo os testes de QI. Ele ficou famoso por realizar proezas mentais espantosas e pelo seu quociente de inteligência, que foi estimado em 250 pontos (2,5 vezes maior que a média da população, 100 pontos).

Aos 18 meses de idade, William já sabia ler; aos 2, aprendeu sozinho latim e, aos 3, grego. Aos 11 anos, ganhou uma vaga na Universidade Harvard. Formou-se com louvor aos 16 anos e se tornou o professor mais novo da instituição. Falava 40 línguas. Tudo estava encaminhado para que ele tivesse um futuro brilhante. Mas William não quis. Ele se dizia traumatizado pelo passado como criança prodígio, e decidiu renegar tudo o que lembrasse aquilo.

Pediu demissão e passou o resto da vida pulando entre empregos braçais, que não exploravam sua inteligência descomunal: trabalhou operando máquinas e como chapeiro numa lanchonete. Recusava-se a pensar em matemática ou a resolver equações de cabeça, tarefa impossível para uma pessoa comum – coisa que ele passou a infância fazendo. Para se sentir normal, colecionava miniaturas de bondes e estudava a história de Boston. Tinha nojo de sexo e fez voto de castidade ainda na adolescência. Vestia uma mesma túnica no inverno e verão e não era afeito ao banho. Morreu aos 46 anos, virgem, de hemorragia cerebral.

SANTI, Alexandre. SuperInteressante. Disponível em:<http://twixar.me/hRn3> . Acesso em: 16 fev. 2018 (Adaptação).

Assinale a alternativa que indica a característica que está presente no texto.
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Q1110584 Português

                  Ele tinha 250 pontos de QI e se tornou professor da 

                        Universidade Harvard com apenas 16 anos.

                             Mas sua vida não foi das mais felizes


O americano William James Sidis, que nasceu em 1898 em Nova York, foi a pessoa mais inteligente de todos os tempos – pelo menos segundo os testes de QI. Ele ficou famoso por realizar proezas mentais espantosas e pelo seu quociente de inteligência, que foi estimado em 250 pontos (2,5 vezes maior que a média da população, 100 pontos).

Aos 18 meses de idade, William já sabia ler; aos 2, aprendeu sozinho latim e, aos 3, grego. Aos 11 anos, ganhou uma vaga na Universidade Harvard. Formou-se com louvor aos 16 anos e se tornou o professor mais novo da instituição. Falava 40 línguas. Tudo estava encaminhado para que ele tivesse um futuro brilhante. Mas William não quis. Ele se dizia traumatizado pelo passado como criança prodígio, e decidiu renegar tudo o que lembrasse aquilo.

Pediu demissão e passou o resto da vida pulando entre empregos braçais, que não exploravam sua inteligência descomunal: trabalhou operando máquinas e como chapeiro numa lanchonete. Recusava-se a pensar em matemática ou a resolver equações de cabeça, tarefa impossível para uma pessoa comum – coisa que ele passou a infância fazendo. Para se sentir normal, colecionava miniaturas de bondes e estudava a história de Boston. Tinha nojo de sexo e fez voto de castidade ainda na adolescência. Vestia uma mesma túnica no inverno e verão e não era afeito ao banho. Morreu aos 46 anos, virgem, de hemorragia cerebral.

SANTI, Alexandre. SuperInteressante. Disponível em:<http://twixar.me/hRn3> . Acesso em: 16 fev. 2018 (Adaptação).

Releia o trecho a seguir.

“Vestia uma mesma túnica no inverno e verão e não era afeito ao banho.”

Nesse trecho, o autor informa que Sidis

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Q1110583 Português

                  Ele tinha 250 pontos de QI e se tornou professor da 

                        Universidade Harvard com apenas 16 anos.

                             Mas sua vida não foi das mais felizes


O americano William James Sidis, que nasceu em 1898 em Nova York, foi a pessoa mais inteligente de todos os tempos – pelo menos segundo os testes de QI. Ele ficou famoso por realizar proezas mentais espantosas e pelo seu quociente de inteligência, que foi estimado em 250 pontos (2,5 vezes maior que a média da população, 100 pontos).

Aos 18 meses de idade, William já sabia ler; aos 2, aprendeu sozinho latim e, aos 3, grego. Aos 11 anos, ganhou uma vaga na Universidade Harvard. Formou-se com louvor aos 16 anos e se tornou o professor mais novo da instituição. Falava 40 línguas. Tudo estava encaminhado para que ele tivesse um futuro brilhante. Mas William não quis. Ele se dizia traumatizado pelo passado como criança prodígio, e decidiu renegar tudo o que lembrasse aquilo.

Pediu demissão e passou o resto da vida pulando entre empregos braçais, que não exploravam sua inteligência descomunal: trabalhou operando máquinas e como chapeiro numa lanchonete. Recusava-se a pensar em matemática ou a resolver equações de cabeça, tarefa impossível para uma pessoa comum – coisa que ele passou a infância fazendo. Para se sentir normal, colecionava miniaturas de bondes e estudava a história de Boston. Tinha nojo de sexo e fez voto de castidade ainda na adolescência. Vestia uma mesma túnica no inverno e verão e não era afeito ao banho. Morreu aos 46 anos, virgem, de hemorragia cerebral.

SANTI, Alexandre. SuperInteressante. Disponível em:<http://twixar.me/hRn3> . Acesso em: 16 fev. 2018 (Adaptação).

Assinale a alternativa em que as palavras dos pares a seguir não são acentuadas pela mesma regra de acentuação.
Alternativas
Q1110582 Português

                  Ele tinha 250 pontos de QI e se tornou professor da 

                        Universidade Harvard com apenas 16 anos.

                             Mas sua vida não foi das mais felizes


O americano William James Sidis, que nasceu em 1898 em Nova York, foi a pessoa mais inteligente de todos os tempos – pelo menos segundo os testes de QI. Ele ficou famoso por realizar proezas mentais espantosas e pelo seu quociente de inteligência, que foi estimado em 250 pontos (2,5 vezes maior que a média da população, 100 pontos).

Aos 18 meses de idade, William já sabia ler; aos 2, aprendeu sozinho latim e, aos 3, grego. Aos 11 anos, ganhou uma vaga na Universidade Harvard. Formou-se com louvor aos 16 anos e se tornou o professor mais novo da instituição. Falava 40 línguas. Tudo estava encaminhado para que ele tivesse um futuro brilhante. Mas William não quis. Ele se dizia traumatizado pelo passado como criança prodígio, e decidiu renegar tudo o que lembrasse aquilo.

Pediu demissão e passou o resto da vida pulando entre empregos braçais, que não exploravam sua inteligência descomunal: trabalhou operando máquinas e como chapeiro numa lanchonete. Recusava-se a pensar em matemática ou a resolver equações de cabeça, tarefa impossível para uma pessoa comum – coisa que ele passou a infância fazendo. Para se sentir normal, colecionava miniaturas de bondes e estudava a história de Boston. Tinha nojo de sexo e fez voto de castidade ainda na adolescência. Vestia uma mesma túnica no inverno e verão e não era afeito ao banho. Morreu aos 46 anos, virgem, de hemorragia cerebral.

SANTI, Alexandre. SuperInteressante. Disponível em:<http://twixar.me/hRn3> . Acesso em: 16 fev. 2018 (Adaptação).

Releia o trecho a seguir.


“[...] e como chapeiro numa lanchonete.”

A palavra “chapeiro”, que ocorre nesse trecho, pode ser considerada um neologismo, uma vez que ainda não está registrada nos dicionários de língua portuguesa, e foi constituída pelo seguinte processo de formação de palavras:

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Q1110581 Português

                  Ele tinha 250 pontos de QI e se tornou professor da 

                        Universidade Harvard com apenas 16 anos.

                             Mas sua vida não foi das mais felizes


O americano William James Sidis, que nasceu em 1898 em Nova York, foi a pessoa mais inteligente de todos os tempos – pelo menos segundo os testes de QI. Ele ficou famoso por realizar proezas mentais espantosas e pelo seu quociente de inteligência, que foi estimado em 250 pontos (2,5 vezes maior que a média da população, 100 pontos).

Aos 18 meses de idade, William já sabia ler; aos 2, aprendeu sozinho latim e, aos 3, grego. Aos 11 anos, ganhou uma vaga na Universidade Harvard. Formou-se com louvor aos 16 anos e se tornou o professor mais novo da instituição. Falava 40 línguas. Tudo estava encaminhado para que ele tivesse um futuro brilhante. Mas William não quis. Ele se dizia traumatizado pelo passado como criança prodígio, e decidiu renegar tudo o que lembrasse aquilo.

Pediu demissão e passou o resto da vida pulando entre empregos braçais, que não exploravam sua inteligência descomunal: trabalhou operando máquinas e como chapeiro numa lanchonete. Recusava-se a pensar em matemática ou a resolver equações de cabeça, tarefa impossível para uma pessoa comum – coisa que ele passou a infância fazendo. Para se sentir normal, colecionava miniaturas de bondes e estudava a história de Boston. Tinha nojo de sexo e fez voto de castidade ainda na adolescência. Vestia uma mesma túnica no inverno e verão e não era afeito ao banho. Morreu aos 46 anos, virgem, de hemorragia cerebral.

SANTI, Alexandre. SuperInteressante. Disponível em:<http://twixar.me/hRn3> . Acesso em: 16 fev. 2018 (Adaptação).

Releia o trecho a seguir.


“Pediu demissão e passou o resto da vida pulando entre empregos braçais, que não exploravam sua inteligência descomunal: trabalhou operando máquinas e como chapeiro numa lanchonete.”


O dois-pontos foi utilizado pelo autor para

Alternativas
Q1110580 Português

                  Ele tinha 250 pontos de QI e se tornou professor da 

                        Universidade Harvard com apenas 16 anos.

                             Mas sua vida não foi das mais felizes


O americano William James Sidis, que nasceu em 1898 em Nova York, foi a pessoa mais inteligente de todos os tempos – pelo menos segundo os testes de QI. Ele ficou famoso por realizar proezas mentais espantosas e pelo seu quociente de inteligência, que foi estimado em 250 pontos (2,5 vezes maior que a média da população, 100 pontos).

Aos 18 meses de idade, William já sabia ler; aos 2, aprendeu sozinho latim e, aos 3, grego. Aos 11 anos, ganhou uma vaga na Universidade Harvard. Formou-se com louvor aos 16 anos e se tornou o professor mais novo da instituição. Falava 40 línguas. Tudo estava encaminhado para que ele tivesse um futuro brilhante. Mas William não quis. Ele se dizia traumatizado pelo passado como criança prodígio, e decidiu renegar tudo o que lembrasse aquilo.

Pediu demissão e passou o resto da vida pulando entre empregos braçais, que não exploravam sua inteligência descomunal: trabalhou operando máquinas e como chapeiro numa lanchonete. Recusava-se a pensar em matemática ou a resolver equações de cabeça, tarefa impossível para uma pessoa comum – coisa que ele passou a infância fazendo. Para se sentir normal, colecionava miniaturas de bondes e estudava a história de Boston. Tinha nojo de sexo e fez voto de castidade ainda na adolescência. Vestia uma mesma túnica no inverno e verão e não era afeito ao banho. Morreu aos 46 anos, virgem, de hemorragia cerebral.

SANTI, Alexandre. SuperInteressante. Disponível em:<http://twixar.me/hRn3> . Acesso em: 16 fev. 2018 (Adaptação).

Releia o trecho a seguir.


“Para se sentir normal, colecionava miniaturas de bondes e estudava a história de Boston.”


Considerando a frase como um todo, o trecho destacado indica uma

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Q1110579 Português

                  Ele tinha 250 pontos de QI e se tornou professor da 

                        Universidade Harvard com apenas 16 anos.

                             Mas sua vida não foi das mais felizes


O americano William James Sidis, que nasceu em 1898 em Nova York, foi a pessoa mais inteligente de todos os tempos – pelo menos segundo os testes de QI. Ele ficou famoso por realizar proezas mentais espantosas e pelo seu quociente de inteligência, que foi estimado em 250 pontos (2,5 vezes maior que a média da população, 100 pontos).

Aos 18 meses de idade, William já sabia ler; aos 2, aprendeu sozinho latim e, aos 3, grego. Aos 11 anos, ganhou uma vaga na Universidade Harvard. Formou-se com louvor aos 16 anos e se tornou o professor mais novo da instituição. Falava 40 línguas. Tudo estava encaminhado para que ele tivesse um futuro brilhante. Mas William não quis. Ele se dizia traumatizado pelo passado como criança prodígio, e decidiu renegar tudo o que lembrasse aquilo.

Pediu demissão e passou o resto da vida pulando entre empregos braçais, que não exploravam sua inteligência descomunal: trabalhou operando máquinas e como chapeiro numa lanchonete. Recusava-se a pensar em matemática ou a resolver equações de cabeça, tarefa impossível para uma pessoa comum – coisa que ele passou a infância fazendo. Para se sentir normal, colecionava miniaturas de bondes e estudava a história de Boston. Tinha nojo de sexo e fez voto de castidade ainda na adolescência. Vestia uma mesma túnica no inverno e verão e não era afeito ao banho. Morreu aos 46 anos, virgem, de hemorragia cerebral.

SANTI, Alexandre. SuperInteressante. Disponível em:<http://twixar.me/hRn3> . Acesso em: 16 fev. 2018 (Adaptação).

Releia o trecho a seguir.

“Pediu demissão e passou o resto da vida pulando entre empregos braçais, que não exploravam sua inteligência descomunal: trabalhou operando máquinas e como chapeiro numa lanchonete.”

O vocábulo que altera o sentido desse trecho ao substituir a palavra destacada é

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Q1110578 Português

                  Ele tinha 250 pontos de QI e se tornou professor da 

                        Universidade Harvard com apenas 16 anos.

                             Mas sua vida não foi das mais felizes


O americano William James Sidis, que nasceu em 1898 em Nova York, foi a pessoa mais inteligente de todos os tempos – pelo menos segundo os testes de QI. Ele ficou famoso por realizar proezas mentais espantosas e pelo seu quociente de inteligência, que foi estimado em 250 pontos (2,5 vezes maior que a média da população, 100 pontos).

Aos 18 meses de idade, William já sabia ler; aos 2, aprendeu sozinho latim e, aos 3, grego. Aos 11 anos, ganhou uma vaga na Universidade Harvard. Formou-se com louvor aos 16 anos e se tornou o professor mais novo da instituição. Falava 40 línguas. Tudo estava encaminhado para que ele tivesse um futuro brilhante. Mas William não quis. Ele se dizia traumatizado pelo passado como criança prodígio, e decidiu renegar tudo o que lembrasse aquilo.

Pediu demissão e passou o resto da vida pulando entre empregos braçais, que não exploravam sua inteligência descomunal: trabalhou operando máquinas e como chapeiro numa lanchonete. Recusava-se a pensar em matemática ou a resolver equações de cabeça, tarefa impossível para uma pessoa comum – coisa que ele passou a infância fazendo. Para se sentir normal, colecionava miniaturas de bondes e estudava a história de Boston. Tinha nojo de sexo e fez voto de castidade ainda na adolescência. Vestia uma mesma túnica no inverno e verão e não era afeito ao banho. Morreu aos 46 anos, virgem, de hemorragia cerebral.

SANTI, Alexandre. SuperInteressante. Disponível em:<http://twixar.me/hRn3> . Acesso em: 16 fev. 2018 (Adaptação).

Assinale a alternativa que apresenta o título mais adequado para o texto de acordo com suas características.
Alternativas
Q1106515 Enfermagem

Uma das complicações locais da utilização de terapia intravenosa (IV) é a infiltração que se refere à administração acidental de uma solução não vesicante ou medicamento no tecido adjacente.

Na ocorrência de infiltração, assinale a alternativa incorreta.

Alternativas
Q1106514 Enfermagem

Foi prescrita amoxicilina 500 mg para ser administrada em um tubo gástrico a cada 8 horas, porém o frasco de amoxicilina é rotulado em 400 mg/5 mL.

Quantos mL devem ser administrados em cada horário?

Alternativas
Q1106513 Enfermagem
Em relação à administração de medicamentos, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q1106512 Enfermagem
Em relação ao banho e aos cuidados com a pele de pacientes, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q1106511 Enfermagem

Avaliar os sinais vitais de um paciente é uma atividade primordial da enfermagem.

Em relação à avaliação da respiração, assinale a alternativa incorreta.

Alternativas
Respostas
2581: D
2582: B
2583: D
2584: A
2585: B
2586: D
2587: A
2588: B
2589: A
2590: D
2591: C
2592: C
2593: D
2594: A
2595: B
2596: D
2597: C
2598: D
2599: B
2600: D