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Q3467196 Administração de Recursos Materiais
A movimentação de materiais no âmbito do almoxarifado, corresponde à:
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Q3467195 Administração de Recursos Materiais
Assinale a alternativa que descreve da melhor forma, qual é a principal função do almoxarifado em uma organização:
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Q3467189 Raciocínio Lógico
A palavra EODMR está para a palavra ORDEM assim como a sequência de números 56789 está para a sequência:
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Q3467188 Matemática

A figura abaixo mostra uma sequência de círculos e quadrados:



24.png (302×167)



Cada círculo tem diâmetro 14 cm, e cada quadrado tem medida da diagonal 12 cm. Em um certo ponto, uma linha reta vertical (linha A) tangencia as duas formas, conforme a figura. Quantos centímetros depois deste primeiro ponto, este alinhamento acontecerá novamente (linha B) pela primeira vez?

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Q3467187 Matemática
João foi à padaria querendo comprar pão integral e pão doce. Em uma sacola ele colocou 9 pães integrais e 4 pães doces, e pagou um valor total de R$ 12,97. Em outra sacola ele colocou 3 pães integrais e 5 pães doces, e pagou um valor total de R$ 9,20. Sabendo-se que cada pão integral pesa 50 g, e cada pão doce pesa 70 g, indique o valor por quilo do pão doce:
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Q3467186 Matemática
Suponha que uma antena repetidora de sinal WiFi tenha cobertura de 900 metros quadrados. Se quisermos cobrir totalmente uma cidade que tem 270 quilômetros quadrados de extensão, quantas antenas no mínimo precisarão ser instaladas? Considere que não haverá superposição dos sinais de duas antenas diferentes. Isto é, para cada 900 metros quadrados de extensão, 1 antena deve ser utilizada.
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Q3467185 Matemática
Num concerto de música clássica, 1/4 dos lugares são reservados para pessoas com deficiência, 1/6 dos lugares são reservados para camarotes, 1/5 dos lugares são reservados para convidados especiais, e o restante dos lugares são reservados para o público em geral. Qual a fração correspondente ao número de lugares reservados para o público em geral?
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Q3467174 Português
Leia o texto para responder a questão.


Metafísica


        Contam que um admirador de Albert Einstein foi visitar o mestre em sua casa e o encontrou estirado numa poltrona, com a cabeça para trás e os olhos fechados. Não querendo perturbar o aparente repouso do professor, o visitante sentou-se num canto e ficou esperando que ele acordasse.

        
        Passou meia hora, o professor continuava estirado na poltrona, a cabeça para trás e os olhos fechados. Foi quando o visitante viu um ratinho aparecer debaixo da mesa e dirigir-se para os pés de Albert Einstein. O visitante ficou em pânico. O que fazer? O ratinho se aproximava dos pés do mestre com passinhos curtos mas resolutos. Devia acordar Einstein e avisar do perigo iminente? Ou esperar que o ratinho mudasse de rota? Ou, silenciosamente, sem acordar o professor, enxotar o ratinho?


        Enquanto o visitante decidia o que fazer, o ratinho chegou até o pé direito de Einstein e deu uma mordidinha no seu dedão pelo buraco do chinelo. Einstein nem abriu os olhos. Fez que sim com a cabeça. O ratinho voltou correndo para sua toca. Minutos mais tarde, Einstein abriu os olhos e deu com o visitante no canto. Este desculpou-se, disse que não pretendia acordá-lo, mas Einstein o silenciou com um gesto. Não estava dormindo. Estava pensando.


        Sempre fazia isso. Sentava naquela poltrona, atirava a cabeça para trás, fechava os olhos e deixava o cérebro funcionar. Pensava no universo, pensava no funcionamento do universo, pensava nas explicações para o funcionamento do universo... Mas precisava ter cuidado. Sua mente tinha uma tendência muito grande para a metafísica. Escapava ao controle, disparava, quando ele via ela estava perdida no infinito, em equações fantásticas...


        Felizmente, sempre que isto acontecia, ele sentia uma cosquinha no dedão. Era o sinal para voltar à física, à realidade e às coisas prováveis. Fora assim que desenvolvera a sua teoria da relatividade. Seu cérebro indo em todas as direções, mas a cosquinha no dedão indicando o caminho, alertando-o para os excessos, chamando-o de volta à realidade e à razão.


        O visitante engoliu em seco.


        — E o senhor tem... uma explicação para a cosquinha no dedão?


        Einstein não respondeu em seguida. Suspirou. Coçou a cabeça. Depois disse:


        — Aí é que está. Só pode ser explicada como um sinal divino. Mas eu preciso resistir à metafísica!


        O visitante procurou o ratinho com o olhar mas não o avistou. Além de tudo, era modesto.

VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
Em “Passou meia hora, o professor continuava estirado na poltrona (...)”, a palavra “meia” atua gramaticalmente como:
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Q3467173 Português
Leia o texto para responder a questão.


Metafísica


        Contam que um admirador de Albert Einstein foi visitar o mestre em sua casa e o encontrou estirado numa poltrona, com a cabeça para trás e os olhos fechados. Não querendo perturbar o aparente repouso do professor, o visitante sentou-se num canto e ficou esperando que ele acordasse.

        
        Passou meia hora, o professor continuava estirado na poltrona, a cabeça para trás e os olhos fechados. Foi quando o visitante viu um ratinho aparecer debaixo da mesa e dirigir-se para os pés de Albert Einstein. O visitante ficou em pânico. O que fazer? O ratinho se aproximava dos pés do mestre com passinhos curtos mas resolutos. Devia acordar Einstein e avisar do perigo iminente? Ou esperar que o ratinho mudasse de rota? Ou, silenciosamente, sem acordar o professor, enxotar o ratinho?


        Enquanto o visitante decidia o que fazer, o ratinho chegou até o pé direito de Einstein e deu uma mordidinha no seu dedão pelo buraco do chinelo. Einstein nem abriu os olhos. Fez que sim com a cabeça. O ratinho voltou correndo para sua toca. Minutos mais tarde, Einstein abriu os olhos e deu com o visitante no canto. Este desculpou-se, disse que não pretendia acordá-lo, mas Einstein o silenciou com um gesto. Não estava dormindo. Estava pensando.


        Sempre fazia isso. Sentava naquela poltrona, atirava a cabeça para trás, fechava os olhos e deixava o cérebro funcionar. Pensava no universo, pensava no funcionamento do universo, pensava nas explicações para o funcionamento do universo... Mas precisava ter cuidado. Sua mente tinha uma tendência muito grande para a metafísica. Escapava ao controle, disparava, quando ele via ela estava perdida no infinito, em equações fantásticas...


        Felizmente, sempre que isto acontecia, ele sentia uma cosquinha no dedão. Era o sinal para voltar à física, à realidade e às coisas prováveis. Fora assim que desenvolvera a sua teoria da relatividade. Seu cérebro indo em todas as direções, mas a cosquinha no dedão indicando o caminho, alertando-o para os excessos, chamando-o de volta à realidade e à razão.


        O visitante engoliu em seco.


        — E o senhor tem... uma explicação para a cosquinha no dedão?


        Einstein não respondeu em seguida. Suspirou. Coçou a cabeça. Depois disse:


        — Aí é que está. Só pode ser explicada como um sinal divino. Mas eu preciso resistir à metafísica!


        O visitante procurou o ratinho com o olhar mas não o avistou. Além de tudo, era modesto.

VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
Em “(...) quando ele via ela estava perdida no infinito, em equações fantásticas…”, a qualidade expressa pelo adjetivo “fantásticas” ocorre de forma: 
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Q3467172 Português
Leia o texto para responder a questão.


Metafísica


        Contam que um admirador de Albert Einstein foi visitar o mestre em sua casa e o encontrou estirado numa poltrona, com a cabeça para trás e os olhos fechados. Não querendo perturbar o aparente repouso do professor, o visitante sentou-se num canto e ficou esperando que ele acordasse.

        
        Passou meia hora, o professor continuava estirado na poltrona, a cabeça para trás e os olhos fechados. Foi quando o visitante viu um ratinho aparecer debaixo da mesa e dirigir-se para os pés de Albert Einstein. O visitante ficou em pânico. O que fazer? O ratinho se aproximava dos pés do mestre com passinhos curtos mas resolutos. Devia acordar Einstein e avisar do perigo iminente? Ou esperar que o ratinho mudasse de rota? Ou, silenciosamente, sem acordar o professor, enxotar o ratinho?


        Enquanto o visitante decidia o que fazer, o ratinho chegou até o pé direito de Einstein e deu uma mordidinha no seu dedão pelo buraco do chinelo. Einstein nem abriu os olhos. Fez que sim com a cabeça. O ratinho voltou correndo para sua toca. Minutos mais tarde, Einstein abriu os olhos e deu com o visitante no canto. Este desculpou-se, disse que não pretendia acordá-lo, mas Einstein o silenciou com um gesto. Não estava dormindo. Estava pensando.


        Sempre fazia isso. Sentava naquela poltrona, atirava a cabeça para trás, fechava os olhos e deixava o cérebro funcionar. Pensava no universo, pensava no funcionamento do universo, pensava nas explicações para o funcionamento do universo... Mas precisava ter cuidado. Sua mente tinha uma tendência muito grande para a metafísica. Escapava ao controle, disparava, quando ele via ela estava perdida no infinito, em equações fantásticas...


        Felizmente, sempre que isto acontecia, ele sentia uma cosquinha no dedão. Era o sinal para voltar à física, à realidade e às coisas prováveis. Fora assim que desenvolvera a sua teoria da relatividade. Seu cérebro indo em todas as direções, mas a cosquinha no dedão indicando o caminho, alertando-o para os excessos, chamando-o de volta à realidade e à razão.


        O visitante engoliu em seco.


        — E o senhor tem... uma explicação para a cosquinha no dedão?


        Einstein não respondeu em seguida. Suspirou. Coçou a cabeça. Depois disse:


        — Aí é que está. Só pode ser explicada como um sinal divino. Mas eu preciso resistir à metafísica!


        O visitante procurou o ratinho com o olhar mas não o avistou. Além de tudo, era modesto.

VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.

Considere o excerto: “Sentava naquela poltrona, atirava a cabeça para trás, fechava os olhos e deixava o cérebro funcionar.” O emprego do pretérito imperfeito do modo indicativo, no excerto indicado, corrobora a construção do sentido de ações:

Alternativas
Q3467171 Português
Leia o texto para responder a questão.


Metafísica


        Contam que um admirador de Albert Einstein foi visitar o mestre em sua casa e o encontrou estirado numa poltrona, com a cabeça para trás e os olhos fechados. Não querendo perturbar o aparente repouso do professor, o visitante sentou-se num canto e ficou esperando que ele acordasse.

        
        Passou meia hora, o professor continuava estirado na poltrona, a cabeça para trás e os olhos fechados. Foi quando o visitante viu um ratinho aparecer debaixo da mesa e dirigir-se para os pés de Albert Einstein. O visitante ficou em pânico. O que fazer? O ratinho se aproximava dos pés do mestre com passinhos curtos mas resolutos. Devia acordar Einstein e avisar do perigo iminente? Ou esperar que o ratinho mudasse de rota? Ou, silenciosamente, sem acordar o professor, enxotar o ratinho?


        Enquanto o visitante decidia o que fazer, o ratinho chegou até o pé direito de Einstein e deu uma mordidinha no seu dedão pelo buraco do chinelo. Einstein nem abriu os olhos. Fez que sim com a cabeça. O ratinho voltou correndo para sua toca. Minutos mais tarde, Einstein abriu os olhos e deu com o visitante no canto. Este desculpou-se, disse que não pretendia acordá-lo, mas Einstein o silenciou com um gesto. Não estava dormindo. Estava pensando.


        Sempre fazia isso. Sentava naquela poltrona, atirava a cabeça para trás, fechava os olhos e deixava o cérebro funcionar. Pensava no universo, pensava no funcionamento do universo, pensava nas explicações para o funcionamento do universo... Mas precisava ter cuidado. Sua mente tinha uma tendência muito grande para a metafísica. Escapava ao controle, disparava, quando ele via ela estava perdida no infinito, em equações fantásticas...


        Felizmente, sempre que isto acontecia, ele sentia uma cosquinha no dedão. Era o sinal para voltar à física, à realidade e às coisas prováveis. Fora assim que desenvolvera a sua teoria da relatividade. Seu cérebro indo em todas as direções, mas a cosquinha no dedão indicando o caminho, alertando-o para os excessos, chamando-o de volta à realidade e à razão.


        O visitante engoliu em seco.


        — E o senhor tem... uma explicação para a cosquinha no dedão?


        Einstein não respondeu em seguida. Suspirou. Coçou a cabeça. Depois disse:


        — Aí é que está. Só pode ser explicada como um sinal divino. Mas eu preciso resistir à metafísica!


        O visitante procurou o ratinho com o olhar mas não o avistou. Além de tudo, era modesto.

VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
Analise as sentenças a seguir, retiradas do texto, e assinale a alternativa em que se verifica emprego de linguagem figurada.
Alternativas
Q3467170 Português
Leia o texto para responder a questão.


Metafísica


        Contam que um admirador de Albert Einstein foi visitar o mestre em sua casa e o encontrou estirado numa poltrona, com a cabeça para trás e os olhos fechados. Não querendo perturbar o aparente repouso do professor, o visitante sentou-se num canto e ficou esperando que ele acordasse.

        
        Passou meia hora, o professor continuava estirado na poltrona, a cabeça para trás e os olhos fechados. Foi quando o visitante viu um ratinho aparecer debaixo da mesa e dirigir-se para os pés de Albert Einstein. O visitante ficou em pânico. O que fazer? O ratinho se aproximava dos pés do mestre com passinhos curtos mas resolutos. Devia acordar Einstein e avisar do perigo iminente? Ou esperar que o ratinho mudasse de rota? Ou, silenciosamente, sem acordar o professor, enxotar o ratinho?


        Enquanto o visitante decidia o que fazer, o ratinho chegou até o pé direito de Einstein e deu uma mordidinha no seu dedão pelo buraco do chinelo. Einstein nem abriu os olhos. Fez que sim com a cabeça. O ratinho voltou correndo para sua toca. Minutos mais tarde, Einstein abriu os olhos e deu com o visitante no canto. Este desculpou-se, disse que não pretendia acordá-lo, mas Einstein o silenciou com um gesto. Não estava dormindo. Estava pensando.


        Sempre fazia isso. Sentava naquela poltrona, atirava a cabeça para trás, fechava os olhos e deixava o cérebro funcionar. Pensava no universo, pensava no funcionamento do universo, pensava nas explicações para o funcionamento do universo... Mas precisava ter cuidado. Sua mente tinha uma tendência muito grande para a metafísica. Escapava ao controle, disparava, quando ele via ela estava perdida no infinito, em equações fantásticas...


        Felizmente, sempre que isto acontecia, ele sentia uma cosquinha no dedão. Era o sinal para voltar à física, à realidade e às coisas prováveis. Fora assim que desenvolvera a sua teoria da relatividade. Seu cérebro indo em todas as direções, mas a cosquinha no dedão indicando o caminho, alertando-o para os excessos, chamando-o de volta à realidade e à razão.


        O visitante engoliu em seco.


        — E o senhor tem... uma explicação para a cosquinha no dedão?


        Einstein não respondeu em seguida. Suspirou. Coçou a cabeça. Depois disse:


        — Aí é que está. Só pode ser explicada como um sinal divino. Mas eu preciso resistir à metafísica!


        O visitante procurou o ratinho com o olhar mas não o avistou. Além de tudo, era modesto.

VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.
Analise as sentenças a seguir, retiradas do texto, quanto à função gramatical da palavra “se” em cada uma delas:

I. Não querendo perturbar o aparente repouso do professor, o visitante sentou-se num canto e ficou esperando que ele acordasse.
II. Foi quando o visitante viu um ratinho aparecer debaixo da mesa e dirigir-se para os pés de Albert Einstein.
III. O ratinho se aproximava dos pés do mestre com passinhos curtos mas resolutos.

Nas sentenças dadas, a palavra “se” ocorre como pronome de realce apenas em:
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Q3433912 Administração de Recursos Materiais
A área de armazenagem destinada exclusivamente ao estoque, arrumação e localização dos materiais, compreendendo: circulação principal, corredores de acesso e de segurança e áreas de estoque.

____(1)____ são áreas de circulação localizadas entre as áreas de estocagem e/ou áreas livres, destinadas à movimentação do material e ao trânsito de pessoas.
____(2)____ são espaços decorrentes da divisão de uma área de estocagem, destinados a definir a localização do material nas unidades de estocagem e/ou áreas livres, podendo ser abertos ou fechados.
____(3)____ são áreas de circulação localizadas entre as paredes ou cercas da instalação de unidade armazenadora e as áreas de estocagem ou áreas livres, destinadas, basicamente, a atender às necessidades de segurança.

As subdivisões da área de armazenagem que corretamente preenchem os espaços em branco são:
Alternativas
Q3433911 Administração de Recursos Materiais
As atividades de recebimento e aceitação abrangem desde a recepção do material na entrega pelo fornecedor até a entrada nos estoques. São fases do recebimento e aceitação, EXCETO:
Alternativas
Q3433910 Administração de Recursos Materiais
Os pallets são plataformas, nas quais as mercadorias são empilhadas, servindo para unitizar, ou seja, transformar a carga numa única unidade de movimentação. São vantagens da utilização de pallets, EXCETO:
Alternativas
Q3433909 Administração de Recursos Materiais
As conferências quantitativas e qualitativas são, respectivamente, componentes das fases: 
Alternativas
Q3433908 Segurança e Transporte
São atitudes corretas voltadas para segurança nas atividades de movimentações de materiais, EXCETO:
Alternativas
Q3433907 Administração de Recursos Materiais
Na operação de um almoxarifado, existem diversas documentações que o profissional deverá lidar rotineiramente. Observe os documentos listados na Coluna 1 e as definições da Coluna 2:

Coluna 1:
I.Ficha de controle de estoque.
II.Relatório técnico de inspeção.
III.Comunicação de Irregularidades.

Coluna 2:
a.Documento utilizado para esclarecer ao fornecedor os motivos da devolução, quanto os aspectos qualitativo e quantitativo.
b.Documento destinado a controlar manualmente o estoque, por meio da anotação das quantidades de entradas e saídas, visando o seu ressuprimento.
c.Documento utilizado para definir, sob o aspecto qualitativo, o aceite ou a recusa do material comprado do fornecedor.

A associação correta entre os tipos de documentos e as definições é:
Alternativas
Q3433906 Administração de Recursos Materiais
Podemos definir o setor de almoxarifado como:

Unidade administrativa que tem por finalidade suprir de material, na ____(1)____, no ____(2)____, e na ____(3)____, pelo ____(4)____ possível, a todos os setores dos órgãos ou entidade.

Os termos que adequadamente substituem os espaços são:
Alternativas
Q3433905 Noções de Informática
O responsável pelo almoxarifado elaborou uma planilha eletrônica simples para registar as entradas e saídas de material do setor no qual é responsável.


Q31_33.png (358×172)


Considerando os dados da planilha, responda o que se pede.
Indique a fórmula correta utilizada no Microsoft Office Excel para calcular o valor da célula E5 que registrou o valor total da entrada de produto no estoque: 
Alternativas
Respostas
121: E
122: B
123: E
124: C
125: E
126: B
127: C
128: E
129: A
130: D
131: E
132: A
133: D
134: D
135: E
136: C
137: D
138: D
139: C
140: E