Questões de Concurso Para técnico em eletrônica

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Q2056036 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.

O crime de Brumadinho

O rompimento de mais uma barragem, em Minas Gerais, não é a repetição de uma tragédia, nem de um erro da Vale, terceira maior empresa do país.
É a reincidência de um crime

Reza o ditado popular algo assim: “Ou se aprende no amor ou se aprende na dor”. Mas o Brasil parece não aprender de jeito algum. E quem é “o Brasil”? Neste caso, as autoridades que exercem cargos públicos, os políticos, a Justiça que não pune como deveria. Embora com distintas responsabilidades, há uma cadeia de (ir)responsáveis. O rompimento de mais uma barragem, em Minas Gerais, não é a repetição de uma tragédia, nem de um erro da Vale, terceira maior empresa do país. É a reincidência de um crime; na verdade, de vários crimes. Omissão, ambição, ganância, descaso com a natureza, falta de fiscalização. O preço é a vida humana, sempre em risco.

Nove mortos e mais de três centenas de desaparecidos (enquanto escrevo). Famílias devastadas. Uma comunidade em choque, levada por um mar de lama. Sequelas permanentes para o ecossistema. A comoção diante das cenas de resgate e da dimensão da lama é real, mas passa e, depois, nada acontece. Nada de multas pagas, nada de indenizações, nada de prisões, nada de ajuda real para quem foi afetado. É assim com os atingidos por desastres ambientais, por balas perdidas, por quedas de avião, por incêndio em boate e por aí vai... Impunidade é mais causa do que consequência, pode apostar.

O caso de Mariana só não foi esquecido por quem foi atingido e por quem tenta até hoje fazer justiça à comunidade e reparar os danos ao meio ambiente. O país seguiu sem pagar essa conta, apostando no “esquecimento” a eterna válvula de escape. Depois de Mariana, o que foi feito para evitar novos rompimentos? Quais medidas protetivas foram tomadas para salvaguardar a população e o meio ambiente? Você sabe responder a essa pergunta? Eu não.

Para alguém aprender, é preciso ensinar. O Brasil não aprende porque poucos estão dispostos a educar. Educação exige limite, disciplina, lei, autoridade, seriedade, desprendimento de si próprio para focar no bem comum. Enquanto um cargo público, sobretudo o eletivo, for visto como uma mina de dinheiro e um balcão de negócios, não haverá aprendizado.

Não foi a chuva nem a ira de Deus. Não foram as pessoas que ali trabalham ou que moram em Brumadinho. Se houve negligência, houve culpados, tanto quanto vítimas. O Estado precisa assumir sua responsabilidade, já que a ele compete outorgar, liberar, conceder, fiscalizar. Basta cumprir seu papel. Estamos esperando.

Disponível em: <https://tinyurl.com/yyy8zmd2>.
  Acesso em: 11 fev. 2019 (Adaptação).
Na introdução do texto, o autor utiliza o ditado “Ou se aprende no amor ou se aprende na dor”.
A relação entre o ditado e o ponto de vista que será empregado ao longo do texto está corretamente expressa em:
Alternativas
Q2056035 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.

O crime de Brumadinho

O rompimento de mais uma barragem, em Minas Gerais, não é a repetição de uma tragédia, nem de um erro da Vale, terceira maior empresa do país.
É a reincidência de um crime

Reza o ditado popular algo assim: “Ou se aprende no amor ou se aprende na dor”. Mas o Brasil parece não aprender de jeito algum. E quem é “o Brasil”? Neste caso, as autoridades que exercem cargos públicos, os políticos, a Justiça que não pune como deveria. Embora com distintas responsabilidades, há uma cadeia de (ir)responsáveis. O rompimento de mais uma barragem, em Minas Gerais, não é a repetição de uma tragédia, nem de um erro da Vale, terceira maior empresa do país. É a reincidência de um crime; na verdade, de vários crimes. Omissão, ambição, ganância, descaso com a natureza, falta de fiscalização. O preço é a vida humana, sempre em risco.

Nove mortos e mais de três centenas de desaparecidos (enquanto escrevo). Famílias devastadas. Uma comunidade em choque, levada por um mar de lama. Sequelas permanentes para o ecossistema. A comoção diante das cenas de resgate e da dimensão da lama é real, mas passa e, depois, nada acontece. Nada de multas pagas, nada de indenizações, nada de prisões, nada de ajuda real para quem foi afetado. É assim com os atingidos por desastres ambientais, por balas perdidas, por quedas de avião, por incêndio em boate e por aí vai... Impunidade é mais causa do que consequência, pode apostar.

O caso de Mariana só não foi esquecido por quem foi atingido e por quem tenta até hoje fazer justiça à comunidade e reparar os danos ao meio ambiente. O país seguiu sem pagar essa conta, apostando no “esquecimento” a eterna válvula de escape. Depois de Mariana, o que foi feito para evitar novos rompimentos? Quais medidas protetivas foram tomadas para salvaguardar a população e o meio ambiente? Você sabe responder a essa pergunta? Eu não.

Para alguém aprender, é preciso ensinar. O Brasil não aprende porque poucos estão dispostos a educar. Educação exige limite, disciplina, lei, autoridade, seriedade, desprendimento de si próprio para focar no bem comum. Enquanto um cargo público, sobretudo o eletivo, for visto como uma mina de dinheiro e um balcão de negócios, não haverá aprendizado.

Não foi a chuva nem a ira de Deus. Não foram as pessoas que ali trabalham ou que moram em Brumadinho. Se houve negligência, houve culpados, tanto quanto vítimas. O Estado precisa assumir sua responsabilidade, já que a ele compete outorgar, liberar, conceder, fiscalizar. Basta cumprir seu papel. Estamos esperando.

Disponível em: <https://tinyurl.com/yyy8zmd2>.
  Acesso em: 11 fev. 2019 (Adaptação).
Releia este trecho.
“Depois de Mariana, o que foi feito para evitar novos rompimentos? Quais medidas protetivas foram tomadas para salvaguardar a população e o meio ambiente? Você sabe responder a essa pergunta? Eu não.”
Nesse trecho, o autor dirige-se ao seu leitor e se expressa em primeira pessoa.
Sobre o uso desse recurso linguístico, é correto afirmar:
Alternativas
Q2056034 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.

O crime de Brumadinho

O rompimento de mais uma barragem, em Minas Gerais, não é a repetição de uma tragédia, nem de um erro da Vale, terceira maior empresa do país.
É a reincidência de um crime

Reza o ditado popular algo assim: “Ou se aprende no amor ou se aprende na dor”. Mas o Brasil parece não aprender de jeito algum. E quem é “o Brasil”? Neste caso, as autoridades que exercem cargos públicos, os políticos, a Justiça que não pune como deveria. Embora com distintas responsabilidades, há uma cadeia de (ir)responsáveis. O rompimento de mais uma barragem, em Minas Gerais, não é a repetição de uma tragédia, nem de um erro da Vale, terceira maior empresa do país. É a reincidência de um crime; na verdade, de vários crimes. Omissão, ambição, ganância, descaso com a natureza, falta de fiscalização. O preço é a vida humana, sempre em risco.

Nove mortos e mais de três centenas de desaparecidos (enquanto escrevo). Famílias devastadas. Uma comunidade em choque, levada por um mar de lama. Sequelas permanentes para o ecossistema. A comoção diante das cenas de resgate e da dimensão da lama é real, mas passa e, depois, nada acontece. Nada de multas pagas, nada de indenizações, nada de prisões, nada de ajuda real para quem foi afetado. É assim com os atingidos por desastres ambientais, por balas perdidas, por quedas de avião, por incêndio em boate e por aí vai... Impunidade é mais causa do que consequência, pode apostar.

O caso de Mariana só não foi esquecido por quem foi atingido e por quem tenta até hoje fazer justiça à comunidade e reparar os danos ao meio ambiente. O país seguiu sem pagar essa conta, apostando no “esquecimento” a eterna válvula de escape. Depois de Mariana, o que foi feito para evitar novos rompimentos? Quais medidas protetivas foram tomadas para salvaguardar a população e o meio ambiente? Você sabe responder a essa pergunta? Eu não.

Para alguém aprender, é preciso ensinar. O Brasil não aprende porque poucos estão dispostos a educar. Educação exige limite, disciplina, lei, autoridade, seriedade, desprendimento de si próprio para focar no bem comum. Enquanto um cargo público, sobretudo o eletivo, for visto como uma mina de dinheiro e um balcão de negócios, não haverá aprendizado.

Não foi a chuva nem a ira de Deus. Não foram as pessoas que ali trabalham ou que moram em Brumadinho. Se houve negligência, houve culpados, tanto quanto vítimas. O Estado precisa assumir sua responsabilidade, já que a ele compete outorgar, liberar, conceder, fiscalizar. Basta cumprir seu papel. Estamos esperando.

Disponível em: <https://tinyurl.com/yyy8zmd2>.
  Acesso em: 11 fev. 2019 (Adaptação).
A ideia central do texto está corretamente expressa em:
Alternativas
Q2056033 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.

O crime de Brumadinho

O rompimento de mais uma barragem, em Minas Gerais, não é a repetição de uma tragédia, nem de um erro da Vale, terceira maior empresa do país.
É a reincidência de um crime

Reza o ditado popular algo assim: “Ou se aprende no amor ou se aprende na dor”. Mas o Brasil parece não aprender de jeito algum. E quem é “o Brasil”? Neste caso, as autoridades que exercem cargos públicos, os políticos, a Justiça que não pune como deveria. Embora com distintas responsabilidades, há uma cadeia de (ir)responsáveis. O rompimento de mais uma barragem, em Minas Gerais, não é a repetição de uma tragédia, nem de um erro da Vale, terceira maior empresa do país. É a reincidência de um crime; na verdade, de vários crimes. Omissão, ambição, ganância, descaso com a natureza, falta de fiscalização. O preço é a vida humana, sempre em risco.

Nove mortos e mais de três centenas de desaparecidos (enquanto escrevo). Famílias devastadas. Uma comunidade em choque, levada por um mar de lama. Sequelas permanentes para o ecossistema. A comoção diante das cenas de resgate e da dimensão da lama é real, mas passa e, depois, nada acontece. Nada de multas pagas, nada de indenizações, nada de prisões, nada de ajuda real para quem foi afetado. É assim com os atingidos por desastres ambientais, por balas perdidas, por quedas de avião, por incêndio em boate e por aí vai... Impunidade é mais causa do que consequência, pode apostar.

O caso de Mariana só não foi esquecido por quem foi atingido e por quem tenta até hoje fazer justiça à comunidade e reparar os danos ao meio ambiente. O país seguiu sem pagar essa conta, apostando no “esquecimento” a eterna válvula de escape. Depois de Mariana, o que foi feito para evitar novos rompimentos? Quais medidas protetivas foram tomadas para salvaguardar a população e o meio ambiente? Você sabe responder a essa pergunta? Eu não.

Para alguém aprender, é preciso ensinar. O Brasil não aprende porque poucos estão dispostos a educar. Educação exige limite, disciplina, lei, autoridade, seriedade, desprendimento de si próprio para focar no bem comum. Enquanto um cargo público, sobretudo o eletivo, for visto como uma mina de dinheiro e um balcão de negócios, não haverá aprendizado.

Não foi a chuva nem a ira de Deus. Não foram as pessoas que ali trabalham ou que moram em Brumadinho. Se houve negligência, houve culpados, tanto quanto vítimas. O Estado precisa assumir sua responsabilidade, já que a ele compete outorgar, liberar, conceder, fiscalizar. Basta cumprir seu papel. Estamos esperando.

Disponível em: <https://tinyurl.com/yyy8zmd2>.
  Acesso em: 11 fev. 2019 (Adaptação).
O título do texto (“O crime de Brumadinho”), ao se referir ao acontecido como ‘crime’, apresenta ao leitor o posicionamento do autor acerca do rompimento da barragem da mineradora Vale na cidade de Brumadinho.
Isto pode ser percebido porque
Alternativas
Q2056032 Português
Analise a charge a seguir.

Imagem associada para resolução da questão
Analise as afirmativas sobre o comentário do primeiro personagem no primeiro quadrinho a respeito do nome do amigo.
I. O personagem compara a sonoridade do nome Osmar com a sonoridade de “Os mar”. II. O personagem faz comentários sobre o erro de concordância verbal existente no jogo sonoro entre “Osmar” e “Os mar”. III. Em “Os mar” o artigo não concorda com o substantivo ao qual ele se refere.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s):
Alternativas
Q2056031 Português
Leia o poema a seguir.
[...]
De Itabira trouxe prendas diversas que ora te ofereço: esta pedra de ferro, futuro aço do Brasil, este São Benedito do velho santeiro Alfredo Duval; este couro de anta, estendido no sofá da sala de visitas; este orgulho, esta cabeça baixa...
Tive ouro, tive gado, tive fazendas. Hoje sou funcionário público. Itabira é apenas uma fotografia na parede. Mas como dói!
Carlos Drummond de Andrade – Confidência do Itabirano. Disponível em: <https://tinyurl.com/y6ajc5pk>.  Acesso em: 13 fev. 2019. 

Sobre a acentuação das palavras empregadas no poema de Drummond, analise as afirmativas a seguir.
I. “São” segue as regras de acentuação das palavras paroxítonas. II. “sofá” e “dói” seguem as regras de acentuação das palavras dissílabas. III. “público” é acentuado segundo as regras de acentuação das palavras proparaxítonas.
Está correto o que se afirma em
Alternativas
Q2056030 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.

Romance em doze linhas

Quanto tempo falta pra gente se ver hoje
Quanto tempo falta pra gente se ver logo
Quanto tempo falta pra gente se ver todo dia
Quanto tempo falta pra gente se ver pra sempre
Quanto tempo falta pra gente se ver dia sim dia não
Quanto tempo falta pra gente se ver às vezes
Quanto tempo falta pra gente se ver cada vez menos
Quanto tempo falta pra gente não querer se ver
Quanto tempo falta pra gente não querer se ver nunca mais
Quanto tempo falta pra gente se ver e fingir que não se viu
Quanto tempo falta pra gente se ver e não se reconhecer
Quanto tempo falta pra gente se ver e nem lembrar que um dia se conheceu


Bruna Beber. Disponível em: <https://tinyurl.com/y2983cgf>.
Acesso em: 12 fev. 2019.
Em “Romance em doze linhas”, há uma repetição intencional de sentenças com pequenas modificações, que levam à progressão da ideia do texto.
Nesse sentido, em “Quanto tempo falta pra gente se ver às vezes”, o termo sublinhado classifica-se como
Alternativas
Q2056029 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.

Romance em doze linhas

Quanto tempo falta pra gente se ver hoje
Quanto tempo falta pra gente se ver logo
Quanto tempo falta pra gente se ver todo dia
Quanto tempo falta pra gente se ver pra sempre
Quanto tempo falta pra gente se ver dia sim dia não
Quanto tempo falta pra gente se ver às vezes
Quanto tempo falta pra gente se ver cada vez menos
Quanto tempo falta pra gente não querer se ver
Quanto tempo falta pra gente não querer se ver nunca mais
Quanto tempo falta pra gente se ver e fingir que não se viu
Quanto tempo falta pra gente se ver e não se reconhecer
Quanto tempo falta pra gente se ver e nem lembrar que um dia se conheceu


Bruna Beber. Disponível em: <https://tinyurl.com/y2983cgf>.
Acesso em: 12 fev. 2019.
A respeito da classificação desse texto, analise as afirmativas a seguir.
I. Trata-se de um romance curto, como afirma o título. II. Trata-se de um poema que conta uma história. III. O título do texto remete, entre outros, ao caráter narrativo do romance.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
Alternativas
Ano: 2019 Banca: IBFC Órgão: MGS Prova: IBFC - 2019 - MGS - Técnico - Eletrônica |
Q1113502 Eletrônica
A maioria dos aparelhos eletrodomésticos necessita de uma fonte de alimentação em corrente contínua para funcionar corretamente. No entanto, a energia fornecida pelas concessionárias que chegam até as nossas casas é em corrente alternada, ou seja, é necessário que haja uma conversão desses sinais. Considerando este caso em que determinado consumidor recebe um sinal em corrente alternada e precisa convertê-lo para corrente contínua, assinale a alternativa que apresenta a fonte correta a ser utilizada.
Alternativas
Ano: 2019 Banca: IBFC Órgão: MGS Prova: IBFC - 2019 - MGS - Técnico - Eletrônica |
Q1113501 Eletrônica
Os inversores de frequência são amplamente utilizados nos dispositivos eletrônicos e empregam chaves controladas como transistores, IGBTs ou MOSFEts. Quanto a função de um inversor, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2019 Banca: IBFC Órgão: MGS Prova: IBFC - 2019 - MGS - Técnico - Eletrônica |
Q1113500 Eletrônica
Um dos dispositivos de proteção mais utilizados consiste em um elemento metálico com baixo ponto de fusão que se rompe quando percorrido por uma corrente elétrica de determinada intensidade. Quanto ao nome do dispositivo cuja característica foi apresentada, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2019 Banca: IBFC Órgão: MGS Prova: IBFC - 2019 - MGS - Técnico - Eletrônica |
Q1113499 Eletrônica
As grandezas de um sistema elétrico podem ser mensuradas através de instrumentos específicos. O _________ é utilizado para medir tensões e deve ser colocado em _________ com o elemento, enquanto que o _________ serve para medir corrente e deve ser colocado em _________ com o componente. Assinale a alternativa que completa de forma correta e respectiva as lacunas.
Alternativas
Ano: 2019 Banca: IBFC Órgão: MGS Prova: IBFC - 2019 - MGS - Técnico - Eletrônica |
Q1113498 Eletrônica
Os sistemas digitais são responsáveis pela maioria dos avanços adquiridos pelas áreas de tecnologia nas últimas décadas, muitas funções que, antes eram implementadas através de métodos analógicos, já migraram para a tecnologia digital. Em relação às vantagens dos sistemas digitais em comparação com os analógicos, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Ano: 2019 Banca: IBFC Órgão: MGS Prova: IBFC - 2019 - MGS - Técnico - Eletrônica |
Q1113497 Eletrônica
O capacitor é um dispositivo formado por duas placas paralelas condutoras, separadas por um material isolante, e é caracterizado por um parâmetro denominado de capacitância que é uma medida da sua capacidade de armazenar energia. Leia atentamente as alternativas abaixo e assinale a incorreta.
Alternativas
Ano: 2019 Banca: IBFC Órgão: MGS Prova: IBFC - 2019 - MGS - Técnico - Eletrônica |
Q1113496 Segurança e Saúde no Trabalho
A Norma Regulamentadora nº10 (NR10) visa garantir a segurança de todos os profissionais que atuam com instalações elétricas e/ou atividades que envolvam eletricidade. De acordo com as medidas de proteção coletiva e individual previstas na NR 10, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta.
I. As medidas de proteção coletiva compreendem, prioritariamente, a desenergização elétrica conforme estabelece esta NR e, na sua impossibilidade, o emprego de tensão de segurança. II. A utilização de adornos pessoais é permitida durante os trabalhos com instalações elétricas, desde que os mesmos não prejudiquem a realização das atividades. III. Nos trabalhos em instalações elétricas, quando as medidas de proteção coletiva forem tecnicamente inviáveis ou insuficientes para controlar os riscos, devem ser adotados equipamentos de proteção individual específicos e adequados às atividades desenvolvidas, em atendimento ao disposto na NR 6. IV. As vestimentas de trabalho devem ser adequadas às atividades, devendo contemplar a condutibilidade, infamabilidade e influências eletromagnéticas.
Alternativas
Ano: 2019 Banca: IBFC Órgão: MGS Prova: IBFC - 2019 - MGS - Técnico - Eletrônica |
Q1113495 Eletrônica
As residências, comércios e pequenas indústrias brasileiras são normalmente atendidas pela concessionária de energia com valores de tensão nominais de 127V e/ou 220V. Este número representa o valor _________ da tensão alternada de alimentação e para encontrar o valor _________ é necessário a multiplicação do mesmo por um fator de _________. Assinale a alternativa que completa correta e, respectivamente, as lacunas.
Alternativas
Ano: 2019 Banca: IBFC Órgão: MGS Prova: IBFC - 2019 - MGS - Técnico - Eletrônica |
Q1113494 Eletrônica
O diodo é um componente que permite o fluxo de corrente elétrica apenas em um sentido. De acordo com a figura abaixo, avalie as afirmativas abaixo e atribua valores como Verdadeiro (V) ou Falso (F) para cada uma delas.
Imagem associada para resolução da questão

Figura - Circuito eletrônico com a junção PN de um diodo.
( ) O diodo está polarizado diretamente e por isso haverá circulação de corrente elétrica. ( ) As cargas positivas do diodo serão atraídas pelo polo negativo da bateria, e as cargas negativas do diodo serão atraídas pelo pólo positivo da bateria, o que resultará em um aumento da camada de depleção e impedirá o fluxo de corrente elétrica. ( ) O diodo está polarizado reversamente, pois o polo negativo da bateria está ligado ao cátodo. ( ) Não importa a polarização do diodo, pois ele irá conduzir de toda forma após atingir o seu valor de tensão mínimo.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
Alternativas
Ano: 2019 Banca: IBFC Órgão: MGS Prova: IBFC - 2019 - MGS - Técnico - Eletrônica |
Q1113493 Eletrônica
Um aluno de uma escola técnica está montando um circuito eletrônico em um teste de bancada. Ele precisa escolher um resistor cuja resistência seja de 150 Ω (Ohms) e tolerância de ± 5%. Quanto às cores que representam esse resistor, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1110402 Português

Analise o poema abaixo para responder a questão.

“O deus verme”

Fator universal do transformismo.

Filho da teleológica matéria,

Na superabundância ou na miséria,

Verme - é o seu nome obscuro de batismo.


Jamais emprega o acérrimo exorcismo

Em sua diária ocupação funérea,

E vive em contubérnio com a bactéria,

Livre das roupas do antropomorfismo.


Almoça a podridão das drupas agras,

Janta hidrópicos, rói vísceras magras

E dos defuntos novos incha a mão...


Ah! Para ele é que a carne podre fica,

E no inventário da matéria rica

Cabe aos seus filhos a maior porção!

(Augusto dos Anjos)


O trecho a seguir apresenta ações da personagem. Observe: “Janta Hidrópicos, rói vísceras magras”. Assinale a alternativa que apresenta a correta explicação do trecho destacado.

Alternativas
Q991788 Eletrônica

Analise o quadro a seguir em que se resume as características de um sensor de pressão.


• Alta precisão de medida.

• Baixo custo.

• Excelente resposta dinâmica.

• Excelente linearidade.

• Facilidade de instalação.

• Pode ser utilizado imerso em água ou em atmosfera de gás corrosivo.

• Possibilidade de efetuar medidas a distância.


Essas características referem-se ao seguinte dispositivo:

Alternativas
Respostas
461: C
462: D
463: A
464: C
465: C
466: D
467: A
468: C
469: A
470: B
471: D
472: C
473: D
474: C
475: B
476: A
477: B
478: A
479: D
480: A