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A figura precedente ilustra o esquema de um multiplicador de sinais elétricos, dispositivo encontrado com frequência em circuitos analógicos e digitais que implementam a função de multiplexação. Para entender como se comporta a saída desse tipo de dispositivo, quando excitado pelas formas de onda indicadas (tensão ou corrente elétrica), é comum o uso da representação de números complexos na forma indicada na figura, em que Re{c} representa a parte real do complexo c e eia = cos(a) + isen(a), sendo i = √ 1, indicando a parte imaginária do número complexo eia . Sabendo que cos(a) × cos(b) = 0,5 × [cos(a + b) + cos(a − b)], assinale a opção que apresenta a expressão correta para vm(t).
Texto 27A1

Um amplificador de potência é um dispositivo eletrônico
em que se injeta uma potência elétrica PE na entrada e se obtém
uma potência elétrica PS na saída, sendo PS maior que PE.
A figura precedente ilustra a modelagem do comportamento de
um amplificador de potência, em que se visualizam duas
regiões de operação (I e II), sendo PE e PS dados em dBm, cujos
valores são obtidos ao se aplicar sobre a potência elétrica P
correspondente o operador 10 × log10(P), sendo P dado em
mW. Na figura, a região I corresponde a uma reta entre a
origem do sistema cartesiano e o ponto A, em que a potência de
entrada (PE) é igual a 5 dBm e a potência de saída (PS) é igual
a 20 dBm. A região II corresponde a um arco de circunferência
que contém os pontos A, B e C, sendo o ponto B dado por
(6 dBm, 21 dBm) e o ponto C, por (7 dBm, 20 dBm).
Texto 27A1

Um amplificador de potência é um dispositivo eletrônico
em que se injeta uma potência elétrica PE na entrada e se obtém
uma potência elétrica PS na saída, sendo PS maior que PE.
A figura precedente ilustra a modelagem do comportamento de
um amplificador de potência, em que se visualizam duas
regiões de operação (I e II), sendo PE e PS dados em dBm, cujos
valores são obtidos ao se aplicar sobre a potência elétrica P
correspondente o operador 10 × log10(P), sendo P dado em
mW. Na figura, a região I corresponde a uma reta entre a
origem do sistema cartesiano e o ponto A, em que a potência de
entrada (PE) é igual a 5 dBm e a potência de saída (PS) é igual
a 20 dBm. A região II corresponde a um arco de circunferência
que contém os pontos A, B e C, sendo o ponto B dado por
(6 dBm, 21 dBm) e o ponto C, por (7 dBm, 20 dBm).
Na situação descrita no texto 27A1, ao se injetar no amplificador uma potência elétrica de 2,5 dBm, obtém-se, na saída desse amplificador, um valor de potência elétrica, em watts, igual a

A figura precedente ilustra um trecho de um sistema de transmissão de energia elétrica em que: as torres A e B estão distantes de d = 150 m e suas alturas (hT) com relação ao solo são iguais a 20 m; um cabo elétrico está posicionado no topo das torres e a menor distância desse cabo ao solo é dada por hS = 15 m; o cabo descreve uma parábola f(d). Nessa situação, caso a distância entre as torres A e B fosse aumentada em 20%, o cabo continuasse a descrever a mesma parábola f(d), com a menor distância entre ele e o solo mantida igual a 15 m, e as alturas das torres A e B com relação ao solo fossem mantidas iguais entre elas, essas alturas passariam a ter valor, em metros, igual a
Texto CB3A3-II
Em uma entrevista com 150 empregados de uma empresa, 105 disseram estar satisfeitos com seu trabalho e 88 disseram pensar em trocar de emprego.
Texto CB3A3-II
Em uma entrevista com 150 empregados de uma empresa, 105 disseram estar satisfeitos com seu trabalho e 88 disseram pensar em trocar de emprego.
As usinas hídricas, que há dois anos representavam mais de 60% da matriz elétrica brasileira e agora representam menos de 50%, estão cada vez mais dividindo o protagonismo nacional com outras fontes de energia limpa.
A redução de mais de 10% em tão pouco tempo tem relação direta com a expansão das usinas fotovoltaicas, tanto no segmento de geração distribuída quanto no de geração centralizada, e também com os empreendimentos de geração eólica.
No recorte dos últimos doze meses, a participação da energia solar na matriz elétrica subiu de 10,2% em novembro de 2021 para os atuais 15,8%.
A eólica, por sua vez, teve um crescimento menos chamativo no período: de 1,2%, saltando de 11% de participação para 12,2%.
Internet: <canalsolar.com.br> (com adaptações).
Com base no texto precedente, é correto afirmar que a porcentagem de energia da matriz elétrica brasileira obtida por fonte não hídrica, solar ou eólica, no recorte temporal do texto