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Ano: 2026 Banca: FGV Órgão: AMAZUL Prova: FGV - 2026 - AMAZUL - Meteorologista |
Q3852763 Meteorologia
O esquema abaixo representa ventos horizontalmente balanceados, ou seja, ventos que se aproximam do vento realmente observado, seja em níveis superiores da atmosfera ou em níveis da Camada Limite Atmosférica, no mesmo horário, em 6 pontos que simulam a localização de estações meteorológicas. Isso faz parte da tecnologia de monitoramento adotado para subsidiar a modelagem matemática da dispersão atmosférica de potenciais poluentes e efluentes, conforme exigido pelas normas ambientais e de segurança (incluindo diretrizes que se alinham à CNEN-NN3.01 para instalações nucleares). Observa-se que os pontos 1 e 4 estão sobre uma mesma isógona, assim como os pares de pontos 2-5 e 3–6. Além disso, notam-se isóbaras paralelas (linhas contínuas) na região. 

Q47.png (160×152)

Com base nessas informações e nos princípios das escalas meteorológicas, assinale a opção correta.
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Ano: 2026 Banca: FGV Órgão: AMAZUL Prova: FGV - 2026 - AMAZUL - Meteorologista |
Q3852762 Meteorologia
Durante o treinamento de técnicos em Meteorologia, o sábio instrutor, atento à crescente preocupação com a qualidade do ar nas grandes metrópoles, abordou a estrutura vertical da atmosfera, destacando como ela influencia tanto a dispersão de poluentes quanto o aproveitamento do vento para a instalação de parques eólicos. Para ilustrar, apresentou um esquema da estrutura vertical da Camada Limite Atmosférica (CLA) em condição neutra, na qual podem ser observadas três regiões bem definidas de acordo com o comportamento do perfil de velocidade do vento. Em uma dessas regiões, o vento apresenta perfil potencial; em outra, perfil logarítmico; e em outra, o perfil em espiral, resultante da combinação entre funções trigonométricas e exponencial. 

Q46.png (333×197)

Com base nessas informações, assinale a opção que indica corretamente a nomenclatura das regiões I, II e III, respectivamente.
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Ano: 2026 Banca: FGV Órgão: AMAZUL Prova: FGV - 2026 - AMAZUL - Meteorologista |
Q3852761 Meteorologia
Uma indústria química na periferia de São Paulo - SP enfrenta um aumento inesperado na demanda por um produto, exigindo uma produção contínua de alta intensidade nas próximas 24 horas. Para atender à demanda e maximizar o lucro, a produção deve operar com a capacidade máxima, o que resultará em uma emissão significativa de poluentes pela chaminé. A diretoria da empresa, preocupada com a imagem e com possíveis multas ambientais, solicitou a um meteorologista que avalie se as condições atmosféricas serão favoráveis à dispersão desses poluentes. Para a análise e devido a um apagão de dados, o meteorologista utilizou apenas dados de vento real em dois níveis atmosféricos distintos, fora da Camada Limite Atmosférica, onde o vento geostrófico é uma boa aproximação. Em 850 mb o vento sopra de sudoeste (SW), com velocidade moderada e em 200 mb o vento sopra de oeste (W), com velocidade maior que a do nível inferior. 

Assinale a opção que representa a conclusão mais precisa do meteorologista sobre as condições para a emissão de poluentes pela chaminé.
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Ano: 2026 Banca: FGV Órgão: AMAZUL Prova: FGV - 2026 - AMAZUL - Meteorologista |
Q3852760 Meteorologia
Para explicar ao engenheiro que mecanismos de transporte de poluentes em grande escala podem atuar independentemente da altura da chaminé, o meteorologista-chefe elaborou o esquema a seguir. Ele representa a circulação fechada anticiclônica do vento, que sopra paralelamente às isolinhas de pressão ou altura geopotencial, e se baseia no balanço de três forças. 

Q44.png (205×161)

Assinale a opção que indica o hemisfério em que o sistema atua, o tipo de vento indicado em I e as forças indicadas por II, III e IV, respectivamente.
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Ano: 2026 Banca: FGV Órgão: AMAZUL Prova: FGV - 2026 - AMAZUL - Meteorologista |
Q3852759 Meteorologia
Uma brigada de incêndio florestal opera na região da Costa Verde, em Angra dos Reis, uma área de Mata Atlântica próxima às instalações nucleares que exigem monitoramento rigoroso. Para avaliar as condições meteorológicas locais e prever o comportamento do fogo, os brigadistas utilizam um psicrômetro ventilado portátil (psicrômetro de manivela), composto por dois termômetros (bulbo seco e bulbo molhado) montados lado a lado em uma base de metal que é girada manualmente.

Com base nesse cenário e em conhecimentos técnicos sobre Meteorologia, combate a incêndios e legislação nuclear, é incorreto afirmar que
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Ano: 2026 Banca: FGV Órgão: AMAZUL Prova: FGV - 2026 - AMAZUL - Meteorologista |
Q3852758 Meteorologia
Em uma área relativamente plana ao nível médio do mar de um complexo nuclear em fase inicial de construção, reservada para experimentação meteorológica, centrado entre duas estações meteorológicas separadas por 200 km, demarcado pelo “x” na figura, observa-se a plotagem do vento sinótico em ambas as estações. Por conveniência pode-se considerar 1 nó igual a 0,5 m/s, que a atmosfera em questão é hipoteticamente incompressível e que derivadas locais podem ser aproximadas por diferenças finitas (valores discretos). 

Q42.png (289×106)

Assinale a opção correta a respeito da componente vertical da velocidade w no local indicado pelo “x”.
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Ano: 2026 Banca: FGV Órgão: AMAZUL Prova: FGV - 2026 - AMAZUL - Meteorologista |
Q3852757 Meteorologia
Durante as obras de terraplanagem para a instalação de uma nova unidade no Complexo Nuclear de Angra (Angra III), a equipe de segurança e Meteorologia monitorava as condições de tempo, conforme exigido para o licenciamento da obra. Sob condições sinóticas de céu claro e forte aquecimento diurno, um fenômeno meteorológico local conhecido como Dust Devil se formou, gerando uma grande nuvem de poeira que reduzia drasticamente a visibilidade e criava um risco operacional (risco não radiológico). O meteorologista de plantão, parte integrante do programa de apoio meteorológico da instalação, ilustrou o fenômeno no esquema a seguir para explicá-lo ao responsável técnico da obra e ao supervisor de radioproteção.

Q41.png (228×146)

No diagrama, o item I representa o vento tangencial, resultante do equilíbrio entre os itens II e III, que correspondem às principais forças atuantes no fenômeno.
À luz da Norma CNEN NN 3.01 e das responsabilidades do titular/requerente, assinale a opção correta em relação aos itens I, II e III.
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Ano: 2026 Banca: FGV Órgão: AMAZUL Prova: FGV - 2026 - AMAZUL - Meteorologista |
Q3852756 Meteorologia
Ventos verticais subsidentes de 216 km/h (60 m/s) sopram com a força de um furacão em direção à entrada superior de um bunker vertical subterrâneo de um complexo industrial, onde funcionários se abrigam de desastres, inclusive os ambientais. O bunker possui 5 m de altura e o fundo é impermeável. A densidade inicial do ar no interior do bunker é 1 kg m-3 .

Considerando a equação de conservação de massa escrita em termos da divergência do campo de velocidade, sob as assunções do contínuo aplicadas a um domínio discretizado, fluxo predominantemente vertical, escoamento 1-D, e desprezando trocas laterais e compressibilidade, além da implicada pela continuidade, assinale a alternativa que representa a taxa local de aumento da densidade do ar no bunker calculada pelo meteorologista que atua no complexo industrial.
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Ano: 2026 Banca: FGV Órgão: AMAZUL Prova: FGV - 2026 - AMAZUL - Meteorologista |
Q3852755 Meteorologia
A Comissão Reguladora Nuclear dos EUA (NRC) estabelece metodologias distintas para a avaliação da dispersão atmosférica em usinas nucleares, formalizadas em guias (Regulatory Guides – RG - 1.111 e 1.145). Estes guias orientam o cálculo dos fatores de concentração relativa (X/Q) essenciais para estimar doses radiológicas e convencionais em receptores sensíveis. Como exemplo de metodologias computacionais adotadas podemos citar o modelo AERMOD, utilizado para efluentes atmosféricos convencionais e que ajudou na tomada de decisões para construção da usina de Angra III.

Assinale a opção que descreve corretamente a principal distinção e aplicação dessas duas metodologias da NRC e como elas se relacionam com o cálculo do X/Q.
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Ano: 2026 Banca: FGV Órgão: AMAZUL Prova: FGV - 2026 - AMAZUL - Meteorologista |
Q3852754 Meteorologia
Um meteorologista de uma empresa foi solicitado a estimar a intensidade do vento no nível da chaminé de uma fábrica, pois uma operação de emissão de poluentes estava prestes a ocorrer. Ao consultar os dados da torre meteorológica próxima, percebeu que o sistema estava fora do ar. Sem alternativa, decidiu testar um protótipo em desenvolvimento: um anemômetro embarcado em um drone. O drone foi lançado e seguiu em direção ao norte com velocidade de 50 m/s. No nível de voo, a intensidade do vento aumenta em direção ao norte à razão de 0,03 m/s por quilômetro. A bordo do drone, a intensidade do vento cresce à taxa de 36 m/s por hora. Com base nesses dados, o meteorologista calculou a tendência local da intensidade do vento, ou seja, a variação temporal da intensidade medida por um observador quase-estacionário próximo ao drone, no instante em que ele se aproximava da saída da chaminé.

Sabendo que a condição inicial de vento era nula e considerando um intervalo de 10 min, a velocidade estimada pelo meteorologista foi de
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Ano: 2026 Banca: FGV Órgão: AMAZUL Prova: FGV - 2026 - AMAZUL - Meteorologista |
Q3852753 Matemática
Em modelagem matemática, a resolução numérica das equações diferenciais parciais que descrevem o transporte e dispersão de poluentes na atmosfera – como o clássico modelo de pluma gaussiana - frequentemente utiliza o método de diferenças finitas que é facilmente programável nas mais diversas linguagens computacionais. Tal abordagem, embora prática, é um tanto contraditória, pois introduz uma representação de esquema discreto de um meio que originalmente é considerado contínuo no espaço e no tempo. O equacionamento dos esquemas desenvolvidos pelo método de diferenças finitas baseia-se na expansão em série de Taylor, conforme as expressões a seguir:


Imagem associada para resolução da questão

onde C é uma variável escalar, tal como a concentração de um poluente, x0 e y0 são os pontos centrais da grade e Δx é o espaçamento entre dois pontos adjacentes. Truncando as séries até os termos de terceira ordem e realizando as operações algébricas, obtém-se o esquema de diferenças centradas para derivada primeira.

Nesse caso, a equação diferencial parcial é aproximada pela equação em diferenças finitas somada a um erro de truncamento, cuja ordem de grandeza é
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Ano: 2026 Banca: FGV Órgão: AMAZUL Prova: FGV - 2026 - AMAZUL - Meteorologista |
Q3852752 Meteorologia
Um meteorologista trabalha em uma usina nucleoelétrica que necessita monitorar a dispersão de poluentes radioativos. Ele precisa modelar a turbulência e a dispersão vertical na camada limite adequadamente, mas não sabe o valor da velocidade de fricção (u*) sob condições de neutralidade atmosférica para o local de interesse. Na torre anemométrica principal da usina, os sensores foram instalados inicialmente nos dois níveis obrigatórios determinados na Norma CNEN NN 1.22. Em um dia com condições atmosféricas neutras, o meteorologista fez as seguintes medições: velocidade do vento no nível mais próximo da superfície (z1): 6,2 m/s; e velocidade do vento no nível mais acima conforme Norma CNEN NN 1.22 (z2): 9,8 m/s. O meteorologista, sem acesso a uma calculadora e precisando de uma estimativa, lembrou-se da lei do perfil logarítmico do vento para condições neutras: U(z) = Imagem associada para resolução da questão Ele assumiu que a constante de von Kármán (k) é 0,4, mas não arriscou estimar o valor do comprimento de rugosidade (z0) por tabelas.

Diante das considerações e assumindo que o logaritmo neperiano de 6 é aproximadamente 1,8, realize as operações algébricas necessárias e assinale a opção que mais se aproxima do cálculo da velocidade de fricção estimada pelo meteorologista. 





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Ano: 2026 Banca: FGV Órgão: AMAZUL Prova: FGV - 2026 - AMAZUL - Meteorologista |
Q3852751 Meteorologia
Um meteorologista experiente, sem o uso de instrumentos, observa a pluma de fumaça de uma chaminé industrial em um dia muito quente e ensolarado. Ele nota que a pluma apresenta um comportamento ondulado e errático, com grandes oscilações verticais, chegando ocasionalmente a atingir o nível do solo em curtas distâncias conforme a figura abaixo. 

Q35.png (333×108)

Com base nessa observação, assinale a opção que apresenta a conclusão mais provável do meteorologista sobre o tipo de pluma e a estabilidade atmosférica local. 
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Ano: 2026 Banca: FGV Órgão: AMAZUL Prova: FGV - 2026 - AMAZUL - Meteorologista |
Q3852750 Meteorologia
Um algoritmo foi desenvolvido para estimar a intensidade do vento (U) em diferentes alturas (z) dentro da Camada Limite Atmosférica (CLA), a partir de valores simulados por um modelo de mesoescala, cujo ponto de grade fornece dados de vento a 50 m cima do nível do solo na região de um complexo industrial. O  cálculo utiliza o fluxo de momento turbulento para determinar a velocidade de fricção (u*) e a escala de comprimento de rugosidade do terreno (z0). A extrapolação da intensidade do vento é feita pela expressão: Imagem associada para resolução da questão onde k é a constante de von Kármán, L é a escala de comprimento da teoria envolvida e ψm é a função de correção de estabilidade, que depende das condições térmicas da atmosfera (estável, neutra ou instável).
Assinale a opção que identifica corretamente a teoria utilizada no algoritmo.
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Ano: 2026 Banca: FGV Órgão: AMAZUL Prova: FGV - 2026 - AMAZUL - Meteorologista |
Q3852749 Meteorologia
O XOQDOQ é um modelo computacional clássico de dispersão atmosférica, desenvolvido para calcular rotineiramente a razão entre concentração média de efluentes radioativos e a taxa de liberação da fonte de emissão (X/Q), bem como a razão entre deposição média para localizações específicas e para distâncias radiais padrões à fonte de emissão (D/Q). Ele foi escrito em uma linguagem científica bastante popular nas décadas de 1970 e 1980, conhecida por sua eficiência em cálculos numéricos e processamento de matrizes.

Observe o trecho a seguir, retirado de uma das rotinas do código-fonte do XOQDOQ a seguir:

 Imagem associada para resolução da questão

Assinale a opção correta. 

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Ano: 2026 Banca: FGV Órgão: AMAZUL Prova: FGV - 2026 - AMAZUL - Meteorologista |
Q3852748 Meteorologia
Com o objetivo de aprimorar o desenvolvimento de modelos atmosféricos para a Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN), um meteorologista decidiu analisar o comportamento de modelos simplistas, especificamente o que assume uma atmosfera homogênea (densidade não varia com a altura). Ele determinou que a combinação da equação hidrostática e da equação de estado, comumente utilizada em Meteorologia, resulta em uma atmosfera de altura finita que é função apenas da temperatura da superfície. Para este modelo atmosférico, ele calculou a taxa de variação da temperatura com relação à altura (gradiente térmico vertical) usando constantes típicas, como a gravidade média global (g = 9,81 ms-2 ) e a constante específica do ar seco (Rd = 287 J K-1 Kg-1 ). (Rd = 287 J K-1 Kg-1 ).

O valor obtido, expresso em °C/(100 m), permitiu classificar a estabilidade atmosférica de acordo com a classe de Pasquill contida na norma CNEN NN 1.22, que foi
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Ano: 2026 Banca: FGV Órgão: AMAZUL Prova: FGV - 2026 - AMAZUL - Meteorologista |
Q3852747 Meteorologia
Preocupado com a confiabilidade de um anemômetro digital que seria usado em uma torre micrometeorológica, um meteorologista recorreu ao Parque de Material de Eletrônica da Aeronáutica do Rio de Janeiro, laboratório acreditado pela ISO/IEC 17025, para realizar sua calibração. O instrumento foi calibrado em túnel de vento, com velocidade nominal de 10 m/s. Durante o procedimento, foram realizadas medições nos sentidos ascendente e descendente para avaliar o erro de histerese: leitura ascendente (subindo): 10,15 m/s; leitura descendente (descendo): 9,90 m/s; e valor de referência: 10,00 m/s.

Assinale a opção que apresenta o valor do erro de histerese no ponto de 10 m/s e a ação obrigatória que é exigida pela norma ISO 17025 em relação a esse valor.
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Ano: 2026 Banca: FGV Órgão: AMAZUL Provas: FGV - 2026 - AMAZUL - Advogado | FGV - 2026 - AMAZUL - Contador | FGV - 2026 - AMAZUL - Designer Gráfico | FGV - 2026 - AMAZUL - Analista de Administração | FGV - 2026 - AMAZUL - Engenheiro Mecatrônico | FGV - 2026 - AMAZUL - Analista de Desenvolvimento de Sistemas | FGV - 2026 - AMAZUL - Engenheiro Naval | FGV - 2026 - AMAZUL - Engenheiro de Computação | FGV - 2026 - AMAZUL - Médico do Trabalho | FGV - 2026 - AMAZUL - Psicólogo | FGV - 2026 - AMAZUL - Analista de Infraestrutura de Tecnologia da Informação | FGV - 2026 - AMAZUL - Engenheiro de Controle da Qualidade | FGV - 2026 - AMAZUL - Analista de Negócios | FGV - 2026 - AMAZUL - Arquiteto | FGV - 2026 - AMAZUL - Auditor | FGV - 2026 - AMAZUL - Analista de Recursos Humanos | FGV - 2026 - AMAZUL - Engenheiro Ambiental | FGV - 2026 - AMAZUL - Engenheiro de Materiais | FGV - 2026 - AMAZUL - Especialista de Radioproteção | FGV - 2026 - AMAZUL - Engenheiro Nuclear | FGV - 2026 - AMAZUL - Engenheiro de Produção | FGV - 2026 - AMAZUL - Engenheiro Civil | FGV - 2026 - AMAZUL - Engenheiro Controle e Automação | FGV - 2026 - AMAZUL - Físico | FGV - 2026 - AMAZUL - Engenheiro Químico | FGV - 2026 - AMAZUL - Engenheiro de Telecomunicações | FGV - 2026 - AMAZUL - Engenheiro de Segurança do Trabalho | FGV - 2026 - AMAZUL - Engenheiro Eletricista | FGV - 2026 - AMAZUL - Engenheiro Eletrônico | FGV - 2026 - AMAZUL - Meteorologista | FGV - 2026 - AMAZUL - Químico | FGV - 2026 - AMAZUL - Tecnólogo em Fabricação Mecânica | FGV - 2026 - AMAZUL - Engenheiro de Energia | FGV - 2026 - AMAZUL - Engenheiro Mecânico |
Q3846042 Inglês
READ THE TEXT AND ANSWER THE FOLLOWING QUESTION


Social Dimensions of Climate Change


Extreme weather events are deeply intertwined with global patterns of inequality. The poorest and most vulnerable people bear the brunt of climate change impacts yet contribute the least to the crisis. As the impacts of climate change mount, millions of vulnerable people face disproportionate challenges in terms of loss of jobs; physical harm; disease; mental health effects; food insecurity; access to water; migration and forced displacement; loss of shelter, assets, and community ties, and other related risks.

Some people are more vulnerable to climate change than others. For example, workers in sectors such as agriculture, fishing, and tourism rely on natural resources that are particularly sensitive to increasingly unpredictable weather and seasonal patterns. Female-headed households, children, persons with disabilities, Indigenous Peoples and ethnic minorities, landless tenants, migrant workers, displaced persons, older people, and other socially marginalized groups often have fewer financial and other resources to cope with and recover from shocks which might threaten their wellbeing and the wellbeing of their families. The root causes of their vulnerability lie in a combination of their geographical locations; their financial, socio-economic, cultural, and social status; and their access to resources, services, and decision-making power.

The poor are often not just among the most vulnerable to climate change, but also disproportionately impacted by measures to address it. These impacts can include increased costs of living, loss of livelihoods, and limited access to resources and support systems, which exacerbate existing inequalities and poverty trends. In the absence of well-designed and citizen-centered policies, efforts to tackle climate change can have unintended consequences for the livelihoods of certain groups, including placing a higher financial burden on poor households […].

While much progress has been made on the science and the types of policies needed to support a transition to low carbon, climateresilient development, a challenge facing many countries is engaging citizens who are concerned that they will be unfairly impacted by climate policies. Citizen-centered programs play a vital role in ensuring that resources are used efficiently. Engaging people in shaping climate action is equally critical for achieving lasting impact. This means ensuring transparency, access to information, and active citizen engagement on climate risks and green growth. Such involvement can help build public support to reduce climate impacts, overcome behavioral and political barriers to decarbonization, as well as foster both new ideas and a sense of ownership over solutions.

Moreover, communities bring unique perspectives, skills, and a wealth of knowledge to the challenge of strengthening resilience and addressing climate change. They should be engaged as partners in resilience-building rather than being regarded merely as beneficiaries. Research and experience show that community leaders can successfully set priorities, influence ownership, as well as design and implement investment programs that are responsive to their community’s own needs. A 2022 report by the Intergovernmental Panel on Climate Change (IPCC) recognizes the value of diverse forms of knowledge — such as scientific, Indigenous, and local knowledge — in building climate resilience. Innovations in the architecture of climate finance can connect communities and marginalized groups to the policy, technical, and financial assistance that they need for locally relevant and effective development outcomes.


From: https://www.worldbank.org/en/topic/social-dimensions-of-climate-change 
The modal verb in “They should be engaged as partners” (5th paragraph) indicates a(n): 
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FGV Órgão: AMAZUL Provas: FGV - 2026 - AMAZUL - Advogado | FGV - 2026 - AMAZUL - Contador | FGV - 2026 - AMAZUL - Designer Gráfico | FGV - 2026 - AMAZUL - Analista de Administração | FGV - 2026 - AMAZUL - Engenheiro Mecatrônico | FGV - 2026 - AMAZUL - Analista de Desenvolvimento de Sistemas | FGV - 2026 - AMAZUL - Engenheiro Naval | FGV - 2026 - AMAZUL - Engenheiro de Computação | FGV - 2026 - AMAZUL - Médico do Trabalho | FGV - 2026 - AMAZUL - Psicólogo | FGV - 2026 - AMAZUL - Analista de Infraestrutura de Tecnologia da Informação | FGV - 2026 - AMAZUL - Engenheiro de Controle da Qualidade | FGV - 2026 - AMAZUL - Analista de Negócios | FGV - 2026 - AMAZUL - Arquiteto | FGV - 2026 - AMAZUL - Auditor | FGV - 2026 - AMAZUL - Analista de Recursos Humanos | FGV - 2026 - AMAZUL - Engenheiro Ambiental | FGV - 2026 - AMAZUL - Engenheiro de Materiais | FGV - 2026 - AMAZUL - Especialista de Radioproteção | FGV - 2026 - AMAZUL - Engenheiro Nuclear | FGV - 2026 - AMAZUL - Engenheiro de Produção | FGV - 2026 - AMAZUL - Engenheiro Civil | FGV - 2026 - AMAZUL - Engenheiro Controle e Automação | FGV - 2026 - AMAZUL - Físico | FGV - 2026 - AMAZUL - Engenheiro Químico | FGV - 2026 - AMAZUL - Engenheiro de Telecomunicações | FGV - 2026 - AMAZUL - Engenheiro de Segurança do Trabalho | FGV - 2026 - AMAZUL - Engenheiro Eletricista | FGV - 2026 - AMAZUL - Engenheiro Eletrônico | FGV - 2026 - AMAZUL - Meteorologista | FGV - 2026 - AMAZUL - Químico | FGV - 2026 - AMAZUL - Tecnólogo em Fabricação Mecânica | FGV - 2026 - AMAZUL - Engenheiro de Energia | FGV - 2026 - AMAZUL - Engenheiro Mecânico |
Q3846041 Inglês
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Social Dimensions of Climate Change


Extreme weather events are deeply intertwined with global patterns of inequality. The poorest and most vulnerable people bear the brunt of climate change impacts yet contribute the least to the crisis. As the impacts of climate change mount, millions of vulnerable people face disproportionate challenges in terms of loss of jobs; physical harm; disease; mental health effects; food insecurity; access to water; migration and forced displacement; loss of shelter, assets, and community ties, and other related risks.

Some people are more vulnerable to climate change than others. For example, workers in sectors such as agriculture, fishing, and tourism rely on natural resources that are particularly sensitive to increasingly unpredictable weather and seasonal patterns. Female-headed households, children, persons with disabilities, Indigenous Peoples and ethnic minorities, landless tenants, migrant workers, displaced persons, older people, and other socially marginalized groups often have fewer financial and other resources to cope with and recover from shocks which might threaten their wellbeing and the wellbeing of their families. The root causes of their vulnerability lie in a combination of their geographical locations; their financial, socio-economic, cultural, and social status; and their access to resources, services, and decision-making power.

The poor are often not just among the most vulnerable to climate change, but also disproportionately impacted by measures to address it. These impacts can include increased costs of living, loss of livelihoods, and limited access to resources and support systems, which exacerbate existing inequalities and poverty trends. In the absence of well-designed and citizen-centered policies, efforts to tackle climate change can have unintended consequences for the livelihoods of certain groups, including placing a higher financial burden on poor households […].

While much progress has been made on the science and the types of policies needed to support a transition to low carbon, climateresilient development, a challenge facing many countries is engaging citizens who are concerned that they will be unfairly impacted by climate policies. Citizen-centered programs play a vital role in ensuring that resources are used efficiently. Engaging people in shaping climate action is equally critical for achieving lasting impact. This means ensuring transparency, access to information, and active citizen engagement on climate risks and green growth. Such involvement can help build public support to reduce climate impacts, overcome behavioral and political barriers to decarbonization, as well as foster both new ideas and a sense of ownership over solutions.

Moreover, communities bring unique perspectives, skills, and a wealth of knowledge to the challenge of strengthening resilience and addressing climate change. They should be engaged as partners in resilience-building rather than being regarded merely as beneficiaries. Research and experience show that community leaders can successfully set priorities, influence ownership, as well as design and implement investment programs that are responsive to their community’s own needs. A 2022 report by the Intergovernmental Panel on Climate Change (IPCC) recognizes the value of diverse forms of knowledge — such as scientific, Indigenous, and local knowledge — in building climate resilience. Innovations in the architecture of climate finance can connect communities and marginalized groups to the policy, technical, and financial assistance that they need for locally relevant and effective development outcomes.


From: https://www.worldbank.org/en/topic/social-dimensions-of-climate-change 
The verb in “efforts to tackle climate change” (3rd paragraph) is semantically equivalent to: 
Alternativas
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Q3846040 Inglês
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Social Dimensions of Climate Change


Extreme weather events are deeply intertwined with global patterns of inequality. The poorest and most vulnerable people bear the brunt of climate change impacts yet contribute the least to the crisis. As the impacts of climate change mount, millions of vulnerable people face disproportionate challenges in terms of loss of jobs; physical harm; disease; mental health effects; food insecurity; access to water; migration and forced displacement; loss of shelter, assets, and community ties, and other related risks.

Some people are more vulnerable to climate change than others. For example, workers in sectors such as agriculture, fishing, and tourism rely on natural resources that are particularly sensitive to increasingly unpredictable weather and seasonal patterns. Female-headed households, children, persons with disabilities, Indigenous Peoples and ethnic minorities, landless tenants, migrant workers, displaced persons, older people, and other socially marginalized groups often have fewer financial and other resources to cope with and recover from shocks which might threaten their wellbeing and the wellbeing of their families. The root causes of their vulnerability lie in a combination of their geographical locations; their financial, socio-economic, cultural, and social status; and their access to resources, services, and decision-making power.

The poor are often not just among the most vulnerable to climate change, but also disproportionately impacted by measures to address it. These impacts can include increased costs of living, loss of livelihoods, and limited access to resources and support systems, which exacerbate existing inequalities and poverty trends. In the absence of well-designed and citizen-centered policies, efforts to tackle climate change can have unintended consequences for the livelihoods of certain groups, including placing a higher financial burden on poor households […].

While much progress has been made on the science and the types of policies needed to support a transition to low carbon, climateresilient development, a challenge facing many countries is engaging citizens who are concerned that they will be unfairly impacted by climate policies. Citizen-centered programs play a vital role in ensuring that resources are used efficiently. Engaging people in shaping climate action is equally critical for achieving lasting impact. This means ensuring transparency, access to information, and active citizen engagement on climate risks and green growth. Such involvement can help build public support to reduce climate impacts, overcome behavioral and political barriers to decarbonization, as well as foster both new ideas and a sense of ownership over solutions.

Moreover, communities bring unique perspectives, skills, and a wealth of knowledge to the challenge of strengthening resilience and addressing climate change. They should be engaged as partners in resilience-building rather than being regarded merely as beneficiaries. Research and experience show that community leaders can successfully set priorities, influence ownership, as well as design and implement investment programs that are responsive to their community’s own needs. A 2022 report by the Intergovernmental Panel on Climate Change (IPCC) recognizes the value of diverse forms of knowledge — such as scientific, Indigenous, and local knowledge — in building climate resilience. Innovations in the architecture of climate finance can connect communities and marginalized groups to the policy, technical, and financial assistance that they need for locally relevant and effective development outcomes.


From: https://www.worldbank.org/en/topic/social-dimensions-of-climate-change 
“Yet” in “yet contribute the least” (1st paragraph) introduces an idea of:
Alternativas
Respostas
61: C
62: E
63: B
64: A
65: E
66: C
67: B
68: E
69: D
70: E
71: D
72: A
73: C
74: D
75: B
76: A
77: C
78: C
79: C
80: B