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Ano: 2023 Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos) Órgão: CEMIG - MG Provas: FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - CEMIG - MG - Advogado - Formação Direito | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - CEMIG - MG - Analista Empresarial - Formação Direito | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - CEMIG - MG - Analista Empresarial Nível 14 - Formação Tecnologia da Informação | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - CEMIG - MG - Analista Empresarial - Formação Estatística | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - CEMIG - MG - Analista Empresarial - Formação Matemática Computacional | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - CEMIG - MG - Analista Empresarial - Formação Psicologia | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - CEMIG - MG - Enfermeiro do Trabalho - Formação Enfermagem com Especialização em Enfermagem do Trabalho | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - CEMIG - MG - Engenheiro - Formação Engenharia Ambiental | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - CEMIG - MG - Engenheiro - Formação Engenharia Cartográfica ou de Agrimensura | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - CEMIG - MG - Engenheiro - Engenharia Civil, de Produção Civil, Hídrica, de Recursos Hídricos (Planejamento Hidroenergético) | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - CEMIG - MG - Engenheiro - Formação Engenharia de Controle e Automação | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - CEMIG - MG - Engenheiro - Formação Engenharia Elétrica | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - CEMIG - MG - Engenheiro - Formação Engenharia Florestal | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - CEMIG - MG - Engenheiro - Formação Engenharia Química | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - CEMIG - MG - Engenheiro - Formação Engenharia Mecatrônica | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - CEMIG - MG - Engenheiro - Formação Engenharia Mecânica | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - CEMIG - MG - Analista Empresarial Nível 13 - Formação Administração de Empresas | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - CEMIG - MG - Analista Empresarial Nível 15 - Formação Administração de Empresas | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - CEMIG - MG - Analista Empresarial - Formação Biologia | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - CEMIG - MG - Analista Empresarial - Formação Ciências Contábeis | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - CEMIG - MG - Analista Empresarial - Cientista de Dados | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - CEMIG - MG - Analista Empresarial - Formação Comunicação Social ou Jornalismo ou Publicidade ou Relações Públicas | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - CEMIG - MG - Engenheiro - Formação Engenharia e Especialização em Segurança do Trabalho | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - CEMIG - MG - Engenheiro - Formação Engenharia de Telecomunicações | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - CEMIG - MG - Engenheiro - Formação Geologia | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - CEMIG - MG - Engenheiro de Processos de Suporte - Formação Engenharia Elétrica | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2023 - CEMIG - MG - Meteorologista - Formação Meteorologia |
Q2305267 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto I para responder à questão.

TEXTO I

Varrer as redes sociais para debaixo do tapete não é solução

O Brasil caminha para fechar o ano com mais de 171 milhões de usuários de redes sociais, de acordo com o portal de estatísticas Statisa. Desse contingente, fazem parte crianças e jovens que, mesmo sem idade para oficialmente criarem contas e perfis nas plataformas, têm algum tipo de contato com o conteúdo que transita por elas. Diante desse fato, há dois caminhos possíveis: proibir ou educar. A proibição, embora tentadora, significa ignorar que pré-adolescentes e adolescentes já estão expostos ao que as redes sociais têm de melhor e de pior, sem que necessariamente estejam preparados para fazer essa distinção. Educar é trabalhoso, mas talvez seja a solução mais efetiva diante daquilo que parece um caminho sem volta: a influência de novas tecnologias digitais na maneira como nos comunicamos, interagimos com o mundo e vivemos.

A Secretaria de Educação do Estado de São Paulo decidiu bloquear o uso de redes sociais e streamings (como Netflix e Globoplay) nas escolas estaduais, argumentando que a restrição visa “garantir um ambiente adequado para o aprendizado e evitar usos considerados inapropriados e / ou excessivo de redes, que podem prejudicar a qualidade da conexão e interferir no andamento das atividades pedagógicas”.

Enxergar tais plataformas apenas como obstáculo é, de certa forma, se eximir da responsabilidade de guiar seu uso consciente e crítico. É privar os estudantes do acesso a conteúdos que podem enriquecer as aulas e torná-las mais conectadas com a realidade em que vivem. É dificultar o exercício da autoexpressão, já que jovens poderiam usar as redes de maneira positiva para mobilizar e engajar a comunidade escolar na resolução de problemas de sua região. Isso não significa uma defesa incondicional das redes. Pelo contrário: só poderemos participar da construção de um ecossistema digital melhor se pudermos conhecê-lo, entendendo a engrenagem por trás das plataformas, seu modelo de negócios, o modus operandi dos algoritmos, o papel dos influenciadores e tantos outros fenômenos que, feliz ou infelizmente, já fazem parte de nossas vidas. [...] Hoje, currículos são construídos levando em consideração a relevância da internet em nossas vidas e a necessidade de “desvendá-la”, de modo a minimizar os riscos e ampliar as oportunidades de quem está conectado. [...]

Educar para as redes proporcionará aos estudantes um olhar mais crítico para consumir as informações que por elas transitam e responsabilidade para produzir e compartilhar conteúdos, entendendo o alcance que sua voz pode ter. A construção de tais competências é também pilar para que as crianças e jovens de hoje se tornem adultos mais conscientes do poder da comunicação, aptos a compreender que as redes sociais podem ser usadas para propagar fake news e discurso de ódio, mas também para o exercício da cidadania e a diversidade de vozes numa sociedade cada vez mais conectada.

Num país de tamanha desigualdade como o Brasil, não se pode ignorar que uma parte dos estudantes sequer conta com internet estável nas escolas. Ainda assim, ignorar a existência das redes sociais não é uma boa solução — e pode, inclusive, ampliar a distância entre os jovens que têm a oportunidade de vivenciá-las com criticidade e aqueles que simplesmente não têm a chance de discuti-las em um ambiente mais seguro e mediado por educadores. Nesse caso, educar é melhor do que proibir.

MACHADO, Daniela. Disponível em: https://www1.folha. uol.com.br/educacao/2023/03/varrer-as-redes-sociais-paradebaixo-do-tapete-nao-e-solucao.shtml. Acesso em: 11 jun. 2023. [Fragmento adaptado]
Assinale a alternativa que apresenta ideia central defendida no texto.
Alternativas
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Q2305266 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto I para responder à questão.

TEXTO I

Varrer as redes sociais para debaixo do tapete não é solução

O Brasil caminha para fechar o ano com mais de 171 milhões de usuários de redes sociais, de acordo com o portal de estatísticas Statisa. Desse contingente, fazem parte crianças e jovens que, mesmo sem idade para oficialmente criarem contas e perfis nas plataformas, têm algum tipo de contato com o conteúdo que transita por elas. Diante desse fato, há dois caminhos possíveis: proibir ou educar. A proibição, embora tentadora, significa ignorar que pré-adolescentes e adolescentes já estão expostos ao que as redes sociais têm de melhor e de pior, sem que necessariamente estejam preparados para fazer essa distinção. Educar é trabalhoso, mas talvez seja a solução mais efetiva diante daquilo que parece um caminho sem volta: a influência de novas tecnologias digitais na maneira como nos comunicamos, interagimos com o mundo e vivemos.

A Secretaria de Educação do Estado de São Paulo decidiu bloquear o uso de redes sociais e streamings (como Netflix e Globoplay) nas escolas estaduais, argumentando que a restrição visa “garantir um ambiente adequado para o aprendizado e evitar usos considerados inapropriados e / ou excessivo de redes, que podem prejudicar a qualidade da conexão e interferir no andamento das atividades pedagógicas”.

Enxergar tais plataformas apenas como obstáculo é, de certa forma, se eximir da responsabilidade de guiar seu uso consciente e crítico. É privar os estudantes do acesso a conteúdos que podem enriquecer as aulas e torná-las mais conectadas com a realidade em que vivem. É dificultar o exercício da autoexpressão, já que jovens poderiam usar as redes de maneira positiva para mobilizar e engajar a comunidade escolar na resolução de problemas de sua região. Isso não significa uma defesa incondicional das redes. Pelo contrário: só poderemos participar da construção de um ecossistema digital melhor se pudermos conhecê-lo, entendendo a engrenagem por trás das plataformas, seu modelo de negócios, o modus operandi dos algoritmos, o papel dos influenciadores e tantos outros fenômenos que, feliz ou infelizmente, já fazem parte de nossas vidas. [...] Hoje, currículos são construídos levando em consideração a relevância da internet em nossas vidas e a necessidade de “desvendá-la”, de modo a minimizar os riscos e ampliar as oportunidades de quem está conectado. [...]

Educar para as redes proporcionará aos estudantes um olhar mais crítico para consumir as informações que por elas transitam e responsabilidade para produzir e compartilhar conteúdos, entendendo o alcance que sua voz pode ter. A construção de tais competências é também pilar para que as crianças e jovens de hoje se tornem adultos mais conscientes do poder da comunicação, aptos a compreender que as redes sociais podem ser usadas para propagar fake news e discurso de ódio, mas também para o exercício da cidadania e a diversidade de vozes numa sociedade cada vez mais conectada.

Num país de tamanha desigualdade como o Brasil, não se pode ignorar que uma parte dos estudantes sequer conta com internet estável nas escolas. Ainda assim, ignorar a existência das redes sociais não é uma boa solução — e pode, inclusive, ampliar a distância entre os jovens que têm a oportunidade de vivenciá-las com criticidade e aqueles que simplesmente não têm a chance de discuti-las em um ambiente mais seguro e mediado por educadores. Nesse caso, educar é melhor do que proibir.

MACHADO, Daniela. Disponível em: https://www1.folha. uol.com.br/educacao/2023/03/varrer-as-redes-sociais-paradebaixo-do-tapete-nao-e-solucao.shtml. Acesso em: 11 jun. 2023. [Fragmento adaptado]
Em relação à norma-padrão escrita da língua portuguesa, assinale a alternativa em que a reescrita do enunciado está correta. 
Alternativas
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Q2305265 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto I para responder à questão.

TEXTO I

Varrer as redes sociais para debaixo do tapete não é solução

O Brasil caminha para fechar o ano com mais de 171 milhões de usuários de redes sociais, de acordo com o portal de estatísticas Statisa. Desse contingente, fazem parte crianças e jovens que, mesmo sem idade para oficialmente criarem contas e perfis nas plataformas, têm algum tipo de contato com o conteúdo que transita por elas. Diante desse fato, há dois caminhos possíveis: proibir ou educar. A proibição, embora tentadora, significa ignorar que pré-adolescentes e adolescentes já estão expostos ao que as redes sociais têm de melhor e de pior, sem que necessariamente estejam preparados para fazer essa distinção. Educar é trabalhoso, mas talvez seja a solução mais efetiva diante daquilo que parece um caminho sem volta: a influência de novas tecnologias digitais na maneira como nos comunicamos, interagimos com o mundo e vivemos.

A Secretaria de Educação do Estado de São Paulo decidiu bloquear o uso de redes sociais e streamings (como Netflix e Globoplay) nas escolas estaduais, argumentando que a restrição visa “garantir um ambiente adequado para o aprendizado e evitar usos considerados inapropriados e / ou excessivo de redes, que podem prejudicar a qualidade da conexão e interferir no andamento das atividades pedagógicas”.

Enxergar tais plataformas apenas como obstáculo é, de certa forma, se eximir da responsabilidade de guiar seu uso consciente e crítico. É privar os estudantes do acesso a conteúdos que podem enriquecer as aulas e torná-las mais conectadas com a realidade em que vivem. É dificultar o exercício da autoexpressão, já que jovens poderiam usar as redes de maneira positiva para mobilizar e engajar a comunidade escolar na resolução de problemas de sua região. Isso não significa uma defesa incondicional das redes. Pelo contrário: só poderemos participar da construção de um ecossistema digital melhor se pudermos conhecê-lo, entendendo a engrenagem por trás das plataformas, seu modelo de negócios, o modus operandi dos algoritmos, o papel dos influenciadores e tantos outros fenômenos que, feliz ou infelizmente, já fazem parte de nossas vidas. [...] Hoje, currículos são construídos levando em consideração a relevância da internet em nossas vidas e a necessidade de “desvendá-la”, de modo a minimizar os riscos e ampliar as oportunidades de quem está conectado. [...]

Educar para as redes proporcionará aos estudantes um olhar mais crítico para consumir as informações que por elas transitam e responsabilidade para produzir e compartilhar conteúdos, entendendo o alcance que sua voz pode ter. A construção de tais competências é também pilar para que as crianças e jovens de hoje se tornem adultos mais conscientes do poder da comunicação, aptos a compreender que as redes sociais podem ser usadas para propagar fake news e discurso de ódio, mas também para o exercício da cidadania e a diversidade de vozes numa sociedade cada vez mais conectada.

Num país de tamanha desigualdade como o Brasil, não se pode ignorar que uma parte dos estudantes sequer conta com internet estável nas escolas. Ainda assim, ignorar a existência das redes sociais não é uma boa solução — e pode, inclusive, ampliar a distância entre os jovens que têm a oportunidade de vivenciá-las com criticidade e aqueles que simplesmente não têm a chance de discuti-las em um ambiente mais seguro e mediado por educadores. Nesse caso, educar é melhor do que proibir.

MACHADO, Daniela. Disponível em: https://www1.folha. uol.com.br/educacao/2023/03/varrer-as-redes-sociais-paradebaixo-do-tapete-nao-e-solucao.shtml. Acesso em: 11 jun. 2023. [Fragmento adaptado]
Assinale a alternativa em que o fragmento se relaciona diretamente com a ideia expressa de modo figurado no título do texto.
Alternativas
Ano: 2022 Banca: UFSM Órgão: UFSM Prova: UFSM - 2022 - UFSM - Meteorologista |
Q2091672 Meteorologia
A determinação de qual das seguintes quantidades necessita simultaneamente de medidas feitas por um psicrômetro e por um barômetro?
Alternativas
Ano: 2022 Banca: UFSM Órgão: UFSM Prova: UFSM - 2022 - UFSM - Meteorologista |
Q2091671 Meteorologia
Considere que são feitas medidas de alta frequência (10 Hz) das componentes da velocidade do vento, da temperatura e da concentração de vapor d'água, além de uma observação de pressão atmosférica. Tendo em vista que todas as medidas estão disponíveis em um único nível vertical, qual dos métodos a seguir pode ser usado para a determinação dos fluxos turbulentos de calor latente e sensível?
Alternativas
Ano: 2022 Banca: UFSM Órgão: UFSM Prova: UFSM - 2022 - UFSM - Meteorologista |
Q2091670 Meteorologia
Quais medidas são disponibilizadas como saídas de um anemômetro sônico tridimensional? 
Alternativas
Ano: 2022 Banca: UFSM Órgão: UFSM Prova: UFSM - 2022 - UFSM - Meteorologista |
Q2091669 Meteorologia
Qual dos seguintes forçantes radiativos pode contribuir para a redução da temperatura média da Terra?
Alternativas
Ano: 2022 Banca: UFSM Órgão: UFSM Prova: UFSM - 2022 - UFSM - Meteorologista |
Q2091668 Meteorologia
Associe os fenômenos da coluna da direita com a lei física que o explica, na coluna da esquerda.
(1) Lei de StefanBoltzmann (2) Lei de Wien
( ) O total de radiação emitido pelo Sol ou pela Terra. ( ) As diferenças de frequências entre onda curta e onda longa. ( ) A diferença entre os valores da componente de onda longa emitida pela Terra e os da componente de onda longa emitida pela atmosfera.
A sequência correta é
Alternativas
Ano: 2022 Banca: UFSM Órgão: UFSM Prova: UFSM - 2022 - UFSM - Meteorologista |
Q2091667 Meteorologia
Considere que as componentes do balanço radiativo são positivas quando têm sentido para a superfície do planeta, de forma que o saldo de radiação é tipicamente positivo durante o dia e negativo durante a noite. Assim sendo, durante o dia, qual dos seguintes processos deve causar um aumento do saldo de radiação?
Alternativas
Ano: 2022 Banca: UFSM Órgão: UFSM Prova: UFSM - 2022 - UFSM - Meteorologista |
Q2091666 Meteorologia
Considere as afirmativas a seguir a respeito do efeito estufa na atmosfera.
I - Os gases de efeito estufa são responsáveis por elevar a temperatura média da Terra em mais de 25 K. II - O dióxido de carbono (CO2) é, isoladamente, responsável por mais de 80% do aumento de temperatura da Terra devido aos gases de efeito estufa. III - O metano (CH4) e o óxido nitroso (N2O) são gases de efeito estufa presentes na atmosfera devido exclusivamente a processos resultantes da atividade humana.
Está(ão) correta(s)
Alternativas
Ano: 2022 Banca: UFSM Órgão: UFSM Prova: UFSM - 2022 - UFSM - Meteorologista |
Q2091665 Meteorologia
Em uma estação meteorológica, estão instalados um barômetro, um termo-higrômetro e um anemômetro. São feitos registros horários das medidas de todos os sensores. Um analista determina a média horária das quantidades medidas somando todos os registros de um dia e dividindo por 24 (vinte e quatro). Para qual das variáveis apresentadas nas alternativas a seguir o procedimento adotado foi INCORRETO? 
Alternativas
Ano: 2022 Banca: UFSM Órgão: UFSM Prova: UFSM - 2022 - UFSM - Meteorologista |
Q2091664 Meteorologia
Considerando a estrutura da camada limite atmosférica, assinale V (verdadeiro) ou F (falso) em cada alternativa a seguir.
( ) A camada limite convectiva é típica do período diurno e apresenta intensa mistura turbulenta na maior parte de sua extensão. ( ) A camada limite estável é típica do período noturno e apresenta turbulência contínua ou intermitente. ( ) A camada residual ocorre em contato com a superfície do planeta nos períodos de transição entre o dia e a noite ou entre a noite e o dia.
A sequência correta é 
Alternativas
Ano: 2022 Banca: UFSM Órgão: UFSM Prova: UFSM - 2022 - UFSM - Meteorologista |
Q2091663 Meteorologia
Em uma estação micrometeorológica, o analisador de gás infravermelho deixa de operar adequadamente. Esta ocorrência impede a estimativa de qual componente do balanço de energia?
Alternativas
Ano: 2022 Banca: UFSM Órgão: UFSM Prova: UFSM - 2022 - UFSM - Meteorologista |
Q2091662 Meteorologia
Na figura a seguir é apresentado um padrão climático típico de um escoamento de oeste que encontra uma longa cadeia de montanhas, perpendicular ao escoamento. Assumindo que pode ser feita uma aproximação de escoamento adiabático e sem atrito, a conservação de vorticidade potencial pode ser aplicada a cadeias de montanhas como a Cordilheira dos Andes e à indução de ondas de Rossby nesses escoamentos de oeste.
Considere que, na figura, a profundidade da coluna de fluido sofre as seguintes modificações em relação à situação inicial: em (1) a profundidade δp aumenta; em (2) a profundidade δp diminui; em (3) a profundidade δp aumenta e em (4) a profundidade δp diminui, retornando à condição inicial. O que acontece com o módulo da velocidade absoluta nas posições de (1) a (4)?
40.png (547×607)

Fonte:http://www-das.uwyo.edu/~geerts/cwx/notes/chap12/pot_vort.html
Alternativas
Ano: 2022 Banca: UFSM Órgão: UFSM Prova: UFSM - 2022 - UFSM - Meteorologista |
Q2091661 Meteorologia
A barotropia ou baroclinia de uma região pode mudar com a altitude. Nas duas figuras a seguir são apresentadas isolinhas de altura geopotencial em 850 hPa (linhas sólidas) e isolinhas de espessura da camada entre 500 hPa e 1000 hPa (linhas pontilhadas). A partir da análise do mapa, selecione a alternativa que apresenta corretamente as características das regiões 1, 2 e 3 em relação à baroclinia ou barotropia.  
39.png (494×762) 
Fonte: https://snowball.millersville.edu/ adecaria/ESCI342/esci342_lesson11_circulation.pdf
Alternativas
Ano: 2022 Banca: UFSM Órgão: UFSM Prova: UFSM - 2022 - UFSM - Meteorologista |
Q2091660 Meteorologia
A circulação global é impulsionada principalmente pelas diferenças de temperatura entre o equador e os polos. No entanto, a rotação da Terra faz com que não haja uma única célula de convecção transferindo energia do equador para os polos, mas sim que os ventos globais se assemelhem a um sistema de três células. A célula de circulação do equador até o aproximadamente 30° de latitude é chamada célula o o de Hadley. A célula de 30° até cerca de 60° de o latitude é a célula de Ferrel e a célula de 60° até os polos é a célula polar. 
A partir dessas informações, assinale a alternativa que aponta os dois fatores que contribuem para a o o subsidência do ar entre 20° e 35° de latitude, respectivamente.
Alternativas
Ano: 2022 Banca: UFSM Órgão: UFSM Prova: UFSM - 2022 - UFSM - Meteorologista |
Q2091659 Meteorologia
O vento gradiente é dado pelo balanço entre as forças de Coriolis, a força gradiente de pressão e a força centrífuga. A equação do balanço geostrófico em coordenadas polares é dada por 
37_.png (206×47) 
Em uma baixa anômala no hemisfério Sul, quais devem ser respectivamente o sinal de f (parâmetro de Coriolis), o sinal de R (raio de curvatura do escoamento) e o sentido de rotação de v?
Alternativas
Ano: 2022 Banca: UFSM Órgão: UFSM Prova: UFSM - 2022 - UFSM - Meteorologista |
Q2091658 Meteorologia
Dado que não há força de Coriolis envolvida no equilíbrio ciclostrófico e que a força centrífuga é sempre direcionada para fora do centro de rotação, não há preferência por fluxo ciclônico ou anticiclônico em torno de uma região de baixa pressão. Baseado nessa informação, marque a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2022 Banca: UFSM Órgão: UFSM Prova: UFSM - 2022 - UFSM - Meteorologista |
Q2091657 Meteorologia
A estabilidade atmosférica é aumentada por
Alternativas
Ano: 2022 Banca: UFSM Órgão: UFSM Prova: UFSM - 2022 - UFSM - Meteorologista |
Q2091656 Meteorologia
São categorias de processos diabáticos:
Alternativas
Respostas
221: A
222: A
223: B
224: E
225: A
226: A
227: B
228: B
229: D
230: A
231: E
232: C
233: B
234: A
235: B
236: B
237: A
238: D
239: A
240: C