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Ano: 2018 Banca: IMA Órgão: Prefeitura de Benedito Leite - MA
Q1222621 Português
VIOLÊNCIA, TV E CRIANÇA: O COMEÇO DE UMA NOVA ERA. SERÁ? 
Muita gente culpa os meios de comunicação por disseminar e incentivar, através de programas e notícias, a violência no mundo. A tevê então é a principal acusada deste malefício à sociedade.
Acontece que os meios de comunicação são considerados, por estas mesmas pessoas, como causa de alguma coisa e não reflexo e causa ao mesmo tempo, num processo interativo, como pessoalmente creio ocorrer. Quer dizer: a tevê não é a causa das coisas, das transformações, dos fatos. Não. Ela é veículo. É meio pelo qual as coisas, as transformações e os fatos chegam aos indivíduos. 
Pois bem, é neste ponto que três temas passam a ser profundamente entrelaçados e discutidos, adquirindo a maior importância em qualquer sociedade: criança – violência e televisão. 
As crianças, estas estão aí. No Brasil, sessenta por cento da população têm menos de vinte anos de idade, o que desde logo dá a devida magnitude do problema. 
A violência também está aí mesmo. Com uma diferença: ao longo da história do mundo ela sempre esteve presente só que lá longe. Agora, graças aos meios de comunicação são as pessoas, em suas casas, as que estão presentes a ela. As gerações anteriores, para saber das guerras, ou as viam “idealizadas”, glamourizadas e heroicizadas no cinema, ou liam a respeito nos livros de história. Hoje, ninguém idealiza nada. Vê. Vê, via satélite. Não ouve falar dos horrores. Participa deles. Por outro lado, a violência aumenta em proporções assustadoras, tanto no resto do mundo como aqui bem perto, em cada esquina.
Pergunto eu: será só o incentivo à violência o resultado único desse processo de informação em escala mundial? 
É preciso lembrar, por exemplo, que muito da campanha de opinião pública contra a guerra do Vietnã nos Estados Unidos deveu-se à cobertura instantânea da televisão. Nada é estático. O que divulga provoca também resistências. Hoje as pessoas deixaram de ter a violência como algo sempre distante, algo que “só acontece com os outros”. Todos estão ameaçados nesta bolota azul em que vivemos. Logo, repudiar a violência é tarefa comum. 
 Não é verdade, igualmente, que os meios de comunicação só disseminem a violência. Quem acompanha de boa-fé, assiste ao alerta diário destes meios contra todas as formas de violência e as ameaças de destruição tanto da terra quanto da espécie, no caso de persistirem as ameaças nucleares e as afrontas ecológicas. 
Ninguém aguenta tensões prolongadas. A humanidade está podendo se ver a cada dia. Está podendo julgar e avaliar a que leva os seus desvarios. Está se conhecendo em seus máximos e em seus mínimos, em suas grandezas e em suas patologias, como nunca antes da televisão fora possível. Está secretando os anticorpos à violência e as atitudes necessárias à sua sobrevivência. Está consciente de que a ameaça é conjuntural. De que ou o homem se entende e redescobre o Direito estabelecendo seu primado, ou se aniquila: no macro do mundo ou no micro de cada comunidade.
E as crianças? Elas estão assistindo a tudo isso. Elas, por definição, são mais saudáveis, mais instintivas, mais purificadas. Ninguém vai lhes contar histórias sobre as guerras: elas as acompanham. Sobre os atentados brutais: elas os veem. E no segredo de sua psique, ainda plena dos instintos vitais, seguramente elaboram os mecanismos de defesa necessários à preservação da vida.
É analisando estes assuntos que me recordo de uma tese, estranha, mas séria e digna de reflexão, de um amigo meu, médico, homem de idade, sabedoria e ciência. Diz ele que nunca como hoje a humanidade pôde conviver tão perto da loucura. Ela entra diariamente através dos noticiários, dos fatos e das imagens, enfim, da comunicação moderna. E acrescenta: só quando o ser humano aceitar conviver com seu lado louco ele começa a se aproximar da cura. Negar a loucura é tão louco quanto ela. Aceitá-la como dado desse eterno conflito em superação no caminho absoluto que é o homem significa poder entrar em relação com a doença e só assim tratá-la, superá-la, dimensioná-la, aproveitar o fluxo de sua energia desordenada para a tarefa de reconstrução humana. 
Desnecessário dizer que ele é psiquiatra. Como necessário é concluir o artigo dizendo: concordando ou não, sua tese merece reflexão. E perguntando com pavor: será mesmo necessário pagar um preço existencial tão alto para se ter esperança? Que ela venha com as crianças deste país que sei (por intuição) serão os pontais de uma civilização espiritualizada que há de emergir (já está começando) das cinzas da violência, se possível antes da generalização desta como única forma de resolver os conflitos e as diferenças entre os homens. Eros e Tanatos, sempre. Mas o amor é maior que o ódio.   Artur da Távola - 1979 

Logo, repudiar a violência é tarefa comum.”  (7º parágrafo) 

Mantendo-se o sentido da frase, a palavra destacada pode ser substituída pelas conjunções apresentadas a seguir, exceto: 
Alternativas
Ano: 2018 Banca: IMA Órgão: Prefeitura de Benedito Leite - MA
Q1222596 Português
VIOLÊNCIA, TV E CRIANÇA: O COMEÇO DE UMA NOVA ERA. SERÁ? 
Muita gente culpa os meios de comunicação por disseminar e incentivar, através de programas e notícias, a violência no mundo. A tevê então é a principal acusada deste malefício à sociedade.
Acontece que os meios de comunicação são considerados, por estas mesmas pessoas, como causa de alguma coisa e não reflexo e causa ao mesmo tempo, num processo interativo, como pessoalmente creio ocorrer. Quer dizer: a tevê não é a causa das coisas, das transformações, dos fatos. Não. Ela é veículo. É meio pelo qual as coisas, as transformações e os fatos chegam aos indivíduos. 
Pois bem, é neste ponto que três temas passam a ser profundamente entrelaçados e discutidos, adquirindo a maior importância em qualquer sociedade: criança – violência e televisão. 
As crianças, estas estão aí. No Brasil, sessenta por cento da população têm menos de vinte anos de idade, o que desde logo dá a devida magnitude do problema. 
A violência também está aí mesmo. Com uma diferença: ao longo da história do mundo ela sempre esteve presente só que lá longe. Agora, graças aos meios de comunicação são as pessoas, em suas casas, as que estão presentes a ela. As gerações anteriores, para saber das guerras, ou as viam “idealizadas”, glamourizadas e heroicizadas no cinema, ou liam a respeito nos livros de história. Hoje, ninguém idealiza nada. Vê. Vê, via satélite. Não ouve falar dos horrores. Participa deles. Por outro lado, a violência aumenta em proporções assustadoras, tanto no resto do mundo como aqui bem perto, em cada esquina.
Pergunto eu: será só o incentivo à violência o resultado único desse processo de informação em escala mundial? 
É preciso lembrar, por exemplo, que muito da campanha de opinião pública contra a guerra do Vietnã nos Estados Unidos deveu-se à cobertura instantânea da televisão. Nada é estático. O que divulga provoca também resistências. Hoje as pessoas deixaram de ter a violência como algo sempre distante, algo que “só acontece com os outros”. Todos estão ameaçados nesta bolota azul em que vivemos. Logo, repudiar a violência é tarefa comum. 
 Não é verdade, igualmente, que os meios de comunicação só disseminem a violência. Quem acompanha de boa-fé, assiste ao alerta diário destes meios contra todas as formas de violência e as ameaças de destruição tanto da terra quanto da espécie, no caso de persistirem as ameaças nucleares e as afrontas ecológicas. 
Ninguém aguenta tensões prolongadas. A humanidade está podendo se ver a cada dia. Está podendo julgar e avaliar a que leva os seus desvarios. Está se conhecendo em seus máximos e em seus mínimos, em suas grandezas e em suas patologias, como nunca antes da televisão fora possível. Está secretando os anticorpos à violência e as atitudes necessárias à sua sobrevivência. Está consciente de que a ameaça é conjuntural. De que ou o homem se entende e redescobre o Direito estabelecendo seu primado, ou se aniquila: no macro do mundo ou no micro de cada comunidade.
E as crianças? Elas estão assistindo a tudo isso. Elas, por definição, são mais saudáveis, mais instintivas, mais purificadas. Ninguém vai lhes contar histórias sobre as guerras: elas as acompanham. Sobre os atentados brutais: elas os veem. E no segredo de sua psique, ainda plena dos instintos vitais, seguramente elaboram os mecanismos de defesa necessários à preservação da vida.
É analisando estes assuntos que me recordo de uma tese, estranha, mas séria e digna de reflexão, de um amigo meu, médico, homem de idade, sabedoria e ciência. Diz ele que nunca como hoje a humanidade pôde conviver tão perto da loucura. Ela entra diariamente através dos noticiários, dos fatos e das imagens, enfim, da comunicação moderna. E acrescenta: só quando o ser humano aceitar conviver com seu lado louco ele começa a se aproximar da cura. Negar a loucura é tão louco quanto ela. Aceitá-la como dado desse eterno conflito em superação no caminho absoluto que é o homem significa poder entrar em relação com a doença e só assim tratá-la, superá-la, dimensioná-la, aproveitar o fluxo de sua energia desordenada para a tarefa de reconstrução humana. 
Desnecessário dizer que ele é psiquiatra. Como necessário é concluir o artigo dizendo: concordando ou não, sua tese merece reflexão. E perguntando com pavor: será mesmo necessário pagar um preço existencial tão alto para se ter esperança? Que ela venha com as crianças deste país que sei (por intuição) serão os pontais de uma civilização espiritualizada que há de emergir (já está começando) das cinzas da violência, se possível antes da generalização desta como única forma de resolver os conflitos e as diferenças entre os homens. Eros e Tanatos, sempre. Mas o amor é maior que o ódio.   Artur da Távola - 1979 

“Pergunto eu: será só o incentivo à violência o resultado único desse processo de informação em escala mundial?” 6º parágrafo 
 O termo destacado nessa frase exerce a função de:
Alternativas
Q1219657 Biologia
Assinale a alternativa que identifica corretamente agrupamentos de indivíduos da mesma espécie que têm plena capacidade de vida isolada mas preferem viver na coletividade.
Alternativas
Q1219656 Biologia
A capacidade de sustentação de um ambiente para que uma população estável se mantenha indefinidamente em equilíbrio é identificada como:
Alternativas
Q1219655 Ciências
O conjunto de populações que coexistem em determinada região é chamado de:
Alternativas
Q1219654 Biologia
A quantidade de energia que flui entre os organismos de uma comunidade biológica é chamada de:
Alternativas
Q1219653 Ciências
O fenômeno pelo qual um mesmo elemento químico forma substâncias diferentes é chamado de:
Alternativas
Q1219652 Ciências
Misturas que mantêm sua temperatura constante durante a fusão/solidificação são chamadas de:
Alternativas
Q1219651 Ciências
O estado da matéria onde a força de atração é maior que a força de repulsão entre suas moléculas é chamado de:
Alternativas
Q1219650 Biologia
Assinale a alternativa que indica corretamente as doenças parasitárias que o humano adquire através da penetração de larvas na pele.
Alternativas
Q1219649 Biologia

Analise a frase abaixo em relação aos biomas brasileiros:


........................................ é (são) a segunda maior formação vegetal brasileira, é (são) uma savana tropical na qual a vegetação herbácea coexiste com mais de 420 espécies de árvores e arbustos esparsos. O solo, antigo e profundo, ácido e de baixa fertilidade, tem altos níveis de ferro e alumínio.


Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna do texto.

Alternativas
Q1219648 Biologia
Assinale a alternativa que identifica corretamente a estrutura complexa, constituída por grande número de núcleos intimamente ligados entre si e relacionados à maioria das funções do organismo, onde estão o tálamo e o hipotálamo.
Alternativas
Q1219647 Biologia

Analise a frase abaixo:


Na deglutição, a ........................, que é a entrada da laringe, sobe, e a ...................., que atua como válvula entre o esôfago e a laringe, fecha a entrada da laringe, fazendo com que o alimento passe para o esôfago.


Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente as lacunas do texto.

Alternativas
Q1219646 Biologia

Analise as afirmativas abaixo em relação às doenças parasitárias.


1. A malária é uma doença parasitária que mata, em média, 1 pessoa a cada 30 segundos no mundo. Ela é causada por um protozoário do gênero Plasmodium e transmitida por mosquitos do gênero Anopheles.

2. A Taenia solium é um parasito importante no Brasil, pois pode causar duas doenças, a teníase e a cisticercose. O humano adquire a teníase ingerindo cisticercos e adquire cisticercose ingerindo ovos desse parasito.

3. Os Ascaris lumbricoides é um parasito muito frequente na população humana. O humano adquire esse parasito através da ingestão dos ovos que eclodem no tubo digestivo e as larvas permanecem no intestino até o estágio adulto, quando começam a acasalar e colocar ovos que saem junto com as fezes.


Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

Alternativas
Q1219645 Biologia
Assinale a alternativa que identifica corretamente a região do encéfalo onde há produção de hormônios que ficam armazenados na neuroipófise ou atuam sobre a adenoipófise, estimulando ou inibindo suas secreções.
Alternativas
Q1219644 Biologia
Assinale a alternativa que indica corretamente os hormônios que atuam sobre o córtex das glândulas adrenais.
Alternativas
Q1219643 Biologia

Analise as afirmativas abaixo em relação às doenças virais humanas.


1. A AIDS é causada pelo vírus HIV que é um retrovírus envelopado. Essa síndrome caracteriza-se por um conjunto de infecções oportunistas que surgem devido à queda da imunidade. Essa queda é ocasionada principalmente pela redução no número do linfócito T auxiliador que é destruído pelo HIV.

2. O vírus da Rubéola é transmitido pelo contato direto com pessoas contaminadas ou contato com gotículas de saliva disseminadas no ar. As características da infecção são o aumento dos linfonodos no pescoço, febre baixa e pequenas manchas vermelhas no corpo.

3. O vírus da Febre Amarela silvestre é transmitido pela picada das fêmeas do mosquito Aedes aegypti. O vírus afeta principalmente o fígado, o que dá aspecto amarelado à pele do doente. Além disso, afeta também o baço, os rins, a medula óssea e os linfonodos.

4. A transmissão do vírus da raiva é pela mordedura de animal infectado. As características da infecção são alterações respiratórias, aumento da frequência cardíaca. Ela afeta o sistema nervoso central, podendo causar sérios danos à saúde.


Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

Alternativas
Q1219642 Pedagogia
Na teoria de aprendizagem Vigotskiana, o conceito que ajuda os professores a organizarem a atividade de ensino é conhecida como:
Alternativas
Q1219641 Pedagogia
A respeito das teorias educacionais, estudos revelam que as pedagogias progressistas correspondem às teorias críticas à medida que compreendem a educação como processo:
Alternativas
Respostas
19401: B
19402: A
19403: B
19404: E
19405: X
19406: D
19407: C
19408: B
19409: D
19410: E
19411: A
19412: A
19413: C
19414: B
19415: D
19416: E
19417: C
19418: A
19419: C
19420: D