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Q1931461 Português
Texto I

Perguntar é preciso?

Gustavo Bernardo

   Não deixa de ser curioso perceber que a escola vive de fazer perguntas, mas pouco ensina a perguntar. Por que isso acontece?
  Talvez porque as perguntas que se façam na escola não sejam, em sua maioria, perguntas autênticas. O professor que pergunta já sabe a resposta. Logo, suas perguntas são antes retóricas, formuladas não para se explorar uma dúvida real, mas sim para levar os alunos à resposta que ele deseja. O autor de uma pergunta autêntica, ao contrário, não sabe previamente a sua resposta – ele pergunta porque não sabe e quer saber.
    A caricatura de uma aula de perguntas inautênticas é realizada por aquele professor que fala com lacunas: “Quem descobriu o Brasil foi Pedro Álvares Ca...? ... Bral, muito bem!”. Mas chamar a pergunta retórica de “inautêntica” sugere que ela é apenas negativa, quando na verdade pode ser útil tanto para fixar o conhecimento quanto para avaliá-lo (com a exceção do caso extremo acima). Chamemo-la, então, de “escolar”.
   Por que o professor precisa fazer também perguntas autênticas? Primeiro e mais do que tudo, para dar o exemplo de uma maneira de pensar curiosa, inquisitiva, especulativa, em resumo: científica. Não há método de educação mais eficiente do que o velho método do exemplo. Se, como professor, passo para o meu aluno o exemplo de uma atitude especulativa e responsável, levo-o a ter a mesma atitude, ou seja, lhe ensino o principal: não fórmulas decoradas, mas sim como chegar por si mesmo às fórmulas existentes e ainda produzir novas, mais eficientes. 
    O bom exemplo do professor perguntador acompanha uma metodologia da pergunta. Deve-se estimular o aluno a expressar as suas dúvidas reais, tanto oralmente quanto por escrito. Depois, deve-se mostrar como ajuda usar perguntas para estudar –por exemplo pedindo, como trabalho a ser avaliado, dez perguntas autênticas sobre o livro que estiver sendo lido. Apenas a discussão das perguntas formuladas pelos alunos já oferece a oportunidade para aulas ótimas.
    Deve-se mostrar, ainda, como ajuda usar perguntas para escrever qualquer redação. Veja o leitor como terminei o primeiro parágrafo e como comecei o quarto parágrafo deste texto: com perguntas. Cada uma delas não só me ajuda a desenvolver o meu raciocínio como também ajuda o leitor a acompanhá-lo. A redação sempre parece mais inteligente, e deixa o seu leitor igualmente mais inteligente, quando se desenvolve através de perguntas.
   Entretanto, meu leitor, sempre crítico, pode dizer que as minhas perguntas se confundem com perguntas retóricas, escolares ou inautênticas (como queiramos chamá-las). Ora, caro leitor, você pensa isso porque ainda guarda na cabeça a ideia de que a redação se encontra inteira dentro da cabeça antes de ser escrita, o que não é verdade. O pensamento se forma à medida em que é formado, isto é, à medida em que o expressamos. Só fica claro o que quero dizer quando o digo. Por isso, as perguntas que faço para o meu próprio texto me ajudam sobremaneira a pensar e, portanto, a chegar às minhas respostas e deixá-las claras para o leitor - leitor este que, quando me lê, sente-se contemplado por um pensamento que respeita o seu próprio pensamento, ou seja, as suas próprias dúvidas.

Fonte: BERNARDO, Gustavo. Conversas com um professor de literatura. Rio de Janeiro: Rocco,2013. Adaptado.
“O pensamento se forma à medida em que é formado, isto é, à medida em que o expressamos.”
Em relação ao ato de pensar, as formas verbais em destaque produzem um efeito de:
Alternativas
Q1931460 Português
Texto I

Perguntar é preciso?

Gustavo Bernardo

   Não deixa de ser curioso perceber que a escola vive de fazer perguntas, mas pouco ensina a perguntar. Por que isso acontece?
  Talvez porque as perguntas que se façam na escola não sejam, em sua maioria, perguntas autênticas. O professor que pergunta já sabe a resposta. Logo, suas perguntas são antes retóricas, formuladas não para se explorar uma dúvida real, mas sim para levar os alunos à resposta que ele deseja. O autor de uma pergunta autêntica, ao contrário, não sabe previamente a sua resposta – ele pergunta porque não sabe e quer saber.
    A caricatura de uma aula de perguntas inautênticas é realizada por aquele professor que fala com lacunas: “Quem descobriu o Brasil foi Pedro Álvares Ca...? ... Bral, muito bem!”. Mas chamar a pergunta retórica de “inautêntica” sugere que ela é apenas negativa, quando na verdade pode ser útil tanto para fixar o conhecimento quanto para avaliá-lo (com a exceção do caso extremo acima). Chamemo-la, então, de “escolar”.
   Por que o professor precisa fazer também perguntas autênticas? Primeiro e mais do que tudo, para dar o exemplo de uma maneira de pensar curiosa, inquisitiva, especulativa, em resumo: científica. Não há método de educação mais eficiente do que o velho método do exemplo. Se, como professor, passo para o meu aluno o exemplo de uma atitude especulativa e responsável, levo-o a ter a mesma atitude, ou seja, lhe ensino o principal: não fórmulas decoradas, mas sim como chegar por si mesmo às fórmulas existentes e ainda produzir novas, mais eficientes. 
    O bom exemplo do professor perguntador acompanha uma metodologia da pergunta. Deve-se estimular o aluno a expressar as suas dúvidas reais, tanto oralmente quanto por escrito. Depois, deve-se mostrar como ajuda usar perguntas para estudar –por exemplo pedindo, como trabalho a ser avaliado, dez perguntas autênticas sobre o livro que estiver sendo lido. Apenas a discussão das perguntas formuladas pelos alunos já oferece a oportunidade para aulas ótimas.
    Deve-se mostrar, ainda, como ajuda usar perguntas para escrever qualquer redação. Veja o leitor como terminei o primeiro parágrafo e como comecei o quarto parágrafo deste texto: com perguntas. Cada uma delas não só me ajuda a desenvolver o meu raciocínio como também ajuda o leitor a acompanhá-lo. A redação sempre parece mais inteligente, e deixa o seu leitor igualmente mais inteligente, quando se desenvolve através de perguntas.
   Entretanto, meu leitor, sempre crítico, pode dizer que as minhas perguntas se confundem com perguntas retóricas, escolares ou inautênticas (como queiramos chamá-las). Ora, caro leitor, você pensa isso porque ainda guarda na cabeça a ideia de que a redação se encontra inteira dentro da cabeça antes de ser escrita, o que não é verdade. O pensamento se forma à medida em que é formado, isto é, à medida em que o expressamos. Só fica claro o que quero dizer quando o digo. Por isso, as perguntas que faço para o meu próprio texto me ajudam sobremaneira a pensar e, portanto, a chegar às minhas respostas e deixá-las claras para o leitor - leitor este que, quando me lê, sente-se contemplado por um pensamento que respeita o seu próprio pensamento, ou seja, as suas próprias dúvidas.

Fonte: BERNARDO, Gustavo. Conversas com um professor de literatura. Rio de Janeiro: Rocco,2013. Adaptado.
“Ora, caro leitor, você pensa isso porque ainda guarda na cabeça a ideia de que a redação se encontra inteira dentro da cabeça antes de ser escrita, o que não é verdade.”
O termo em destaque apresenta uma marca de:
Alternativas
Q1931459 Português
Texto I

Perguntar é preciso?

Gustavo Bernardo

   Não deixa de ser curioso perceber que a escola vive de fazer perguntas, mas pouco ensina a perguntar. Por que isso acontece?
  Talvez porque as perguntas que se façam na escola não sejam, em sua maioria, perguntas autênticas. O professor que pergunta já sabe a resposta. Logo, suas perguntas são antes retóricas, formuladas não para se explorar uma dúvida real, mas sim para levar os alunos à resposta que ele deseja. O autor de uma pergunta autêntica, ao contrário, não sabe previamente a sua resposta – ele pergunta porque não sabe e quer saber.
    A caricatura de uma aula de perguntas inautênticas é realizada por aquele professor que fala com lacunas: “Quem descobriu o Brasil foi Pedro Álvares Ca...? ... Bral, muito bem!”. Mas chamar a pergunta retórica de “inautêntica” sugere que ela é apenas negativa, quando na verdade pode ser útil tanto para fixar o conhecimento quanto para avaliá-lo (com a exceção do caso extremo acima). Chamemo-la, então, de “escolar”.
   Por que o professor precisa fazer também perguntas autênticas? Primeiro e mais do que tudo, para dar o exemplo de uma maneira de pensar curiosa, inquisitiva, especulativa, em resumo: científica. Não há método de educação mais eficiente do que o velho método do exemplo. Se, como professor, passo para o meu aluno o exemplo de uma atitude especulativa e responsável, levo-o a ter a mesma atitude, ou seja, lhe ensino o principal: não fórmulas decoradas, mas sim como chegar por si mesmo às fórmulas existentes e ainda produzir novas, mais eficientes. 
    O bom exemplo do professor perguntador acompanha uma metodologia da pergunta. Deve-se estimular o aluno a expressar as suas dúvidas reais, tanto oralmente quanto por escrito. Depois, deve-se mostrar como ajuda usar perguntas para estudar –por exemplo pedindo, como trabalho a ser avaliado, dez perguntas autênticas sobre o livro que estiver sendo lido. Apenas a discussão das perguntas formuladas pelos alunos já oferece a oportunidade para aulas ótimas.
    Deve-se mostrar, ainda, como ajuda usar perguntas para escrever qualquer redação. Veja o leitor como terminei o primeiro parágrafo e como comecei o quarto parágrafo deste texto: com perguntas. Cada uma delas não só me ajuda a desenvolver o meu raciocínio como também ajuda o leitor a acompanhá-lo. A redação sempre parece mais inteligente, e deixa o seu leitor igualmente mais inteligente, quando se desenvolve através de perguntas.
   Entretanto, meu leitor, sempre crítico, pode dizer que as minhas perguntas se confundem com perguntas retóricas, escolares ou inautênticas (como queiramos chamá-las). Ora, caro leitor, você pensa isso porque ainda guarda na cabeça a ideia de que a redação se encontra inteira dentro da cabeça antes de ser escrita, o que não é verdade. O pensamento se forma à medida em que é formado, isto é, à medida em que o expressamos. Só fica claro o que quero dizer quando o digo. Por isso, as perguntas que faço para o meu próprio texto me ajudam sobremaneira a pensar e, portanto, a chegar às minhas respostas e deixá-las claras para o leitor - leitor este que, quando me lê, sente-se contemplado por um pensamento que respeita o seu próprio pensamento, ou seja, as suas próprias dúvidas.

Fonte: BERNARDO, Gustavo. Conversas com um professor de literatura. Rio de Janeiro: Rocco,2013. Adaptado.
Em “A caricatura de uma aula de perguntas inautênticas é realizada por aquele professor que fala com lacunas”, o trecho em destaque expressa uma relação:
Alternativas
Q1931458 Português
Texto I

Perguntar é preciso?

Gustavo Bernardo

   Não deixa de ser curioso perceber que a escola vive de fazer perguntas, mas pouco ensina a perguntar. Por que isso acontece?
  Talvez porque as perguntas que se façam na escola não sejam, em sua maioria, perguntas autênticas. O professor que pergunta já sabe a resposta. Logo, suas perguntas são antes retóricas, formuladas não para se explorar uma dúvida real, mas sim para levar os alunos à resposta que ele deseja. O autor de uma pergunta autêntica, ao contrário, não sabe previamente a sua resposta – ele pergunta porque não sabe e quer saber.
    A caricatura de uma aula de perguntas inautênticas é realizada por aquele professor que fala com lacunas: “Quem descobriu o Brasil foi Pedro Álvares Ca...? ... Bral, muito bem!”. Mas chamar a pergunta retórica de “inautêntica” sugere que ela é apenas negativa, quando na verdade pode ser útil tanto para fixar o conhecimento quanto para avaliá-lo (com a exceção do caso extremo acima). Chamemo-la, então, de “escolar”.
   Por que o professor precisa fazer também perguntas autênticas? Primeiro e mais do que tudo, para dar o exemplo de uma maneira de pensar curiosa, inquisitiva, especulativa, em resumo: científica. Não há método de educação mais eficiente do que o velho método do exemplo. Se, como professor, passo para o meu aluno o exemplo de uma atitude especulativa e responsável, levo-o a ter a mesma atitude, ou seja, lhe ensino o principal: não fórmulas decoradas, mas sim como chegar por si mesmo às fórmulas existentes e ainda produzir novas, mais eficientes. 
    O bom exemplo do professor perguntador acompanha uma metodologia da pergunta. Deve-se estimular o aluno a expressar as suas dúvidas reais, tanto oralmente quanto por escrito. Depois, deve-se mostrar como ajuda usar perguntas para estudar –por exemplo pedindo, como trabalho a ser avaliado, dez perguntas autênticas sobre o livro que estiver sendo lido. Apenas a discussão das perguntas formuladas pelos alunos já oferece a oportunidade para aulas ótimas.
    Deve-se mostrar, ainda, como ajuda usar perguntas para escrever qualquer redação. Veja o leitor como terminei o primeiro parágrafo e como comecei o quarto parágrafo deste texto: com perguntas. Cada uma delas não só me ajuda a desenvolver o meu raciocínio como também ajuda o leitor a acompanhá-lo. A redação sempre parece mais inteligente, e deixa o seu leitor igualmente mais inteligente, quando se desenvolve através de perguntas.
   Entretanto, meu leitor, sempre crítico, pode dizer que as minhas perguntas se confundem com perguntas retóricas, escolares ou inautênticas (como queiramos chamá-las). Ora, caro leitor, você pensa isso porque ainda guarda na cabeça a ideia de que a redação se encontra inteira dentro da cabeça antes de ser escrita, o que não é verdade. O pensamento se forma à medida em que é formado, isto é, à medida em que o expressamos. Só fica claro o que quero dizer quando o digo. Por isso, as perguntas que faço para o meu próprio texto me ajudam sobremaneira a pensar e, portanto, a chegar às minhas respostas e deixá-las claras para o leitor - leitor este que, quando me lê, sente-se contemplado por um pensamento que respeita o seu próprio pensamento, ou seja, as suas próprias dúvidas.

Fonte: BERNARDO, Gustavo. Conversas com um professor de literatura. Rio de Janeiro: Rocco,2013. Adaptado.
A composição do título sintetiza a ideia central do texto, na perspectiva de que:
Alternativas
Q1929784 Ciências
Considerando que a energia elétrica é a quantidade de potência elétrica utilizada durante um certo período de tempo, a energia consumida por uma lâmpada de 60 watts ligada por 30 minutos é: 
Alternativas
Q1929783 Ciências
Em solução aquosa, a substância que não tem capacidade de conduzir corrente elétrica é a(o):
Alternativas
Q1929782 Biologia

“O Rio Grande do Sul tem 434 cidades infestadas pelo mosquito Aedes aegypti, causador da dengue, de acordo com a Secretaria Estadual da Saúde. O número representa 87,3% do total de municípios do estado. De acordo com a SES, atualmente, são 1.715 casos confirmados da doença, sendo que 1.527 são autóctones, ou seja, contraídos no estado” (Fonte: G1 Rio Grande do Sul. Disponível em: https://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2022/03/23/rs-tem-cerca-de-90percent-dos-municipios-infestados-pelo-mosquito-aedes-aegypti-diz-ses.ghtml). Sobre a dengue, analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.


( ) O risco de desenvolver sintomas graves na infecção primária é maior do que na secundária.


( ) O vírus infecta o mosquito quando este se alimenta de sangue de doente, permanecendo em suas glândulas salivares, onde se prolifera.


( ) Novos casos da doença ocorrem com maior frequência em épocas quentes e de alta umidade.


( ) Apenas a fêmea do mosquito Aedes aegypti é capaz de transmitir o vírus.


( ) A vacina fornece imunidade duradoura, mas não simultânea para os quatro sorotipos virais.


A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

Alternativas
Q1929781 Biologia
Ainda considerando o sistema MN, se um casal formado por uma pessoa de fenótipo MN e outra de fenótipo M decidirem ter uma criança, a proporção genotípica esperada será:
Alternativas
Q1929780 Biologia
No sistema sanguíneo MN, os alelos LM e LN determinam a produção de antígenos M e N, respectivamente, na superfície das hemácias, resultando em três genótipos e três fenótipos possíveis. A herança do sistema em questão é um caso de:
Alternativas
Q1929779 Biologia
“Desde a década de 50, é obrigatória a iodação de todo o sal destinado ao consumo humano. Nessa época, aproximadamente 20% da população apresentava Distúrbio por Deficiência de Iodo (DDI). Assim, com o propósito de diminuir essas altas prevalências, adotou-se a iodação universal do sal. Após cerca de seis décadas de intervenção, observa-se redução na prevalência de DDI no Brasil (20,7% em 1955; 14,1% em 1974; 1,3% em 1994; e 1,4% em 2000)” (Fonte: Secretaria de Ação Primária à Saúde. Disponível em: https://aps.saude.gov.br/ape/pcan/iodo). A adição de iodo ao sal de cozinha é uma medida adotada de forma legal no Brasil para prevenir o Distúrbio por Deficiência de Iodo (DDI). Em relação a isso, assinale a alternativa que apresenta a função do iodo no organismo humano.
Alternativas
Q1929778 Biologia
“Quando ilhas vulcânicas se formam, ou geleiras encolhem, descobrindo a rocha nuas, os líquens são os primeiros organismos a se estabelecer e formar o solo no qual as plantas criarão raízes” (Fonte: SHELDRAKE, M. A trama da Vida. Editora Fósforo e Ubu Editora. 368 p.). Os líquens são associações simbióticas entre quais organismos?
Alternativas
Q1929777 Biologia
“O vinagre é utilizado no mundo inteiro como condimento e conservante de alimentos. Além disso, é considerado um complemento indispensável à alimentação humana pela ação nutritiva e biorregulatória” (BORTOLINI et al., 2001). Sobre o processo de produção de vinagre, assinale o que for INCORRETO.
Alternativas
Q1929776 Biologia
Araucaria angustifolia foi descrita cientificamente pelo naturalista europeu Antonio Bertolini, em 1820, a partir da coleta de uma árvore plantada no Morro do Corcovado, Rio de Janeiro. Inicialmente, ele a denominou Columbea angustifolia e, depois, por afinidade com Araucaria araucana, passou à denominação de A. angustifolia. A classificação botânica de A. angustifolia é: Plantae, Gymnospermae, Coniferopsida, Coniferae, Araucariaceae (Fonte: WENDLING, I. & F. ZANETTE [Eds.]. 2017. Araucária particularidades, propagação e manejo de plantios. Brasília: Embrapa. 159 p.). Sobre a classificação dessa espécie, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q1929775 Ciências

Observe a imagem abaixo:


Imagem associada para resolução da questão


Assinale a alternativa que apresenta a propriedade da água que está relacionada à sua ascensão por tubos muito finos, como mostra a figura.

Alternativas
Q1917678 História e Geografia de Estados e Municípios
A Lei Orgânica de São Miguel do Oeste/SC diz que os servidores nomeados em virtude de concurso serão estáveis:
Alternativas
Q1917674 História e Geografia de Estados e Municípios
Entre os itens abaixo citamos algumas das garantias definidas pela Lei Orgânica de São Miguel do Oeste/SC como sendo formas do município cumprir com seus deveres em relação à educação. Analise-os e escolha a alternativa CORRETA.
I.Ensino fundamental, obrigatório e gratuito, exceto para os que a ele não tiveram acesso na idade própria.
II.Atendimento educacional especializado aos portadores de deficiência, preferencialmente, na rede regular de ensino.
III.Atendimento em creches e pré-escolas às crianças de seis meses a seis anos de idade.
IV.Acesso aos níveis mais elevados do ensino, da pesquisa e da criação artística, segundo a capacidade de cada um. 
Alternativas
Q1917666 Português
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.


O Purgatório e o Paraíso


A um rabino muito justo foi permitido que visitasse o purgatório e o paraíso.

Primeiramente foi levado ao purgatório, de onde provinham os gritos mais horrendos dos rostos mais angustiados que já vira.

Naquele estranho local, estavam todos sentados numa grande mesa.

Sobre ela, se viam iguarias, comidas das mais deliciosas que se possa imaginar, com a prataria e a louça mais maravilhosa que jamais se vira.

Não entendendo por qual motivo sofriam tanto, o rabino prestou mais atenção ao local e viu que seus cotovelos estavam invertidos, de tal forma que não podiam dobrar os braços e levar aquelas delícias às suas bocas.

O rabino foi levado ao paraíso, onde se ouvia deliciosas gargalhadas e onde reinava um clima de festa.

Porém, ao observar, para sua surpresa, encontrou o mesmo ambiente: todos sentados à mesma mesa que vira no purgatório, contendo as mesmas iguarias, as mesmas louças e os mesmos cotovelos invertidos.

Mas ali havia um detalhe muito especial: cada um levava a comida à boca do outro.

Essa história nos faz lembrar da música "O sal da Terra" de Beto Guedes, onde diz que vamos precisar de todo mundo, um mais um é sempre mais que dois.

Por isso, para melhor construir a vida nova, e só repartir melhor o pão.

É preciso recriar o paraíso agora, para merecer quem vem depois.


https://www.contandohistorias.com.br. Adaptado
No trecho "...o rabino prestou mais atenção ao local e viu QUE seus cotovelos estavam invertidos", a palavra destacada é classificada como: 
Alternativas
Q1917665 Português
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.


O Purgatório e o Paraíso


A um rabino muito justo foi permitido que visitasse o purgatório e o paraíso.

Primeiramente foi levado ao purgatório, de onde provinham os gritos mais horrendos dos rostos mais angustiados que já vira.

Naquele estranho local, estavam todos sentados numa grande mesa.

Sobre ela, se viam iguarias, comidas das mais deliciosas que se possa imaginar, com a prataria e a louça mais maravilhosa que jamais se vira.

Não entendendo por qual motivo sofriam tanto, o rabino prestou mais atenção ao local e viu que seus cotovelos estavam invertidos, de tal forma que não podiam dobrar os braços e levar aquelas delícias às suas bocas.

O rabino foi levado ao paraíso, onde se ouvia deliciosas gargalhadas e onde reinava um clima de festa.

Porém, ao observar, para sua surpresa, encontrou o mesmo ambiente: todos sentados à mesma mesa que vira no purgatório, contendo as mesmas iguarias, as mesmas louças e os mesmos cotovelos invertidos.

Mas ali havia um detalhe muito especial: cada um levava a comida à boca do outro.

Essa história nos faz lembrar da música "O sal da Terra" de Beto Guedes, onde diz que vamos precisar de todo mundo, um mais um é sempre mais que dois.

Por isso, para melhor construir a vida nova, e só repartir melhor o pão.

É preciso recriar o paraíso agora, para merecer quem vem depois.


https://www.contandohistorias.com.br. Adaptado
Figuras de linguagem, figuras de estilo ou figuras de retórica são estratégias que o orador pode aplicar ao texto para conseguir um determinado efeito na interpretação do ouvinte. Podem relacionar-se com aspectos semânticos, fonológicos ou sintáticos das palavras afetadas.
Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Figura_de_linguagem
Assinale a figura de linguagem presente no trecho: "Um mais um é sempre mais que dois".
Alternativas
Q1917663 Biologia
Diversos cientistas propõem diferentes tipos de classificações dos seres vivos, no entanto, ainda a mais aceita é a que divide em cinco reinos, no entanto, seja qual for a classificação, é importante notar as características que levam determinados seres vivos a serem incluídos em um ou outro reino. Dentre esses diferentes reinos, surgiu uma apomorfia, ou seja, a uma novidade evolutiva dentro de um grupo, quando comparado a outro táxon ancestral próximo que não possui a característica em estudo e que os diferenciou. Abaixo segue a apomorfia:
"Formaram durante o desenvolvimento embrionário, um estágio embrionário denominado blástula, esta que origina a gástrula, fase embrionária que são "esboçados" os tecidos do novo ser."
Fonte: Amabis e Martho, 2004.
Identifique abaixo em qual reino houve o surgimento dessa apomorfia e marque a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q1917662 Biologia
Em relação à fisiologia gastrintestinal sabe-se que o trato gastrintestinal possui um sistema nervoso próprio. Este sistema situa-se totalmente na parede intestinal, começando no esôfago e estendendo-se até o ânus. Existem cerca de 100 milhões de neurônios nesse sistema, ele que apresenta uma grande importância para o controle da função gastrintestinal, controlando essencialmente os movimentos e a secreção gastrintestinais.
Qual o sistema descrito acima que tem íntima relação com a digestão? Marque a alternativa CORRETA.
Alternativas
Respostas
14921: B
14922: B
14923: A
14924: C
14925: C
14926: B
14927: D
14928: C
14929: D
14930: E
14931: A
14932: B
14933: E
14934: A
14935: A
14936: D
14937: A
14938: B
14939: D
14940: D