Questões de Concurso Para professor - ciências

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Q3373008 Pedagogia
O Projeto Político Pedagógico (PPP) é um documento que define a identidade e as diretrizes de uma instituição de ensino. Ele é elaborado pela comunidade escolar e deve ser revisto periodicamente. Com base no PPP, assinale a alternativa INCORRETA.
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Q3373005 Noções de Informática
Dentro da Guia Layout existe a função Quebra de Seção. Sobre essa função, assinale a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q3373004 Noções de Informática
Assinale qual das seguintes extensões de arquivo representa um arquivo compactado no Windows 10?
Alternativas
Q3372997 Matemática Financeira
Ao realizar um investimento de R$ 3.000,00 a uma taxa de juros compostos de 5% ao ano, após 2 anos qual é o montante final desse investimento?
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Q3372996 Matemática
Um número foi multiplicado por 3, subtraído por 3 e, finalmente, somado a 5 resultou em 20. Calcule o fatorial desse número.
Alternativas
Q3372995 Matemática

Analise o sistema de equação abaixo e descubra o valor de z.

{ x + y = 5

3x + y = 7

5x + 2y − z = 0

Alternativas
Q3372991 Português

LEIA O TEXTO E RESPONDA A QUESTÃO SEGUINTE.


Nem a Rosa, Nem o Cravo


    As frases perdem seu sentido, as palavras perdem sua significação costumeira, como dizer das árvores e das flores, dos teus olhos e do mar, das canoas e do cais, das borboletas nas árvores, quando as crianças são assassinadas friamente pelos nazistas? Como falar da gratuita beleza dos campos e das cidades, quando as bestas soltas no mundo ainda destroem os campos e as cidades? Já viste um loiro trigal balançando ao vento? É das coisas mais belas do mundo, mas os hitleristas e seus cães danados destruíram os trigais e os povos morrem de fome. Como falar, então, da beleza, dessa beleza simples e pura da farinha e do pão, da água da fonte, do céu azul, do teu rosto na tarde?

    Não posso falar dessas coisas de todos os dias, dessas alegrias de todos os instantes. Porque elas estão perigando, todas elas, os trigais e o pão, a farinha e a água, o céu, o mar e teu rosto. (...) Sobre toda a beleza paira a sombra da escravidão. É como u’a nuvem inesperada num céu azul e límpido. Como então encontrar palavras inocentes, doces palavras cariciosas, versos suaves e tristes? Perdi o sentido destas palavras, destas frases, elas me soam como uma traição neste momento.

    (...) Mas eu sei todas as palavras de ódio e essas, sim, têm um significado neste momento. Houve um dia em que eu falei do amor e encontrei para ele os mais doces vocábulos, as frases mais trabalhadas.

    Hoje só o ódio pode fazer com que o amor perdure sobre o mundo. Só o ódio ao fascismo, mas um ódio mortal, um ódio sem perdão, um ódio que venha do coração e que nos tome todo, que se faça dono de todas as nossas palavras, que nos impeça de ver qualquer espetáculo – desde o crepúsculo aos olhos da amada – sem que junto a ele vejamos o perigo que os cerca.

    Jamais as tardes seriam doces e jamais as madrugadas seriam de esperança. Jamais os livros diriam coisas belas, nunca mais seria escrito um verso de amor.

    Sobre toda a beleza do mundo, sobre a farinha e o pão, sobre a pura água da fonte e sobre o mar, sobre teus olhos também, se debruçaria a desonra que é o nazifascismo, se eles tivessem conseguido dominar o mundo. Não restaria nenhuma parcela de beleza, a mais mínima. Amanhã saberei de novo palavras doces e frases cariciosas. Hoje só sei palavras de ódio, palavras de morte. Não encontrarás um cravo ou uma rosa, uma flor na minha literatura. Mas encontrarás um punhal ou um fuzil, encontrarás uma arma contra os inimigos da beleza, contra aqueles que amam as trevas e a desgraça, a lama e os esgotos, contra esses restos de podridão que sonharam esmagar a poesia, o amor e a liberdade!


(AMADO, Jorge. Folha da Manhã, 22/04/1945.)

Sobre o trecho “Jamais as tardes seriam doces e jamais as madrugadas seriam de esperança. Jamais os livros diriam coisas belas, nunca mais seria escrito um verso de amor.”, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3372989 Português

LEIA O TEXTO E RESPONDA A QUESTÃO SEGUINTE.


Nem a Rosa, Nem o Cravo


    As frases perdem seu sentido, as palavras perdem sua significação costumeira, como dizer das árvores e das flores, dos teus olhos e do mar, das canoas e do cais, das borboletas nas árvores, quando as crianças são assassinadas friamente pelos nazistas? Como falar da gratuita beleza dos campos e das cidades, quando as bestas soltas no mundo ainda destroem os campos e as cidades? Já viste um loiro trigal balançando ao vento? É das coisas mais belas do mundo, mas os hitleristas e seus cães danados destruíram os trigais e os povos morrem de fome. Como falar, então, da beleza, dessa beleza simples e pura da farinha e do pão, da água da fonte, do céu azul, do teu rosto na tarde?

    Não posso falar dessas coisas de todos os dias, dessas alegrias de todos os instantes. Porque elas estão perigando, todas elas, os trigais e o pão, a farinha e a água, o céu, o mar e teu rosto. (...) Sobre toda a beleza paira a sombra da escravidão. É como u’a nuvem inesperada num céu azul e límpido. Como então encontrar palavras inocentes, doces palavras cariciosas, versos suaves e tristes? Perdi o sentido destas palavras, destas frases, elas me soam como uma traição neste momento.

    (...) Mas eu sei todas as palavras de ódio e essas, sim, têm um significado neste momento. Houve um dia em que eu falei do amor e encontrei para ele os mais doces vocábulos, as frases mais trabalhadas.

    Hoje só o ódio pode fazer com que o amor perdure sobre o mundo. Só o ódio ao fascismo, mas um ódio mortal, um ódio sem perdão, um ódio que venha do coração e que nos tome todo, que se faça dono de todas as nossas palavras, que nos impeça de ver qualquer espetáculo – desde o crepúsculo aos olhos da amada – sem que junto a ele vejamos o perigo que os cerca.

    Jamais as tardes seriam doces e jamais as madrugadas seriam de esperança. Jamais os livros diriam coisas belas, nunca mais seria escrito um verso de amor.

    Sobre toda a beleza do mundo, sobre a farinha e o pão, sobre a pura água da fonte e sobre o mar, sobre teus olhos também, se debruçaria a desonra que é o nazifascismo, se eles tivessem conseguido dominar o mundo. Não restaria nenhuma parcela de beleza, a mais mínima. Amanhã saberei de novo palavras doces e frases cariciosas. Hoje só sei palavras de ódio, palavras de morte. Não encontrarás um cravo ou uma rosa, uma flor na minha literatura. Mas encontrarás um punhal ou um fuzil, encontrarás uma arma contra os inimigos da beleza, contra aqueles que amam as trevas e a desgraça, a lama e os esgotos, contra esses restos de podridão que sonharam esmagar a poesia, o amor e a liberdade!


(AMADO, Jorge. Folha da Manhã, 22/04/1945.)

A expressão “mínima”, presente no texto, é um adjetivo feminino e singular, no grau superlativo:
Alternativas
Q3372986 Português

LEIA O TEXTO E RESPONDA A QUESTÃO SEGUINTE.


Nem a Rosa, Nem o Cravo


    As frases perdem seu sentido, as palavras perdem sua significação costumeira, como dizer das árvores e das flores, dos teus olhos e do mar, das canoas e do cais, das borboletas nas árvores, quando as crianças são assassinadas friamente pelos nazistas? Como falar da gratuita beleza dos campos e das cidades, quando as bestas soltas no mundo ainda destroem os campos e as cidades? Já viste um loiro trigal balançando ao vento? É das coisas mais belas do mundo, mas os hitleristas e seus cães danados destruíram os trigais e os povos morrem de fome. Como falar, então, da beleza, dessa beleza simples e pura da farinha e do pão, da água da fonte, do céu azul, do teu rosto na tarde?

    Não posso falar dessas coisas de todos os dias, dessas alegrias de todos os instantes. Porque elas estão perigando, todas elas, os trigais e o pão, a farinha e a água, o céu, o mar e teu rosto. (...) Sobre toda a beleza paira a sombra da escravidão. É como u’a nuvem inesperada num céu azul e límpido. Como então encontrar palavras inocentes, doces palavras cariciosas, versos suaves e tristes? Perdi o sentido destas palavras, destas frases, elas me soam como uma traição neste momento.

    (...) Mas eu sei todas as palavras de ódio e essas, sim, têm um significado neste momento. Houve um dia em que eu falei do amor e encontrei para ele os mais doces vocábulos, as frases mais trabalhadas.

    Hoje só o ódio pode fazer com que o amor perdure sobre o mundo. Só o ódio ao fascismo, mas um ódio mortal, um ódio sem perdão, um ódio que venha do coração e que nos tome todo, que se faça dono de todas as nossas palavras, que nos impeça de ver qualquer espetáculo – desde o crepúsculo aos olhos da amada – sem que junto a ele vejamos o perigo que os cerca.

    Jamais as tardes seriam doces e jamais as madrugadas seriam de esperança. Jamais os livros diriam coisas belas, nunca mais seria escrito um verso de amor.

    Sobre toda a beleza do mundo, sobre a farinha e o pão, sobre a pura água da fonte e sobre o mar, sobre teus olhos também, se debruçaria a desonra que é o nazifascismo, se eles tivessem conseguido dominar o mundo. Não restaria nenhuma parcela de beleza, a mais mínima. Amanhã saberei de novo palavras doces e frases cariciosas. Hoje só sei palavras de ódio, palavras de morte. Não encontrarás um cravo ou uma rosa, uma flor na minha literatura. Mas encontrarás um punhal ou um fuzil, encontrarás uma arma contra os inimigos da beleza, contra aqueles que amam as trevas e a desgraça, a lama e os esgotos, contra esses restos de podridão que sonharam esmagar a poesia, o amor e a liberdade!


(AMADO, Jorge. Folha da Manhã, 22/04/1945.)

No trecho, “Jamais as tardes seriam doces e jamais as madrugadas seriam de esperança. Jamais os livros diriam coisas belas, nunca mais seria escrito um verso de amor.”, é possível apontar que o autor usa uma estratégia de construção textual para reforçar o senso de urgência e a dimensão do problema. Assinale a alternativa que indica corretamente esse recurso.
Alternativas
Q3372983 Português

LEIA O TEXTO E RESPONDA A QUESTÃO SEGUINTE.


Nem a Rosa, Nem o Cravo


    As frases perdem seu sentido, as palavras perdem sua significação costumeira, como dizer das árvores e das flores, dos teus olhos e do mar, das canoas e do cais, das borboletas nas árvores, quando as crianças são assassinadas friamente pelos nazistas? Como falar da gratuita beleza dos campos e das cidades, quando as bestas soltas no mundo ainda destroem os campos e as cidades? Já viste um loiro trigal balançando ao vento? É das coisas mais belas do mundo, mas os hitleristas e seus cães danados destruíram os trigais e os povos morrem de fome. Como falar, então, da beleza, dessa beleza simples e pura da farinha e do pão, da água da fonte, do céu azul, do teu rosto na tarde?

    Não posso falar dessas coisas de todos os dias, dessas alegrias de todos os instantes. Porque elas estão perigando, todas elas, os trigais e o pão, a farinha e a água, o céu, o mar e teu rosto. (...) Sobre toda a beleza paira a sombra da escravidão. É como u’a nuvem inesperada num céu azul e límpido. Como então encontrar palavras inocentes, doces palavras cariciosas, versos suaves e tristes? Perdi o sentido destas palavras, destas frases, elas me soam como uma traição neste momento.

    (...) Mas eu sei todas as palavras de ódio e essas, sim, têm um significado neste momento. Houve um dia em que eu falei do amor e encontrei para ele os mais doces vocábulos, as frases mais trabalhadas.

    Hoje só o ódio pode fazer com que o amor perdure sobre o mundo. Só o ódio ao fascismo, mas um ódio mortal, um ódio sem perdão, um ódio que venha do coração e que nos tome todo, que se faça dono de todas as nossas palavras, que nos impeça de ver qualquer espetáculo – desde o crepúsculo aos olhos da amada – sem que junto a ele vejamos o perigo que os cerca.

    Jamais as tardes seriam doces e jamais as madrugadas seriam de esperança. Jamais os livros diriam coisas belas, nunca mais seria escrito um verso de amor.

    Sobre toda a beleza do mundo, sobre a farinha e o pão, sobre a pura água da fonte e sobre o mar, sobre teus olhos também, se debruçaria a desonra que é o nazifascismo, se eles tivessem conseguido dominar o mundo. Não restaria nenhuma parcela de beleza, a mais mínima. Amanhã saberei de novo palavras doces e frases cariciosas. Hoje só sei palavras de ódio, palavras de morte. Não encontrarás um cravo ou uma rosa, uma flor na minha literatura. Mas encontrarás um punhal ou um fuzil, encontrarás uma arma contra os inimigos da beleza, contra aqueles que amam as trevas e a desgraça, a lama e os esgotos, contra esses restos de podridão que sonharam esmagar a poesia, o amor e a liberdade!


(AMADO, Jorge. Folha da Manhã, 22/04/1945.)

A respeito do trecho “como dizer das árvores e das flores, dos teus olhos e do mar, das canoas e do cais, das borboletas nas árvores, quando as crianças são assassinadas friamente pelos nazistas?”, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3371824 Pedagogia
Sobre o currículo de Ciências dos Anos Finais do Ensino Fundamental, de acordo com a Base Nacional Comum Curricular é INCORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3371823 Química
A família 1A da tabela periódica é reconhecida por compreender os metais alcalinos. Assinale abaixo a alternativa que corresponde SOMENTE a metais alcalinos, portanto situados na família 1A:
Alternativas
Q3371822 Química
Considere a afirmativa abaixo:
“A __________ é a ciência da matéria e das mudanças que ela sofre. O mundo da __________ inclui, portanto, todo o mundo material que nos rodeia – o chão que o suporta, a comida com que você se alimenta, os tecidos biológicos dos quais você é feito e o silício com que o seu computador foi fabricado. Nenhum material independe da __________, seja vivo ou morto, vegetal ou mineral, seja na Terra ou em uma estrela distante.”
A afirmativa acima refere-se a definição de que área do conhecimento?
Alternativas
Q3371821 Física
Relacione as colunas 1 e 2 de acordo com o tipo de grandeza física mencionada: escalar ou vetorial.
Imagem associada para resolução da questão

A sequência CORRETA da coluna 2 é:
Alternativas
Q3371820 Física
Considere as seguintes grandezas: comprimento, massa, tempo, corrente elétrica, temperatura termodinâmica, quantidade de matéria e intensidade luminosa. Assinale a alternativa abaixo que corresponde CORRETAMENTE e respectivamente às unidades de medida de cada grandeza mencionada:
Alternativas
Q3371819 Biologia
O corpo humano é composto de diversos sistemas, os quais são responsáveis por seu funcionamento e possuem cada qual seu papel no desempenho do organismo. sobre isso, analise as afirmativas a seguir:
I. As células musculares são responsáveis pelo encurtamento da distância entre as suas extremidades fixadas, gerando contração e promovendo o que conhecemos como “movimento”.
II. O sistema nervoso executa funções primordiais para o funcionamento das ações orgânicas, a exemplo das funções sensoriais, integrativas e motoras.
III. O sistema circulatório é formado pelo coração, vasos sanguíneos, sistema linfático, cérebro e órgãos hematopoiéticos.
IV. O Sistema respiratório tem como função principal a realização da troca gasosa (hematose) a nível alveolar.
Estão CORRETAS as afirmativas:
Alternativas
Q3371818 Pedagogia
Considere a seguinte afirmativa, conforme consta na Base Nacional Comum Curricular:
“Nos anos finais do Ensino Fundamental, a exploração das vivências, saberes, interesses e curiosidades dos alunos sobre o __________ e __________ continua sendo fundamental. Todavia, ao longo desse percurso, percebem-se uma ampliação progressiva da capacidade de __________ e da autonomia de ação e de pensamento, em especial nos últimos anos, e o aumento do interesse dos alunos pela __________ e pela busca de uma __________ própria.”
Assinale a alternativa que corresponde aos termos que preenchem CORRETAMENTE, em sua respectiva ordem, os espaços vazios da afirmativa acima:
Alternativas
Q3371817 Biologia
Assinale a alternativa abaixo que corresponde a definição CORRETA de Ecologia:
Alternativas
Q3371816 Pedagogia
Na Base Nacional Comum Curricular a etapa dos Anos Finais do Ensino Fundamental é organizada em Unidades Temáticas e Objetos de conhecimento. Considere as colunas 1 e 2 apresentadas a seguir:
Imagem associada para resolução da questão

Relacione as Unidades Temáticas e seus respectivos objetos de conhecimento, e assinale a alternativa que corresponde a sequência numérica CORRETA da coluna 2:
Alternativas
Respostas
7461: C
7462: D
7463: C
7464: D
7465: D
7466: A
7467: D
7468: A
7469: D
7470: A
7471: D
7472: C
7473: D
7474: A
7475: D
7476: A
7477: X
7478: C
7479: A
7480: B