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Q3681761 Português
Assinale a alternativa cuja formação da palavra está incorretamente identificada: 
Alternativas
Q3681760 Português

Observe a seguinte frase:


“Faltou, naquele comício esvaziado, os argumentos que sustentavam o discurso do candidato.”


Em relação à norma culta da língua portuguesa, é correto afirmar que: 

Alternativas
Q3681759 Português

Observe a seguinte frase:


"Durante o apagão, diversos relatórios foram redigidos por servidores que sequer sabiam do problema técnico."


Assinale a alternativa que mantém o sentido e a correção gramatical da frase, ao transformá-la para a voz passiva sintética:

Alternativas
Q3681758 Português

A oração


“Era uma vez um rei muito justo e bondoso” é exemplo clássico de: 

Alternativas
Q3681757 Português
Assinale a alternativa em que a forma plural do substantivo está empregada de maneira inadequada, segundo a norma culta: 
Alternativas
Q3681756 Português

O espelho que te imita (e te expõe)



No começo, a inteligência artificial era apenas isso: uma ferramenta. Um recurso técnico, útil para responder perguntas, organizar ideias, talvez escrever algo por curiosidade. Mas, com o tempo, algo mudou. A IA passou a aprender — e não apenas sobre o mundo, mas sobre quem a utilizava. Hoje, os sistemas mais avançados conseguem reconhecer padrões, vocabulário, estilo, hesitações e até o ritmo da escrita de seus usuários. O assistente se transforma em espelho. Um espelho que reflete não o corpo, mas o pensamento.


Essa personalização é, ao mesmo tempo, fascinante e delicada. Se a IA entende como você pensa, ela pode prever como você decide. E se pode prever, pode também influenciar. É aí que a ferramenta deixa de ser neutra. Ela passa a participar. No mundo corporativo, isso pode representar um salto de eficiência. Profissionais terão assistentes que antecipam seus raciocínios; empresas criarão produtos moldados com base na lógica emocional dos consumidores. Mas a mesma tecnologia que oferece conveniência também carrega riscos profundos.


Se a inteligência artificial personalizada guarda sua forma de pensar, o que acontece se for invadida? A violação não será apenas de dados, mas de identidade. Roubarão não um documento, mas a tua persona digital — teu modo de escrever, de reagir, de hesitar. O problema extrapola a tecnologia. É filosófico, ético, político. Se alguém pode acessar o teu reflexo mais fiel e usá-lo como bem entender, o que resta da tua autonomia?


O impacto disso vai muito além da privacidade. Na política, pode significar o fim do debate público. Em vez de discursos coletivos, teremos algoritmos moldando versões individualizadas da realidade. Cada eleitor receberá sua dose sob medida de verdade emocional. O marketing, por sua vez, deixará de vender produtos e passará a oferecer experiências afetivas ajustadas em tempo real. E o consumidor — ou o cidadão — poderá nem perceber que já não escolhe mais nada por conta própria.


Não se trata de ficção científica. Trata-se de futuro próximo. E a pergunta que se impõe não é se devemos ou não criar assistentes personalizados. A questão é: estamos preparados para lidar com o que eles nos revelam sobre nós mesmos? Porque, talvez, o grande risco não seja a máquina que pensa. Seja o espelho que devolve — com exatidão — quem somos. E o quanto disso estamos realmente prontos para encarar. 

Considerando o propósito comunicativo do texto, bem como o uso de estratégias discursivas, é possível afirmar que: 
Alternativas
Q3681755 Português

O espelho que te imita (e te expõe)



No começo, a inteligência artificial era apenas isso: uma ferramenta. Um recurso técnico, útil para responder perguntas, organizar ideias, talvez escrever algo por curiosidade. Mas, com o tempo, algo mudou. A IA passou a aprender — e não apenas sobre o mundo, mas sobre quem a utilizava. Hoje, os sistemas mais avançados conseguem reconhecer padrões, vocabulário, estilo, hesitações e até o ritmo da escrita de seus usuários. O assistente se transforma em espelho. Um espelho que reflete não o corpo, mas o pensamento.


Essa personalização é, ao mesmo tempo, fascinante e delicada. Se a IA entende como você pensa, ela pode prever como você decide. E se pode prever, pode também influenciar. É aí que a ferramenta deixa de ser neutra. Ela passa a participar. No mundo corporativo, isso pode representar um salto de eficiência. Profissionais terão assistentes que antecipam seus raciocínios; empresas criarão produtos moldados com base na lógica emocional dos consumidores. Mas a mesma tecnologia que oferece conveniência também carrega riscos profundos.


Se a inteligência artificial personalizada guarda sua forma de pensar, o que acontece se for invadida? A violação não será apenas de dados, mas de identidade. Roubarão não um documento, mas a tua persona digital — teu modo de escrever, de reagir, de hesitar. O problema extrapola a tecnologia. É filosófico, ético, político. Se alguém pode acessar o teu reflexo mais fiel e usá-lo como bem entender, o que resta da tua autonomia?


O impacto disso vai muito além da privacidade. Na política, pode significar o fim do debate público. Em vez de discursos coletivos, teremos algoritmos moldando versões individualizadas da realidade. Cada eleitor receberá sua dose sob medida de verdade emocional. O marketing, por sua vez, deixará de vender produtos e passará a oferecer experiências afetivas ajustadas em tempo real. E o consumidor — ou o cidadão — poderá nem perceber que já não escolhe mais nada por conta própria.


Não se trata de ficção científica. Trata-se de futuro próximo. E a pergunta que se impõe não é se devemos ou não criar assistentes personalizados. A questão é: estamos preparados para lidar com o que eles nos revelam sobre nós mesmos? Porque, talvez, o grande risco não seja a máquina que pensa. Seja o espelho que devolve — com exatidão — quem somos. E o quanto disso estamos realmente prontos para encarar. 

A respeito da estrutura argumentativa do texto, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q3681754 Português

O espelho que te imita (e te expõe)



No começo, a inteligência artificial era apenas isso: uma ferramenta. Um recurso técnico, útil para responder perguntas, organizar ideias, talvez escrever algo por curiosidade. Mas, com o tempo, algo mudou. A IA passou a aprender — e não apenas sobre o mundo, mas sobre quem a utilizava. Hoje, os sistemas mais avançados conseguem reconhecer padrões, vocabulário, estilo, hesitações e até o ritmo da escrita de seus usuários. O assistente se transforma em espelho. Um espelho que reflete não o corpo, mas o pensamento.


Essa personalização é, ao mesmo tempo, fascinante e delicada. Se a IA entende como você pensa, ela pode prever como você decide. E se pode prever, pode também influenciar. É aí que a ferramenta deixa de ser neutra. Ela passa a participar. No mundo corporativo, isso pode representar um salto de eficiência. Profissionais terão assistentes que antecipam seus raciocínios; empresas criarão produtos moldados com base na lógica emocional dos consumidores. Mas a mesma tecnologia que oferece conveniência também carrega riscos profundos.


Se a inteligência artificial personalizada guarda sua forma de pensar, o que acontece se for invadida? A violação não será apenas de dados, mas de identidade. Roubarão não um documento, mas a tua persona digital — teu modo de escrever, de reagir, de hesitar. O problema extrapola a tecnologia. É filosófico, ético, político. Se alguém pode acessar o teu reflexo mais fiel e usá-lo como bem entender, o que resta da tua autonomia?


O impacto disso vai muito além da privacidade. Na política, pode significar o fim do debate público. Em vez de discursos coletivos, teremos algoritmos moldando versões individualizadas da realidade. Cada eleitor receberá sua dose sob medida de verdade emocional. O marketing, por sua vez, deixará de vender produtos e passará a oferecer experiências afetivas ajustadas em tempo real. E o consumidor — ou o cidadão — poderá nem perceber que já não escolhe mais nada por conta própria.


Não se trata de ficção científica. Trata-se de futuro próximo. E a pergunta que se impõe não é se devemos ou não criar assistentes personalizados. A questão é: estamos preparados para lidar com o que eles nos revelam sobre nós mesmos? Porque, talvez, o grande risco não seja a máquina que pensa. Seja o espelho que devolve — com exatidão — quem somos. E o quanto disso estamos realmente prontos para encarar. 

De acordo com o texto, a inteligência artificial personalizada deixa de ser uma simples ferramenta para se tornar um reflexo da subjetividade humana. Assinale a alternativa incorreta em relação a essa ideia central: 
Alternativas
Q3681753 Português

O espelho que te imita (e te expõe)



No começo, a inteligência artificial era apenas isso: uma ferramenta. Um recurso técnico, útil para responder perguntas, organizar ideias, talvez escrever algo por curiosidade. Mas, com o tempo, algo mudou. A IA passou a aprender — e não apenas sobre o mundo, mas sobre quem a utilizava. Hoje, os sistemas mais avançados conseguem reconhecer padrões, vocabulário, estilo, hesitações e até o ritmo da escrita de seus usuários. O assistente se transforma em espelho. Um espelho que reflete não o corpo, mas o pensamento.


Essa personalização é, ao mesmo tempo, fascinante e delicada. Se a IA entende como você pensa, ela pode prever como você decide. E se pode prever, pode também influenciar. É aí que a ferramenta deixa de ser neutra. Ela passa a participar. No mundo corporativo, isso pode representar um salto de eficiência. Profissionais terão assistentes que antecipam seus raciocínios; empresas criarão produtos moldados com base na lógica emocional dos consumidores. Mas a mesma tecnologia que oferece conveniência também carrega riscos profundos.


Se a inteligência artificial personalizada guarda sua forma de pensar, o que acontece se for invadida? A violação não será apenas de dados, mas de identidade. Roubarão não um documento, mas a tua persona digital — teu modo de escrever, de reagir, de hesitar. O problema extrapola a tecnologia. É filosófico, ético, político. Se alguém pode acessar o teu reflexo mais fiel e usá-lo como bem entender, o que resta da tua autonomia?


O impacto disso vai muito além da privacidade. Na política, pode significar o fim do debate público. Em vez de discursos coletivos, teremos algoritmos moldando versões individualizadas da realidade. Cada eleitor receberá sua dose sob medida de verdade emocional. O marketing, por sua vez, deixará de vender produtos e passará a oferecer experiências afetivas ajustadas em tempo real. E o consumidor — ou o cidadão — poderá nem perceber que já não escolhe mais nada por conta própria.


Não se trata de ficção científica. Trata-se de futuro próximo. E a pergunta que se impõe não é se devemos ou não criar assistentes personalizados. A questão é: estamos preparados para lidar com o que eles nos revelam sobre nós mesmos? Porque, talvez, o grande risco não seja a máquina que pensa. Seja o espelho que devolve — com exatidão — quem somos. E o quanto disso estamos realmente prontos para encarar. 

No que se refere às implicações políticas do uso de IA personalizada, assinale a alternativa que apresenta uma conclusão coerente com os argumentos do texto: 
Alternativas
Q3681752 Português

O espelho que te imita (e te expõe)



No começo, a inteligência artificial era apenas isso: uma ferramenta. Um recurso técnico, útil para responder perguntas, organizar ideias, talvez escrever algo por curiosidade. Mas, com o tempo, algo mudou. A IA passou a aprender — e não apenas sobre o mundo, mas sobre quem a utilizava. Hoje, os sistemas mais avançados conseguem reconhecer padrões, vocabulário, estilo, hesitações e até o ritmo da escrita de seus usuários. O assistente se transforma em espelho. Um espelho que reflete não o corpo, mas o pensamento.


Essa personalização é, ao mesmo tempo, fascinante e delicada. Se a IA entende como você pensa, ela pode prever como você decide. E se pode prever, pode também influenciar. É aí que a ferramenta deixa de ser neutra. Ela passa a participar. No mundo corporativo, isso pode representar um salto de eficiência. Profissionais terão assistentes que antecipam seus raciocínios; empresas criarão produtos moldados com base na lógica emocional dos consumidores. Mas a mesma tecnologia que oferece conveniência também carrega riscos profundos.


Se a inteligência artificial personalizada guarda sua forma de pensar, o que acontece se for invadida? A violação não será apenas de dados, mas de identidade. Roubarão não um documento, mas a tua persona digital — teu modo de escrever, de reagir, de hesitar. O problema extrapola a tecnologia. É filosófico, ético, político. Se alguém pode acessar o teu reflexo mais fiel e usá-lo como bem entender, o que resta da tua autonomia?


O impacto disso vai muito além da privacidade. Na política, pode significar o fim do debate público. Em vez de discursos coletivos, teremos algoritmos moldando versões individualizadas da realidade. Cada eleitor receberá sua dose sob medida de verdade emocional. O marketing, por sua vez, deixará de vender produtos e passará a oferecer experiências afetivas ajustadas em tempo real. E o consumidor — ou o cidadão — poderá nem perceber que já não escolhe mais nada por conta própria.


Não se trata de ficção científica. Trata-se de futuro próximo. E a pergunta que se impõe não é se devemos ou não criar assistentes personalizados. A questão é: estamos preparados para lidar com o que eles nos revelam sobre nós mesmos? Porque, talvez, o grande risco não seja a máquina que pensa. Seja o espelho que devolve — com exatidão — quem somos. E o quanto disso estamos realmente prontos para encarar. 

A partir do texto, é possível inferir que o uso de inteligências artificiais personalizadas poderá alterar de forma significativa a noção tradicional de privacidade. Nesse sentido, assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q3680590 Biologia

Sobre a degradação dos solos, analise as sentenças a seguir:



I- Os solos são renováveis, e a perda é sempre menor que a taxa de formação, não havendo motivo para preocupação.


II- A deterioração química ocorre quando nutrientes do solo são exauridos, reduzindo sua produtividade.


III- A perda de nutrientes decorre apenas do uso agrícola intensivo, sem relação com o desmatamento.


IV- A degradação do solo, incluindo erosão e deterioração química e física, é um problema grave em várias regiões do mundo.



Analisadas as sentenças, está(ão) CORRETA(S):

Alternativas
Q3680589 Ciências
As propriedades físicas dos minerais são determinadas por sua estrutura interna e composição química. De acordo com essas propriedades, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3680588 Biologia
Qual é o ganho efetivo de ATP na oxidação completa de um ácido graxo C16:0 (palmitato) via β-oxidação, ciclo de Krebs e cadeia respiratória? Assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3680587 Ciências
A definição “cristalina inorgânica que ocorre na natureza, com composição química definida e propriedades físicas características” corresponde a:
Alternativas
Q3680586 Biologia
Além de alterações naturais de longo prazo, o ciclo hidrológico tem sofrido mudanças significativas devido à ação humana. Analise as sentenças a seguir:

I- Exemplos de ações humanas: construção de cidades, dragagem de áreas alagáveis, retificação e canalização de rios, destruição de matas ciliares e florestas.
II- Essas ações alteram o escoamento superficial da água, reduzindo sua infiltração no solo.
III- A menor infiltração aumenta a erosão do solo, carrega sedimentos para os rios, reduz sua profundidade e capacidade de vazão, causando enchentes frequentes.
IV- Uma solução urbana para esse problema é a construção de reservatórios artificiais (“piscinões”) para reter a água da chuva.

Analisadas as sentenças, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3680585 Biologia
De acordo com as principais características do tecido nervoso, analise as sentenças a seguir:

I- A neuroglia não conduz impulsos nervosos, mas exerce funções de suporte.
II- Os potenciais de ação podem ser conduzidos a outros neurônios, músculos ou glândulas.
III- Os neurônios transformam estímulos em sinais elétricos, chamados potenciais de ação.
IV- O tecido nervoso é formado por dois tipos principais de células: neurônios e neuroglia.

Agora, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3680584 Biologia
Em relação às principais características do coração, analise as sentenças a seguir:

I- O pericárdio envolve e protege o coração, fixando-o no mediastino e permitindo movimento para contrações vigorosas.
II- O epicárdio, camada mais interna, reveste câmaras e válvulas cardíacas com endotélio e tecido conjuntivo.
III- O miocárdio, camada intermediária, é formado por músculo cardíaco e representa cerca de 95% da massa do coração, responsável pelo bombeamento. 
IV- O endocárdio é a camada mais externa, formada por mesotélio e tecido conjuntivo, conferindo textura lisa à superfície do coração.

Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3680583 Biologia
O Sistema Digestório contribui para a homeostasia ao decompor os alimentos em nutrientes absorvíveis. Nesse contexto, analise as sentenças a seguir:

I- O Trato Gastrointestinal (TGI) é formado por boca, parte da faringe, esôfago, estômago, intestino delgado e intestino grosso.
II- O Sistema Digestório é composto por dois grupos de órgãos: TGI e órgãos acessórios.
III- A secreção no sistema digestório corresponde à entrada de líquidos e nutrientes ingeridos nas células epiteliais que revestem o TGI.
IV- A absorção no sistema digestório corresponde à liberação de cerca de 7 (sete) litros de água, ácidos, tampões e enzimas no lume do TGI.

Está(ão) CORRETA(S):
Alternativas
Q3680582 Biologia
O Tecido Conjuntivo é um dos mais abundantes e distribuídos no corpo humano. Segundo suas características, analise as sentenças a seguir:

I- O tecido conjuntivo é formado por dois elementos básicos: células e matriz extracelular.
II- Os tecidos conjuntivos localizam-se principalmente nas superfícies do corpo.
III- Em geral, os tecidos conjuntivos são bem vascularizados, com abundante suprimento sanguíneo.
IV- Apresentam superfícies secretoras que liberam substâncias produzidas pelas células (glândulas).
V- Possuem suprimento nervoso, assim como os epitélios.

Analisadas as sentenças, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3680581 Biologia
O Sistema Respiratório mantém a homeostasia ao realizar trocas gasosas entre ar, sangue e tecidos. Sobre suas divisões e estruturas, analise as sentenças a seguir:

I- O sistema respiratório inferior inclui nariz, faringe e estruturas associadas.
II- O sistema respiratório é composto por nariz, faringe, laringe, traqueia, brônquios e pulmões.
III- O sistema respiratório superior inclui laringe, traqueia, brônquios e pulmões.
IV- O sistema respiratório divide-se em duas partes: superior e inferior.

Agora, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Respostas
4581: D
4582: D
4583: A
4584: C
4585: A
4586: C
4587: C
4588: C
4589: A
4590: D
4591: D
4592: A
4593: E
4594: E
4595: B
4596: E
4597: C
4598: A
4599: D
4600: B