Questões de Concurso Para professor - língua portuguesa

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Q2341774 Literatura
“Compreender uma palestra é importante, assim como ser capaz de atribuir diferentes sentidos a um gif ou meme.” (BRASIL, 2017, p. 67).



Assinale a alternativa correta sobre o texto acima e a afirmação que ele faz acerca da abordagem da leitura e interpretação de textos na escola:
Alternativas
Q2341773 Literatura
Assinale a alternativa correta sobre a produção de textos na escola:
Alternativas
Q2341772 Literatura
É papel da escola desenvolver nos estudantes as habilidades de revisar, editar e reescrever os próprios textos. Quanto ao emprego de recursos discursivos, linguísticos e semióticos, o aluno deve ser capacitado a:
Alternativas
Q2341771 Literatura
“Para que a função utilitária da literatura – e da arte em geral – possa dar lugar à sua dimensão humanizadora, transformadora e mobilizadora, é preciso supor – e, portanto, garantir a formação de – um leitor-fruidor, ou seja, de um sujeito que seja capaz de se implicar na leitura dos textos, de ‘desvendar’ suas múltiplas camadas de sentido, de responder às suas demandas e de firmar pactos de leitura.” (BNCC, Linguagens, Língua Portuguesa, Ensino Fundamental, p 138). 




Segundo o trecho, o leitor – fruidor é aquele que: 
Alternativas
Q2341770 Pedagogia
A função do professor na formação do leitor competente é também avaliar os procedimentos de busca de sentido que os alunos podem utilizar na sala de aula e que contribuam para ampliar suas capacidades na área, sistematizando o trabalho e adotando variadas estratégias. Dentre as modalidades de leitura listadas abaixo, é verdadeiro que: 
Alternativas
Q2341769 Literatura
A leitura é um dos eixos organizadores do ensino. Ela é, não somente objeto historicamente reconhecido da aprendizagem da língua, mas tema central para esta. Portanto, é verdadeiro que:
Alternativas
Q2341768 Literatura
Ao desenvolver reflexões sobre a leitura e compreensão de textos, tomando o ato individual de leitura como prática social, temos como verdadeiro o seguinte objetivo:
Alternativas
Q2341767 Linguística
O gênero spot é um anúncio comercial que tem como suporte o rádio. É uma mensagem sonorizada com ajuda de elementos da linguagem radiofônica usada para a divulgação publicitária, sendo também utilizado para divulgação e para transmitir uma mensagem. Em uma abordagem em sala de aula, na produção de spots pelos alunos, é correto afirmar que:
Alternativas
Q2341766 Linguística
Há autores que propõem atividades especificamente sobre os gêneros orais, enfatizando a construção deles, sua circulação e suas características prototípicas. Compreendendo que o ensino de língua por meio de gêneros é a única forma de compreendê-la como objeto amplo e permitindo ao falante a apropriação sobre esse mesmo objeto, assinale a alternativa que não está de acordo com uma proposta adequada:
Alternativas
Q2341765 Linguística
Acerca da perspectiva não dicotômica da relação entre fala e escrita, assinale a alternativa incorreta: 
Alternativas
Q2341764 Linguística
Assinale a alternativa correta sobre o ensino dos gêneros orais e sua abordagem nas escolas:
Alternativas
Q2341763 Literatura
A partir da década de 1960 do século XX, alguns autores, como Chafe, Tannen e Oesterreicher, consideraram haver dicotomia entre as modalidades da FALA e ESCRITA, atribuindo a cada uma delas características particulares. Era uma visão centrada no modelo da escrita formal padrão e, com base nela, categorizava-se que: 
Alternativas
Q2341762 Literatura
A leitura envolve componentes de decodificação, que são processos de reconhecimento da palavra, e de compreensão, que se trata do processo em que as palavras, sentenças ou textos são interpretados. O processo de decodificação refere-se a:
Alternativas
Q2341761 Linguística
Assinale a alternativa correta sobre a definição dos gêneros orais:
Alternativas
Q2341760 Português
Assinale a alternativa correta sobre os autores e sua conceituação de gênero textual:
Alternativas
Q2341759 Literatura
“Basicamente, a escola ensina a ler e não propõe tarefas para que os alunos pratiquem essa competência. Ainda não se acredita completamente na ideia de que isso deve ser feito não apenas no início da escolarização, mas num processo contínuo, para que eles deem conta dos textos imprescindíveis para realizar as novas exigências que vão surgindo ao longo do tempo. Considerase que a leitura é uma habilidade que, uma vez adquirida pelos alunos, pode ser aplicada sem problemas a múltiplos textos. Muitas pesquisas, porém, mostram que isso não é verdade. Quando o objetivo é aprender, isso significa, em primeiro lugar, ler para poder se guiar num mundo em que há tanta informação que às vezes não sabemos nem por onde começar. Em segundo lugar, significa não ficar apenas no que dizem os textos, mas incorporar o que eles trazem para transformar nosso próprio conhecimento. Pode-se ler de forma superficial, mas também pode-se interrogar o texto, deixar que ele proponha novas dúvidas, questione ideias prévias e nos leve a pensar de outro modo.” (SOLÉ, Isabel.https://novaescola.org.br/conteudo/304/para-isabel-sole-a-leitura-exige-motivacao-objetivos-claros-e-estrategias)




A proposta da autora implica em aplicar estratégias de leitura em sala de aula, que podem ser todas elencadas abaixo, EXCETO:
Alternativas
Q2341758 Linguística
A linguagem como modo de produção social é:
Alternativas
Q2341757 Literatura
Assinale a alternativa correta quanto às concepções da linguagem:
Alternativas
Q2340116 Português
Texto 1


Tecnologia: o uso excessivo e os impactos na saúde mental

          Pesquisas norte-americanas recentes revelam o quão solitários os americanos se sentem, tendo como prevalência os jovens, que tiveram o tempo de qualidade em suas relações, com amigos e colegas, reduzido por mais de 50%.

       Outro estudo, lançado em 2021, sobre o tempo de exposição a telas, de crianças e adolescentes, revelam que o Brasil está em terceiro lugar no ranking dos países que mais utilizam celular ou dispositivos eletrônicos, passando até nove horas diárias consumindo conteúdos pela internet.

              Considerando que podemos resolver muitas coisas virtualmente, sem precisar sair de casa, temos poucas motivações para sair do conforto e segurança do lar. Desta forma, temos cada vez mais homens e mulheres, jovens e crianças, com poucas interações sociais e maior isolamento. A pandemia acelerou um processo natural que já vinha acontecendo, e assim, este fenômeno tecnológico foi potencializado.

              A vida já estava sendo desenhada para favorecer o isolamento, mas esse caminho não era apresentado como isolamento, mas como privacidade, como algo bom. Porém, a privacidade não pode levar ao isolamento.

             Perguntemos para nossos avós, como era a convivência com a vizinhança na época em que eram crianças? Como viviam, brincavam, e como os nossos bisavós viviam? Precisamos resgatar os bons exemplos! A tecnologia trouxe inúmeros benefícios, sem dúvidas, mas é preciso saber usá-la sem que nos adoeça.

           Quanto mais tempo na internet, menos tempo presencialmente teremos com as pessoas e, automaticamente, mais chances de nos sentirmos solitários. Afinal, existe uma diferença muito grande entre o virtual e o real!

            As alterações neuroquímicas provocadas pela internet, especialmente pelas mídias sociais, são semelhantes às de uma pessoa que possui um vício, nunca fica satisfeita, sempre quer mais e mais. Nessa busca por mais, muitos caem no vazio, na depressão, sofrem por não conseguir lidar com pequenas frustrações e, às vezes, atentam contra a própria vida.

              É como se entrasse em uma roda gigante, onde não se sabe mais o início e o fim dela, pois a busca pelo prazer e realização na internet vai levando ao isolamento, que gera um buraco dentro do peito, que sufoca a ponto de perder o sentido da vida. Repito: Não é que devamos parar de usar a internet e a tecnologia! Afinal de contas, se você está lendo este texto neste momento é graças a essa tecnologia que te alcança, com esse grande benefício.

            Porém, não se pode fechar os olhos para os malefícios de algo vivido de forma desordenada. Faça as seguintes perguntas a você neste momento: Tenho me sentido sozinho(a), mesmo tendo muitas pessoas ao meu redor? Quanto tempo tenho passado na internet? Esse tempo tem me privado de fazer algo importante, de conviver com pessoas que amo? Quando estou em uma roda de conversa, em uma festa, ou até mesmo em casa, com minha família, estou inteiro (a) ou divido minha atenção com a tela mais próxima? Quantas vezes saio de casa durante a semana? Quanto tempo me exponho ao ar livre? Qual foi a última vez que me senti feliz?

              Perguntas “fáceis” que precisam ser respondidas de tempo em tempo, com o objetivo de nos mover para uma vida ativa e rica de sentido, e não uma vida enjaulada dentro de um aparelho em uma casa fria e vazia. Mas atenção! Se você já se percebe com uma dor no peito que parece não ter fim e, mesmo estando rodeado de pessoas, se sente sozinho e não sabe por onde começar para mudar a sua história, procure ajuda! Você não precisa passar por isso sozinho, e nem deve ter vergonha de recorrer a alguém próximo ou a um profissional da área da saúde que possa ajudar.

                  Viva a alegria de uma vida na verdade!


(RODRIGUES, Aline https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/tecnologiao-uso-excessivo-e-os-impactos-na-saude-mental-1.988232 Acesso em 16/11/2023)
Analise os elementos morfossintáticos presentes no texto e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q2340115 Português
Texto 1


Tecnologia: o uso excessivo e os impactos na saúde mental

          Pesquisas norte-americanas recentes revelam o quão solitários os americanos se sentem, tendo como prevalência os jovens, que tiveram o tempo de qualidade em suas relações, com amigos e colegas, reduzido por mais de 50%.

       Outro estudo, lançado em 2021, sobre o tempo de exposição a telas, de crianças e adolescentes, revelam que o Brasil está em terceiro lugar no ranking dos países que mais utilizam celular ou dispositivos eletrônicos, passando até nove horas diárias consumindo conteúdos pela internet.

              Considerando que podemos resolver muitas coisas virtualmente, sem precisar sair de casa, temos poucas motivações para sair do conforto e segurança do lar. Desta forma, temos cada vez mais homens e mulheres, jovens e crianças, com poucas interações sociais e maior isolamento. A pandemia acelerou um processo natural que já vinha acontecendo, e assim, este fenômeno tecnológico foi potencializado.

              A vida já estava sendo desenhada para favorecer o isolamento, mas esse caminho não era apresentado como isolamento, mas como privacidade, como algo bom. Porém, a privacidade não pode levar ao isolamento.

             Perguntemos para nossos avós, como era a convivência com a vizinhança na época em que eram crianças? Como viviam, brincavam, e como os nossos bisavós viviam? Precisamos resgatar os bons exemplos! A tecnologia trouxe inúmeros benefícios, sem dúvidas, mas é preciso saber usá-la sem que nos adoeça.

           Quanto mais tempo na internet, menos tempo presencialmente teremos com as pessoas e, automaticamente, mais chances de nos sentirmos solitários. Afinal, existe uma diferença muito grande entre o virtual e o real!

            As alterações neuroquímicas provocadas pela internet, especialmente pelas mídias sociais, são semelhantes às de uma pessoa que possui um vício, nunca fica satisfeita, sempre quer mais e mais. Nessa busca por mais, muitos caem no vazio, na depressão, sofrem por não conseguir lidar com pequenas frustrações e, às vezes, atentam contra a própria vida.

              É como se entrasse em uma roda gigante, onde não se sabe mais o início e o fim dela, pois a busca pelo prazer e realização na internet vai levando ao isolamento, que gera um buraco dentro do peito, que sufoca a ponto de perder o sentido da vida. Repito: Não é que devamos parar de usar a internet e a tecnologia! Afinal de contas, se você está lendo este texto neste momento é graças a essa tecnologia que te alcança, com esse grande benefício.

            Porém, não se pode fechar os olhos para os malefícios de algo vivido de forma desordenada. Faça as seguintes perguntas a você neste momento: Tenho me sentido sozinho(a), mesmo tendo muitas pessoas ao meu redor? Quanto tempo tenho passado na internet? Esse tempo tem me privado de fazer algo importante, de conviver com pessoas que amo? Quando estou em uma roda de conversa, em uma festa, ou até mesmo em casa, com minha família, estou inteiro (a) ou divido minha atenção com a tela mais próxima? Quantas vezes saio de casa durante a semana? Quanto tempo me exponho ao ar livre? Qual foi a última vez que me senti feliz?

              Perguntas “fáceis” que precisam ser respondidas de tempo em tempo, com o objetivo de nos mover para uma vida ativa e rica de sentido, e não uma vida enjaulada dentro de um aparelho em uma casa fria e vazia. Mas atenção! Se você já se percebe com uma dor no peito que parece não ter fim e, mesmo estando rodeado de pessoas, se sente sozinho e não sabe por onde começar para mudar a sua história, procure ajuda! Você não precisa passar por isso sozinho, e nem deve ter vergonha de recorrer a alguém próximo ou a um profissional da área da saúde que possa ajudar.

                  Viva a alegria de uma vida na verdade!


(RODRIGUES, Aline https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/tecnologiao-uso-excessivo-e-os-impactos-na-saude-mental-1.988232 Acesso em 16/11/2023)
Nos fragmentos: “Precisamos resgatar os bons exemplos!” e “... se sente sozinho e não sabe por onde começar para mudar a sua história, procure ajuda!”, há traços predominantes das seguintes funções de linguagem:
Alternativas
Respostas
12901: A
12902: A
12903: D
12904: E
12905: C
12906: B
12907: D
12908: B
12909: C
12910: C
12911: B
12912: B
12913: E
12914: A
12915: B
12916: E
12917: D
12918: C
12919: C
12920: B