Foram encontradas 30.497 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Texto para responder à questão.
“Se existe um professor que pode ser substituído por uma máquina, é porque ele realmente merece ser substituído.” A resposta foi uma provocação do indiano Sugata Mitra, professor de Tecnologia Educacional da Newcastle University, na Inglaterra, e professor visitante do Massachusetts Institute of Technology, o famoso MIT.
Em palestra ontem no EducaParty, programação voltada para a Educação na Campus Party, ele relatou as pesquisas que comprovaram a habilidade das crianças em aprender sozinhas quando têm acesso a um computador com internet, dispensando a intermediação de um adulto.
Seu mais emblemático experimento é o “Hole in the Wall” (Buraco na Parede, em tradução livre). Sugata Mitra colocou um computador com acesso à internet no muro de uma favela em Nova Delhi, na Índia e, com auxílio de câmeras, observou o processo durante dois meses. O resultado? Crianças que nunca viram um computador e não sabiam inglês aprenderam rapidamente a navegar na internet e ainda ensinavam outras crianças. “Em 9 meses, as crianças atingem o nível de secretárias que trabalham com o computador no escritório”, disse Mitra.
Essa experiência pode ser uma solução para um dos problemas que Mitra encontra na Educação atualmente: a falta de escolas. “Ela demonstra que crianças expostas ao computador rapidamente entendem seu funcionamento” e os benefícios não tardam a aparecer: melhora a leitura, a compreensão e a capacidade de responder a perguntas. Porém, a principal transformação que esse aprendizado realiza nas crianças é outra. Elas ficam mais confiantes, a autoestima cresce, a postura muda. “Elas dizem para si mesmas que são capazes de fazer o que as outras crianças fazem, mesmo que não tenham a mesma condição financeira”, relata Mitra.
(HAN, Iana. O computador pode substituir o professor? Disponível em: http://educarparacrescer.abril.com.br/blog/isto-dacerto/. Acesso em:
28/05/2024.)
Leia atentamente o seguinte excerto:
“Essa experiência pode ser uma solução para um dos problemas que Mitra encontra na Educação atualmente: a falta de escolas. ‘Ela demonstra que crianças expostas ao computador rapidamente entendem seu funcionamento’ e os benefícios não tardam a aparecer: melhora a leitura, a compreensão e a capacidade de responder a perguntas.” (4º§)
Da leitura do excerto e de sua relação com as novas Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs), analise as afirmativas a seguir.
I. A experiência do professor Sugata Mitra demonstra que utilizar as TICs é a única solução pedagógica viável para fomentar a leitura e a compreensão de textos.
II. O experimento “Hole in the Wall” foi tão bem-sucedido que já está sendo empregado para fomentar a leitura e a compreensão de textos nas escolas indianas.
III. A experiência do professor Sugata Mitra demonstra que utilizar as TICs é uma das opções pedagógicas para fomentar a leitura e a compreensão de textos.
Está correto o que se afirma apenas em
I. No Excel, a unidade formada pela intersecção de linhas e colunas é chamada de célula. As linhas, representadas por números, são as sequencias de células no sentido horizontal. As colunas, representadas por letras, são as sequencias verticais de células.
II. Por padrão, as linhas de grade que o Excel apresenta na tela do programa servem somente de orientação, pois elas não aparecem quando o documento é impresso.
III. O sinal de dois pontos ( : ) é usado no cálculo de valores em intervalos de células, por exemplo, na fórmula =SOMA(C2:C8), os dois pontos indicam que não só os valores das células C2 e C8 devem ser somados, mas também os valores das células que existem no intervalo entre elas na mesma coluna.
IV. O sinal ponto e vírgula é um operador de união de células ou de intervalos de células (que podem estar, inclusive, em diferentes colunas), fazendo que o Excel os considere como um único intervalo de células. Por exemplo, na fórmula =SOMA (F4:F9;J3:J11), indica-se ao Excel que o intervalo F4:F9 deve ser somado com o intervalo J3:J11.
São corretas as afirmativas:
I. assegurar igualdade de condições a todos os concorrentes, com cláusulas que estabeleçam obrigações de pagamento, mantidas as condições efetivas da proposta, nos termos da lei.
II. permitir somente as exigências de qualificação técnica e econômica indispensável à garantia do cumprimento das obrigações.
III. permitir ao município escolher a proposta que melhor atender ao interesse da administração pública.
IV. proporcionar preferência aos concorrentes moradores do município de Roseira.
São corretas as afirmativas:
O instrutor não ____ deu as instruções precisas; apenas ____ segurou as mãos, desejando-____ boa sorte.
I – Os verbos irregulares são aqueles que possuem as desinências normais de sua conjugação e cuja flexão não provoca alterações no radical.
II – São exemplos de verbos irregulares: trazer, fazer, odiar.
III – A sentença “Seria necessário que a Assembleia propos-se uma lei de proteção aos funcionários da área da saúde” está correta.
É(são) correta(s) a(s) afirmação(ões):
Leia atentamente o poema Legado, de Carlos Drummond de Andrade, escritor brasileiro, para responder à questão.
Legado
Que lembrança darei ao país que me deu
tudo que lembro e sei, tudo quanto senti?
Na noite do sem-fim, breve o tempo esqueceu
minha incerta medalha, e a meu nome se ri.
E mereço esperar mais do que os outros, eu?
Tu não me enganas, mundo, e não te engano a ti.
Esses monstros atuais, não os cativa Orfeu,
a vagar, taciturno, entre o talvez e o se.
Não deixarei de mim nenhum canto radioso,
uma voz matinal palpitando na bruma
e que arranque de alguém seu mais secreto espinho.
De tudo quanto foi meu passo caprichoso
Na vida, restará, pois o resto se esfuma,
Uma pedra que havia em meio do caminho.
(ANDRADE, Carlos Drummond de, Claro enigma, São Paulo: Companhia das
Letras, 2012, p. 19.)
Leia atentamente o poema Legado, de Carlos Drummond de Andrade, escritor brasileiro, para responder à questão.
Legado
Que lembrança darei ao país que me deu
tudo que lembro e sei, tudo quanto senti?
Na noite do sem-fim, breve o tempo esqueceu
minha incerta medalha, e a meu nome se ri.
E mereço esperar mais do que os outros, eu?
Tu não me enganas, mundo, e não te engano a ti.
Esses monstros atuais, não os cativa Orfeu,
a vagar, taciturno, entre o talvez e o se.
Não deixarei de mim nenhum canto radioso,
uma voz matinal palpitando na bruma
e que arranque de alguém seu mais secreto espinho.
De tudo quanto foi meu passo caprichoso
Na vida, restará, pois o resto se esfuma,
Uma pedra que havia em meio do caminho.
(ANDRADE, Carlos Drummond de, Claro enigma, São Paulo: Companhia das
Letras, 2012, p. 19.)
Leia atentamente o poema Legado, de Carlos Drummond de Andrade, escritor brasileiro, para responder à questão.
Legado
Que lembrança darei ao país que me deu
tudo que lembro e sei, tudo quanto senti?
Na noite do sem-fim, breve o tempo esqueceu
minha incerta medalha, e a meu nome se ri.
E mereço esperar mais do que os outros, eu?
Tu não me enganas, mundo, e não te engano a ti.
Esses monstros atuais, não os cativa Orfeu,
a vagar, taciturno, entre o talvez e o se.
Não deixarei de mim nenhum canto radioso,
uma voz matinal palpitando na bruma
e que arranque de alguém seu mais secreto espinho.
De tudo quanto foi meu passo caprichoso
Na vida, restará, pois o resto se esfuma,
Uma pedra que havia em meio do caminho.
(ANDRADE, Carlos Drummond de, Claro enigma, São Paulo: Companhia das
Letras, 2012, p. 19.)
Leia atentamente o poema Legado, de Carlos Drummond de Andrade, escritor brasileiro, para responder à questão.
Legado
Que lembrança darei ao país que me deu
tudo que lembro e sei, tudo quanto senti?
Na noite do sem-fim, breve o tempo esqueceu
minha incerta medalha, e a meu nome se ri.
E mereço esperar mais do que os outros, eu?
Tu não me enganas, mundo, e não te engano a ti.
Esses monstros atuais, não os cativa Orfeu,
a vagar, taciturno, entre o talvez e o se.
Não deixarei de mim nenhum canto radioso,
uma voz matinal palpitando na bruma
e que arranque de alguém seu mais secreto espinho.
De tudo quanto foi meu passo caprichoso
Na vida, restará, pois o resto se esfuma,
Uma pedra que havia em meio do caminho.
(ANDRADE, Carlos Drummond de, Claro enigma, São Paulo: Companhia das
Letras, 2012, p. 19.)
I – O poeta valeu-se de um tom coloquial, marcado, por exemplo, pelo uso excessivo de interrogações.
II – O poeta não se preocupou com a forma do poema, uma vez que os versos não têm rima.
III – Em relação à sintaxe, a última estrofe foi escrita em ordem indireta.
É (São) incorreta(s) a(s) afirmação(ões):