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Q3665005 Pedagogia
“Os sistemas educacionais constituídos a partir da oposição - alunos normais e alunos especiais - sentem-se abalados com a proposta inclusiva de educação, pois não só criaram espaços educacionais distintos para seus alunos, a partir de uma identidade específica, como também esses espaços estão organizados pedagogicamente para manter tal separação, definindo as atribuições de seus professores, currículos, programas, avaliações e promoções dos que fazem parte de cada um desses espaços.”


Fonte: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_docman&view=download&alias=7103-fasciculo-1-pdf&Itemid=30192.

Assinale a alternativa que contém apenas informações CORRETAS a respeito da inclusão escolar: 
Alternativas
Q3665004 Noções de Informática
Qual função é utilizada para arredondar um número para baixo em uma planilha do Excel 2016 (em sua versão em português e configuração padrão)? 
Alternativas
Q3665003 Noções de Informática
“O atacante Gabriel Jesus desfalcará a seleção brasileira no jogo de amanhã contra a Colômbia pelas Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2026”

(FONTE: https://www.uol.com.br/esporte/futebol/ultimas-noticias/2023/11/15/gabriel-jesus-selecao-brasileira-colombia.htm)

Considerando o Microsoft Word 2016 em sua configuração padrão PT-BR, marque a opção abaixo que apresenta no nome correto das formatações aplicadas a palavra em destaque no parágrafo acima, bem como os atalhos de teclado corretos para realizar a formatação. 
Alternativas
Q3664999 Português
Na frase “Se eu tivesse chegado há tempo, a EDP não tinha cortado a luz daqui de casa.” Se a frase fosse reescrita, adequando-se à norma padrão, a forma correta é:
Alternativas
Q3664998 Português
Atenção! Leia atentamente o texto abaixo e responda à questão


Quem cuida das cuidadoras?

Os desafios da invisibilização dos trabalhos das mulheres

Ao comentar o tema da redação do ENEM, especialistas apontam a falta de reconhecimento do trabalho das mulheres fora do ambiente profissional


O tema da redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2023 não só levantou reflexões em quem fez a prova no último domingo (5/11), mas também diversos setores da sociedade brasileira. A proposta era falar sobre os "desafios para o enfrentamento da invisibilidade do trabalho de cuidado realizado pela mulher no Brasil”.

Segundo um relatório de 2020 da ONG Oxfam, intitulado “Tempo de cuidar”, enfermeiras, faxineiras, trabalhadoras domésticas e cuidadoras são em geral mal pagas, têm poucos benefícios e trabalham em horários irregulares, além de sofrerem problemas físicos e emocionais.

Três quartos de todo o trabalho de cuidado não remunerado do mundo é feito por mulheres, ainda de acordo com o levantamento, sendo que 42% não conseguem um emprego porque são responsáveis por todo o trabalho de cuidado, enquanto para os homens essa proporção é de apenas 6%.

TRABALHO INVISÍVEL

Para Lina Nakata, estudiosa da pesquisa FIA Employee Experience (FEEx), a escolha do tema neste momento é muito importante. "Vivemos em mundo com inequidade de gênero. As mulheres convivem com uma sobrecarga maior de trabalho, seja remunerado ou não-remunerado. Na América Latina, um terço de todo o trabalho feminino é remunerado, dois terços não são. Para os homens, essa proporção é oposta. Dessa forma, entendemos que não apenas o trabalho da mulher está invisível, mas também sem nenhum reconhecimento", afirma.

De acordo com o Fórum Econômico Mundial, levaria mais de 130 anos para equiparação de gênero no Brasil, o que traz prejuízos para o crescimento econômico do país.

"Um dos motivos para esse gap é que o trabalho doméstico e o cuidado de pessoas da família ficam essencialmente para as mulheres e não é remunerado, tornando-o invisível em uma sociedade capitalista", explica Dani Junco, CEO da B2Mamy, comunidade que conecta mães e mulheres ao ecossistema tornando-as líderes por meio de educação, empregabilidade e pertencimento.

Além de terem seus papéis de cuidadoras invisibilizados, muitas mulheres enfrentam dupla jornada, equilibrando vida profissional e maternidade. Trata-se de um grande desafio, enraizado histórica e culturalmente na ideia de que o trabalho doméstico é dever da mulher. "Não só temos visto esses papéis sendo estabelecidos dessa forma pela sociedade como ainda vemos tudo isso reforçado por estereótipos", diz Lina.

"Esse papel da mulher é múltiplo e gigantesco quando falamos de cuidado. É muito clara, por exemplo, a diferença entre o papel de uma mãe e o de um pai, na maior parte das vezes. Nove em 10 vezes, quando os pais estão mais velhos e precisam de ajuda, é a mulher, representada pela filha, que vai dar esse suporte, também gerando essa inequidade", afirma a pesquisadora.

Para Dani, o machismo estrutural faz com que essa dupla jornada sobrecarregue a mulher e prejudique o crescimento na carreira e, muitas vezes, a geração de renda. "Temos mais de 20 milhões de mães solo no país, onde os pais não assumem a sua paternidade. De acordo com o IBGE, em mais de 80% das casas só as mulheres têm a tarefa de cuidar das crianças e da casa."


[...] (Fonte: https://fastcompanybrasil.com/news/quem-cuida-das-cuidadoras-os-desafios-da-invisibilizacao-dos-trabalhos-das-mulheres/)

Observe a tirinha abaixo.


TEXTO 2 



Imagem associada para resolução da questão



A partir da leitura do texto I, podemos dizer que o texto 2:

Alternativas
Q3664996 Português
Atenção! Leia atentamente o texto abaixo e responda à questão


Quem cuida das cuidadoras?

Os desafios da invisibilização dos trabalhos das mulheres

Ao comentar o tema da redação do ENEM, especialistas apontam a falta de reconhecimento do trabalho das mulheres fora do ambiente profissional


O tema da redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2023 não só levantou reflexões em quem fez a prova no último domingo (5/11), mas também diversos setores da sociedade brasileira. A proposta era falar sobre os "desafios para o enfrentamento da invisibilidade do trabalho de cuidado realizado pela mulher no Brasil”.

Segundo um relatório de 2020 da ONG Oxfam, intitulado “Tempo de cuidar”, enfermeiras, faxineiras, trabalhadoras domésticas e cuidadoras são em geral mal pagas, têm poucos benefícios e trabalham em horários irregulares, além de sofrerem problemas físicos e emocionais.

Três quartos de todo o trabalho de cuidado não remunerado do mundo é feito por mulheres, ainda de acordo com o levantamento, sendo que 42% não conseguem um emprego porque são responsáveis por todo o trabalho de cuidado, enquanto para os homens essa proporção é de apenas 6%.

TRABALHO INVISÍVEL

Para Lina Nakata, estudiosa da pesquisa FIA Employee Experience (FEEx), a escolha do tema neste momento é muito importante. "Vivemos em mundo com inequidade de gênero. As mulheres convivem com uma sobrecarga maior de trabalho, seja remunerado ou não-remunerado. Na América Latina, um terço de todo o trabalho feminino é remunerado, dois terços não são. Para os homens, essa proporção é oposta. Dessa forma, entendemos que não apenas o trabalho da mulher está invisível, mas também sem nenhum reconhecimento", afirma.

De acordo com o Fórum Econômico Mundial, levaria mais de 130 anos para equiparação de gênero no Brasil, o que traz prejuízos para o crescimento econômico do país.

"Um dos motivos para esse gap é que o trabalho doméstico e o cuidado de pessoas da família ficam essencialmente para as mulheres e não é remunerado, tornando-o invisível em uma sociedade capitalista", explica Dani Junco, CEO da B2Mamy, comunidade que conecta mães e mulheres ao ecossistema tornando-as líderes por meio de educação, empregabilidade e pertencimento.

Além de terem seus papéis de cuidadoras invisibilizados, muitas mulheres enfrentam dupla jornada, equilibrando vida profissional e maternidade. Trata-se de um grande desafio, enraizado histórica e culturalmente na ideia de que o trabalho doméstico é dever da mulher. "Não só temos visto esses papéis sendo estabelecidos dessa forma pela sociedade como ainda vemos tudo isso reforçado por estereótipos", diz Lina.

"Esse papel da mulher é múltiplo e gigantesco quando falamos de cuidado. É muito clara, por exemplo, a diferença entre o papel de uma mãe e o de um pai, na maior parte das vezes. Nove em 10 vezes, quando os pais estão mais velhos e precisam de ajuda, é a mulher, representada pela filha, que vai dar esse suporte, também gerando essa inequidade", afirma a pesquisadora.

Para Dani, o machismo estrutural faz com que essa dupla jornada sobrecarregue a mulher e prejudique o crescimento na carreira e, muitas vezes, a geração de renda. "Temos mais de 20 milhões de mães solo no país, onde os pais não assumem a sua paternidade. De acordo com o IBGE, em mais de 80% das casas só as mulheres têm a tarefa de cuidar das crianças e da casa."


[...] (Fonte: https://fastcompanybrasil.com/news/quem-cuida-das-cuidadoras-os-desafios-da-invisibilizacao-dos-trabalhos-das-mulheres/)
Identifique um trecho do texto que responda à pergunta do título “Quem cuida das cuidadoras?” 
Alternativas
Q3664995 Português
Atenção! Leia atentamente o texto abaixo e responda à questão


Quem cuida das cuidadoras?

Os desafios da invisibilização dos trabalhos das mulheres

Ao comentar o tema da redação do ENEM, especialistas apontam a falta de reconhecimento do trabalho das mulheres fora do ambiente profissional


O tema da redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2023 não só levantou reflexões em quem fez a prova no último domingo (5/11), mas também diversos setores da sociedade brasileira. A proposta era falar sobre os "desafios para o enfrentamento da invisibilidade do trabalho de cuidado realizado pela mulher no Brasil”.

Segundo um relatório de 2020 da ONG Oxfam, intitulado “Tempo de cuidar”, enfermeiras, faxineiras, trabalhadoras domésticas e cuidadoras são em geral mal pagas, têm poucos benefícios e trabalham em horários irregulares, além de sofrerem problemas físicos e emocionais.

Três quartos de todo o trabalho de cuidado não remunerado do mundo é feito por mulheres, ainda de acordo com o levantamento, sendo que 42% não conseguem um emprego porque são responsáveis por todo o trabalho de cuidado, enquanto para os homens essa proporção é de apenas 6%.

TRABALHO INVISÍVEL

Para Lina Nakata, estudiosa da pesquisa FIA Employee Experience (FEEx), a escolha do tema neste momento é muito importante. "Vivemos em mundo com inequidade de gênero. As mulheres convivem com uma sobrecarga maior de trabalho, seja remunerado ou não-remunerado. Na América Latina, um terço de todo o trabalho feminino é remunerado, dois terços não são. Para os homens, essa proporção é oposta. Dessa forma, entendemos que não apenas o trabalho da mulher está invisível, mas também sem nenhum reconhecimento", afirma.

De acordo com o Fórum Econômico Mundial, levaria mais de 130 anos para equiparação de gênero no Brasil, o que traz prejuízos para o crescimento econômico do país.

"Um dos motivos para esse gap é que o trabalho doméstico e o cuidado de pessoas da família ficam essencialmente para as mulheres e não é remunerado, tornando-o invisível em uma sociedade capitalista", explica Dani Junco, CEO da B2Mamy, comunidade que conecta mães e mulheres ao ecossistema tornando-as líderes por meio de educação, empregabilidade e pertencimento.

Além de terem seus papéis de cuidadoras invisibilizados, muitas mulheres enfrentam dupla jornada, equilibrando vida profissional e maternidade. Trata-se de um grande desafio, enraizado histórica e culturalmente na ideia de que o trabalho doméstico é dever da mulher. "Não só temos visto esses papéis sendo estabelecidos dessa forma pela sociedade como ainda vemos tudo isso reforçado por estereótipos", diz Lina.

"Esse papel da mulher é múltiplo e gigantesco quando falamos de cuidado. É muito clara, por exemplo, a diferença entre o papel de uma mãe e o de um pai, na maior parte das vezes. Nove em 10 vezes, quando os pais estão mais velhos e precisam de ajuda, é a mulher, representada pela filha, que vai dar esse suporte, também gerando essa inequidade", afirma a pesquisadora.

Para Dani, o machismo estrutural faz com que essa dupla jornada sobrecarregue a mulher e prejudique o crescimento na carreira e, muitas vezes, a geração de renda. "Temos mais de 20 milhões de mães solo no país, onde os pais não assumem a sua paternidade. De acordo com o IBGE, em mais de 80% das casas só as mulheres têm a tarefa de cuidar das crianças e da casa."


[...] (Fonte: https://fastcompanybrasil.com/news/quem-cuida-das-cuidadoras-os-desafios-da-invisibilizacao-dos-trabalhos-das-mulheres/)
Dentre as estratégias utilizadas para estruturar o texto 1, podemos dizer que NÃO se aplica: 
Alternativas
Q3596029 Português


Adaptado de CARNIN, A.; MACAGNAN, M. J. P.; KURTZ, F. D. Internet e ensino de línguas: uma proposta de atividade utilizando vídeo disponibilizado pelo YouTube®. Linguagem & Ensino, Pelotas, v. 11, n.2, p.469-485, jul./dez. 2008. Disponível em: http://www.leffa.pro.br/tela4/Textos/Textos/Revista/edicoes/v11n2/09Anderson.pdf. Acesso em: 19 abr. 2024.
A partir da análise morfossintática deste trecho “O processo de ensino e aprendizagem de línguas vem sofrendo mudanças significativas, principalmente quanto aos aspectos envolvendo a prática pedagógica do professor” (l. 01 e 02), qual é a assertiva cujo teor está INEXATO?  
Alternativas
Q3596028 Português


Adaptado de CARNIN, A.; MACAGNAN, M. J. P.; KURTZ, F. D. Internet e ensino de línguas: uma proposta de atividade utilizando vídeo disponibilizado pelo YouTube®. Linguagem & Ensino, Pelotas, v. 11, n.2, p.469-485, jul./dez. 2008. Disponível em: http://www.leffa.pro.br/tela4/Textos/Textos/Revista/edicoes/v11n2/09Anderson.pdf. Acesso em: 19 abr. 2024.
Com base nas relações semânticas entre palavras e nestes pares “Parâmetros Curriculares Nacionais” (l. 02 e 03) e “documento” (l. 03), “utilização” (l. 06) e “aplicação” (l. 10), “único” (l. 11) e “diversas” (l. 18), marque a asserção INCORRETA. 
Alternativas
Q3596027 Português


Adaptado de CARNIN, A.; MACAGNAN, M. J. P.; KURTZ, F. D. Internet e ensino de línguas: uma proposta de atividade utilizando vídeo disponibilizado pelo YouTube®. Linguagem & Ensino, Pelotas, v. 11, n.2, p.469-485, jul./dez. 2008. Disponível em: http://www.leffa.pro.br/tela4/Textos/Textos/Revista/edicoes/v11n2/09Anderson.pdf. Acesso em: 19 abr. 2024.
Em referência ao sintagma nominal “inclusão social e profissional” (l. 14), este pode ser grafado corretamente da seguinte forma:
Alternativas
Q3596026 Linguística


Adaptado de CARNIN, A.; MACAGNAN, M. J. P.; KURTZ, F. D. Internet e ensino de línguas: uma proposta de atividade utilizando vídeo disponibilizado pelo YouTube®. Linguagem & Ensino, Pelotas, v. 11, n.2, p.469-485, jul./dez. 2008. Disponível em: http://www.leffa.pro.br/tela4/Textos/Textos/Revista/edicoes/v11n2/09Anderson.pdf. Acesso em: 19 abr. 2024.
Nas formas pronominais contratas “Nesse” (l. 06) e “dessa” (l 08), observa-se um fenômeno de ordem fonológica, devido à flexão nominal; tal fenômeno denomina-se:
Alternativas
Q3596025 Português


Adaptado de CARNIN, A.; MACAGNAN, M. J. P.; KURTZ, F. D. Internet e ensino de línguas: uma proposta de atividade utilizando vídeo disponibilizado pelo YouTube®. Linguagem & Ensino, Pelotas, v. 11, n.2, p.469-485, jul./dez. 2008. Disponível em: http://www.leffa.pro.br/tela4/Textos/Textos/Revista/edicoes/v11n2/09Anderson.pdf. Acesso em: 19 abr. 2024.
Quanto ao emprego e à classificação dos tempos verbais expressos pelas formas “têm proporcionado” (l. 07) e “migraram” (l. 09), aponte a afirmativa que expressa CORREÇÃO em seu teor.
Alternativas
Q3596024 Português


Adaptado de CARNIN, A.; MACAGNAN, M. J. P.; KURTZ, F. D. Internet e ensino de línguas: uma proposta de atividade utilizando vídeo disponibilizado pelo YouTube®. Linguagem & Ensino, Pelotas, v. 11, n.2, p.469-485, jul./dez. 2008. Disponível em: http://www.leffa.pro.br/tela4/Textos/Textos/Revista/edicoes/v11n2/09Anderson.pdf. Acesso em: 19 abr. 2024.
No tocante ao uso dos recursos tecnológicos no desenvolvimento da competência leitora e no gosto pelo texto literário, tendo em vista “já ser consenso a transformação gerada pela Internet, cujas consequências são inéditas” (l. 15), é INCORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3596023 Português


Adaptado de CARNIN, A.; MACAGNAN, M. J. P.; KURTZ, F. D. Internet e ensino de línguas: uma proposta de atividade utilizando vídeo disponibilizado pelo YouTube®. Linguagem & Ensino, Pelotas, v. 11, n.2, p.469-485, jul./dez. 2008. Disponível em: http://www.leffa.pro.br/tela4/Textos/Textos/Revista/edicoes/v11n2/09Anderson.pdf. Acesso em: 19 abr. 2024.
Dado que “novas posturas e novos conhecimentos estão sendo cada vez mais exigidos de educadores, em diversas áreas” (l. 17 e 18), esses educadores, notadamente os da área de língua portuguesa, haja vista tais inovações, devem ater-se também ao fato de:
Alternativas
Q3596022 Português


Adaptado de CARNIN, A.; MACAGNAN, M. J. P.; KURTZ, F. D. Internet e ensino de línguas: uma proposta de atividade utilizando vídeo disponibilizado pelo YouTube®. Linguagem & Ensino, Pelotas, v. 11, n.2, p.469-485, jul./dez. 2008. Disponível em: http://www.leffa.pro.br/tela4/Textos/Textos/Revista/edicoes/v11n2/09Anderson.pdf. Acesso em: 19 abr. 2024.
Franco e Pedrini (2018)* asseveram que “usar as tecnologias de informação a favor do processo ensino-aprendizagem significa dinamizar o interesse pelas práticas de leitura e escrita. Há uma diversidade de formas de ler e de escrever nas redes sociais [...] é importante que o professor se inscreva nesse domínio discursivo que as novas tecnologias nos dão a ler e assim utilizá-las em favor do ensino para a construção de uma aprendizagem que faça sentido para seus alunos”. O teor dessa assertiva corresponde mais especificamente a qual fragmento do texto em exame?

*FRANCO, L. M.; PEDRINI, J. C. B. F. O ensino de língua portuguesa: o uso das redes sociais como estratégias de ensino-aprendizagem. Revista Trem de Letras. v. 5, n. 1, p. 1-19, Alfenas, MG, 2018. Disponível em: file:///C:/Users/~User/Downloads/rosangela.borges,+LEILA+E+JOCIENE.pdf. Acesso em: 21 abr. 2024.
Alternativas
Q3596021 Português


Adaptado de CARNIN, A.; MACAGNAN, M. J. P.; KURTZ, F. D. Internet e ensino de línguas: uma proposta de atividade utilizando vídeo disponibilizado pelo YouTube®. Linguagem & Ensino, Pelotas, v. 11, n.2, p.469-485, jul./dez. 2008. Disponível em: http://www.leffa.pro.br/tela4/Textos/Textos/Revista/edicoes/v11n2/09Anderson.pdf. Acesso em: 19 abr. 2024.
Tendo em vista este trecho “o surgimento e a utilização das novas tecnologias de informação e comunicação (TICs) têm proporcionado ao professor – bem como a seus alunos – o contato com uma nova gama de opções com relação a gêneros textuais que são típicos dessa esfera comunicativa” (l. 06, 07 e 08), qual segmento textual de Bakhtin* respalda tal excerto?

*BAKHTIN, M. M. Estética da criação verbal. Trad. Maria Emsantina Galvão. São Paulo: Martins Fontes, 1997, p. 279-281.
Alternativas
Q3596020 Português


Adaptado de CARNIN, A.; MACAGNAN, M. J. P.; KURTZ, F. D. Internet e ensino de línguas: uma proposta de atividade utilizando vídeo disponibilizado pelo YouTube®. Linguagem & Ensino, Pelotas, v. 11, n.2, p.469-485, jul./dez. 2008. Disponível em: http://www.leffa.pro.br/tela4/Textos/Textos/Revista/edicoes/v11n2/09Anderson.pdf. Acesso em: 19 abr. 2024.
Nos PCN*, mencionados no texto, expõe-se que “a presença crescente dos meios de comunicação na vida cotidiana coloca, para a sociedade em geral e para a escola em particular, a tarefa de educar crianças e jovens para a recepção dos meios”. Com base nessa “abordagem sociofuncional” (l. 03), esse “guia” preconiza que se deve levar em consideração o seguinte: 

*Op. cit., p. 89.
Alternativas
Q3596019 Português


Adaptado de MOURA, K. de O.; ELEUTERIO, W. R.; FREITAS, J. L. A. de. Principais causas de dificuldades de aprendizagem em língua portuguesa, matemática e ciências: o que dizem os pesquisadores? Revista Ciências & Ideias. v. 14, jan./dez. 2023. Disponível em: 
Assinale a alternativa em que o processo de formação da palavra está ERRONEAMENTE classificado.
Alternativas
Q3596018 Português


Adaptado de MOURA, K. de O.; ELEUTERIO, W. R.; FREITAS, J. L. A. de. Principais causas de dificuldades de aprendizagem em língua portuguesa, matemática e ciências: o que dizem os pesquisadores? Revista Ciências & Ideias. v. 14, jan./dez. 2023. Disponível em: 
O excerto “a necessidade do olhar aguçado para a fonética e a fonologia” (l. 13) pode ser reescrito, desde que se mantenha a correção gramatical, de qual forma?
Alternativas
Q3596017 Português


Adaptado de MOURA, K. de O.; ELEUTERIO, W. R.; FREITAS, J. L. A. de. Principais causas de dificuldades de aprendizagem em língua portuguesa, matemática e ciências: o que dizem os pesquisadores? Revista Ciências & Ideias. v. 14, jan./dez. 2023. Disponível em: 
Em qual trecho o clítico se exerce a função de pronome apassivador?
Alternativas
Respostas
7101: B
7102: B
7103: C
7104: A
7105: D
7106: A
7107: C
7108: A
7109: D
7110: A
7111: C
7112: C
7113: D
7114: D
7115: C
7116: A
7117: D
7118: B
7119: C
7120: B