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A única alternativa que apresenta palavra grafada de acordo com a Reforma Ortográfica é:
Leia o texto apresentado abaixo:

Sobre a sintaxe da frase principal do anúncio publicitário acima, é CORRETO dizer que:
Leia a tirinha abaixo e, em seguida, responda à questão.

Leia a tirinha abaixo e, em seguida, responda à questão.

Leia e analise os fragmentos abaixo:
Fragmento 1
Existe um povo que a bandeira empresta
P'ra cobrir tanta infâmia e cobardia!...
E deixa-a transformar-se nessa festa
Em manto impuro de bacante fria!...
Meu Deus! Meu Deus! mas que bandeira é esta,
Que impudente na gávea tripudia?
Silêncio. Musa... chora, e chora tanto
Que o pavilhão se lave no teu pranto!
(O Navio Negreiro, Castro Alves)
Fragmento 2
Enfim te vejo! — enfim posso,

Curvado a teus pés, dizer-te, Que não cessei de querer-te,
Pesar de quanto sofri.
Muito penei! Cruas ânsias,
Dos teus olhos afastado,
Houveram-me acabrunhado,
A não lembrar-me de ti!
(...)
Louco, aflito, a saciar-me
D’agravar minha ferida,
Tomou-me tédio da vida,
Passos da morte senti .
Mas quase no passo extremo,
No último arcar da esp’rança,
Tu me vieste à lembrança:
Quis viver mais e vivi!
(Ainda uma vez- Adeus!, Gonçalves Dias)
Fragmento 3
Vem, anjo, minha donzela,
Minha’alma, meu coração!
Que noite, que noite bela!
Como é doce a viração!
E entre os suspiros do vento
Da noite ao mole frescor,
Quero viver um momento,
Morrer contigo de amor!
(Amor, Álvares de Azevedo)
Leia o texto abaixo:
A ROSA DE HIROXIMA
Pensem nas crianças
Mudas telepáticas
Pensem nas meninas
Cegas inexatas
Pensem nas mulheres
Rotas alteradas
Pensem nas feridas
Como rosas cálidas
Mas oh não se esqueçam
Da rosa da rosa
Da rosa de Hiroxima
A rosa hereditária
A rosa radioativa
Estúpida e inválida
A rosa com cirrose
A antirrosa atômica
Sem cor sem perfume
Sem rosa sem nada.
Vinícius de Moraes
Leia o texto a seguir:
Lira Romantiquinha
Por que me trancas
O rosto e o riso
E assim me arrancas
Do paraíso?
Por que não queres,
Deixando o alarme
(ai, deus: mulheres!),
Acarinhar-me?
Por que cultivas
As sem perfume
E agressivas,
Flores do ciúme?
Acaso ignoras
Que te amo tanto,
Todas as horas,
Já nem sei quanto?
Visto que em suma
É todo teu,
De mais nenhuma,
O peito meu?
Anjo sem fé
Nas minhas juras,
Porque é que é
Que me angusturas?
Minh'alma chove
Frio, tristinho.
Não te comove
Este versinho?
Carlos Drummond de Andrade
Leia o texto a seguir:
Lira Romantiquinha
Por que me trancas
O rosto e o riso
E assim me arrancas
Do paraíso?
Por que não queres,
Deixando o alarme
(ai, deus: mulheres!),
Acarinhar-me?
Por que cultivas
As sem perfume
E agressivas,
Flores do ciúme?
Acaso ignoras
Que te amo tanto,
Todas as horas,
Já nem sei quanto?
Visto que em suma
É todo teu,
De mais nenhuma,
O peito meu?
Anjo sem fé
Nas minhas juras,
Porque é que é
Que me angusturas?
Minh'alma chove
Frio, tristinho.
Não te comove
Este versinho?
Carlos Drummond de Andrade
Leia o texto abaixo:
A ROSA DE HIROXIMA
Pensem nas crianças
Mudas telepáticas
Pensem nas meninas
Cegas inexatas
Pensem nas mulheres
Rotas alteradas
Pensem nas feridas
Como rosas cálidas
Mas oh não se esqueçam
Da rosa da rosa
Da rosa de Hiroxima
A rosa hereditária
A rosa radioativa
Estúpida e inválida
A rosa com cirrose
A antirrosa atômica
Sem cor sem perfume
Sem rosa sem nada.
Vinícius de Moraes
Leia:
FANATISMO
Minh’alma, de sonhar-te, anda perdida
Meus olhos andam cegos de te ver!
Não és sequer razão de meu viver,
Pois que tu és já toda a minha vida!
Não vejo nada assim enlouquecida…
Passo no mundo, meu Amor, a ler
No misterioso livro do teu ser
A mesma história tantas vezes lida!
“Tudo no mundo é frágil, tudo passa…”
Quando me dizem isto, toda a graça
Duma boca divina fala em mim!
E, olhos postos em ti, vivo de rastros:
“Ah! Podem voar mundos, morrer astros,
Que tu és como Deus: princípio e fim!…”
Florbela Espanca
“Esse bando que vive da rapina se compõe, pelo que se sabe, de número superior a 100 crianças das mais diversas idades, indo desde os 8 aos 16 anos. Crianças que, naturalmente, devido ao desprezo dado à sua educação por pais pouco servidos de sentimentos cristãos, se entregaram no verdor dos anos a uma vida criminosa. São chamados de “Capitães da Areia” porque o cais é o seu quartelgeneral. “
(Jorge Amado, Capitães da Areia. São Paulo: Companhia das Letras, 2013)
Assinale a alternativa que justifica o emprego da crase destacada no trecho.
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Eu Sei de Cor
Marília Mendonça
(...)
Enquanto cê tá indo, eu tô voltando
E todo esse caminho eu sei de cor
Se eu não me engano
Agora vai me deixar só
O segundo passo é não me atender
O terceiro é se arrepender
(...)
Deixa, deixa mesmo de ser importante
Vai deixando a gente pra outra hora
Vai tentar abrir a porta desse amor
Quando eu tiver jogado a chave fora
Fonte: LyricFind
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Eu Sei de Cor
Marília Mendonça
(...)
Enquanto cê tá indo, eu tô voltando
E todo esse caminho eu sei de cor
Se eu não me engano
Agora vai me deixar só
O segundo passo é não me atender
O terceiro é se arrepender
(...)
Deixa, deixa mesmo de ser importante
Vai deixando a gente pra outra hora
Vai tentar abrir a porta desse amor
Quando eu tiver jogado a chave fora
Fonte: LyricFind
1. Bento é muito carinhoso.
2. Dora tomou o leite gelado.
3. Os alunos saíram alegremente.
4. Considerei a prova fácil.
5. Tenho respeito por você.
( ) predicativo do objeto
( ) adjunto adverbial
( ) predicativo do sujeito
( ) adjunto adnominal
( ) complemento nominal.
Marque a alternativa que corresponde à sequência CORRETA.
Leia o texto a seguir e responda à questão seguinte
Bonitas mesmo
Quando é que uma mulher é realmente bonita? No momento em que sai do cabeleireiro? Quando está numa festa? Quando posa para uma foto? Clic, clic, clic. Sorriso amarelo, postura artificial, desempenho para o público. Bonitas mesmo somos quando ninguém está nos vendo.
Atirada no sofá, com uma calça de ficar em casa, uma blusa faltando um botão, as pernas enroscadas uma na outra, o cabelo caindo de qualquer jeito pelo ombro, nenhuma preocupação se o batom resistiu ou não à longa passagem do dia. Um livro nas mãos, o olhar perdido dentro de tantas palavras, um ar de descoberta no rosto. Linda.
Caminhando pela rua, sol escaldante, a manga da blusa arregaçada, a nuca ardendo, o cabelo sendo erguido num coque mal feito, um ar de desaprovação pelo atraso do ônibus, centenas de pessoas cruzando-se e ninguém enxergando ninguém, ela enxuga a testa com a palma da mão, ajeita a sobrancelha com os dedos. Perfeita.
Saindo do banho, a toalha abandonada no chão, o corpo ainda úmido, as mãos desembaçando o espelho, creme hidratante nas pernas, desodorante, um último minuto de relaxamento, há um dia inteiro pra percorrer e assim que a porta do banheiro for aberta já não será mais dona de si mesma. Escovar os dentes, cuspir, enxugar a boca, respirar fundo. Espetacular.
Dentro do teatro, as luzes apagadas, o riso solto, escancarado, as mãos aplaudindo em cena aberta, sem comandos, seu tronco deslocando-se quando uma fala surpreende, gargalhada que não se constrange, não obedece à adequação, gengiva à mostra, seu ombro encostado no ombro ao lado, ambos voltados pra frente, a mão tapando a boca num breve acesso de timidez por tanta alegria. Um sonho.
O carro estacionado às pressas numa rua desconhecida, uma necessidade urgente de chorar por causa de uma música ou de uma lembrança, a cabeça jogada sobre o volante, as lágrimas quentes, fartas, um lenço de papel catado na bolsa, o nariz sendo assoado, os dedos limpando as pálpebras, o retrovisor acusando os olhos vermelhos e mesmo assim servindo de amparo, estou aqui com você, só eu estou te vendo. Encantadora.
Martha Medeiros, Coisas da Vida (2005)
Observe o quadrinho abaixo:

Observe o quadrinho abaixo:

Analise as assertivas a respeito do adjetivo “pequenininha” presente no texto.
I. Está flexionado no diminutivo para dar um sentido de tamanho pequeno, ou seja, sentido denotativo, pouca liberdade.
II. Está flexionado no diminutivo para dar um sentido de carinho, ou seja, sentido conotativo, afeto com a liberdade.
III. Está flexionado no diminutivo para expressar desprezo, ou seja, sentido denotativo, haja vista a aversão de Mafalda pela liberdade.
IV. Está flexionado no diminutivo para expressar ironia, assim, encontra-se no sentido conotativo, uma vez que Mafalda está debochando de quem é livre.
A respeito das assertivas acima, pode-se afirmar que:
Leia o texto a seguir:

A palavra empatia do último quadrinho é um exemplo de:
Analise as assertivas abaixo e marque a opção que corresponde à sequência CORRETA, considerando V para afirmações verdadeiras e F para afirmações falsas.
I. Falar ou escrever palavras de forma errada, como “largata” (lagarta) ou “iorgute” (“iogurte) são exemplos de barbarismo.
II. Plebeísmo é o erro de sintaxe, um vício de linguagem muito comum oralmente, a exemplo de “Vamos no teatro”, em vez de “ao teatro” (falha na regência do verbo ir).
III. A cacofonia é uma construção com sons engraçados, desagradáveis ou mesmo que confundem o ouvinte. “Eu amo ela” é um exemplo, pois se assemelha com moela de galinha.
IV. Em “subi para cima e peguei todos os sapatos no segundo andar” há uma ambiguidade, uma vez que dá margem a duas possibilidades de interpretação.
Leia:
As frases podem ser verbais ou nominais.
Assim, qual das frases abaixo é nominal?