Questões de Concurso
Para professor - história
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I. Foi o regime instaurado em 1 de abril de 1964 e que durou até 15 de março de 1985, de caráter autoritário e nacionalista, tendo início com o golpe militar que derrubou o governo de João Goulart, o então presidente democraticamente eleito. II. Foi um período pautado no “milagre econômico”, termo que corresponde à grande oferta de empregos e baixa inflação. III. O governo Artur da Costa e Silva promulgou o AI 5, que fechou o Congresso por tempo indeterminado, decretou estado de sítio, cassou mandatos de prefeitos e governadores e proibiu a realização de reuniões.
1. José Maria. 2. João Cândido Felisberto. 3. Bertha Lutz. 4. Antônio Vicente Mendes Maciel. 5. Francisca Edwiges Neves Gonzaga. 6. Narcisa Amália de Campos. 7. Enedina Alves Marques. 8. José Martinez.
( ) A obra procura associar Tiradentes ao sacrifício em relação à Pátria, por isso mesmo mostra-o esquartejado e a posição de seu corpo como se fosse o mapa do Brasil. ( ) A obra interpretada como fonte histórica mostra que o autor retratou o que realmente aconteceu com Tiradentes, ou seja, sua posição de mártir da Pátria. ( ) Essa e outras obras que retratam Tiradentes caracterizam-se pelo caráter religioso criado em torno de sua vida e morte, pois, assim, sua imagem seria de fácil aceitação em um país predominantemente cristão. Por isso mesmo, seus cabelos e barbas são longos e há um crucifixo do seu lado.
I. Segundo a propaganda lopizta, o exército brasileiro era formado por macacos (negros) que pretendiam escravizar o povo paraguaio. II. No Paraguai, a escravidão já havia sido abolida e, por isso mesmo, os paraguaios estranhavam a grande quantidade de escravizados no exército brasileiro. III. O Brasil precisou criar, no início da guerra, pelo decreto imperial de 1865, os Voluntários da Pátria. Dessa forma, como o próprio nome diz, o exército brasileiro era formado somente por voluntários. IV. Muitas mulheres, conhecidas como vivandeiras, acompanhavam as tropas nas batalhas da Guerra do Paraguai, por opção, para acompanhar seus maridos, filhos e parentes ou por necessidade.
1. Desde que bem defendida, qualquer versão histórica é válida quando desconstrói o politicamente incorreto pautado em uma racionalidade que vitima o indígena. 2. Novas pesquisas demonstram que o politicamente correto em relação ao indígena não se pauta necessariamente na ciência da história, mas na militância política a favor do multiculturalismo e da mestiçagem. 3. Os territórios indígenas no Brasil são vastos demais em relação à sua realidade demográfica, impedindo, dessa forma, a produtividade do agronegócio. 4. A Terra Indígena é um tipo específico de posse, de natureza originária e coletiva, que não se confunde com o conceito de propriedade privada do não indígena.
( ) É um bem móvel, imóvel ou natural, que seja considerado valioso para um povo, uma sociedade, uma região, um povoado, ou uma comunidade. ( ) Também são práticas, representações, expressões, conhecimentos e técnicas transmitidos de geração em geração e constantemente recriados pelas comunidades e grupos. ( ) São os monumentos, edificações históricas, vestígios históricos considerados excepcionais e dispostos no espaço público.
Sobre o início da colonização do Espírito Santo é correto afirmar que:
Sobre a revolução tecnológica do final do século XX, podese afirmar que:
A opção que NÃO corresponde a uma leitura da revolução de 1930 é:
A alternativa que melhor analisa o processo de independência brasileira à luz da historiografia mais recente é:
A colonização portuguesa nas Américas possuiu algumas especificidades. A opção que melhor exemplifica essas especificidades é:
Sobre a revolução industrial é correto afirmar que:
"É preciso que os soberanos possam dar a lei aos súditos e anular ou revogar as leis inúteis para fazer outras; o que não pode ser feito por aquele que está submetido às leis ou por aquele que está sob o comando de outrem [...] todos os príncipes da Terra estão submetidos à lei divina e não têm poder de contrariá-la, se não querem ser culpados de crime de lesa majestade, fazendo guerra contra Deus" (BODIN, Jean. Os seis livros da república. Livro I. São Paulo, Editora Icone, pp.191-3).
Jean Bodin é um teórico típico do sistema político conhecido na história como: