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Q1735524 Inglês

Answers the question according to the text below.

TEXT I


The time to embrace change in education is right now! In fact, it’s long overdue. Did you know that the model for modern-day public education was created by the need for on-time mechanical workers during the industrial revolution? That was certainly a technological disruption, but it happened 250 years ago. It’s what we call the front-lead method, and it’s not the best model for addressing the learning needs of many students: divergent thinkers, neurodiverse minds, creatives, scientists, and the list goes on. Which brings us to our next point: it’s time for the next wave of disruption. Luckily for us, it’s here. And it’s been here since 1989, when Tim Berners-Lee — a British scientist from CERT — invented the World Wide Web. We know, you use the internet every day, and it’s great, but maybe you’re skeptical that it can revolutionize education. Well, if you didn’t know, it already is. A large body of evidence-based, peer reviewed work points to the web as one of the central hubs for positive educational change today. It’s our connection to others, our access to a world of educational resources, it’s a format that works for many learners, it’s at the heart of countless services (that don’t work in an unconnected world), and it’s driving access to education. 

https://www.early-childhood-education-degrees.com/features/editors-choice-best-books-on-technology-in-education/  
Choose the alternative where all words are formed by the AFFIXATION PROCESS.
Alternativas
Q1735523 Inglês

Answers the question according to the text below.

TEXT I


The time to embrace change in education is right now! In fact, it’s long overdue. Did you know that the model for modern-day public education was created by the need for on-time mechanical workers during the industrial revolution? That was certainly a technological disruption, but it happened 250 years ago. It’s what we call the front-lead method, and it’s not the best model for addressing the learning needs of many students: divergent thinkers, neurodiverse minds, creatives, scientists, and the list goes on. Which brings us to our next point: it’s time for the next wave of disruption. Luckily for us, it’s here. And it’s been here since 1989, when Tim Berners-Lee — a British scientist from CERT — invented the World Wide Web. We know, you use the internet every day, and it’s great, but maybe you’re skeptical that it can revolutionize education. Well, if you didn’t know, it already is. A large body of evidence-based, peer reviewed work points to the web as one of the central hubs for positive educational change today. It’s our connection to others, our access to a world of educational resources, it’s a format that works for many learners, it’s at the heart of countless services (that don’t work in an unconnected world), and it’s driving access to education. 

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The word HUBS in the phrase "the central hubs" (line 13), means:
Alternativas
Q1735522 Inglês

Answers the question according to the text below.

TEXT I


The time to embrace change in education is right now! In fact, it’s long overdue. Did you know that the model for modern-day public education was created by the need for on-time mechanical workers during the industrial revolution? That was certainly a technological disruption, but it happened 250 years ago. It’s what we call the front-lead method, and it’s not the best model for addressing the learning needs of many students: divergent thinkers, neurodiverse minds, creatives, scientists, and the list goes on. Which brings us to our next point: it’s time for the next wave of disruption. Luckily for us, it’s here. And it’s been here since 1989, when Tim Berners-Lee — a British scientist from CERT — invented the World Wide Web. We know, you use the internet every day, and it’s great, but maybe you’re skeptical that it can revolutionize education. Well, if you didn’t know, it already is. A large body of evidence-based, peer reviewed work points to the web as one of the central hubs for positive educational change today. It’s our connection to others, our access to a world of educational resources, it’s a format that works for many learners, it’s at the heart of countless services (that don’t work in an unconnected world), and it’s driving access to education. 

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The pronoun IT (line 11), refers to:
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Q1735521 Inglês

Answers the question according to the text below.

TEXT I


The time to embrace change in education is right now! In fact, it’s long overdue. Did you know that the model for modern-day public education was created by the need for on-time mechanical workers during the industrial revolution? That was certainly a technological disruption, but it happened 250 years ago. It’s what we call the front-lead method, and it’s not the best model for addressing the learning needs of many students: divergent thinkers, neurodiverse minds, creatives, scientists, and the list goes on. Which brings us to our next point: it’s time for the next wave of disruption. Luckily for us, it’s here. And it’s been here since 1989, when Tim Berners-Lee — a British scientist from CERT — invented the World Wide Web. We know, you use the internet every day, and it’s great, but maybe you’re skeptical that it can revolutionize education. Well, if you didn’t know, it already is. A large body of evidence-based, peer reviewed work points to the web as one of the central hubs for positive educational change today. It’s our connection to others, our access to a world of educational resources, it’s a format that works for many learners, it’s at the heart of countless services (that don’t work in an unconnected world), and it’s driving access to education. 

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According to the text it is correct to state:
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Q1735450 História
TESE VIII  

A tradição dos oprimidos ensina-nos que o “estado de exceção” em que vivemos é a regra. Temos de chegar a um conceito de história que corresponda a essa ideia. Só então se perfilará diante dos nossos olhos, como nossa tarefa, a necessidade de provocar o verdadeiro estado de exceção; e assim a nossa posição na luta contra o fascismo melhorará. A hipótese de ele se afirmar reside em grande parte no fato de seus opositores o verem com uma norma histórica, em nome do progresso. O espanto por as coisas a que assistimos “ainda” poderem ser assim no século vinte não é espanto filosófico. Ele não está no início de um processo de conhecimento, a não ser o de que a ideia de história de onde provém não é sustentável. (BENJAMIN, Walter. O anjo da história. Belo Horizonte: Autentica Editora, 2016, p.13.)
Segundo Michael Lowy (2005), estamos acostumados a classificar as diferentes teorias da história conforme seu caráter progressista e conservador, revolucionário ou nostálgico em relação ao passado. Esse tipo de etiqueta não se aplicaria ao pensamento de Walter Benjamim, para o qual
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Q1735449 História e Geografia de Estados e Municípios
Povoamento – [...]. Quando da transferência da capital piauiense para Teresina, 1852, se tinha conhecimento da existência de um porto, onde as pessoas pernoitavam, o qual veio denominar-se Porto das Cajazeiras, as margens do Parnaíba, em frente à capital do Piauí, onde se formava pequena povoação que, posteriormente, provando mais uma vez o costume de nossa gente, chamava-se São José de Parnaíba para alguns, identificando a povoação com a maior expressão geográfica existente na região que é o Velho Monge; para outros, a maioria, São José das Cajazeiras, isto porque predominavam, orlando o rio, inúmeras mangueiras e cajazeiras com predomínio destas que já haviam batizado o porto e que agora batizavam também a povoação. [...]. (SOUSA, Raimunda de Carvalho. Timon sua história, sua gente. Teresina: Editora Halley, 2005. p.20). O texto compreende aspectos históricos sobre o povoamento e formação do atual município de Timon (MA). Sobre a constituição desse município é procedente afirmar que
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Q1735448 Conhecimentos Gerais
Imagem associada para resolução da questão
FONTE:https://www.google.com/search. Acesso em 10/12/2019
A violência contra a mulher é reconhecida em muitos países como um problema social e tem sido alvo de políticas públicas, legislações e ações de organizações não governamentais, com o objetivo de coibi-la e proteger suas vítimas. Tratados e convenções internacionais, formulados a partir de meados de 1970, têm procurado sensibilizar um número cada vez maior de governos e sociedades, visando ampliar adesão a essa causa. (LAGE, Lana e NADER, Maria Beatriz. Violência contra a mulher: da legitimação à condenação social. In:PINSKY, Carla Bassanezi e PEDRO, Joana Maria (Orgs.) Nova História das mulheres no Brasil, 2012. p.286).
As imagens acima se referem ao famoso caso do assassinato da socialite brasileira Ângela Diniz, por seu amante, o empresário Raul Fernando Amaral Street, o “Doca Street”, como era conhecido. O fato muito divulgado pela imprensa nacional do período é uma evidência de que, na história do Brasil, a violência em relação à mulher esteve sempre presente, independente do grupo social que ela integre, tendo sido
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Q1735447 Conhecimentos Gerais
O cenário político brasileiro é perpassado por expressões como “lulismo”, “carlismo”, “malufismo”, “sarneyismo”, “brizolismo”, “getulismo”, “janismo” etc.Esses “ismos” possuem uma função muito mais avaliativa do que denotativa (COLLOVALD, 1991), isto é, julgamentos pejorativos e leituras consagradoras mesclam-se em um universo de personificação do capital político como forma de capital simbólico. (BOURDIEU, 1989). Tais termos fixam igualmente uma idéia (sic) de unidade e de continuidade, a partir da associação reivindicada ou denunciada entre agentes atuantes no espaço político. (GRILL, 2012, p.193).
Dois indivíduos tiveram seus “nomes” e suas “lideranças” como bases da constituição de “etiquetas políticas” que dominaram a cena eleitoral maranhense ao longo do período 1945- 2010, sucedendo-se nas posições de poder político no estado: Victorino Freire e José Sarney. Em torno de ambos constituíram-se redes de seguidores e, em oposição aos mesmos e às facções que dirigiram, consolidaram-se facções rivais (“frentes oposicionistas” articuladas em nome do objetivo comum de derrotar o “grupo” dominante). (GRILL, 2012, p.197).
O autor dos textos acima destaca que os “ismos”, quando se referem ao universo da política, relacionam-se diretamente às condições de elegibilidade, apresentando-se como “instrumentos de localização de agentes em “linhagens” e agentes de associação com patrimônios coletivos”. Fez (fizeram) parte das dinâmicas de estruturação do “vitorinismo” e do “sarneysmo”.
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Q1735446 Geografia
O pensamento moderno ocidental é um pensamento abissal. Consiste num sistema de distinções visíveis e invisíveis, sendo que as invisíveis fundamentam as visíveis. As distinções invisíveis são estabelecidas através de linhas radicais que dividem a realidade social em dois universos distintos: o universo ‘deste lado da linha’ e o universo ‘do outro lado da linha’. A divisão é tal, que o ‘outro lado da linha’ desaparece enquanto realidade; torna-se inexistente, e é mesmo produzido como inexistente. Inexistência significa não existir sob qualquer forma de ser relevante ou compreensível. Tudo aquilo que é produzido como inexistente é excluído de forma radical porque permanece exterior ao universo que a própria concepção aceita de inclusão considera como sendo o Outro. (DOS SANTOS, Boaventura e MENESES, Maria Paula. Epistemologia do Sul. São Paulo: Cortez, 2010, p.31-32).
Para Boaventura dos Santos e Maria Paula Meneses, a existência das linhas abissais por todo o período moderno não significa que elas tenham permanecido fixas. Nos dias atuais, as linhas globais que dividem os dois lados podem ser observadas
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Q1735445 História
Imagem associada para resolução da questão
Fonte: https://raquelcardeiravarela.files.wordpress.com/2014/09/mafalda-charge-1.jpg. Acesso em 10/12/19.
A tirinha da Mafalda alude a um contexto histórico conturbado da política internacional, o qual expressa
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Q1735444 História
Década de sessenta. Auge da Guerra Fria. Tempo de viva disputa entre as grandes potências, Estados Unidos e União Soviética. O planeta dividido em dois blocos geopolíticos, espelhados pelos três mundos da Guerra Fria. O Primeiro mundo do capitalismo ocidental, o Segundo Mundo dos países socialistas e o Terceiro Mundo da América Latina, Ásia e África. Capitalismo versus socialismo. O mundo todo é palco da competição. Amplo cenário, ameaçado por temerária corrida armamentista. A situação só vai mudar após a queda do Muro de Berlim, em 1989, marco simbólico do fim do socialismo real. (COUTO, Ronaldo Costa. História indiscreta da ditadura e da abertura: Brasil – 1964-1985. Rio de Janeiro; Record, 2003, p.23).
Tony Judt, ao comentar o legado da Segunda Guerra em sua obra “Pós-guerra: uma história da Europa desde 1945” (2008), pondera que, na sequência desse evento, a perspectiva da Europa era de miséria e de desolamento total. Tudo e todos parecem exauridos. Fizeram parte desse cenário político e social caótico
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Q1735443 História
Um traço peculiar do regime imposto em 1964 gerou efeitos também peculiares para a vida privada de seus opositores. A “Revolução de Março” foi essencialmente uma ordem autoritária pouco institucionalizada. Suas regras eram cambiantes, e móveis as divisas entre o proibido e o permitido. Manteve, distorcidas, instituições e liturgias próprias do sistema democrático: eleições (semicompetitivas), partidos políticos (cerceados), espaço (estreito) para o Congresso, Assembléias Legislativas e Câmaras Municipais. Por isso, ao tratar do Brasil, o cientista político espanhol Juan Linz preferiu escrever situação autoritária, em vez de regime autoritário. (ALMEIDA, Maria Hermínia Tavares de e WEIS, Luis. Carro Zero e Pau-de-Arara: o cotidiano da oposição de classe média ao regime militar. IN: Scharcz, Lilia Moritz. História da vida privada no Brasil: contrastes da intimidade contemporânea. São Paulo: Companhia das Letras, 1998,p.327).
A situação acima descrita, sobre a natureza do regime militar instaurado no Brasil entre 1964-1985, permite concluir que
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Q1735442 História
Em vez de enfrentar os japoneses, o Mao aumentou suas forças no norte da China. No fim da guerra, em 1945, Stalin, sempre rígido e pragmático, assinou um tratado de aliança com o Kuomintang, diminuindo as perspectivas de apoio ao comunismo na eventualidade de uma guerra civil. Logo após a rendição do Japão, reiniciou-se a guerra total entre comunistas e nacionalistas, Stalin ficou de lado novamente, chegando até a avisar Mao para tomar cuidado com os Estados Unidos, que apoiaram Chiang Kai-Shek, agora reconhecido como líder mundial na vitória dos aliados contra o Japão. Mao ignorou o aviso. Os comunistas finalmente conseguiam vantagem. Quando chegaram à capital, Nanquim, a União Soviética foi um dos poucos países a permitir que seu embaixador fugisse junto com o Kuomintang. (DIKÖTTER, Frank. A grande fome de Mao: a história da catástrofe mais devastadora da China (1958-1962). Rio de Janeiro: Record, 2017, p.30).
As relações entre a China pós-revolucionária e a União Soviética foram marcadas por
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Q1735441 História
A tentação de negar é constante. Não quero saber que minha mulher (ou meu marido) me trai, que meu filho se droga, que estou com câncer, que a tortura é cotidiana. Quanto ao holocausto, os franceses sabiam? Toda a maquinaria de morte se fundava sobre este único princípio: que as pessoas não sabem para onde vão nem o que as espera” (Richard Glazer, citado em Shoah). Quando a França foi derrotada, moravam no país 300 mil judeus, metade deles estrangeiros. Em 3 de outubro de 1940, é publicado o “Estatuto dos judeus de nacionalidade francesa”. (VINCENT, Gérard. Guerras ditas, guerras silenciadas e o enigma identitário. IN: ARIÉS, Phillipe e DUBY, Georges. História da vida privada: da Primeira Guerra aos nossos dias. São Paulo: Companhia das Letras, 1992, p. 215).
A publicação do documento mencionado no texto teve como desdobramento
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Q1735440 História
Provavelmente, a figura mais eminente no estudo do totalitarismo foi Hannah Arendt, que o definiu em seu livro Origens do Totalitarismo, de 1949, como uma “nova forma de governo” propiciada pelo advento da modernidade. Segundo ela, a destruição das sociedades e dos modos de vida tradicionais criou as condições para o desenvolvimento da “personalidade autoritária”, homens e mulheres cujas identidades são inteiramente dependentes do Estado. (APPLEBAUM, Anne. Cortina de ferro: o esfacelamento do leste europeu (1944-1956). São Paulo: Três Estrelas, 2016, p.18).
Entre os anos 40 e os anos 80 do século XX, o “totalitarismo” foi mais que um conceito teórico. Ele adquiriu associações políticas concretas, produzindo diferentes debates e práticas sobre sua natureza e capacidade, estando alguns fundamentados na ideia
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Q1735439 História
Em novembro de 1937 instaura-se no país um regime político que afirma inaugurar uma experiência única na história do Brasil. Assim, o Estado Novo, ou o novo Estado Nacional, procura articular uma política ideológica que assinale toda a grandeza de sua inovação e que legitime seu formato político-institucional perante todos os atores relevantes do sistema. Com este objetivo, mobiliza uma série de recursos específicos que asseguram a produção e a divulgação de um certo conjunto de ideias que conforma o seu projeto político. [...]. (GOMES, Angela Maria de Castro. O redescobrimento do Brasil. p.109-150. In.: OLIVEIRA, Lucia Lippi; VELLOSO, Mônica Pimenta; GOMES, Ângela Maria de Castro. Estado Novo – Ideologia e Poder. Rio de Janeiro: Zahar Ed. 1982. p.109).
O texto de Ângela Maria de Castro Gomes trata da organização do Estado Novo, durante a Era Vargas. São aspectos dessa estrutura
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Q1735438 História
[...]. A partir da primeira Revolução, os mencheviques deduziam a necessidade de uma aliança com os liberais, segundo o caráter burguês da Revolução, e colocavam esta aliança acima de uma colaboração com a classe camponesa, considerada como aliada pouco segura. Os bolcheviques, contrariamente, baseavam toda a perspectiva da Revolução numa aliança do proletariado com os camponeses contra a burguesia liberal. Como os socialistas revolucionários julgavam-se, antes de mais nada, partido camponês, era de esperar que na Revolução se efetuasse a aliança entre bolcheviques e populistas, em contraposição à aliança dos mencheviques com a burguesia liberal. [...]. (TROTSKY, Leon. A História da Revolução Russa – A queda do Tzarismo. Brasília: Editora do Senado. v.1. p.245. Coleção Edições do Senado Federal, v. 240-A).
O texto acima, escrito por um contemporâneo da Revolução e membro ativo do processo revolucionário, faz referência
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Q1735437 História
Novos países emergiram da luta contra o colonialismo [...]. Tratava-se de um processo de mudança que teve inicio logo após o término da guerra na Europa, e se intensificou na década de 1950 [...]. Os impérios coloniais construídos, em grande parte, no século XIX, pareciam iniciar, de fato, um processo de liquidação. Na África, na Índia, Indonésia, era como se ingleses, franceses, belgas, portugueses e holandeses começassem a sentir que a dominação do homem branco sobre o planeta terra entrava em fase de extinção. (LINHARES, Maria Yedda. Descolonização e lutas de libertação nacional . IN: REIS, Daniel Aarão; FERREIRA, Jorge e ZENHA, Celeste. O século XX. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2002, p.40-41).
Os processos de descolonização da Ásia e da África referidos no texto ocorreram no pós-guerra, num contexto em que
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Q1735436 História
A primeira era da globalização e da liberalização terminou no banho de sangue da Primeira Guerra Mundial, quando a disputa geopolítica imperial interrompeu precocemente a marcha global para o progresso. Nos dias seguintes ao assassinato do arquiduque Francisco Ferdinando em Sarajevo, constatou-se que as grandes potências acreditavam muito mais no imperialismo que no liberalismo, em vez de unir o mundo mediante um comércio livre e pacífico elas se concentraram em conquistar uma fatia maior do mundo pela força bruta. (HARARI, Yuval Noah. 21 lições para o século 21. São Paulo: Companhia das Letras. 2018, p. 28)
Nos primeiros dias de agosto de 1914, o mundo presenciou o início de um conflito, “a grande guerra mundial”, do tipo que a Europa e o restante do mundo não viam há mais de um século, quando os exércitos napoleônicos foram derrotados. A crise que resultou na Primeira Guerra Mundial deu-se em um contexto internacional, cujas raízes estão relacionadas
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Q1735435 Conhecimentos Gerais
Imagem associada para resolução da questão
Disponível:em SenadoNoticiais 07/07/2015)
A historiadora Mary Del Priore, em História das Crianças no Brasil (2015), pontua que, desde o século XIX, quando foram elaboradas as estatística criminais sobre a cidade de São Paulo, o menor de idade esteve sempre representado, como atesta a notícia acima. A especialização dos aparelhos policiais e os avanços das técnicas de controle e vigilância ao longo da República permitiram identificações cada vez mais precisas de crimes e dos “criminosos” menores que transitavam pelas ruas das grandes cidades brasileiras. Na tipificação criminal desse segmento da população, a literatura revela que, 
Alternativas
Respostas
19001: B
19002: E
19003: C
19004: A
19005: B
19006: C
19007: C
19008: B
19009: A
19010: C
19011: B
19012: C
19013: B
19014: E
19015: B
19016: B
19017: A
19018: D
19019: A
19020: E