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Q2060359 Português

Analise, sintaticamente, as orações e assinale a alternativa correta em relação à regência verbal:


I-Mamãe gosta de pudim de chocolate.

II- A menina está belíssima.

III- Choveu intensamente. 

Alternativas
Q2060358 Português
A quais classes de palavras pertencem os verbetes em negrito, respectivamente: “Esse negócio de que qualquer máquina é tão inteligente quanto quem a usa não vale com ele.” 
Alternativas
Q2060357 Português
No trecho: “A máquina de escrever faz tudo que você manda...”, o verbo é classificado em: 
Alternativas
Q2060356 Português
No trecho: “mas não tinha a mesma empáfia”, a palavra em negrito pode ser substituída - sem prejuízo de valor – por: 
Alternativas
Q2060355 Português

Tecnologia

Para começar, ele nos olha nos olha na cara. Não é como a máquina de escrever, que a gente olha de cima, com superioridade. Com ele é olho no olho ou tela no olho. Ele nos desafia. Parece estar dizendo: vamos lá, seu desprezível pré-eletrônico, mostre o que você sabe fazer. A máquina de escrever faz tudo que você manda, mesmo que seja a tapa. Com o computador é diferente. Você faz tudo que ele manda. Ou precisa fazer tudo ao modo dele, senão ele não aceita. Simplesmente ignora você. Mas se apenas ignorasse ainda seria suportável. Ele responde. Repreende. Corrige. Uma tela vazia, muda, nenhuma reação aos nossos comandos digitais, tudo bem. Quer dizer, você se sente como aquele cara que cantou a secretária eletrônica. É um vexame privado. Mas quando você o manda fazer alguma coisa, mas manda errado, ele diz “Errado”. Não diz “Burro”, mas está implícito. É pior, muito pior. Às vezes, quando a gente erra, ele faz “bip”. Assim, para todo mundo ouvir. Comecei a usar o computador na redação do jornal e volta e meia errava. E lá vinha ele: “Bip!” “Olha aqui, pessoal: ele errou.” “O burro errou!” Outra coisa: ele é mais inteligente que você. Sabe muito mais coisa e não tem nenhum pudor em dizer que sabe. Esse negócio de que qualquer máquina só é tão inteligente quanto quem a usa não vale com ele. Está subentendido, nas suas relações com o computador, que você jamais aproveitará metade das coisas que ele tem para oferecer. Que ele só desenvolverá todo o seu potencial quando outro igual a ele o estiver programando. A máquina de escrever podia ter recursos que você nunca usaria, mas não tinha a mesma empáfia, o mesmo ar de quem só aguentava os humanos por falta de coisa melhor, no momento. E a máquina, mesmo nos seus instantes de maior impaciência conosco, jamais faria “bip” em público. Dito isto, é preciso dizer também que quem provou pela primeira vez suas letrinhas dificilmente voltará à máquina de escrever sem a sensação de que está desembarcando de uma Mercedes e voltando à carroça. Está certo, jamais teremos com ele a mesma confortável cumplicidade que tínhamos com a velha máquina. É outro tipo de relacionamento, mais formal e exigente. Mas é fascinante. Agora compreendo o entusiasmo de gente como Millôr Fernandes e Fernando Sabino, que dividem a sua vida profissional em antes dele e depois dele. Sinto falta do papel e da fiel Bic, sempre pronta a inserir entre uma linha e outra a palavra que faltou na hora, e que nele foi substituída por um botão, que, além de mais rápido, jamais nos sujará os dedos, mas acho que estou sucumbindo. Sei que nunca seremos íntimos, mesmo porque ele não ia querer se rebaixar a ser meu amigo, mas retiro tudo o que pensei sobre ele. Claro que você pode concluir que eu só estou querendo agradá-lo, precavidamente, mas juro que é sincero. Quando saí da redação do jornal depois de usar o computador pela primeira vez, cheguei em casa e bati na minha máquina. Sabendo que ela aguentaria sem reclamar, como sempre, a pobrezinha.

Luis Fernando Verissimo

 

O texto refere-se por diversas vezes à “máquina de escrever” porque: 
Alternativas
Q2060354 Português

Tecnologia

Para começar, ele nos olha nos olha na cara. Não é como a máquina de escrever, que a gente olha de cima, com superioridade. Com ele é olho no olho ou tela no olho. Ele nos desafia. Parece estar dizendo: vamos lá, seu desprezível pré-eletrônico, mostre o que você sabe fazer. A máquina de escrever faz tudo que você manda, mesmo que seja a tapa. Com o computador é diferente. Você faz tudo que ele manda. Ou precisa fazer tudo ao modo dele, senão ele não aceita. Simplesmente ignora você. Mas se apenas ignorasse ainda seria suportável. Ele responde. Repreende. Corrige. Uma tela vazia, muda, nenhuma reação aos nossos comandos digitais, tudo bem. Quer dizer, você se sente como aquele cara que cantou a secretária eletrônica. É um vexame privado. Mas quando você o manda fazer alguma coisa, mas manda errado, ele diz “Errado”. Não diz “Burro”, mas está implícito. É pior, muito pior. Às vezes, quando a gente erra, ele faz “bip”. Assim, para todo mundo ouvir. Comecei a usar o computador na redação do jornal e volta e meia errava. E lá vinha ele: “Bip!” “Olha aqui, pessoal: ele errou.” “O burro errou!” Outra coisa: ele é mais inteligente que você. Sabe muito mais coisa e não tem nenhum pudor em dizer que sabe. Esse negócio de que qualquer máquina só é tão inteligente quanto quem a usa não vale com ele. Está subentendido, nas suas relações com o computador, que você jamais aproveitará metade das coisas que ele tem para oferecer. Que ele só desenvolverá todo o seu potencial quando outro igual a ele o estiver programando. A máquina de escrever podia ter recursos que você nunca usaria, mas não tinha a mesma empáfia, o mesmo ar de quem só aguentava os humanos por falta de coisa melhor, no momento. E a máquina, mesmo nos seus instantes de maior impaciência conosco, jamais faria “bip” em público. Dito isto, é preciso dizer também que quem provou pela primeira vez suas letrinhas dificilmente voltará à máquina de escrever sem a sensação de que está desembarcando de uma Mercedes e voltando à carroça. Está certo, jamais teremos com ele a mesma confortável cumplicidade que tínhamos com a velha máquina. É outro tipo de relacionamento, mais formal e exigente. Mas é fascinante. Agora compreendo o entusiasmo de gente como Millôr Fernandes e Fernando Sabino, que dividem a sua vida profissional em antes dele e depois dele. Sinto falta do papel e da fiel Bic, sempre pronta a inserir entre uma linha e outra a palavra que faltou na hora, e que nele foi substituída por um botão, que, além de mais rápido, jamais nos sujará os dedos, mas acho que estou sucumbindo. Sei que nunca seremos íntimos, mesmo porque ele não ia querer se rebaixar a ser meu amigo, mas retiro tudo o que pensei sobre ele. Claro que você pode concluir que eu só estou querendo agradá-lo, precavidamente, mas juro que é sincero. Quando saí da redação do jornal depois de usar o computador pela primeira vez, cheguei em casa e bati na minha máquina. Sabendo que ela aguentaria sem reclamar, como sempre, a pobrezinha.

Luis Fernando Verissimo

 

No texto, aparece várias vezes o verbete “ele” que se refere: 
Alternativas
Q2060353 Português

Tecnologia

Para começar, ele nos olha nos olha na cara. Não é como a máquina de escrever, que a gente olha de cima, com superioridade. Com ele é olho no olho ou tela no olho. Ele nos desafia. Parece estar dizendo: vamos lá, seu desprezível pré-eletrônico, mostre o que você sabe fazer. A máquina de escrever faz tudo que você manda, mesmo que seja a tapa. Com o computador é diferente. Você faz tudo que ele manda. Ou precisa fazer tudo ao modo dele, senão ele não aceita. Simplesmente ignora você. Mas se apenas ignorasse ainda seria suportável. Ele responde. Repreende. Corrige. Uma tela vazia, muda, nenhuma reação aos nossos comandos digitais, tudo bem. Quer dizer, você se sente como aquele cara que cantou a secretária eletrônica. É um vexame privado. Mas quando você o manda fazer alguma coisa, mas manda errado, ele diz “Errado”. Não diz “Burro”, mas está implícito. É pior, muito pior. Às vezes, quando a gente erra, ele faz “bip”. Assim, para todo mundo ouvir. Comecei a usar o computador na redação do jornal e volta e meia errava. E lá vinha ele: “Bip!” “Olha aqui, pessoal: ele errou.” “O burro errou!” Outra coisa: ele é mais inteligente que você. Sabe muito mais coisa e não tem nenhum pudor em dizer que sabe. Esse negócio de que qualquer máquina só é tão inteligente quanto quem a usa não vale com ele. Está subentendido, nas suas relações com o computador, que você jamais aproveitará metade das coisas que ele tem para oferecer. Que ele só desenvolverá todo o seu potencial quando outro igual a ele o estiver programando. A máquina de escrever podia ter recursos que você nunca usaria, mas não tinha a mesma empáfia, o mesmo ar de quem só aguentava os humanos por falta de coisa melhor, no momento. E a máquina, mesmo nos seus instantes de maior impaciência conosco, jamais faria “bip” em público. Dito isto, é preciso dizer também que quem provou pela primeira vez suas letrinhas dificilmente voltará à máquina de escrever sem a sensação de que está desembarcando de uma Mercedes e voltando à carroça. Está certo, jamais teremos com ele a mesma confortável cumplicidade que tínhamos com a velha máquina. É outro tipo de relacionamento, mais formal e exigente. Mas é fascinante. Agora compreendo o entusiasmo de gente como Millôr Fernandes e Fernando Sabino, que dividem a sua vida profissional em antes dele e depois dele. Sinto falta do papel e da fiel Bic, sempre pronta a inserir entre uma linha e outra a palavra que faltou na hora, e que nele foi substituída por um botão, que, além de mais rápido, jamais nos sujará os dedos, mas acho que estou sucumbindo. Sei que nunca seremos íntimos, mesmo porque ele não ia querer se rebaixar a ser meu amigo, mas retiro tudo o que pensei sobre ele. Claro que você pode concluir que eu só estou querendo agradá-lo, precavidamente, mas juro que é sincero. Quando saí da redação do jornal depois de usar o computador pela primeira vez, cheguei em casa e bati na minha máquina. Sabendo que ela aguentaria sem reclamar, como sempre, a pobrezinha.

Luis Fernando Verissimo

 

O texto “Tecnologia” foi escrito: 
Alternativas
Q2057642 História
I. Panteão de Adriano, reformado no séc.II. Roma (Itália). Imagem associada para resolução da questão

II. Capitólio - Congresso dos Estados Unidos, construído em 1793. Washington (EUA) Imagem associada para resolução da questão

III. Palácio do Congresso da Nação Argentina, construído entre 1897 e 1906. Buenos Aires (Argentina). Imagem associada para resolução da questão

A arquitetura clássica retomada nos prédios públicos retratados nas fotografias II e III permite analisar os sentidos históricos da reapropriação de certos padrões visuais.
Com base nas imagens, é correto afirmar que o gosto neoclássico: 
Alternativas
Q2057641 História
O trecho a seguir se refere a um dos três conceitos orientadores que estruturam o Currículo da Cidade:
“Temos o direito a ser iguais quando a nossa diferença nos inferioriza; e temos o direito a ser diferentes quando a nossa igualdade nos descaracteriza. Daí a necessidade de uma igualdade que reconheça as diferenças e de uma diferença que não produza, alimente ou reproduza as desigualdades”.
SANTOS, Boaventura de Souza. Reconhecer para libertar: os caminhos do cosmopolitanismo multicultural. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003, p. 56.
O trecho refere-se ao conceito orientador denominado
Alternativas
Q2057640 História
“A urbanização incipiente da cidade de São Paulo, a partir do último quartel do século XVIII até as vésperas da Abolição, envolvia uma população majoritariamente feminina e, no entanto, poucas mulheres aparecem nas histórias da cidade. Não admira muito o preconceito das fontes relativas ao espaço urbano, onde proliferava a pobreza e certa autonomia dos desqualificados sociais bastante incômoda para as autoridades. A rua era o espaço social das mulheres pobres, livres, forras e escravas, sendo o palco de improvisação de sua sobrevivência precária: circulavam pelas fontes públicas, tanques, lavadouros, pontes, ruas e praças da cidade”.
Adaptado de DIAS, Maria Odila L. S. Mulheres sem história. Revista de História: nova série, São Paulo, USP, n. 112, 1983, p. 31.
Com base no trecho, assinale a afirmativa que descreve corretamente os desafios para elaborar uma história das mulheres pobres. 
Alternativas
Q2057639 História
Com o objetivo de discutir cultura, poder e trabalho na sociedade contemporânea, mais especificamente o papel e os desafios enfrentados pelas mulheres no Brasil no último século, um docente de História organizou um roteiro de pesquisa no site do Museu da Pessoa (www.museudapessoa.org). Divididos em grupos, os alunos assistiram a depoimentos de mulheres que abriram espaços e se especializaram em diferentes áreas e profissões, apesar da desigualdade, injustiça e adversidades enfrentadas. Esta atividade resultou em um Trabalho Colaborativo de Autoria que contou com entrevistas a parentes dos integrantes do grupo e sistematização de saberes. Sobre a estratégia pedagógica adotada pelo docente, é correto afirmar que ela
Alternativas
Q2057638 História
“Com a aproximação das eleições presidenciais de 1940, Roosevelt tentou, contra a tradição política americana, uma terceira reeleição. A América Latina teve um papel importante neste processo. As Américas, não só os Estados Unidos tinham, segundo Roosevelt, de se transformar na fortaleza do hemisfério e, para atingir esse objetivo, foi criado o Office of the Coordinator of InterAmerican Affairs (OCIAA), dirigido por Nelson Rockefeller e voltado para as atividades culturais, sobretudo cinematográficas, com a participação de figuras como Walt Disney e Carmem Miranda”.
Adaptado de: TOTA, Antonio Pedro. O imperialismo sedutor. São Paulo: Companhia das letras, 2000, p. 43-51.
Com base no trecho e em seus conhecimentos, analise as afirmativas a seguir a respeito da “fábrica de ideologias” criada pelo governo norte-americano para conquistar o apoio brasileiro durante a Segunda Guerra.
I. A indústria cultural subvencionada pelo OCIAA sustentou a economia norte-americana durante a guerra, permitindo a expansão das empresas de Hollywood dentro e fora dos Estados Unidos.
II. O Brasil foi um ponto estratégico na disputa com o Eixo, por isso transformou-se, durante a Segunda Guerra, numa das prioridades da política externa americana e da política cultural do OCIAA.
III. O estreitamento das relações entre americanos e brasileiros foi promovido mediante o rádio, o cinema e as revistas, que divulgavam um mundo atraente de consumo e progresso.
Está correto o que se afirma em
Alternativas
Q2057637 História
“Durante a ditadura, os operários da Volkswagen sofreram com contenção salarial, perda de direitos e práticas repressivas. Em uma época em que o Brasil era líder mundial de acidentes de trabalho, eles também eram recorrentes nas fábricas da montadora. Só no primeiro semestre de 1970, operários relataram a morte de cinco trabalhadores na unidade de São Bernardo por acidentes de trabalho. Isso consta em panfleto apreendido pela empresa e encaminhado ao DEOPS. Além de repassar panfletos como o mencionado, o órgão da empresa elaborava fichas dos seus funcionários que traziam dados como período em que atuou na empresa e atividades políticas desempenhadas pelo trabalhador, como engajamento no sindicato, empenho em greves e distribuição de panfletos. É interessante notar como na Volkswagen - a exemplo de outras várias empresas -, os agentes responsáveis pela segurança interna e pela vigilância sobre os operários era militares de formação. Assim, em 1970, o major Ademar Rudge era chefe da segurança industrial da empresa e recebeu um agente do DEOPS na fábrica, entregando-lhe documentos com relatos sobre as atividades políticas dos seus funcionários”.
Adaptado de SILVA, M., CAMPOS, P., COSTA, A. A Volkswagen e a ditadura, in Revista Brasileira de História, 89, 2022.
Assinale a afirmativa que descreve corretamente as relações entre desenvolvimento capitalista, relações trabalhistas e a ditadura brasileira, com base no trecho. 
Alternativas
Q2057636 História
“Na América Latina, e particularmente no Equador, sob o guardachuva da ‘interculturalidade’, os livros escolares respondem a uma política de representação que, incorporando muitas imagens de indígenas e povos negros, só servem para reforçar estereótipos e processos coloniais de racialização. Na formação docente, a discussão sobre a interculturalidade encontra-se, em geral, limitada ao tratamento antropológico da tradição folclórica. Em sala de aula, sua aplicação é, na melhor das hipóteses, marginal”.
Adaptado de WALSH, Catherine. Interculturalidade e decolonialidade do poder, Revista Eletrônica da Faculdade de Direito de Pelotas, 2019.
A partir do trecho, e com base na obra citada, assinale a afirmativa correta sobre os conceitos de interculturalidade e decolonialidade aplicados ao ensino de história. 
Alternativas
Q2057635 História e Geografia de Estados e Municípios
A respeito da contribuição dos estudos históricos escolares para as finalidades educacionais e culturais do Currículo da Cidade de São Paulo, analise as afirmativas a seguir.
I. Consolidar vínculos identitários nacionais, permitindo o reconhecimento do pertencimento a um coletivo marcado por aspectos linguísticos, étnicos e culturais comuns.
II. Investigar quais entendimentos são necessários para dimensionar as questões contemporâneas em perspectivas históricas.
III. Identificar problemas enfrentados pela sociedade na atualidade e no passado e intervir na organização da sociedade em que se vive, na perspectiva de sua diversidade.
Está correto o que se afirma em
Alternativas
Q2057634 História e Geografia de Estados e Municípios
Com o objetivo de promover um debate acerca das transformações urbanas da Cidade de São Paulo no passado e no presente, o docente disponibiliza dois documentos aos estudantes.
I. “Fiquei sem o terreiro da escola / Já não posso mais sambar / Sambista sem o Largo da Banana / A Barra Funda vai parar Surgiu um viaduto, é progresso / Eu não posso protestar / Adeus, berço do samba / Eu vou-me embora / Vou sambar noutro lugar”. Geraldo Filme, “Vou sambar noutro lugar” (1974).
II. Imagem associada para resolução da questão
                             Cartaz do movimento “Estação Saracura/Vai-Vai” (2022).
Assinale a afirmativa que avalia corretamente a estratégia pedagógica do docente, considerando o uso das fontes em função do objetivo da aula. 
Alternativas
Q2057633 História
Em meio à violência decorrente da conquista espanhola na Mesoamérica, grupos indígenas formularam adaptações capazes de devolver sentido ao mundo, resistindo ao processo de conquista do seu imaginário. Para S. Gruzinski, o choque entre os dois povos exigiu uma série de reinvenções culturais por parte dos indígenas, que resultaram em uma “cultura mestiça e moderna”.
Com base na perspectiva de Serge Gruzinski a respeito da “colonização do imaginário”, estão corretas as opções a seguir, exceto uma. Assinale-a.
Alternativas
Q2057632 História
“Segundo o IBGE, São Paulo é o 4º município com maior população indígena (população absoluta) no Brasil: 12.977 índios. A existência de índios nas cidades decorre de duas razões principais: do movimento de migração das terras de origem para as cidades e do crescimento das cidades que acabam alcançando as terras indígenas as quais passam a integrar a área urbana. Em São Paulo encontramos as duas situações: duas Terras Indígenas Guarani localizadas na zona sul e oeste, onde vivem 1711 índios, e uma grande população indígena distribuída por diversos bairros da Grande São Paulo, constituída por famílias que migraram de suas terras de origem de diversas regiões do país.”
Adaptado de Comissão Pró-Índio de São Paulo, 2022 (https://cpisp.org.br).
A partir do trecho e dos desafios para inclusão da história e culturas indígenas nos currículos da Educação Básica analisados por Edson Silva (Ensino e sociodiversidades indígenas: possibilidades, desafios e impasses a partir da Lei 11.645/2008), assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q2057631 História
Observe os dois gráficos sobre a evolução socioeconômica brasileira entre 1950 e 2010.
Gráfico 1 – População Total x População Economicamente Ativa(PEA) Imagem associada para resolução da questão

Gráfico 2 – Participação na população economicamente ativa
Imagem associada para resolução da questão Fonte: PINHEIRO, Joel C. Trabalho feminino no Brasil.
A respeito do uso deste tipo de fonte para uma aula sobre “O trabalho feminino na sociedade brasileira contemporânea”, analise as afirmativas a seguir.
I. A partir dos gráficos, os estudantes podem articular dados sobre gênero, crescimento demográfico e população economicamente ativa (PEA). II. A análise dos gráficos permite aos estudantes deduzirem informações significativas sobre desigualdades de gênero, salariais e raciais. III. A comparação dos gráficos mostra como a participação feminina e masculina nos setores produtivos cresceu vertiginosamente a partir dos anos 1950.
Está correto o que se afirma em 
Alternativas
Q2057630 História
"Talvez Jean de Mandeville, autor medieval cuja identidade é um mistério, não tenha sido uma figura de carne e osso, mas alguém que conferiu unidade a uma compilação de relatos de viagem e de textos antecedentes, convencendo seus contemporâneos de que ele também havia sido um viajante piedoso e um andarilho de Deus. Para contar sua suposta viagem, Mandeville recolheu relatos, roteiros, crônicas e tratados que circulavam pela Europa no século XIV, apresentando um conjunto de viagens, combinadas com referências bíblicas, lembranças supostamente pessoais, informações sobre percursos de rios, montanhas, fauna, flora, costumes de terras conhecidas ou imaginadas”.
Adaptado de FRANÇA, Susani S. L. “Introdução”. In: Viagens de Jean de Mandeville, p. 13-18.
Com base no trecho, assinale a afirmativa que caracteriza corretamente o uso de relatos de viajantes como fonte histórica em situação didática.
Alternativas
Respostas
14341: A
14342: C
14343: B
14344: C
14345: D
14346: E
14347: B
14348: C
14349: C
14350: A
14351: C
14352: D
14353: A
14354: E
14355: C
14356: C
14357: B
14358: E
14359: A
14360: B