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Q3590556 Pedagogia
Considerando os componentes do processo de ensino, assinale a alternativa que define "objetivo".
Alternativas
Q3590538 Noções de Informática
Um arquivo do Word 2010 chamado "concurso.docx" está sendo editado pelo usuário em um ambiente de Windows 10 quando este resolve compactá-lo usando uma ferramenta de compressão para o formato ZIP. Supondo que este usuário faça todos os procedimentos corretos para esta compressão e resolve que o nome escolhido do arquivo compactado (que terá unicamente este arquivo) foi concur.zip e que teclou como padrão em qualquer linha ou tela questionada pelo compactador. No ato este usuário não fechou a edição do referido arquivo docx. Sobre o arquivo concur.docx é correto afirmar que:
Alternativas
Q3590533 Português
OMISSÃO E DESUMANIDADE

A desnutrição dos ianomâmis envergonha o país.

A TRAGÉDIA que ora acomete o povo ianomâmi, em Roraima, resulta de uma perversa mistura recorrente na história do Brasil: omissão e incompetência. É um vexame internacional que se soma a outros, quando se trata de questões envolvendo a Amazônia.

A mesma combinação de omissão e incompetência que acabou explodindo no delírio das invasões nos palácios dos três poderes, em 8 de janeiro, se revela agora no descaso com os ianomâmis. Nesse último caso, acrescenta-se um grau inimaginável de desprezo ao ser humano, à cultura e aos povos que habitavam o Brasil antes da colonização.

Elegantes e engajados do Brasil procuram causas humanitárias e alguns se voltam até para meritórias iniciativas no exterior, mas nós, como tomadores de decisão e formadores de opinião, não estamos sintonizados com a questão dos povos indígenas brasileiros, não sabemos como lidar adequadamente com a situação. Uma barreira de descaso e preconceito nos afasta do Brasil profundo e original.

A imprensa, tão vigilante para criticar, tampouco esteve devidamente atenta à tragédia que vem acontecendo há muito tempo no território que habita os ianomâmis. O pouco-caso com os povos indígenas é histórico em nosso país, incluindo a falta de proteção a seu hábitat e seus costumes. Tratar do tema oscilou entre a alegoria, o paternalismo e o descaso.

Por outro lado, busca-se ampliar as áreas de reservas indígenas, que já somam mais de 13% do território nacional. Antes de simplesmente ampliar áreas, que se definam determinadas políticas públicas e não somente para os povos originários. Que elas abranjam também caiçaras e quilombolas, por exemplo. Devemos saber o que eles querem de suas vidas, quais as suas necessidades e aspirações. E qual o grau de comprometimento que a nação tem com os compromissos constitucionais em direção a eles.

O país, enquanto sociedade e governo, deve dar prioridade à questão. Mas ela precisa envolver todo o assunto, especialmente aspectos básicos da vida, como saúde, segurança, educação, atividade econômica, preservação do meio ambiente e da cultura. Os povos indígenas devem ser cuidados e protegidos em seus direitos. Assim como suas terras. Protegê-los é inseri-los verdadeiramente na agenda nacional.

Também se deve considerar a monetização, desde que de forma sustentável, de seus recursos naturais. Muitas tribos querem explorar seus recursos naturais e terminam seduzidas pelo lucro fácil da derrubada indiscriminada de árvores ou pelo garimpo ilegal. Essa é uma realidade que deve ser combatida - ao passo que desenvolvimento sustentável deve ser estimulado.

A busca pela solução à questão indígena deve ser imediata não apenas a trágica situação dos ianomâmis. E toda a nossa elite, distante desses povos, precisa se engajar nessa tarefa, bem como as Forças Armadas, a Defesa Civil, as organizações não governamentais, os empresários e a sociedade civil. Urge acabar com essa crise humanitária e inserir a questão de forma definitiva na agenda nacional.

Fonte: ARAGÃO, Murilo. Veja. Abril, 01/02/2023.        
A relação "coletivo e elemento" agrupado não está adequada em:
Alternativas
Q3590527 Português
OMISSÃO E DESUMANIDADE

A desnutrição dos ianomâmis envergonha o país.

A TRAGÉDIA que ora acomete o povo ianomâmi, em Roraima, resulta de uma perversa mistura recorrente na história do Brasil: omissão e incompetência. É um vexame internacional que se soma a outros, quando se trata de questões envolvendo a Amazônia.

A mesma combinação de omissão e incompetência que acabou explodindo no delírio das invasões nos palácios dos três poderes, em 8 de janeiro, se revela agora no descaso com os ianomâmis. Nesse último caso, acrescenta-se um grau inimaginável de desprezo ao ser humano, à cultura e aos povos que habitavam o Brasil antes da colonização.

Elegantes e engajados do Brasil procuram causas humanitárias e alguns se voltam até para meritórias iniciativas no exterior, mas nós, como tomadores de decisão e formadores de opinião, não estamos sintonizados com a questão dos povos indígenas brasileiros, não sabemos como lidar adequadamente com a situação. Uma barreira de descaso e preconceito nos afasta do Brasil profundo e original.

A imprensa, tão vigilante para criticar, tampouco esteve devidamente atenta à tragédia que vem acontecendo há muito tempo no território que habita os ianomâmis. O pouco-caso com os povos indígenas é histórico em nosso país, incluindo a falta de proteção a seu hábitat e seus costumes. Tratar do tema oscilou entre a alegoria, o paternalismo e o descaso.

Por outro lado, busca-se ampliar as áreas de reservas indígenas, que já somam mais de 13% do território nacional. Antes de simplesmente ampliar áreas, que se definam determinadas políticas públicas e não somente para os povos originários. Que elas abranjam também caiçaras e quilombolas, por exemplo. Devemos saber o que eles querem de suas vidas, quais as suas necessidades e aspirações. E qual o grau de comprometimento que a nação tem com os compromissos constitucionais em direção a eles.

O país, enquanto sociedade e governo, deve dar prioridade à questão. Mas ela precisa envolver todo o assunto, especialmente aspectos básicos da vida, como saúde, segurança, educação, atividade econômica, preservação do meio ambiente e da cultura. Os povos indígenas devem ser cuidados e protegidos em seus direitos. Assim como suas terras. Protegê-los é inseri-los verdadeiramente na agenda nacional.

Também se deve considerar a monetização, desde que de forma sustentável, de seus recursos naturais. Muitas tribos querem explorar seus recursos naturais e terminam seduzidas pelo lucro fácil da derrubada indiscriminada de árvores ou pelo garimpo ilegal. Essa é uma realidade que deve ser combatida - ao passo que desenvolvimento sustentável deve ser estimulado.

A busca pela solução à questão indígena deve ser imediata não apenas a trágica situação dos ianomâmis. E toda a nossa elite, distante desses povos, precisa se engajar nessa tarefa, bem como as Forças Armadas, a Defesa Civil, as organizações não governamentais, os empresários e a sociedade civil. Urge acabar com essa crise humanitária e inserir a questão de forma definitiva na agenda nacional.

Fonte: ARAGÃO, Murilo. Veja. Abril, 01/02/2023.        
Assinale a alternativa em que há, sequenciadas, palavras com dígrafo, encontro consonantal e encontro vocálico.
Alternativas
Q3590526 Português
OMISSÃO E DESUMANIDADE

A desnutrição dos ianomâmis envergonha o país.

A TRAGÉDIA que ora acomete o povo ianomâmi, em Roraima, resulta de uma perversa mistura recorrente na história do Brasil: omissão e incompetência. É um vexame internacional que se soma a outros, quando se trata de questões envolvendo a Amazônia.

A mesma combinação de omissão e incompetência que acabou explodindo no delírio das invasões nos palácios dos três poderes, em 8 de janeiro, se revela agora no descaso com os ianomâmis. Nesse último caso, acrescenta-se um grau inimaginável de desprezo ao ser humano, à cultura e aos povos que habitavam o Brasil antes da colonização.

Elegantes e engajados do Brasil procuram causas humanitárias e alguns se voltam até para meritórias iniciativas no exterior, mas nós, como tomadores de decisão e formadores de opinião, não estamos sintonizados com a questão dos povos indígenas brasileiros, não sabemos como lidar adequadamente com a situação. Uma barreira de descaso e preconceito nos afasta do Brasil profundo e original.

A imprensa, tão vigilante para criticar, tampouco esteve devidamente atenta à tragédia que vem acontecendo há muito tempo no território que habita os ianomâmis. O pouco-caso com os povos indígenas é histórico em nosso país, incluindo a falta de proteção a seu hábitat e seus costumes. Tratar do tema oscilou entre a alegoria, o paternalismo e o descaso.

Por outro lado, busca-se ampliar as áreas de reservas indígenas, que já somam mais de 13% do território nacional. Antes de simplesmente ampliar áreas, que se definam determinadas políticas públicas e não somente para os povos originários. Que elas abranjam também caiçaras e quilombolas, por exemplo. Devemos saber o que eles querem de suas vidas, quais as suas necessidades e aspirações. E qual o grau de comprometimento que a nação tem com os compromissos constitucionais em direção a eles.

O país, enquanto sociedade e governo, deve dar prioridade à questão. Mas ela precisa envolver todo o assunto, especialmente aspectos básicos da vida, como saúde, segurança, educação, atividade econômica, preservação do meio ambiente e da cultura. Os povos indígenas devem ser cuidados e protegidos em seus direitos. Assim como suas terras. Protegê-los é inseri-los verdadeiramente na agenda nacional.

Também se deve considerar a monetização, desde que de forma sustentável, de seus recursos naturais. Muitas tribos querem explorar seus recursos naturais e terminam seduzidas pelo lucro fácil da derrubada indiscriminada de árvores ou pelo garimpo ilegal. Essa é uma realidade que deve ser combatida - ao passo que desenvolvimento sustentável deve ser estimulado.

A busca pela solução à questão indígena deve ser imediata não apenas a trágica situação dos ianomâmis. E toda a nossa elite, distante desses povos, precisa se engajar nessa tarefa, bem como as Forças Armadas, a Defesa Civil, as organizações não governamentais, os empresários e a sociedade civil. Urge acabar com essa crise humanitária e inserir a questão de forma definitiva na agenda nacional.

Fonte: ARAGÃO, Murilo. Veja. Abril, 01/02/2023.        
Em: "Protegê-los é inseri-los verdadeiramente na agenda nacional.", a agenda nacional metaforiza:
Alternativas
Q3590525 Português
OMISSÃO E DESUMANIDADE

A desnutrição dos ianomâmis envergonha o país.

A TRAGÉDIA que ora acomete o povo ianomâmi, em Roraima, resulta de uma perversa mistura recorrente na história do Brasil: omissão e incompetência. É um vexame internacional que se soma a outros, quando se trata de questões envolvendo a Amazônia.

A mesma combinação de omissão e incompetência que acabou explodindo no delírio das invasões nos palácios dos três poderes, em 8 de janeiro, se revela agora no descaso com os ianomâmis. Nesse último caso, acrescenta-se um grau inimaginável de desprezo ao ser humano, à cultura e aos povos que habitavam o Brasil antes da colonização.

Elegantes e engajados do Brasil procuram causas humanitárias e alguns se voltam até para meritórias iniciativas no exterior, mas nós, como tomadores de decisão e formadores de opinião, não estamos sintonizados com a questão dos povos indígenas brasileiros, não sabemos como lidar adequadamente com a situação. Uma barreira de descaso e preconceito nos afasta do Brasil profundo e original.

A imprensa, tão vigilante para criticar, tampouco esteve devidamente atenta à tragédia que vem acontecendo há muito tempo no território que habita os ianomâmis. O pouco-caso com os povos indígenas é histórico em nosso país, incluindo a falta de proteção a seu hábitat e seus costumes. Tratar do tema oscilou entre a alegoria, o paternalismo e o descaso.

Por outro lado, busca-se ampliar as áreas de reservas indígenas, que já somam mais de 13% do território nacional. Antes de simplesmente ampliar áreas, que se definam determinadas políticas públicas e não somente para os povos originários. Que elas abranjam também caiçaras e quilombolas, por exemplo. Devemos saber o que eles querem de suas vidas, quais as suas necessidades e aspirações. E qual o grau de comprometimento que a nação tem com os compromissos constitucionais em direção a eles.

O país, enquanto sociedade e governo, deve dar prioridade à questão. Mas ela precisa envolver todo o assunto, especialmente aspectos básicos da vida, como saúde, segurança, educação, atividade econômica, preservação do meio ambiente e da cultura. Os povos indígenas devem ser cuidados e protegidos em seus direitos. Assim como suas terras. Protegê-los é inseri-los verdadeiramente na agenda nacional.

Também se deve considerar a monetização, desde que de forma sustentável, de seus recursos naturais. Muitas tribos querem explorar seus recursos naturais e terminam seduzidas pelo lucro fácil da derrubada indiscriminada de árvores ou pelo garimpo ilegal. Essa é uma realidade que deve ser combatida - ao passo que desenvolvimento sustentável deve ser estimulado.

A busca pela solução à questão indígena deve ser imediata não apenas a trágica situação dos ianomâmis. E toda a nossa elite, distante desses povos, precisa se engajar nessa tarefa, bem como as Forças Armadas, a Defesa Civil, as organizações não governamentais, os empresários e a sociedade civil. Urge acabar com essa crise humanitária e inserir a questão de forma definitiva na agenda nacional.

Fonte: ARAGÃO, Murilo. Veja. Abril, 01/02/2023.        
O uso das vírgulas em: "Tratar do tema oscilou entre a alegoria, o paternalismo e o descaso." ocorre:
Alternativas
Q3590523 Português
OMISSÃO E DESUMANIDADE

A desnutrição dos ianomâmis envergonha o país.

A TRAGÉDIA que ora acomete o povo ianomâmi, em Roraima, resulta de uma perversa mistura recorrente na história do Brasil: omissão e incompetência. É um vexame internacional que se soma a outros, quando se trata de questões envolvendo a Amazônia.

A mesma combinação de omissão e incompetência que acabou explodindo no delírio das invasões nos palácios dos três poderes, em 8 de janeiro, se revela agora no descaso com os ianomâmis. Nesse último caso, acrescenta-se um grau inimaginável de desprezo ao ser humano, à cultura e aos povos que habitavam o Brasil antes da colonização.

Elegantes e engajados do Brasil procuram causas humanitárias e alguns se voltam até para meritórias iniciativas no exterior, mas nós, como tomadores de decisão e formadores de opinião, não estamos sintonizados com a questão dos povos indígenas brasileiros, não sabemos como lidar adequadamente com a situação. Uma barreira de descaso e preconceito nos afasta do Brasil profundo e original.

A imprensa, tão vigilante para criticar, tampouco esteve devidamente atenta à tragédia que vem acontecendo há muito tempo no território que habita os ianomâmis. O pouco-caso com os povos indígenas é histórico em nosso país, incluindo a falta de proteção a seu hábitat e seus costumes. Tratar do tema oscilou entre a alegoria, o paternalismo e o descaso.

Por outro lado, busca-se ampliar as áreas de reservas indígenas, que já somam mais de 13% do território nacional. Antes de simplesmente ampliar áreas, que se definam determinadas políticas públicas e não somente para os povos originários. Que elas abranjam também caiçaras e quilombolas, por exemplo. Devemos saber o que eles querem de suas vidas, quais as suas necessidades e aspirações. E qual o grau de comprometimento que a nação tem com os compromissos constitucionais em direção a eles.

O país, enquanto sociedade e governo, deve dar prioridade à questão. Mas ela precisa envolver todo o assunto, especialmente aspectos básicos da vida, como saúde, segurança, educação, atividade econômica, preservação do meio ambiente e da cultura. Os povos indígenas devem ser cuidados e protegidos em seus direitos. Assim como suas terras. Protegê-los é inseri-los verdadeiramente na agenda nacional.

Também se deve considerar a monetização, desde que de forma sustentável, de seus recursos naturais. Muitas tribos querem explorar seus recursos naturais e terminam seduzidas pelo lucro fácil da derrubada indiscriminada de árvores ou pelo garimpo ilegal. Essa é uma realidade que deve ser combatida - ao passo que desenvolvimento sustentável deve ser estimulado.

A busca pela solução à questão indígena deve ser imediata não apenas a trágica situação dos ianomâmis. E toda a nossa elite, distante desses povos, precisa se engajar nessa tarefa, bem como as Forças Armadas, a Defesa Civil, as organizações não governamentais, os empresários e a sociedade civil. Urge acabar com essa crise humanitária e inserir a questão de forma definitiva na agenda nacional.

Fonte: ARAGÃO, Murilo. Veja. Abril, 01/02/2023.        
Os prefixos das palavras têm a mesma função semântica em:
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Q3589292 Matemática
Denote por An,p e Cn,p o arranjo simples e combinação simples, respectivamente, de elementos tomados a p. A forma simplificada da expressão Captura_de tela 2025-09-09 090412.png (70×51) é
Alternativas
Q3589291 Matemática
Assinale (V) para as afirmações verdadeiras e (F) para as afirmações falsas.

(  ) A função f(x) = 2x2 + 2x + 3 intercepta o eixo x no ponto (0, 3).
(  ) A divisão do polinômio por 2x4 - 3x3 + x - 1 por x2 - 2x + 3 deixa como resto -10x + 11.
(  ) Se x = mmc (6, 8, 10) e y = mdc (1440, 3780), então oproduto de x por y é igual a 4300.
(  ) A soma de uma geométrica finita (1, 2, 4, 8, ...) é igual a 1023, logo podemos afirmar que esta sequência tem exatamente 10 elementos.
(  ) De um baralho de 52 cartas, a probabilidade de tirar, ao acaso, uma carta de copas ou um às é de, aproximadamente, 31%. 

A sequência correta é
Alternativas
Q3589290 Raciocínio Lógico
O uso das redes sociais tem se difundido a cada ano em decorrência do aumento do número de pessoas com acesso à internet. Atualmente, as redes sociais não são apenas fontes de entretenimento, mas passaram a ser utilizadas como ferramentas de trabalho.
Uma pesquisa revelou sobre a preferência das redes sociais pelos jovens. Veja abaixo os resultados encontrados: 

• 317 pessoas disseram utilizar Instagram e Facebook
• 256 pessoas disseram utilizar Twitter e Instagram
• 87 pessoas disseram utilizar somente Twitter
• 42 pessoas disseram utilizar somente Facebook
• 153 pessoas disseram utilizar Facebook e Twitter
• 110 pessoas disseram utilizar Instagram, Facebook e Twitter.

De acordo com as informações anteriores, sabendo que foram entrevistados 800 alunos, qual é a probabilidade de escolher ao acaso, dentre os entrevistados, uma pessoa que utiliza somente o Instagram como rede social?
Alternativas
Q3589289 Matemática
Recentemente, foi implantado em um terminal de cargas internacional um sistema de detecção do volume das embalagens de envio com intuito de facilitar o processo de cobrança dos fretes. Para certificarem que o sistema está operando sem erros, alguns testes foram realizados. Para o primeiro teste, foram escolhidas três embalagens. O teste deveria ocorrer da seguinte maneira: duas embalagens passam pela esteira do sistema, ao mesmo tempo, e o sistema retorna a soma dos volumes das embalagens.
Durante os testes, foram obtidas as seguintes marcações: 

• Embalagem 1 e Embalagem 2 obtiveram volume igual a 114 cm3;
• Embalagem 2 e Embalagem 3 obtiveram volume igual a 82 cm3;
• Embalagem 1 e Embalagem 3 obtiveram volume igual a 146 cm3.

Nestas condições, podemos afirmar que o volume das embalagens 1, 2 e 3 são, respectivamente:
Alternativas
Q3589288 Matemática
Bruno é o filho mais velho de Ana e sua idade hoje é igual a idade de sua mãe menos 2/5 da idade dela. Daqui a 16 anos, Ana terá o dobro da idade que Bruno tem hoje. Nestas condições, qual a diferença das idades de Ana e Bruno, hoje?
Alternativas
Q3589287 Português
De acordo com a língua padrão, a colocação dos pronomes átonos está correta em: 
Alternativas
Q3589286 Português
Qual das versões a seguir apresenta corretamente os sinais de pontuação:
Alternativas
Q3589285 Português
Qual das figuras de linguagem, listadas a seguir, está presente neste trecho do romance Mar morto, de Jorge Amado: “O oceano é muito grande, o mar é uma estrada sem fim, as águas são muito mais que metade do mundo, são três quartas partes e tudo isso é de Iemanjá”.
Alternativas
Q3589284 Português
Além do substantivo, podem também exercer a função de núcleo do sujeito:
Alternativas
Q3589283 Português
Com relação à sintaxe e à análise sintática é correto afirmar que:

I. Sintaxe é o estudo dos elementos que constituem a estrutura de uma frase. Este campo da gramática tem relação direta com o significado, assumindo, por isso especial importância no estudo das línguas.
II. A análise sintática, então, é a parte da gramática que descreve a estrutura do período e da oração, decompõe o período em suas orações, e cada oração em seus termos, indicando-lhes as respectivas funções sintáticas.
III. A análise sintática é, acima de tudo, um instrumento metódico e prático para elucidar e perceber as relações existentes entre os termos de uma oração ou de uma oração em relação a outra(s) no período.
Alternativas
Q3589282 Português
Nos versos: “Nossas roupas comuns dependuradas/ na corda qual bandeiras agitadas/ parecia um estranho festival” (Sílvio Caldas e Orestes Barbosa), as palavras agitadas e festival são formadas por:
Alternativas
Q3589281 Português
Texto para responder a questão.

Uma creche particular do Rio de Janeiro anunciou duas vagas para professoras, tendo como requisito básico para a contratação „ser cristã‟. O anúncio foi feito pela Creche Escola Dunamis, localizada em Campo Grande.

A vaga foi divulgada nas redes sociais por Tati Mussallem, dona e diretora pedagógica da creche. Estava prevista a contratação de uma professora de balé e uma de educação física.

O caso foi encaminhado ao Ministério Público e à Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância pelo deputado Átila Nunes (MDB). O pedido está em avaliação.

Após saber da divulgação do caso, a proprietária da creche pediu desculpas aos ofendidos e atribuiu o requisito a “um erro de digitação”.

A descrição da vaga fere a previsão da lei municipal 5565/2013, a proibir “inquirir por quaisquer meios sobre a religião do candidato à vaga em questionários, formulários ou entrevistas de emprego, admissão ou adesão a empresas públicas ou privadas, sociedades, clubes e afins”.

CARTACAPITAL | 26.01.2023. Disponível em https://www.cartacapital.com.br/educacao/creche-no-rio-anuncia-vaga-paraprofessora-e-aponta-como-requisito-ser-crista/. 
“Após saber da divulgação do caso, a proprietária da creche pediu desculpas aos ofendidos e atribuiu o requisito a “um erro de digitação”. A respeito deste parágrafo, pode-se afirmar:

I. é um período composto por coordenação com orações assindéticas.
II. a primeira é uma oração subordinada adverbial de tempo.
III. "pediu‟ é verbo transitivo direto e indireto.
Alternativas
Q3589280 Português
Texto para responder a questão.

Uma creche particular do Rio de Janeiro anunciou duas vagas para professoras, tendo como requisito básico para a contratação „ser cristã‟. O anúncio foi feito pela Creche Escola Dunamis, localizada em Campo Grande.

A vaga foi divulgada nas redes sociais por Tati Mussallem, dona e diretora pedagógica da creche. Estava prevista a contratação de uma professora de balé e uma de educação física.

O caso foi encaminhado ao Ministério Público e à Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância pelo deputado Átila Nunes (MDB). O pedido está em avaliação.

Após saber da divulgação do caso, a proprietária da creche pediu desculpas aos ofendidos e atribuiu o requisito a “um erro de digitação”.

A descrição da vaga fere a previsão da lei municipal 5565/2013, a proibir “inquirir por quaisquer meios sobre a religião do candidato à vaga em questionários, formulários ou entrevistas de emprego, admissão ou adesão a empresas públicas ou privadas, sociedades, clubes e afins”.

CARTACAPITAL | 26.01.2023. Disponível em https://www.cartacapital.com.br/educacao/creche-no-rio-anuncia-vaga-paraprofessora-e-aponta-como-requisito-ser-crista/. 
Qual a função da linguagem predominante no texto?
Alternativas
Respostas
11141: D
11142: A
11143: D
11144: B
11145: D
11146: D
11147: B
11148: B
11149: D
11150: A
11151: B
11152: B
11153: D
11154: A
11155: C
11156: A
11157: D
11158: B
11159: B
11160: A