Questões de Concurso Para professor - história

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Q3671621 Português
IMPOSTO É ROUBO?


    “Imposto é roubo” é um slogan popular entre os libertários. Ele capta o sentimento de que devemos submeter o estado aos mesmos padrões morais que atores não estatais.

   Imagine que eu tenha fundado uma organização de caridade que ajuda os pobres. Mas não há um número suficiente de pessoas contribuindo voluntariamente com a minha caridade, então muitos dos pobres continuam passando fome. Eu decido resolver o problema abordando pessoas bem-sucedidas na rua, apontando uma arma para elas e exigindo seu dinheiro. Eu passo o dinheiro para a minha caridade e os pobres finalmente são alimentados e vestidos. Nesse cenário, eu seria chamado de ladrão. Por quê? A resposta parece ser: porque estou tomando a propriedade de outras pessoas sem o seu consentimento. A frase em itálico parece ser o que significa “roubo”. “Tomar sem consentimento” inclui tomar por meio de uma ameaça de força contra outras pessoas, como neste exemplo. Esse fato não é alterado pelo que eu faço com o dinheiro depois de levá-lo. Você não diria: “Oh, você deu o dinheiro aos pobres? Nesse caso, tomar a propriedade das pessoas sem consentimento não foi roubo, afinal.” Não; você pode afirmar que foi um roubo socialmente benéfico, mas continua sendo roubo.

    Agora, compare o caso do imposto. Quando o governo “tributa” os cidadãos, o que isso significa é que o governo exige dinheiro de cada cidadão, sob uma ameaça de força: se você não paga, agentes armados contratados pelo governo irão levar e prender você em uma cela. Isso parece um caso muito claro de tomar a propriedade das pessoas sem consentimento. Então o governo é um ladrão. Esta conclusão não é alterada pelo fato do governo usar o dinheiro em uma boa causa (se for o caso). Isso pode tornar o imposto um tipo de roubo socialmente benéfico, mas continua sendo roubo.

   Se imposto é roubo, segue-se que devemos abolir todos os impostos? Não necessariamente. Alguns roubos podem ser justificados. Se você tem que roubar um pedaço de pão para sobreviver, então você tem razão em fazê-lo. Da mesma forma, o governo pode ter razão em cobrar impostos, se isso for necessário para evitar algum resultado terrível, como uma quebra da ordem social.

    Por que, então, importa se imposto é roubo ou não? Porque, apesar de roubar poder ser justificado, geralmente não é. É errado roubar sem ter uma razão muito boa. O que conta como razões suficientemente boas está além do alcance deste breve artigo. Mas, por exemplo, você não tem razão ao roubar dinheiro, digamos, para que você possa comprar uma obra de arte legal para a sua parede. Da mesma forma, se imposto é roubo, provavelmente seria errado taxar as pessoas, digamos, para pagar por um museu de arte.

    Em outras palavras, a tese “imposto é roubo” tem o efeito de elevar os padrões para o uso justificado de impostos. Quando o governo planeja gastar dinheiro em algo (apoio às artes, um programa espacial, um programa nacional de aposentadoria e assim por diante), deve-se perguntar: seria admissível roubar pessoas para gerir esse tipo de programa? Caso não seja, então não é admissível taxar as pessoas para executar o programa, uma vez que imposto é roubo.


(Michael Huemer, adaptado. Texto retirado da página eletrônica “Estado da Arte. Disponível em https://estadodaarte.estadao.com.br/imposto-e-roubo. Publicado em 19/01/2018) 
A partir da leitura do texto, poderíamos afirma que as ideias libertárias defendem: 
Alternativas
Q3671620 Português
IMPOSTO É ROUBO?


    “Imposto é roubo” é um slogan popular entre os libertários. Ele capta o sentimento de que devemos submeter o estado aos mesmos padrões morais que atores não estatais.

   Imagine que eu tenha fundado uma organização de caridade que ajuda os pobres. Mas não há um número suficiente de pessoas contribuindo voluntariamente com a minha caridade, então muitos dos pobres continuam passando fome. Eu decido resolver o problema abordando pessoas bem-sucedidas na rua, apontando uma arma para elas e exigindo seu dinheiro. Eu passo o dinheiro para a minha caridade e os pobres finalmente são alimentados e vestidos. Nesse cenário, eu seria chamado de ladrão. Por quê? A resposta parece ser: porque estou tomando a propriedade de outras pessoas sem o seu consentimento. A frase em itálico parece ser o que significa “roubo”. “Tomar sem consentimento” inclui tomar por meio de uma ameaça de força contra outras pessoas, como neste exemplo. Esse fato não é alterado pelo que eu faço com o dinheiro depois de levá-lo. Você não diria: “Oh, você deu o dinheiro aos pobres? Nesse caso, tomar a propriedade das pessoas sem consentimento não foi roubo, afinal.” Não; você pode afirmar que foi um roubo socialmente benéfico, mas continua sendo roubo.

    Agora, compare o caso do imposto. Quando o governo “tributa” os cidadãos, o que isso significa é que o governo exige dinheiro de cada cidadão, sob uma ameaça de força: se você não paga, agentes armados contratados pelo governo irão levar e prender você em uma cela. Isso parece um caso muito claro de tomar a propriedade das pessoas sem consentimento. Então o governo é um ladrão. Esta conclusão não é alterada pelo fato do governo usar o dinheiro em uma boa causa (se for o caso). Isso pode tornar o imposto um tipo de roubo socialmente benéfico, mas continua sendo roubo.

   Se imposto é roubo, segue-se que devemos abolir todos os impostos? Não necessariamente. Alguns roubos podem ser justificados. Se você tem que roubar um pedaço de pão para sobreviver, então você tem razão em fazê-lo. Da mesma forma, o governo pode ter razão em cobrar impostos, se isso for necessário para evitar algum resultado terrível, como uma quebra da ordem social.

    Por que, então, importa se imposto é roubo ou não? Porque, apesar de roubar poder ser justificado, geralmente não é. É errado roubar sem ter uma razão muito boa. O que conta como razões suficientemente boas está além do alcance deste breve artigo. Mas, por exemplo, você não tem razão ao roubar dinheiro, digamos, para que você possa comprar uma obra de arte legal para a sua parede. Da mesma forma, se imposto é roubo, provavelmente seria errado taxar as pessoas, digamos, para pagar por um museu de arte.

    Em outras palavras, a tese “imposto é roubo” tem o efeito de elevar os padrões para o uso justificado de impostos. Quando o governo planeja gastar dinheiro em algo (apoio às artes, um programa espacial, um programa nacional de aposentadoria e assim por diante), deve-se perguntar: seria admissível roubar pessoas para gerir esse tipo de programa? Caso não seja, então não é admissível taxar as pessoas para executar o programa, uma vez que imposto é roubo.


(Michael Huemer, adaptado. Texto retirado da página eletrônica “Estado da Arte. Disponível em https://estadodaarte.estadao.com.br/imposto-e-roubo. Publicado em 19/01/2018) 
Fica estabelecido na argumentação do autor que imposto é roubo e, destarte, o imposto:  
Alternativas
Q3671619 Português
IMPOSTO É ROUBO?


    “Imposto é roubo” é um slogan popular entre os libertários. Ele capta o sentimento de que devemos submeter o estado aos mesmos padrões morais que atores não estatais.

   Imagine que eu tenha fundado uma organização de caridade que ajuda os pobres. Mas não há um número suficiente de pessoas contribuindo voluntariamente com a minha caridade, então muitos dos pobres continuam passando fome. Eu decido resolver o problema abordando pessoas bem-sucedidas na rua, apontando uma arma para elas e exigindo seu dinheiro. Eu passo o dinheiro para a minha caridade e os pobres finalmente são alimentados e vestidos. Nesse cenário, eu seria chamado de ladrão. Por quê? A resposta parece ser: porque estou tomando a propriedade de outras pessoas sem o seu consentimento. A frase em itálico parece ser o que significa “roubo”. “Tomar sem consentimento” inclui tomar por meio de uma ameaça de força contra outras pessoas, como neste exemplo. Esse fato não é alterado pelo que eu faço com o dinheiro depois de levá-lo. Você não diria: “Oh, você deu o dinheiro aos pobres? Nesse caso, tomar a propriedade das pessoas sem consentimento não foi roubo, afinal.” Não; você pode afirmar que foi um roubo socialmente benéfico, mas continua sendo roubo.

    Agora, compare o caso do imposto. Quando o governo “tributa” os cidadãos, o que isso significa é que o governo exige dinheiro de cada cidadão, sob uma ameaça de força: se você não paga, agentes armados contratados pelo governo irão levar e prender você em uma cela. Isso parece um caso muito claro de tomar a propriedade das pessoas sem consentimento. Então o governo é um ladrão. Esta conclusão não é alterada pelo fato do governo usar o dinheiro em uma boa causa (se for o caso). Isso pode tornar o imposto um tipo de roubo socialmente benéfico, mas continua sendo roubo.

   Se imposto é roubo, segue-se que devemos abolir todos os impostos? Não necessariamente. Alguns roubos podem ser justificados. Se você tem que roubar um pedaço de pão para sobreviver, então você tem razão em fazê-lo. Da mesma forma, o governo pode ter razão em cobrar impostos, se isso for necessário para evitar algum resultado terrível, como uma quebra da ordem social.

    Por que, então, importa se imposto é roubo ou não? Porque, apesar de roubar poder ser justificado, geralmente não é. É errado roubar sem ter uma razão muito boa. O que conta como razões suficientemente boas está além do alcance deste breve artigo. Mas, por exemplo, você não tem razão ao roubar dinheiro, digamos, para que você possa comprar uma obra de arte legal para a sua parede. Da mesma forma, se imposto é roubo, provavelmente seria errado taxar as pessoas, digamos, para pagar por um museu de arte.

    Em outras palavras, a tese “imposto é roubo” tem o efeito de elevar os padrões para o uso justificado de impostos. Quando o governo planeja gastar dinheiro em algo (apoio às artes, um programa espacial, um programa nacional de aposentadoria e assim por diante), deve-se perguntar: seria admissível roubar pessoas para gerir esse tipo de programa? Caso não seja, então não é admissível taxar as pessoas para executar o programa, uma vez que imposto é roubo.


(Michael Huemer, adaptado. Texto retirado da página eletrônica “Estado da Arte. Disponível em https://estadodaarte.estadao.com.br/imposto-e-roubo. Publicado em 19/01/2018) 
Dentre as conclusões que o autor chega, podemos afirmar corretamente que, na opinião deste: 
Alternativas
Q3671618 Português
IMPOSTO É ROUBO?


    “Imposto é roubo” é um slogan popular entre os libertários. Ele capta o sentimento de que devemos submeter o estado aos mesmos padrões morais que atores não estatais.

   Imagine que eu tenha fundado uma organização de caridade que ajuda os pobres. Mas não há um número suficiente de pessoas contribuindo voluntariamente com a minha caridade, então muitos dos pobres continuam passando fome. Eu decido resolver o problema abordando pessoas bem-sucedidas na rua, apontando uma arma para elas e exigindo seu dinheiro. Eu passo o dinheiro para a minha caridade e os pobres finalmente são alimentados e vestidos. Nesse cenário, eu seria chamado de ladrão. Por quê? A resposta parece ser: porque estou tomando a propriedade de outras pessoas sem o seu consentimento. A frase em itálico parece ser o que significa “roubo”. “Tomar sem consentimento” inclui tomar por meio de uma ameaça de força contra outras pessoas, como neste exemplo. Esse fato não é alterado pelo que eu faço com o dinheiro depois de levá-lo. Você não diria: “Oh, você deu o dinheiro aos pobres? Nesse caso, tomar a propriedade das pessoas sem consentimento não foi roubo, afinal.” Não; você pode afirmar que foi um roubo socialmente benéfico, mas continua sendo roubo.

    Agora, compare o caso do imposto. Quando o governo “tributa” os cidadãos, o que isso significa é que o governo exige dinheiro de cada cidadão, sob uma ameaça de força: se você não paga, agentes armados contratados pelo governo irão levar e prender você em uma cela. Isso parece um caso muito claro de tomar a propriedade das pessoas sem consentimento. Então o governo é um ladrão. Esta conclusão não é alterada pelo fato do governo usar o dinheiro em uma boa causa (se for o caso). Isso pode tornar o imposto um tipo de roubo socialmente benéfico, mas continua sendo roubo.

   Se imposto é roubo, segue-se que devemos abolir todos os impostos? Não necessariamente. Alguns roubos podem ser justificados. Se você tem que roubar um pedaço de pão para sobreviver, então você tem razão em fazê-lo. Da mesma forma, o governo pode ter razão em cobrar impostos, se isso for necessário para evitar algum resultado terrível, como uma quebra da ordem social.

    Por que, então, importa se imposto é roubo ou não? Porque, apesar de roubar poder ser justificado, geralmente não é. É errado roubar sem ter uma razão muito boa. O que conta como razões suficientemente boas está além do alcance deste breve artigo. Mas, por exemplo, você não tem razão ao roubar dinheiro, digamos, para que você possa comprar uma obra de arte legal para a sua parede. Da mesma forma, se imposto é roubo, provavelmente seria errado taxar as pessoas, digamos, para pagar por um museu de arte.

    Em outras palavras, a tese “imposto é roubo” tem o efeito de elevar os padrões para o uso justificado de impostos. Quando o governo planeja gastar dinheiro em algo (apoio às artes, um programa espacial, um programa nacional de aposentadoria e assim por diante), deve-se perguntar: seria admissível roubar pessoas para gerir esse tipo de programa? Caso não seja, então não é admissível taxar as pessoas para executar o programa, uma vez que imposto é roubo.


(Michael Huemer, adaptado. Texto retirado da página eletrônica “Estado da Arte. Disponível em https://estadodaarte.estadao.com.br/imposto-e-roubo. Publicado em 19/01/2018) 
O conceito de roubo, para o autor do texto, é: 
Alternativas
Q3671617 Português
IMPOSTO É ROUBO?


    “Imposto é roubo” é um slogan popular entre os libertários. Ele capta o sentimento de que devemos submeter o estado aos mesmos padrões morais que atores não estatais.

   Imagine que eu tenha fundado uma organização de caridade que ajuda os pobres. Mas não há um número suficiente de pessoas contribuindo voluntariamente com a minha caridade, então muitos dos pobres continuam passando fome. Eu decido resolver o problema abordando pessoas bem-sucedidas na rua, apontando uma arma para elas e exigindo seu dinheiro. Eu passo o dinheiro para a minha caridade e os pobres finalmente são alimentados e vestidos. Nesse cenário, eu seria chamado de ladrão. Por quê? A resposta parece ser: porque estou tomando a propriedade de outras pessoas sem o seu consentimento. A frase em itálico parece ser o que significa “roubo”. “Tomar sem consentimento” inclui tomar por meio de uma ameaça de força contra outras pessoas, como neste exemplo. Esse fato não é alterado pelo que eu faço com o dinheiro depois de levá-lo. Você não diria: “Oh, você deu o dinheiro aos pobres? Nesse caso, tomar a propriedade das pessoas sem consentimento não foi roubo, afinal.” Não; você pode afirmar que foi um roubo socialmente benéfico, mas continua sendo roubo.

    Agora, compare o caso do imposto. Quando o governo “tributa” os cidadãos, o que isso significa é que o governo exige dinheiro de cada cidadão, sob uma ameaça de força: se você não paga, agentes armados contratados pelo governo irão levar e prender você em uma cela. Isso parece um caso muito claro de tomar a propriedade das pessoas sem consentimento. Então o governo é um ladrão. Esta conclusão não é alterada pelo fato do governo usar o dinheiro em uma boa causa (se for o caso). Isso pode tornar o imposto um tipo de roubo socialmente benéfico, mas continua sendo roubo.

   Se imposto é roubo, segue-se que devemos abolir todos os impostos? Não necessariamente. Alguns roubos podem ser justificados. Se você tem que roubar um pedaço de pão para sobreviver, então você tem razão em fazê-lo. Da mesma forma, o governo pode ter razão em cobrar impostos, se isso for necessário para evitar algum resultado terrível, como uma quebra da ordem social.

    Por que, então, importa se imposto é roubo ou não? Porque, apesar de roubar poder ser justificado, geralmente não é. É errado roubar sem ter uma razão muito boa. O que conta como razões suficientemente boas está além do alcance deste breve artigo. Mas, por exemplo, você não tem razão ao roubar dinheiro, digamos, para que você possa comprar uma obra de arte legal para a sua parede. Da mesma forma, se imposto é roubo, provavelmente seria errado taxar as pessoas, digamos, para pagar por um museu de arte.

    Em outras palavras, a tese “imposto é roubo” tem o efeito de elevar os padrões para o uso justificado de impostos. Quando o governo planeja gastar dinheiro em algo (apoio às artes, um programa espacial, um programa nacional de aposentadoria e assim por diante), deve-se perguntar: seria admissível roubar pessoas para gerir esse tipo de programa? Caso não seja, então não é admissível taxar as pessoas para executar o programa, uma vez que imposto é roubo.


(Michael Huemer, adaptado. Texto retirado da página eletrônica “Estado da Arte. Disponível em https://estadodaarte.estadao.com.br/imposto-e-roubo. Publicado em 19/01/2018) 
De acordo com as ideias defendidas pelo autor do texto, podemos afirmar corretamente que:  
Alternativas
Q3669604 História e Geografia de Estados e Municípios
As primeiras famílias oriundas do município de Anita Garibaldi-SC e outros municípios gaúchos que chegaram ao território onde se formou a cidade de Paraíso/SC vieram incentivadas: 
Alternativas
Q3669600 História
 A Revolução Pernambucana de 1817 foi um movimento revolucionário que ocorreu na Capitania de Pernambuco, no nordeste do Brasil, no contexto das lutas pela independência do país. Sobre esse tema, analise os itens abaixo:

I.A Revolução Pernambucana ocorreu em meio ao processo de descontentamento com o domínio colonial português e à crescente influência das ideias iluministas e liberais na região.

II.As causas da revolução incluíam a insatisfação com a administração colonial portuguesa, a carga tributária pesada, a falta de representatividade política, a restrição ao comércio e o desejo por uma república independente.

III.A revolução teve o apoio de setores da sociedade, como o dos militares, dos comerciantes, dos intelectuais e até mesmo dos escravos.

IV.A revolução teve início em 6 de março de 1830, com a tomada do Forte do Brum, no Recife, pelos rebeldes. Eles proclamaram a República e estabeleceram um governo provisório.

Está(ão) correta(s) a(s) proposição(ões):
Alternativas
Q3669599 História
A questão do povoamento das Américas é um tema complexo e há várias teorias que buscam explicar como e quando os seres humanos chegaram ao continente americano. A teoria mais aceita é a da Travessia Beringiana, contudo, algumas evidências sugerem que os primeiros habitantes das Américas podem ter se deslocado ao longo da costa do Pacífico, em vez de cruzar a Ponte de Bering. Essa teoria postula que as pessoas podem ter viajado de barco ao longo da costa, aproveitando os recursos marinhos. Nesse sentido, assinale a alternativa que indica corretamente o nome dessa teoria:
Alternativas
Q3669598 História
A compreensão da cultura histórica é importante para historiadores, educadores, líderes políticos e cidadãos em geral, pois influencia a identidade de uma sociedade. Dessa forma, assinale a alternativa que indica o conceito de cultura histórica: 
Alternativas
Q3669597 História
 A Paz de Augsburgo, assinada em 1555, foi um marco importante na história da Europa. Sobre esse tratado, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3669596 História

Considere o texto abaixo: 


O movimento humanista renascentista, que floresceu na Europa entre os séculos XIV e XVI, foi fundamental para o desenvolvimento do humanismo moderno. Os humanistas renascentistas, como Petrarca e Erasmo, redescobriram e valorizaram os textos clássicos gregos e latinos e enfatizaram o estudo da retórica, da gramática e da história. O humanismo muitas vezes enfatiza a importância do pensamento crítico, questionando dogmas religiosos e defendendo a separação entre religião e estado. O secularismo é uma característica central do humanismo contemporâneo.


Com base no texto acima, assinale a alternativa correta:


Alternativas
Q3669595 História
Os fenícios foram um povo semítico do Mediterrâneo Oriental. Viveram na região da Fenícia, uma área costeira que hoje abrange partes do Líbano, Síria e Israel. Eles desempenharam um papel significativo na história antiga, especialmente no comércio e na colonização marítima, deixando uma marca de firmeza em diversas áreas. Assinale a alternativa que indica como eram a organização das cidades Fenícias:
Alternativas
Q3669594 História
 O paradigma moderno da história se refere a uma abordagem da história que se desenvolveu durante a era moderna, que começou aproximadamente no final da Idade Média e se estendeu até o século XX. Sobre esse tema, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as afirmativas falsas:

(__)No paradigma moderno da história, o presente se tornou o lugar de planejamento do futuro.
(__)No paradigma moderno da história, emerge a percepção de tempo que trata o futuro como efetivação do progresso humano.
(__)No paradigma moderno da história, acredita-se no conhecimento pedagógico do passado.
(__)No paradigma moderno da história, acredita-se que a natureza humana é constante. Por isso, a história se repete.

A sequência correta é: 
Alternativas
Q3669593 História
Considere o fragmento abaixo:

"Entre as tantas inovações trazidas pelos muçulmanos, talvez a mais significativa tenha sido a arte da navegação. O contato com os muçulmanos influenciou o aprimoramento da indústria naval e de diversos instrumentos náuticos, que se fariam essenciais às Grandes Navegações iniciadas no século XV."

(Fonte: No tempo das especiarias: o império da pimenta e do açúcar. São Paulo: Contexto, 2004.)


É correto afirmar que o texto faz referência ao momento histórico em que: 
Alternativas
Q3669592 História
A escravidão desempenhou um papel fundamental na sociedade romana durante grande parte de sua história. Sobre esse tema, analise os itens abaixo:

I.Na Roma Antiga, os escravos eram capturados em conquistas militares e comprados em mercados de escravos. Não havia a "escravidão por nascimento".
II.Os escravos não tinham direitos legais e eram considerados propriedade de seus donos.
III.Os escravos puderam ser libertados de seus donos por meio de um processo chamado "manumissão".
IV.A escravidão em Roma aconteceu apenas durante o Império Romano, não havendo registros dela nas fases da monarquia e da república.

Está(ão) correta(s) a(s) proposição(ões): 
Alternativas
Q3669591 História
Considere o fragmento abaixo:

"Se a transformação rápida, fundamental e qualitativa que se deu por volta da década de 1780 não foi uma revolução, então a palavra não tem qualquer significado prático. De fato, a Revolução Industrial não foi um episódio com um princípio e um fim. Não tem sentido perguntar quando se "completou", pois sua essência foi a de que a mudança revolucionária se tornou norma deste então. Ela ainda prossegue; quando muito podemos perguntar quando as transformações econômicas chegaram longe o bastante para estabelecer uma economia substancialmente industrializada, capaz de produzir, em termos amplos, tudo que desejasse dentro dos limites das técnicas disponíveis, uma "economia industrial amadurecida" para usarmos o termo técnico."

(Fonte: HOBSBAWM, Eric. A Era das Revoluções − 1789 − 1848. Tradução Maria Tereza Lopes Teixeira e Marcos Penchel. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1977.)

Com base no texto, é correto afirmar sobre a Revolução Industrial: 
Alternativas
Q3669590 História
A expressão "historia magistra vitae" é frequentemente associada ao historiador alemão Reinhart Koselleck. Ele é conhecido por seu trabalho na área da teoria da história e da historiografia e explorou o significado e o papel da história na compreensão da sociedade e da cultura. Nesse sentido, sobre o paradigma sobre a história como mestra da vida, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3669589 História
O regime de historicidade presentista é uma concepção da história que enfatiza o presente como o ponto central de referência para a compreensão do passado e do futuro. Nesse sentido, é correto afirmar que no regime de historicidade presentista:
Alternativas
Q3669588 História

Sobre as revoltas durante o período republicano no Brasil, relacione as colunas abaixo: 


Coluna I


1.Revolta da Armada.

2.Guerra de Canudos

3.Revolta da Vacina.

4.Revolução Paulista de 1932.


Coluna II


(__)Foi um conflito armado entre as forças navais e o governo central. Os revoltosos, compostos principalmente por oficiais navais, foram constituídos pelo governo republicano, liderado por Floriano Peixoto. A revolta teve um impacto significativo na consolidação do governo republicano no Brasil.


(__)Esta revolta ocorreu no Rio de Janeiro em resposta a um programa de vacinação obrigatória contra a varíola. A população se revoltou contra a obrigação de vacinação e as medidas de controle sanitário, o que resultou em distúrbios nas ruas da cidade.


(__)Foi uma revolta armada no estado de São Paulo contra o governo de Getúlio Vargas. Os paulistas estabeleceram várias políticas de Vargas, incluindo a centralização do poder federal e a nomeação de interventores estaduais. A revolta resultou em combates armados e em uma derrota para São Paulo, mas teve um impacto significativo na política brasileira.


(__)Esta revolta ocorreu sertão da Bahia, liderada por Antônio Conselheiro. O conflito resultou em várias campanhas militares para suprimir a revolta e na destruição de uma comunidade específica.



A sequência correta é:

Alternativas
Q3669587 História
Nesse tipo de colônia predominam a pequena propriedade, a policultura e a mão de obra familiar. A produção se destina ao mercado interno. Um exemplo foi a colonização inglesa na região conhecida como Nova Inglaterra, nos atuais Estados Unidos. Trata-se das: 
Alternativas
Respostas
10701: D
10702: E
10703: A
10704: B
10705: C
10706: B
10707: C
10708: A
10709: A
10710: D
10711: D
10712: A
10713: D
10714: A
10715: C
10716: D
10717: B
10718: C
10719: D
10720: C