Questões de Concurso
Para professor - história
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HORTA, Maria Lourdes Parreiras; GRUNBERG, Evelina; MONTEIRO, Adriane Queiroz. Guia Básico Da Educação Patrimonial. Museu Imperial: IPHAN – MINC, 1999. Disponível em: portal.iphan.gov.br/uploads/temp/guia_educacao _patrimonial.pdf.pdf. Acesso em: 15 jul. 2024.
Ao abordar a temática curricular descrita, propor as questões explicitadas é importante para a prática docente porque
A Taxonomia de Bloom [...] é estruturada em níveis de complexidade crescente [...] e isso significa que, para adquirir uma nova habilidade pertencente ao próximo nível, o aluno deve ter dominado e adquirido a habilidade do nível anterior.
Só após conhecer um determinado assunto alguém poderá compreendê-lo e aplicá-lo. [...]
FERRAZ, Ana Paula do Carmo Marcheti e BELHOT, Renato Vairo. Taxonomia de Bloom: revisão teórica e apresentação das adequações do instrumento para definição de objetivos instrucionais. Gestão & Produção, v. 17, n. 2, p. 421-431, 2010. Disponível em: https://www.scielo.br/j/gp/a/bRkFgcJqbGCDp3HjQq FdqBm/abstract/?lang=pt. Acesso em: 15 jul. 2024.
Texto II
Texto III
(EF06HI12PE) Reconhecer, analisar e valorizar a participação dos diferentes povos indígenas nos vários períodos da história local, regional, nacional e continental, com especial atenção para os vários povos que ocuparam o território que hoje forma o estado de Pernambuco. PERNAMBUCO. Secretaria de Educação e Esportes Currículo de Pernambuco: educação infantil. – Recife: A Secretaria, 2019. O processo de aprendizagem ocorre em etapas. Analise as afirmativas que podem compor uma sequência didática do Ensino de História, considerando a habilidade apresentada no Texto III.
1. Descrever as especificidades da organização política, social, cultural etc., e a atuação das populações indígenas presentes na história do continente americano.
2. Debater a participação das populações indígenas em processos históricos distintos, especialmente àquelas do território pernambucano.
3. Comparar as especificidades e a atuação das populações indígenas em processos históricos diversos, avaliando a importância desses acontecimentos.
4. Apresentar a diversidade étnica da população indígena do continente americano, identificando sua localização geográfica.
Para que um estudante do Ensino Fundamental II possa adquirir a habilidade descritora do texto III, qual deve ser a sequência correta utilizada pelo(a) professor(a) de História?
A quem se dispõe ao contato com o lúdico para prática de atividades em educação, portanto, recomenda-se que faça o inventário de suas origens, de seu registro cultural, de sua ancestralidade.
PATO, Ana; ALCANTARA, Aureli Alves de. Educar, contar e brincar para resistir: a ditadura militar e o direito da criança à memória e à verdade. Caderno de Experiências Memorial Da Resistência de São Paulo, 2021. Disponível em: https://memorialdaresistenciasp.org.br/wp-content/uploads/2022/06/caderno-deexperiencia-educar-contar-e-brincar-para-resistir.pdf. Acesso em: 15 jul. 2024.
Considerando o texto apresentado, avalie as seguintes asserções e a relação proposta entre elas.
I. A prática do ensino de história deve levar em consideração a diversidade cultural e individual, admitindo que todos os sujeitos presentes em sala de aula, inclusive o próprio professor ou professora, são agentes ativos no processo de ensino-aprendizagem do ambiente escolar.
PORQUE
II. As fontes históricas, materiais e imateriais, são ótimos recursos didáticos, e, se utilizadas corretamente, podem diminuir preconceitos e estereótipos sobre o que não é conhecido ou experienciado no cotidiano.
A respeito dessas asserções, assinale a opção correta.
O que implica o sistema da polis é primeiramente uma extraordinária preeminência da palavra sobre todos os outros instrumentos de poder. [...]
Era a palavra que formava, no quadro da cidade, o instrumento da vida política; é a escrita que vai fornecer, no plano propriamente intelectual, o meio de uma cultura comum e permitir uma completa divulgação de conhecimentos previamente reservados ou interditos. Tomada dos fenícios e modificada por uma transcrição mais precisa dos sons gregos, a escrita poderá satisfazer essa função de publicidade porque ela própria se tornou, quase com o mesmo direito da língua falada, o bem comum de todos os cidadãos.
VERNANT, Jean-Pierre. As origens do pensamento grego. Rio de Janeiro: Difel, 2015.
A partir da discussão expressa no texto, o que um estudante do Ensino Fundamental II precisa saber para estabelecer conexões entre os modos de vida do passado e do presente?
[...] a imaginação adquire uma função muito importante no comportamento e no desenvolvimento humanos. Ela transforma-se em meio de ampliação da experiência de um indivíduo porque, tendo por base a narração ou a descrição de outrem, ele pode imaginar o que não viu, o que não vivenciou diretamente em sua experiência pessoal.
VIGOTSKI, Lev Semionovitch. Imaginação e criação na infância. São Paulo: Ática, 2009.
O uso, pelo(a) professor(a) de História, da ferramenta metodológica analisada pelo texto
Levando em consideração os elementos expressos no mapa, sua função era
NADAI, Elza. O ensino de História e a “pedagogia do cidadão”. In: PINSKY, Jaime (org.) O ensino de História e a criação do fato. São Paulo: Contexto, 2021.
A partir da discussão apresentada pelo texto e das diretrizes curriculares expressas no Currículo de Ensino Fundamental do Estado de Pernambuco, avalie as afirmativas:
I. No século XIX, a perspectiva positivista embasou a criação de uma história oficial do Brasil que singularizou as experiências etnoculturais.
II. A função pedagógica do ensino de história é demonstrar a existência da diversidade etnocultural, desenvolvendo o senso de cidadania e de respeito aos Direitos Humanos.
III. O Currículo de Ensino Fundamental II de Pernambuco sugere a utilização de fontes históricas em sala de aula devido à importância de incluir diversas narrativas sobre o passado histórico.
IV. A perspectiva regionalista do Currículo do Estado de Pernambuco reconhece a importância de revelar a homogeneidade das experiências vividas pelos sujeitos históricos ao longo do tempo.
As afirmativas em diálogo com o texto e com o Currículo do Ensino Fundamental II do Estado de Pernambuco são:
“Somos os filhos da revolução, somos burgueses sem religião, somos o futuro da nação, Geração Coca-Cola”.
Considerando que a canção foi produzida no século XX, compreendemos que ela trata das pessoas que viviam a época em questão (Idade Contemporânea), com suas tensões sociais, aspectos culturais e político-econômicos. A revolução que marca o advento da Idade Contemporânea, da qual somos “filhos”, é: