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Sob influência norte-americana, o serviço social brasileiro fundamentou seus primeiros objetivos político–sociais, orientando-se pelo ideário liberal e tecnicista da ação profissional em face da questão social.
O documento de Teresópolis, produto do seminário promovido pelo Centro Brasileiro de Cooperação e Intercâmbio de Serviço Social (CBCISS), remete a profissão à consciência de sua inserção na sociedade de classes.
No Brasil, o trabalho do serviço social na área de desenvolvimento de comunidade ocorreu sob influência de programas da Organização das Nações Unidas (ONU) e de outros organismos internacionais, cuja estratégia era integrar os esforços da população aos planos nacionais e regionais de desenvolvimento.
A identidade atribuída ao serviço social pelo capitalismo ratificava a função econômica da prática social e sua orgânica articulação com a classe dominante.
A identidade atribuída pelo capitalismo foi fixada como elemento definidor da prática do serviço social, em um processo de fetichismo e de distanciamento da teia das relações sociais.
A concepção de identidade atribuída ao serviço social fundamenta-se no entendimento¸ de viés determinista, de que identidade e consciência devem ser pensadas como abstrações.
O balanço social, uma publicação anual que contém informações sobre projetos e benefícios sociais da empresa, torna público a sua ação na responsabilidade social corporativa.
Os reflexos das mudanças provocadas pela globalização de orientação neoliberal vêm gerando uma nova cultura empresarial que preconiza a ideia de intervenção social voltada exclusivamente para o público interno das empresas.
As práticas relacionadas com a reputação e a imagem da empresa, difundidas por meio de um código de conduta, não se caracterizam como de responsabilidade social por serem de caráter moral e determinante do comportamento individual.
Os postulados filosóficos tomistas que marcaram o serviço social incluem a noção de dignidade da pessoa humana, sua perfectibilidade, a compreensão da sociedade como união dos homens para realizar o bem comum (como bem de todos) e a necessidade da autoridade para cuidar da justiça geral.
O conjunto CFESS/CRESS compreende a atividade de fiscalização do exercício profissional de assistentes sociais como instrumento de luta capaz de politizar, organizar e mobilizar a categoria na defesa de seus espaços de atuação profissional.
A consolidação do serviço social como profissão no Brasil ocorreu à medida que os movimentos organizados do trabalho se tornavam mais expressivos na sociedade e o Estado ausentava-se de suas responsabilidades sociais.
Apesar de o projeto ético-político do serviço social ter a liberdade como valor central, ele se distingue da concepção liberal por compreender que a liberdade é exercida quando há possibilidades de escolhas entre alternativas concretas.
A continuidade da ofensiva do capital e o enfraquecimento das lutas e da resistência dos movimentos organizados do trabalho ameaçam a consolidação do projeto profissional do serviço social, pois questionam a manutenção das bases teóricas, organizativas e ético-políticas conquistadas nos últimos trinta anos.
As propostas de saída neoliberal para a crise do Welfare State incluíam a restauração da taxa de desemprego e um Estado com restrições nos gastos sociais. Contudo, o crescimento do desemprego, ao contrário do esperado, levou ao aumento da demanda por proteção social e, consequentemente, por aumento dos gastos públicos.
O processo de reestruturação produtiva vivenciado nas últimas décadas foi intensificado pelo modelo chinês de produtividade: subcontratação de trabalhadores sem especialização e centralização das unidades de produção nos países periféricos.
A prevenção indicada, adotada para pessoas que já apresentam sinais de uso abusivo de álcool e outras drogas, deve considerar os problemas funcionais, de saúde, familiares e sociais relacionados ao padrão de consumo de cada indivíduo ou grupo.
As ações de prevenção ao uso de drogas no ambiente de trabalho, orientadas pelo modelo jurídico-moral, valorizam a informação acerca dos perigos decorrentes do uso de drogas ilícitas por considerar que são as mais perigosas.
Na atenção a usuários de drogas, os princípios éticos básicos em saúde mental fundamentam-se nos pressupostos de valorização da autonomia do sujeito, de um mínimo de internação involuntária e em apoio farmacológico capaz de possibilitar a tomada de decisões e redirecionar a vida.
A convenção-quadro para o controle do tabaco recomenda a adoção de medidas eficazes para promover o abandono do consumo do tabaco em locais de trabalho como, por exemplo, o acesso a medicamentos