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Q897033 Português

Atenção: Leia o texto abaixo para responder a questão.


   O que há de mais evidente nas atitudes dos brasileiros diante do “preconceito de cor” é a tendência a considerá-lo como algo ultrajante (para quem o sofre) e degradante (para quem o pratique).

   Contudo, na situação imperante nos últimos 40 anos (de 1927 até hoje), tem prevalecido uma considerável ambiguidade axiológica. Os valores vinculados à ordem social tradicionalista são antes condenados no plano ideal que repelidos no plano da ação concreta e direta. Daí uma confusa combinação de atitudes e verbalizações ideais que nada têm a ver com as disposições efetivas de atuação social. Tudo se passa como se o “branco” assumisse maior consciência parcial de sua responsabilidade na degradação do “negro” e do “mulato” como pessoa mas, ao mesmo tempo, encontrasse sérias dificuldades em vencer-se a si próprio.

   O lado curioso dessa ambígua situação de transição aparece na saída espontânea que se deu a esse drama de consciência. Sem nenhuma espécie de farisaísmo consciente, tende-se a uma acomodação contraditória. O “preconceito de cor” é condenado sem reservas, como se constituísse um mal em si mesmo, mais degradante para quem o pratique do que para quem seja sua vítima. A liberdade de preservar os antigos ajustamentos discriminatórios e preconceituosos, porém, é tida como intocável, desde que se mantenha o decoro e suas manifestações possam ser encobertas ou dissimuladas.

   Do ponto de vista e em termos de posição sociocultural do “branco”, o que ganha o centro do palco não é o “preconceito de cor”, mas uma realidade moral reativa, que bem poderia ser designada como o “preconceito de não ter preconceito”.


(Adaptado de: FLORESTAN, Fernandes. O Negro no Mundo dos Brancos. São Paulo: Difel, 1972, pp. 23-25)

Os valores vinculados à ordem social tradicionalista são antes condenados no plano ideal que repelidos no plano da ação concreta e direta.
Uma redação alternativa para a frase acima, em que se mantêm a correção e, em linhas gerais, o sentido, encontra-se em:
Alternativas
Q897032 Português

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   O que há de mais evidente nas atitudes dos brasileiros diante do “preconceito de cor” é a tendência a considerá-lo como algo ultrajante (para quem o sofre) e degradante (para quem o pratique).

   Contudo, na situação imperante nos últimos 40 anos (de 1927 até hoje), tem prevalecido uma considerável ambiguidade axiológica. Os valores vinculados à ordem social tradicionalista são antes condenados no plano ideal que repelidos no plano da ação concreta e direta. Daí uma confusa combinação de atitudes e verbalizações ideais que nada têm a ver com as disposições efetivas de atuação social. Tudo se passa como se o “branco” assumisse maior consciência parcial de sua responsabilidade na degradação do “negro” e do “mulato” como pessoa mas, ao mesmo tempo, encontrasse sérias dificuldades em vencer-se a si próprio.

   O lado curioso dessa ambígua situação de transição aparece na saída espontânea que se deu a esse drama de consciência. Sem nenhuma espécie de farisaísmo consciente, tende-se a uma acomodação contraditória. O “preconceito de cor” é condenado sem reservas, como se constituísse um mal em si mesmo, mais degradante para quem o pratique do que para quem seja sua vítima. A liberdade de preservar os antigos ajustamentos discriminatórios e preconceituosos, porém, é tida como intocável, desde que se mantenha o decoro e suas manifestações possam ser encobertas ou dissimuladas.

   Do ponto de vista e em termos de posição sociocultural do “branco”, o que ganha o centro do palco não é o “preconceito de cor”, mas uma realidade moral reativa, que bem poderia ser designada como o “preconceito de não ter preconceito”.


(Adaptado de: FLORESTAN, Fernandes. O Negro no Mundo dos Brancos. São Paulo: Difel, 1972, pp. 23-25)

De acordo com o texto,
Alternativas
Q897031 Português

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(Adaptado de: Entrevista de Achille Mbembe a Séverine Kodjo-Grandvaux. Trad. de C.F., Novo Jornal, 17 jan. 2014, p. 7)
Mantendo-se a correção e, em linhas gerais, o sentido, nos segmentos ... sendo apenas uma... e ... buscando a reafirmação da sua humanidade... (1º parágrafo), os verbos sublinhados podem ser corretamente substituídos por:
Alternativas
Q897030 Português

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(Adaptado de: Entrevista de Achille Mbembe a Séverine Kodjo-Grandvaux. Trad. de C.F., Novo Jornal, 17 jan. 2014, p. 7)
Em Se os países africanos suprimirem a palavra “pobreza”, ela desaparece?, mantêm-se a adequada correlação entre os verbos substituindo-os respectivamente por
Alternativas
Q897029 Português

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(Adaptado de: Entrevista de Achille Mbembe a Séverine Kodjo-Grandvaux. Trad. de C.F., Novo Jornal, 17 jan. 2014, p. 7)
Em qualquer coisa de estranho neste tipo de raciocínio (3º parágrafo), o segmento em destaque tem função sintática equivalente ao que se encontra sublinhado em:
Alternativas
Q897028 Português

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(Adaptado de: Entrevista de Achille Mbembe a Séverine Kodjo-Grandvaux. Trad. de C.F., Novo Jornal, 17 jan. 2014, p. 7)
Mantendo-se o sentido, uma nova redação ao segmento A detenção de pessoas que supõem tratar-se de inimigos vulgarizou-se (2º parágrafo), adequada às normas gramaticais, encontra-se em 
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Q897027 Português

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(Adaptado de: Entrevista de Achille Mbembe a Séverine Kodjo-Grandvaux. Trad. de C.F., Novo Jornal, 17 jan. 2014, p. 7)
Recupera o sentido da expressão recursos suscetíveis de estigmatizar (último parágrafo) o que está em
Alternativas
Q897026 Português

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(Adaptado de: Entrevista de Achille Mbembe a Séverine Kodjo-Grandvaux. Trad. de C.F., Novo Jornal, 17 jan. 2014, p. 7)

que se presume não ser só uma (1º parágrafo)

que devolvem e endossam essa responsabilidade (1º parágrafo)

que o define (3º parágrafo)


Os pronomes sublinhados acima referem-se respectivamente a:

Alternativas
Q897025 Português

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(Adaptado de: Entrevista de Achille Mbembe a Séverine Kodjo-Grandvaux. Trad. de C.F., Novo Jornal, 17 jan. 2014, p. 7)
As frases abaixo referem-se à pontuação do texto.
I. Em Porque isso pressupõe que se nos confrontamos (3º parágrafo), caso se acrescente uma vírgula imediatamente após “que”, isola-se corretamente uma oração intercalada. II. Em “estado de sítio”: uma série de garantias (2º parágrafo), os dois-pontos podem ser substituídos por vírgula seguida de “pois”, já que se segue uma explicação. III. Em Não quero dizer que os não brancos (último parágrafo), pode-se substituir “que” por dois-pontos mantendo-se o sentido e a correção.
Está correto o que consta em
Alternativas
Q897024 Português

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(Adaptado de: Entrevista de Achille Mbembe a Séverine Kodjo-Grandvaux. Trad. de C.F., Novo Jornal, 17 jan. 2014, p. 7)
Quanto ao uso do hífen no texto, é correto afirmar que:
Alternativas
Q897023 Português

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(Adaptado de: Entrevista de Achille Mbembe a Séverine Kodjo-Grandvaux. Trad. de C.F., Novo Jornal, 17 jan. 2014, p. 7)
No contexto, com a frase o racismo tal como se desenvolveu no mundo moderno, implica a existência de mecanismos institucionais coercivos na atribuição de uma identidade (último parágrafo), o entrevistado chama atenção para
Alternativas
Q897022 Português

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(Adaptado de: Entrevista de Achille Mbembe a Séverine Kodjo-Grandvaux. Trad. de C.F., Novo Jornal, 17 jan. 2014, p. 7)
De acordo com o texto, o título do livro Crítica da Razão Negra refere-se a
Alternativas
Ano: 2017 Banca: UFES Órgão: UFES Prova: UFES - 2017 - UFES - Publicitário |
Q2869604 Comunicação Social

Imagem associada para resolução da questão

O fenômeno “ser conectado” é nomeado

Alternativas
Ano: 2017 Banca: UFES Órgão: UFES Prova: UFES - 2017 - UFES - Publicitário |
Q2869602 Comunicação Social

Em “Planejamento de Relações Públicas na Comunicação Integrada”, Kunsch (2003) discute as funções das relações públicas em uma organização ou instituição e os esforços destinados à gestão da comunicação.

As relações públicas

I. têm como objetivo conhecer os públicos e, para esse fim, utilizam a pesquisa como uma das ferramentas de trabalho.

II. voltam-se para a promoção e a administração de relacionamentos, o que envolve, também, a mediação de conflitos.

III. apresentam um caráter social, e uma de suas preocupações é contribuir para que as organizações direcionem sua dinâmica para a temática humana.

IV. atuam em conjunto com as áreas de propaganda institucional, jornalismo empresarial, marketing social, defendem os valores e os princípios da organização.

É CORRETO o que se afirma em:

Alternativas
Ano: 2017 Banca: UFES Órgão: UFES Prova: UFES - 2017 - UFES - Publicitário |
Q2869601 Comunicação Social
Sobre os elementos do layout de um livro, é CORRETO afirmar:
Alternativas
Ano: 2017 Banca: UFES Órgão: UFES Prova: UFES - 2017 - UFES - Publicitário |
Q2869600 Comunicação Social

De acordo com Kunsch (2003), a comunicação integrada

I. pressupõe a junção sinérgica da comunicação mercadológica, da comunicação interna, da comunicação administrativa e da comunicação institucional.

II. pressupõe a diferenciação entre comunicação interna e externa.

III. converge as atividades da empresa, tomando por base os objetivos gerais da organização.

É CORRETO o que se afirma em

Alternativas
Ano: 2017 Banca: UFES Órgão: UFES Prova: UFES - 2017 - UFES - Publicitário |
Q2869596 Comunicação Social

O produtor gráfico

I. É chamado, também, de assessor de imprensa.

II. tem a função de solicitar orçamentos de impressão às gráficas.

III. faz contato com fotógrafos, caso a peça publicitária criada demande foto.

IV. é responsável pelo checking, conferência da efetividade da veiculação das mensagens autorizadas.

É CORRETO o que se afirma em

Alternativas
Ano: 2017 Banca: UFES Órgão: UFES Prova: UFES - 2017 - UFES - Publicitário |
Q2869593 Comunicação Social

Imagem associada para resolução da questão

Analise as afirmativas, a seguir, sobre as características dos diferentes tipos de anunciantes:

I. Os anunciantes de bens de consumo são, por exemplo, fabricantes de alimentos, automóveis, eletrodomésticos e bebidas.

II. Os anunciantes de serviços são, por exemplo, empresas de assistência à saúde e também escolas de idiomas.

III. Anunciantes B2B – Business to Business – são empresas que fabricam bens a serem consumidos por outras empresas.

IV. Os anunciantes intermediários são varejistas e atacadistas e devido à grande concorrência nesses setores, sua comunicação com o público tem a função de divulgar produtos, preços e suas condições de pagamento.

É CORRETO o que se afirma em

Alternativas
Ano: 2017 Banca: UFES Órgão: UFES Prova: UFES - 2017 - UFES - Publicitário |
Q2869590 Comunicação Social
A fim de analisar o orçamento elaborado por uma gráfica para a impressão de um catálogo, o produtor gráfico considera:
Alternativas
Ano: 2017 Banca: UFES Órgão: UFES Prova: UFES - 2017 - UFES - Publicitário |
Q2869588 Comunicação Social

De acordo com Kunsch (2003), o plano estratégico de comunicação organizacional

I. é um instrumento do planejamento que apresenta os objetivos gerais de comunicação a serem alcançados pela organização.

II. exige a indicação de procedimentos de acompanhamento e de avaliação continuados das ações nesse definidas, ainda que seja aberto a atualizações e revisões.

III. envolve a construção de um diagnóstico, que abarca o mapeamento de aspectos da organização decisivos para a comunicação, tal como estudo da missão,da visão e dos valores.

É CORRETO o que se afirma em

Alternativas
Respostas
681: C
682: A
683: D
684: E
685: E
686: B
687: B
688: D
689: E
690: C
691: A
692: D
693: D
694: E
695: E
696: C
697: B
698: E
699: E
700: E