Foram encontradas 1.130 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Atenção: Leia o texto abaixo para responder a questão.
O que há de mais evidente nas atitudes dos brasileiros diante do “preconceito de cor” é a tendência a considerá-lo como algo ultrajante (para quem o sofre) e degradante (para quem o pratique).
Contudo, na situação imperante nos últimos 40 anos (de 1927 até hoje), tem prevalecido uma considerável ambiguidade axiológica. Os valores vinculados à ordem social tradicionalista são antes condenados no plano ideal que repelidos no plano da ação concreta e direta. Daí uma confusa combinação de atitudes e verbalizações ideais que nada têm a ver com as disposições efetivas de atuação social. Tudo se passa como se o “branco” assumisse maior consciência parcial de sua responsabilidade na degradação do “negro” e do “mulato” como pessoa mas, ao mesmo tempo, encontrasse sérias dificuldades em vencer-se a si próprio.
O lado curioso dessa ambígua situação de transição aparece na saída espontânea que se deu a esse drama de consciência. Sem nenhuma espécie de farisaísmo consciente, tende-se a uma acomodação contraditória. O “preconceito de cor” é condenado sem reservas, como se constituísse um mal em si mesmo, mais degradante para quem o pratique do que para quem seja sua vítima. A liberdade de preservar os antigos ajustamentos discriminatórios e preconceituosos, porém, é tida como intocável, desde que se mantenha o decoro e suas manifestações possam ser encobertas ou dissimuladas.
Do ponto de vista e em termos de posição sociocultural do “branco”, o que ganha o centro do palco não é o “preconceito de cor”, mas uma realidade moral reativa, que bem poderia ser designada como o “preconceito de não ter preconceito”.
(Adaptado de: FLORESTAN, Fernandes. O Negro no Mundo dos Brancos. São Paulo: Difel, 1972, pp. 23-25)
Uma redação alternativa para a frase acima, em que se mantêm a correção e, em linhas gerais, o sentido, encontra-se em:
Atenção: Leia o texto abaixo para responder a questão.
O que há de mais evidente nas atitudes dos brasileiros diante do “preconceito de cor” é a tendência a considerá-lo como algo ultrajante (para quem o sofre) e degradante (para quem o pratique).
Contudo, na situação imperante nos últimos 40 anos (de 1927 até hoje), tem prevalecido uma considerável ambiguidade axiológica. Os valores vinculados à ordem social tradicionalista são antes condenados no plano ideal que repelidos no plano da ação concreta e direta. Daí uma confusa combinação de atitudes e verbalizações ideais que nada têm a ver com as disposições efetivas de atuação social. Tudo se passa como se o “branco” assumisse maior consciência parcial de sua responsabilidade na degradação do “negro” e do “mulato” como pessoa mas, ao mesmo tempo, encontrasse sérias dificuldades em vencer-se a si próprio.
O lado curioso dessa ambígua situação de transição aparece na saída espontânea que se deu a esse drama de consciência. Sem nenhuma espécie de farisaísmo consciente, tende-se a uma acomodação contraditória. O “preconceito de cor” é condenado sem reservas, como se constituísse um mal em si mesmo, mais degradante para quem o pratique do que para quem seja sua vítima. A liberdade de preservar os antigos ajustamentos discriminatórios e preconceituosos, porém, é tida como intocável, desde que se mantenha o decoro e suas manifestações possam ser encobertas ou dissimuladas.
Do ponto de vista e em termos de posição sociocultural do “branco”, o que ganha o centro do palco não é o “preconceito de cor”, mas uma realidade moral reativa, que bem poderia ser designada como o “preconceito de não ter preconceito”.
(Adaptado de: FLORESTAN, Fernandes. O Negro no Mundo dos Brancos. São Paulo: Difel, 1972, pp. 23-25)
Atenção: Leia o texto abaixo para responder a questão.

Atenção: Leia o texto abaixo para responder a questão.

Atenção: Leia o texto abaixo para responder a questão.

Atenção: Leia o texto abaixo para responder a questão.

Atenção: Leia o texto abaixo para responder a questão.

Atenção: Leia o texto abaixo para responder a questão.

que se presume não ser só uma (1º parágrafo)
que devolvem e endossam essa responsabilidade (1º parágrafo)
que o define (3º parágrafo)
Os pronomes sublinhados acima referem-se respectivamente a:
Atenção: Leia o texto abaixo para responder a questão.

I. Em Porque isso pressupõe que se nos confrontamos (3º parágrafo), caso se acrescente uma vírgula imediatamente após “que”, isola-se corretamente uma oração intercalada. II. Em “estado de sítio”: uma série de garantias (2º parágrafo), os dois-pontos podem ser substituídos por vírgula seguida de “pois”, já que se segue uma explicação. III. Em Não quero dizer que os não brancos (último parágrafo), pode-se substituir “que” por dois-pontos mantendo-se o sentido e a correção.
Está correto o que consta em
Atenção: Leia o texto abaixo para responder a questão.

Atenção: Leia o texto abaixo para responder a questão.

Atenção: Leia o texto abaixo para responder a questão.

O fenômeno “ser conectado” é nomeado
Em “Planejamento de Relações Públicas na Comunicação Integrada”, Kunsch (2003) discute as funções das relações públicas em uma organização ou instituição e os esforços destinados à gestão da comunicação.
As relações públicas
I. têm como objetivo conhecer os públicos e, para esse fim, utilizam a pesquisa como uma das ferramentas de trabalho.
II. voltam-se para a promoção e a administração de relacionamentos, o que envolve, também, a mediação de conflitos.
III. apresentam um caráter social, e uma de suas preocupações é contribuir para que as organizações direcionem sua dinâmica para a temática humana.
IV. atuam em conjunto com as áreas de propaganda institucional, jornalismo empresarial, marketing social, defendem os valores e os princípios da organização.
É CORRETO o que se afirma em:
De acordo com Kunsch (2003), a comunicação integrada
I. pressupõe a junção sinérgica da comunicação mercadológica, da comunicação interna, da comunicação administrativa e da comunicação institucional.
II. pressupõe a diferenciação entre comunicação interna e externa.
III. converge as atividades da empresa, tomando por base os objetivos gerais da organização.
É CORRETO o que se afirma em
O produtor gráfico
I. É chamado, também, de assessor de imprensa.
II. tem a função de solicitar orçamentos de impressão às gráficas.
III. faz contato com fotógrafos, caso a peça publicitária criada demande foto.
IV. é responsável pelo checking, conferência da efetividade da veiculação das mensagens autorizadas.
É CORRETO o que se afirma em
Analise as afirmativas, a seguir, sobre as características dos diferentes tipos de anunciantes:
I. Os anunciantes de bens de consumo são, por exemplo, fabricantes de alimentos, automóveis, eletrodomésticos e bebidas.
II. Os anunciantes de serviços são, por exemplo, empresas de assistência à saúde e também escolas de idiomas.
III. Anunciantes B2B – Business to Business – são empresas que fabricam bens a serem consumidos por outras empresas.
IV. Os anunciantes intermediários são varejistas e atacadistas e devido à grande concorrência nesses setores, sua comunicação com o público tem a função de divulgar produtos, preços e suas condições de pagamento.
É CORRETO o que se afirma em
De acordo com Kunsch (2003), o plano estratégico de comunicação organizacional
I. é um instrumento do planejamento que apresenta os objetivos gerais de comunicação a serem alcançados pela organização.
II. exige a indicação de procedimentos de acompanhamento e de avaliação continuados das ações nesse definidas, ainda que seja aberto a atualizações e revisões.
III. envolve a construção de um diagnóstico, que abarca o mapeamento de aspectos da organização decisivos para a comunicação, tal como estudo da missão,da visão e dos valores.
É CORRETO o que se afirma em