Questões de Concurso Para técnico - topografia

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Ano: 2009 Banca: FAFIPA Órgão: Prefeitura de Pinhais - PR
Q1208894 Geografia
A faixa que se estende ao longo de 800 quilômetros entre os Estados do Espírito Santo e Santa Catarina, abaixo do leito do mar, e que engloba três bacias sedimentares é conhecida por
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Ano: 2009 Banca: CONSULPLAN Órgão: CESAN
Q1205087 Noções de Informática
O Microsoft Word 2000 possui uma ferramenta que permite copiar a formatação de determinados textos de parágrafos existentes. Tal ferramenta denomina-se:
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Ano: 2009 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: IBRAM-DF
Q1198473 Geologia
Julgue o item, relativos a conceitos básicos fundamentais para um topógrafo.
A latitude de um ponto é o ângulo formado entre a normal e o elipsoide nesse ponto e o plano do meridiano de Greenwich.
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Ano: 2009 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: IBRAM-DF
Q1198390 Engenharia Civil
Julgue o item, relativos a conceitos básicos fundamentais para um topógrafo.
O AutoCAD é um sistema de informação geográfica (SIG) que funciona em uma plataforma chamada Microstation.
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Ano: 2009 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: IBRAM-DF
Q1198344 Geologia
Julgue o item, relativos a conceitos básicos fundamentais para um topógrafo.
Nem todos os pontos de uma curva de nível se encontram na mesma elevação.
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Ano: 2009 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: IBRAM-DF
Q1198314 Geologia
Julgue o item, relativos a conceitos básicos fundamentais para um topógrafo.
Para editar uma carta no AutoCAD, é necessário estar conectado ao Microstation.
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Ano: 2009 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: IBRAM-DF
Q1198288 Geologia
Julgue o item, relativos a conceitos básicos fundamentais para um topógrafo.
A escala numérica é mais apropriada que a escala gráfica para se fazer uma apresentação de um mapa em um auditório, usando um sistema de projeção que irá aumentar o mapa na tela de projeção.
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Ano: 2009 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: IBRAM-DF
Q1198286 Geologia
Julgue o item, relativos a conceitos básicos fundamentais para um topógrafo.
Em uma carta topográfica na escala 1:50.000, um milímetro na carta equivale a 50.000 centímetros no terreno.
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Ano: 2009 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: IBRAM-DF
Q1198051 Geologia
Julgue o item, relativos a conceitos básicos fundamentais para um topógrafo.
As curvas de nível sempre se cruzam, independentemente do terreno.
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Ano: 2009 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: IBRAM-DF
Q1198038 Geologia
Julgue o item, relativos a conceitos básicos fundamentais para um topógrafo.
Como regra geral, as curvas de nível cruzam os cursos de água em forma de V, com o vértice apontando para jusante.
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Ano: 2009 Banca: FAFIPA Órgão: Prefeitura de Pinhais - PR
Q1195098 História
Escrivão da frota de Pedro Álvares Cabral, Pero Vaz de Caminha redigiu a carta para o rei D. Manuel I (1495-1521) para comunicar-lhe o descobrimento das novas terras. Datada de Porto Seguro, no dia 1 de Maio de 1500, foi levada a Lisboa por Gaspar de Lemos, comandante do navio de mantimentos da frota. A Carta a el-rei D. Manuel sobre o achamento do Brasil, popularmente conhecida como Carta de Pero Vaz de Caminha, é o documento no qual Caminha registrou as suas impressões sobre a terra que posteriormente viria a ser chamada de Brasil. É o primeiro documento escrito da História do Brasil sendo, portanto, considerado o marco inicial da obra literária no país.
O período histórico no qual está inserido as Grandes Navegações, incluindo-se o descobrimento do Brasil, é denominado
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Q2888338 Engenharia Cartográfica

No nivelamento geométrico composto utiliza-se instalar o nível em mais de um ponto para que se possa obter o desnível final entre pontos mais distantes ou pontos que possuam desníveis maiores do que o comprimento total da mira. Dessa forma, marque o valor correto da diferença de nível entre os pontos 1 e 5 da tabela de leituras dada a seguir: (valor das leituras dados em metros)


PONTO

FM (RÉ)

FM (VANTE)

1

1,054

0,95 6

2

1,321

0,85 2

3

0,999

0,80 1

4

0,976

0,75 5

5

1,037

0,68 8

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Q2887460 Português

TEXTO: Alguém paga


Trinta anos após a Declaração de Alma-Ata, aprovada na Conferência Internacional sobre Cuidados Primários de Saúde, cuja meta era levar “Saúde para Todos no Ano 2000”, um terço da população mundial continua sem acesso a serviços básicos de saúde. Em todo o mundo, centenas de milhões de pessoas sofrem com a falta de alimentos, água potável, moradia, saneamento básico e educação.

A situação persiste e desafia a liderança e a capacidade de ação de autoridades e especialistas porque lida com uma complexa conjunção de fatores políticos, sociais, econômicos e científico-tecnológicos. Problemas globais demandam soluções globais. Nesta categoria está a ampliação do acesso das populações aos medicamentos.

E o ponto central quando se aborda a questão da oferta de medicamentos a “preços acessíveis” são as fontes de financiamento para a pesquisa e o desenvolvimento (P&D) de substâncias para o tratamento de doenças de larga incidência em países pobres e ricos.

Pois os custos envolvidos nas diversas etapas de P&D de um medicamento são estimados em centenas de milhões de dólares. E o dinheiro precisa vir de algum lugar: Poder Público (isto é, a população), empresas (acionistas e investidores), etc.

Recentemente, um laboratório público anunciou a venda de um novo medicamento a “preço de custo”. Na verdade, a pesquisa do produto foi paga por um consórcio de países e organizações não-governamentais. O tal preço de custo referia-se apenas aos gastos de fabricação. Se o medicamento tivesse de ser desenvolvido integralmente – da pesquisa básica à última fase da pesquisa clínica –, seu preço seria muito maior.

Para o economista Jeffrey Sachs, assessor especial do secretário-geral da ONU para as Metas de Desenvolvimento do Milênio, doenças como a malária poderiam ser superadas por meio de investimentos coordenados mundialmente. Ele reconhece, no entanto, que faltam fundos globais para que este objetivo seja alcançado.

Enquanto a comunidade internacional não chega a um consenso sobre um grande pacto que defina fontes de financiamento, a indústria farmacêutica realiza os elevados investimentos necessários ao desenvolvimento de moléculas inovadoras, que serão mais tarde recuperados no preço de venda desses produtos.

Sem a decisiva contribuição da indústria, a mobilização para o controle da epidemia de Aids não teria tido o sucesso que alcançou, no bojo de um processo que levou à criação de 88 medicamentos e atualmente financia o teste de 92 novas substâncias.

Em 2006, a indústria farmacêutica mundial investiu mais de US$ 75 bilhões na pesquisa de moléculas para o tratamento de milhares de doenças, como tuberculose (19 substâncias), malária (20), doenças materno-infantis (219), doenças predominantes entre as mulheres (mais de 700), etc.

Para além da retórica e de projetos ainda incipientes, o fato é que os principais avanços das últimas décadas na síntese de medicamentos resultaram da iniciativa da indústria farmacêutica e não de governos, organismos internacionais ou ONGs.


(Ciro Mortella, O Globo, 25/08/2008)

Todas as palavras homófonas e parônimas foram empregadas corretamente. Assinale a alternativa em que houve troca:

Alternativas
Q2887459 Português

TEXTO: Alguém paga


Trinta anos após a Declaração de Alma-Ata, aprovada na Conferência Internacional sobre Cuidados Primários de Saúde, cuja meta era levar “Saúde para Todos no Ano 2000”, um terço da população mundial continua sem acesso a serviços básicos de saúde. Em todo o mundo, centenas de milhões de pessoas sofrem com a falta de alimentos, água potável, moradia, saneamento básico e educação.

A situação persiste e desafia a liderança e a capacidade de ação de autoridades e especialistas porque lida com uma complexa conjunção de fatores políticos, sociais, econômicos e científico-tecnológicos. Problemas globais demandam soluções globais. Nesta categoria está a ampliação do acesso das populações aos medicamentos.

E o ponto central quando se aborda a questão da oferta de medicamentos a “preços acessíveis” são as fontes de financiamento para a pesquisa e o desenvolvimento (P&D) de substâncias para o tratamento de doenças de larga incidência em países pobres e ricos.

Pois os custos envolvidos nas diversas etapas de P&D de um medicamento são estimados em centenas de milhões de dólares. E o dinheiro precisa vir de algum lugar: Poder Público (isto é, a população), empresas (acionistas e investidores), etc.

Recentemente, um laboratório público anunciou a venda de um novo medicamento a “preço de custo”. Na verdade, a pesquisa do produto foi paga por um consórcio de países e organizações não-governamentais. O tal preço de custo referia-se apenas aos gastos de fabricação. Se o medicamento tivesse de ser desenvolvido integralmente – da pesquisa básica à última fase da pesquisa clínica –, seu preço seria muito maior.

Para o economista Jeffrey Sachs, assessor especial do secretário-geral da ONU para as Metas de Desenvolvimento do Milênio, doenças como a malária poderiam ser superadas por meio de investimentos coordenados mundialmente. Ele reconhece, no entanto, que faltam fundos globais para que este objetivo seja alcançado.

Enquanto a comunidade internacional não chega a um consenso sobre um grande pacto que defina fontes de financiamento, a indústria farmacêutica realiza os elevados investimentos necessários ao desenvolvimento de moléculas inovadoras, que serão mais tarde recuperados no preço de venda desses produtos.

Sem a decisiva contribuição da indústria, a mobilização para o controle da epidemia de Aids não teria tido o sucesso que alcançou, no bojo de um processo que levou à criação de 88 medicamentos e atualmente financia o teste de 92 novas substâncias.

Em 2006, a indústria farmacêutica mundial investiu mais de US$ 75 bilhões na pesquisa de moléculas para o tratamento de milhares de doenças, como tuberculose (19 substâncias), malária (20), doenças materno-infantis (219), doenças predominantes entre as mulheres (mais de 700), etc.

Para além da retórica e de projetos ainda incipientes, o fato é que os principais avanços das últimas décadas na síntese de medicamentos resultaram da iniciativa da indústria farmacêutica e não de governos, organismos internacionais ou ONGs.


(Ciro Mortella, O Globo, 25/08/2008)

Assinale a alternativa em que as palavras são acentuadas pela mesma razão, respectivamente de: conferência, potável, farmacêutica e além:


Alternativas
Q2887457 Português

TEXTO: Alguém paga


Trinta anos após a Declaração de Alma-Ata, aprovada na Conferência Internacional sobre Cuidados Primários de Saúde, cuja meta era levar “Saúde para Todos no Ano 2000”, um terço da população mundial continua sem acesso a serviços básicos de saúde. Em todo o mundo, centenas de milhões de pessoas sofrem com a falta de alimentos, água potável, moradia, saneamento básico e educação.

A situação persiste e desafia a liderança e a capacidade de ação de autoridades e especialistas porque lida com uma complexa conjunção de fatores políticos, sociais, econômicos e científico-tecnológicos. Problemas globais demandam soluções globais. Nesta categoria está a ampliação do acesso das populações aos medicamentos.

E o ponto central quando se aborda a questão da oferta de medicamentos a “preços acessíveis” são as fontes de financiamento para a pesquisa e o desenvolvimento (P&D) de substâncias para o tratamento de doenças de larga incidência em países pobres e ricos.

Pois os custos envolvidos nas diversas etapas de P&D de um medicamento são estimados em centenas de milhões de dólares. E o dinheiro precisa vir de algum lugar: Poder Público (isto é, a população), empresas (acionistas e investidores), etc.

Recentemente, um laboratório público anunciou a venda de um novo medicamento a “preço de custo”. Na verdade, a pesquisa do produto foi paga por um consórcio de países e organizações não-governamentais. O tal preço de custo referia-se apenas aos gastos de fabricação. Se o medicamento tivesse de ser desenvolvido integralmente – da pesquisa básica à última fase da pesquisa clínica –, seu preço seria muito maior.

Para o economista Jeffrey Sachs, assessor especial do secretário-geral da ONU para as Metas de Desenvolvimento do Milênio, doenças como a malária poderiam ser superadas por meio de investimentos coordenados mundialmente. Ele reconhece, no entanto, que faltam fundos globais para que este objetivo seja alcançado.

Enquanto a comunidade internacional não chega a um consenso sobre um grande pacto que defina fontes de financiamento, a indústria farmacêutica realiza os elevados investimentos necessários ao desenvolvimento de moléculas inovadoras, que serão mais tarde recuperados no preço de venda desses produtos.

Sem a decisiva contribuição da indústria, a mobilização para o controle da epidemia de Aids não teria tido o sucesso que alcançou, no bojo de um processo que levou à criação de 88 medicamentos e atualmente financia o teste de 92 novas substâncias.

Em 2006, a indústria farmacêutica mundial investiu mais de US$ 75 bilhões na pesquisa de moléculas para o tratamento de milhares de doenças, como tuberculose (19 substâncias), malária (20), doenças materno-infantis (219), doenças predominantes entre as mulheres (mais de 700), etc.

Para além da retórica e de projetos ainda incipientes, o fato é que os principais avanços das últimas décadas na síntese de medicamentos resultaram da iniciativa da indústria farmacêutica e não de governos, organismos internacionais ou ONGs.


(Ciro Mortella, O Globo, 25/08/2008)

Assinale a alternativa que estabelece relação de tempo à estrutura sintática em que ocorre:

Alternativas
Respostas
271: A
272: B
273: E
274: E
275: E
276: E
277: E
278: E
279: E
280: E
281: D
282: D
283: D
284: E
285: C