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Q2529936 Matemática
Observe a matriz a seguir:
Imagem associada para resolução da questão

Sabendo-se que Imagem associada para resolução da questão, podemos afirmar que os possíveis valores de x que fazem com que det(A) = 0 são
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Q2529935 Matemática
Um circo hexagonal entrou em contato com a prefeitura municipal de uma determinada cidade para averiguar a disponibilidade de um terreno circular para a montagem das lonas de sua arena. Para isso, o circo enviou uma planta baixa de como ficaria disposta sua arena, que tem o formato de um hexágono regular, dentro do terreno circular. Nas especificações, foi orientado que o diâmetro do terreno circular deveria ser de 80 metros.
Imagem associada para resolução da questão

Qual a medida aproximada, em metros quadrados, da área ocupada pela arena do circo hexagonal?
(Dados: Utilize 3 = 1,7.)
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Q2529934 Matemática
Observando o aumento nas vendas de um determinado sanduíche, o proprietário da lanchonete decidiu automatizar sua montagem por meio de máquinas. Inicialmente ele adquiriu 4 máquinas que, com o mesmo ritmo de trabalho, produziam em 2 horas uma quantidade “X” desse sanduíche. Caso o proprietário adquira mais 2 máquinas idênticas às adquiridas inicialmente, quanto tempo levaria para produzir a mesma quantidade “X” desse sanduíche?
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Q2529933 Português
A depressão não é um sinal de fraqueza, mas uma doença com múltiplas faces


      Neblina. Trevas. Espírito maldito. Escuridão. Estrada sem saída. Fazemos rodeios, recorremos a metáforas, e pintamos quadros da dor com nossas palavras. O termo depressão é clínico; a lista de sintomas, estéril. No entanto, é por meio do reconhecimento desses símbolos que podemos começar a compreender o que é essa doença e a importância de debater esse assunto que ainda é tratado por tantas pessoas como um tabu.
      Em definição clínica, o DSM-5 (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais) enumera sintomas que variam desde o humor deprimido até a perda de interesse, distúrbios do sono, fadiga, dificuldade de concentração e o pior deles: os pensamentos suicidas. Apesar de sua aparente objetividade, esta descrição não consegue abarcar totalmente todas as experiências vividas por aqueles que enfrentam a doença.
      Nesse contexto surge o Setembro Amarelo como um apoio na prevenção ao suicídio e conscientização sobre a depressão. É um mês dedicado a “desestigmatizar” esses tópicos e abrir diálogo. Essa campanha funciona como um convite para a sociedade entender que problemas de saúde mental não significam apenas uma tristeza passageira, mas sim enfermidades que merecem atenção, compaixão e tratamento.
      Além disso, a depressão é uma doença em constante mutação. Pode ser desencadeada por eventos dolorosos, surgir sem aviso prévio ou ser uma companheira constante por longos períodos. Alguns enfrentam os sintomas físicos com mais intensidade, enquanto outros sofrem mais com os aspectos emocionais.
      Torna-se fundamental reconhecer que a depressão não é um sinal de fraqueza, falta de Deus, e que se a pessoa tivesse mais fé, se fosse mais forte, não estaria adoecida. Também não é algo a ser superado apenas com “pensamentos positivos”.
      Você imagina a audácia de aplicar esse princípio a grandes cristãos que tiveram depressão? Dizer a Charles Spurgeon para ler mais a Bíblia? Incentivar David Brainerd a orar mais? Madre Teresa de Calcutá deveria simplesmente escolher a alegria? Que Martin Luther King Jr. precisaria não se preocupar com as ameaças constantes à sua vida? Ou então, que Martinho Lutero – um dos principais líderes da Reforma Protestante – tinha de ignorar os conflitos interiores e as sensações de indignidade pessoal?
      Todos eles lutaram contra a depressão e nos recordam de que às vezes somos abatidos por sensações angustiantes. O nosso cérebro, assim como o nosso corpo, adoece. Depressão é uma doença real que exige atenção médica e apoio adequado. É essencial nos educarmos, apoiarmos uns aos outros e reconhecermos a busca pela compreensão desse “mal do século”.

(Diana Gruver. Disponível em: https: www.gazetadopovo.com.br. Acesso em: 15/01/2024.) 
A partir da leitura do texto, depreende-se que o objetivo da autora é: 
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Q2529932 Português
A depressão não é um sinal de fraqueza, mas uma doença com múltiplas faces


      Neblina. Trevas. Espírito maldito. Escuridão. Estrada sem saída. Fazemos rodeios, recorremos a metáforas, e pintamos quadros da dor com nossas palavras. O termo depressão é clínico; a lista de sintomas, estéril. No entanto, é por meio do reconhecimento desses símbolos que podemos começar a compreender o que é essa doença e a importância de debater esse assunto que ainda é tratado por tantas pessoas como um tabu.
      Em definição clínica, o DSM-5 (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais) enumera sintomas que variam desde o humor deprimido até a perda de interesse, distúrbios do sono, fadiga, dificuldade de concentração e o pior deles: os pensamentos suicidas. Apesar de sua aparente objetividade, esta descrição não consegue abarcar totalmente todas as experiências vividas por aqueles que enfrentam a doença.
      Nesse contexto surge o Setembro Amarelo como um apoio na prevenção ao suicídio e conscientização sobre a depressão. É um mês dedicado a “desestigmatizar” esses tópicos e abrir diálogo. Essa campanha funciona como um convite para a sociedade entender que problemas de saúde mental não significam apenas uma tristeza passageira, mas sim enfermidades que merecem atenção, compaixão e tratamento.
      Além disso, a depressão é uma doença em constante mutação. Pode ser desencadeada por eventos dolorosos, surgir sem aviso prévio ou ser uma companheira constante por longos períodos. Alguns enfrentam os sintomas físicos com mais intensidade, enquanto outros sofrem mais com os aspectos emocionais.
      Torna-se fundamental reconhecer que a depressão não é um sinal de fraqueza, falta de Deus, e que se a pessoa tivesse mais fé, se fosse mais forte, não estaria adoecida. Também não é algo a ser superado apenas com “pensamentos positivos”.
      Você imagina a audácia de aplicar esse princípio a grandes cristãos que tiveram depressão? Dizer a Charles Spurgeon para ler mais a Bíblia? Incentivar David Brainerd a orar mais? Madre Teresa de Calcutá deveria simplesmente escolher a alegria? Que Martin Luther King Jr. precisaria não se preocupar com as ameaças constantes à sua vida? Ou então, que Martinho Lutero – um dos principais líderes da Reforma Protestante – tinha de ignorar os conflitos interiores e as sensações de indignidade pessoal?
      Todos eles lutaram contra a depressão e nos recordam de que às vezes somos abatidos por sensações angustiantes. O nosso cérebro, assim como o nosso corpo, adoece. Depressão é uma doença real que exige atenção médica e apoio adequado. É essencial nos educarmos, apoiarmos uns aos outros e reconhecermos a busca pela compreensão desse “mal do século”.

(Diana Gruver. Disponível em: https: www.gazetadopovo.com.br. Acesso em: 15/01/2024.) 
“O termo depressão é clínico; a lista de sintomas, estéril. No entanto, é por meio do reconhecimento desses símbolos que podemos começar a compreender o que é essa doença e a importância de debater esse assunto que ainda é tratado por tantas pessoas como um tabu.” (1º§) A expressão conjuntiva “no entanto” pode ser substituída sem alteração de sentido por: 
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Q2529931 Português
A depressão não é um sinal de fraqueza, mas uma doença com múltiplas faces


      Neblina. Trevas. Espírito maldito. Escuridão. Estrada sem saída. Fazemos rodeios, recorremos a metáforas, e pintamos quadros da dor com nossas palavras. O termo depressão é clínico; a lista de sintomas, estéril. No entanto, é por meio do reconhecimento desses símbolos que podemos começar a compreender o que é essa doença e a importância de debater esse assunto que ainda é tratado por tantas pessoas como um tabu.
      Em definição clínica, o DSM-5 (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais) enumera sintomas que variam desde o humor deprimido até a perda de interesse, distúrbios do sono, fadiga, dificuldade de concentração e o pior deles: os pensamentos suicidas. Apesar de sua aparente objetividade, esta descrição não consegue abarcar totalmente todas as experiências vividas por aqueles que enfrentam a doença.
      Nesse contexto surge o Setembro Amarelo como um apoio na prevenção ao suicídio e conscientização sobre a depressão. É um mês dedicado a “desestigmatizar” esses tópicos e abrir diálogo. Essa campanha funciona como um convite para a sociedade entender que problemas de saúde mental não significam apenas uma tristeza passageira, mas sim enfermidades que merecem atenção, compaixão e tratamento.
      Além disso, a depressão é uma doença em constante mutação. Pode ser desencadeada por eventos dolorosos, surgir sem aviso prévio ou ser uma companheira constante por longos períodos. Alguns enfrentam os sintomas físicos com mais intensidade, enquanto outros sofrem mais com os aspectos emocionais.
      Torna-se fundamental reconhecer que a depressão não é um sinal de fraqueza, falta de Deus, e que se a pessoa tivesse mais fé, se fosse mais forte, não estaria adoecida. Também não é algo a ser superado apenas com “pensamentos positivos”.
      Você imagina a audácia de aplicar esse princípio a grandes cristãos que tiveram depressão? Dizer a Charles Spurgeon para ler mais a Bíblia? Incentivar David Brainerd a orar mais? Madre Teresa de Calcutá deveria simplesmente escolher a alegria? Que Martin Luther King Jr. precisaria não se preocupar com as ameaças constantes à sua vida? Ou então, que Martinho Lutero – um dos principais líderes da Reforma Protestante – tinha de ignorar os conflitos interiores e as sensações de indignidade pessoal?
      Todos eles lutaram contra a depressão e nos recordam de que às vezes somos abatidos por sensações angustiantes. O nosso cérebro, assim como o nosso corpo, adoece. Depressão é uma doença real que exige atenção médica e apoio adequado. É essencial nos educarmos, apoiarmos uns aos outros e reconhecermos a busca pela compreensão desse “mal do século”.

(Diana Gruver. Disponível em: https: www.gazetadopovo.com.br. Acesso em: 15/01/2024.) 
Você imagina a audácia de aplicar esse princípio a grandes cristãos que tiveram depressão?” (6º§) Quanto às palavras anteriormente sublinhadas, assinale a alternativa referente àquela que NÃO é pronome. 
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Q2529930 Português
A depressão não é um sinal de fraqueza, mas uma doença com múltiplas faces


      Neblina. Trevas. Espírito maldito. Escuridão. Estrada sem saída. Fazemos rodeios, recorremos a metáforas, e pintamos quadros da dor com nossas palavras. O termo depressão é clínico; a lista de sintomas, estéril. No entanto, é por meio do reconhecimento desses símbolos que podemos começar a compreender o que é essa doença e a importância de debater esse assunto que ainda é tratado por tantas pessoas como um tabu.
      Em definição clínica, o DSM-5 (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais) enumera sintomas que variam desde o humor deprimido até a perda de interesse, distúrbios do sono, fadiga, dificuldade de concentração e o pior deles: os pensamentos suicidas. Apesar de sua aparente objetividade, esta descrição não consegue abarcar totalmente todas as experiências vividas por aqueles que enfrentam a doença.
      Nesse contexto surge o Setembro Amarelo como um apoio na prevenção ao suicídio e conscientização sobre a depressão. É um mês dedicado a “desestigmatizar” esses tópicos e abrir diálogo. Essa campanha funciona como um convite para a sociedade entender que problemas de saúde mental não significam apenas uma tristeza passageira, mas sim enfermidades que merecem atenção, compaixão e tratamento.
      Além disso, a depressão é uma doença em constante mutação. Pode ser desencadeada por eventos dolorosos, surgir sem aviso prévio ou ser uma companheira constante por longos períodos. Alguns enfrentam os sintomas físicos com mais intensidade, enquanto outros sofrem mais com os aspectos emocionais.
      Torna-se fundamental reconhecer que a depressão não é um sinal de fraqueza, falta de Deus, e que se a pessoa tivesse mais fé, se fosse mais forte, não estaria adoecida. Também não é algo a ser superado apenas com “pensamentos positivos”.
      Você imagina a audácia de aplicar esse princípio a grandes cristãos que tiveram depressão? Dizer a Charles Spurgeon para ler mais a Bíblia? Incentivar David Brainerd a orar mais? Madre Teresa de Calcutá deveria simplesmente escolher a alegria? Que Martin Luther King Jr. precisaria não se preocupar com as ameaças constantes à sua vida? Ou então, que Martinho Lutero – um dos principais líderes da Reforma Protestante – tinha de ignorar os conflitos interiores e as sensações de indignidade pessoal?
      Todos eles lutaram contra a depressão e nos recordam de que às vezes somos abatidos por sensações angustiantes. O nosso cérebro, assim como o nosso corpo, adoece. Depressão é uma doença real que exige atenção médica e apoio adequado. É essencial nos educarmos, apoiarmos uns aos outros e reconhecermos a busca pela compreensão desse “mal do século”.

(Diana Gruver. Disponível em: https: www.gazetadopovo.com.br. Acesso em: 15/01/2024.) 
“Ou então, que Martinho Lutero – um dos principais líderes da Reforma Protestante – tinha de ignorar os conflitos interiores e as sensações de indignidade pessoal?” (6º§) Os travessões foram empregados para: 
Alternativas
Q2529929 Português
A depressão não é um sinal de fraqueza, mas uma doença com múltiplas faces


      Neblina. Trevas. Espírito maldito. Escuridão. Estrada sem saída. Fazemos rodeios, recorremos a metáforas, e pintamos quadros da dor com nossas palavras. O termo depressão é clínico; a lista de sintomas, estéril. No entanto, é por meio do reconhecimento desses símbolos que podemos começar a compreender o que é essa doença e a importância de debater esse assunto que ainda é tratado por tantas pessoas como um tabu.
      Em definição clínica, o DSM-5 (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais) enumera sintomas que variam desde o humor deprimido até a perda de interesse, distúrbios do sono, fadiga, dificuldade de concentração e o pior deles: os pensamentos suicidas. Apesar de sua aparente objetividade, esta descrição não consegue abarcar totalmente todas as experiências vividas por aqueles que enfrentam a doença.
      Nesse contexto surge o Setembro Amarelo como um apoio na prevenção ao suicídio e conscientização sobre a depressão. É um mês dedicado a “desestigmatizar” esses tópicos e abrir diálogo. Essa campanha funciona como um convite para a sociedade entender que problemas de saúde mental não significam apenas uma tristeza passageira, mas sim enfermidades que merecem atenção, compaixão e tratamento.
      Além disso, a depressão é uma doença em constante mutação. Pode ser desencadeada por eventos dolorosos, surgir sem aviso prévio ou ser uma companheira constante por longos períodos. Alguns enfrentam os sintomas físicos com mais intensidade, enquanto outros sofrem mais com os aspectos emocionais.
      Torna-se fundamental reconhecer que a depressão não é um sinal de fraqueza, falta de Deus, e que se a pessoa tivesse mais fé, se fosse mais forte, não estaria adoecida. Também não é algo a ser superado apenas com “pensamentos positivos”.
      Você imagina a audácia de aplicar esse princípio a grandes cristãos que tiveram depressão? Dizer a Charles Spurgeon para ler mais a Bíblia? Incentivar David Brainerd a orar mais? Madre Teresa de Calcutá deveria simplesmente escolher a alegria? Que Martin Luther King Jr. precisaria não se preocupar com as ameaças constantes à sua vida? Ou então, que Martinho Lutero – um dos principais líderes da Reforma Protestante – tinha de ignorar os conflitos interiores e as sensações de indignidade pessoal?
      Todos eles lutaram contra a depressão e nos recordam de que às vezes somos abatidos por sensações angustiantes. O nosso cérebro, assim como o nosso corpo, adoece. Depressão é uma doença real que exige atenção médica e apoio adequado. É essencial nos educarmos, apoiarmos uns aos outros e reconhecermos a busca pela compreensão desse “mal do século”.

(Diana Gruver. Disponível em: https: www.gazetadopovo.com.br. Acesso em: 15/01/2024.) 
“Todos eles lutaram contra a depressão e nos recordam de que às vezes somos abatidos por sensações angustiantes.” (7º§) No contexto, “às vezes” é uma locução adverbial de tempo, o que justifica o acento grave indicador de crase. Assinale a alternativa em que a expressão “as vezes” também deveria receber o referido acento. 
Alternativas
Q2529928 Português
A depressão não é um sinal de fraqueza, mas uma doença com múltiplas faces


      Neblina. Trevas. Espírito maldito. Escuridão. Estrada sem saída. Fazemos rodeios, recorremos a metáforas, e pintamos quadros da dor com nossas palavras. O termo depressão é clínico; a lista de sintomas, estéril. No entanto, é por meio do reconhecimento desses símbolos que podemos começar a compreender o que é essa doença e a importância de debater esse assunto que ainda é tratado por tantas pessoas como um tabu.
      Em definição clínica, o DSM-5 (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais) enumera sintomas que variam desde o humor deprimido até a perda de interesse, distúrbios do sono, fadiga, dificuldade de concentração e o pior deles: os pensamentos suicidas. Apesar de sua aparente objetividade, esta descrição não consegue abarcar totalmente todas as experiências vividas por aqueles que enfrentam a doença.
      Nesse contexto surge o Setembro Amarelo como um apoio na prevenção ao suicídio e conscientização sobre a depressão. É um mês dedicado a “desestigmatizar” esses tópicos e abrir diálogo. Essa campanha funciona como um convite para a sociedade entender que problemas de saúde mental não significam apenas uma tristeza passageira, mas sim enfermidades que merecem atenção, compaixão e tratamento.
      Além disso, a depressão é uma doença em constante mutação. Pode ser desencadeada por eventos dolorosos, surgir sem aviso prévio ou ser uma companheira constante por longos períodos. Alguns enfrentam os sintomas físicos com mais intensidade, enquanto outros sofrem mais com os aspectos emocionais.
      Torna-se fundamental reconhecer que a depressão não é um sinal de fraqueza, falta de Deus, e que se a pessoa tivesse mais fé, se fosse mais forte, não estaria adoecida. Também não é algo a ser superado apenas com “pensamentos positivos”.
      Você imagina a audácia de aplicar esse princípio a grandes cristãos que tiveram depressão? Dizer a Charles Spurgeon para ler mais a Bíblia? Incentivar David Brainerd a orar mais? Madre Teresa de Calcutá deveria simplesmente escolher a alegria? Que Martin Luther King Jr. precisaria não se preocupar com as ameaças constantes à sua vida? Ou então, que Martinho Lutero – um dos principais líderes da Reforma Protestante – tinha de ignorar os conflitos interiores e as sensações de indignidade pessoal?
      Todos eles lutaram contra a depressão e nos recordam de que às vezes somos abatidos por sensações angustiantes. O nosso cérebro, assim como o nosso corpo, adoece. Depressão é uma doença real que exige atenção médica e apoio adequado. É essencial nos educarmos, apoiarmos uns aos outros e reconhecermos a busca pela compreensão desse “mal do século”.

(Diana Gruver. Disponível em: https: www.gazetadopovo.com.br. Acesso em: 15/01/2024.) 
Na oração “Essa campanha funciona como um convite para a sociedade [...]” (3º§), as palavras sublinhadas, conforme o contexto exposto, exercem a função de conjunção e de preposição. Sequencialmente, tais palavras dão ao trecho a ideia de:
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Q2529927 Português
A depressão não é um sinal de fraqueza, mas uma doença com múltiplas faces


      Neblina. Trevas. Espírito maldito. Escuridão. Estrada sem saída. Fazemos rodeios, recorremos a metáforas, e pintamos quadros da dor com nossas palavras. O termo depressão é clínico; a lista de sintomas, estéril. No entanto, é por meio do reconhecimento desses símbolos que podemos começar a compreender o que é essa doença e a importância de debater esse assunto que ainda é tratado por tantas pessoas como um tabu.
      Em definição clínica, o DSM-5 (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais) enumera sintomas que variam desde o humor deprimido até a perda de interesse, distúrbios do sono, fadiga, dificuldade de concentração e o pior deles: os pensamentos suicidas. Apesar de sua aparente objetividade, esta descrição não consegue abarcar totalmente todas as experiências vividas por aqueles que enfrentam a doença.
      Nesse contexto surge o Setembro Amarelo como um apoio na prevenção ao suicídio e conscientização sobre a depressão. É um mês dedicado a “desestigmatizar” esses tópicos e abrir diálogo. Essa campanha funciona como um convite para a sociedade entender que problemas de saúde mental não significam apenas uma tristeza passageira, mas sim enfermidades que merecem atenção, compaixão e tratamento.
      Além disso, a depressão é uma doença em constante mutação. Pode ser desencadeada por eventos dolorosos, surgir sem aviso prévio ou ser uma companheira constante por longos períodos. Alguns enfrentam os sintomas físicos com mais intensidade, enquanto outros sofrem mais com os aspectos emocionais.
      Torna-se fundamental reconhecer que a depressão não é um sinal de fraqueza, falta de Deus, e que se a pessoa tivesse mais fé, se fosse mais forte, não estaria adoecida. Também não é algo a ser superado apenas com “pensamentos positivos”.
      Você imagina a audácia de aplicar esse princípio a grandes cristãos que tiveram depressão? Dizer a Charles Spurgeon para ler mais a Bíblia? Incentivar David Brainerd a orar mais? Madre Teresa de Calcutá deveria simplesmente escolher a alegria? Que Martin Luther King Jr. precisaria não se preocupar com as ameaças constantes à sua vida? Ou então, que Martinho Lutero – um dos principais líderes da Reforma Protestante – tinha de ignorar os conflitos interiores e as sensações de indignidade pessoal?
      Todos eles lutaram contra a depressão e nos recordam de que às vezes somos abatidos por sensações angustiantes. O nosso cérebro, assim como o nosso corpo, adoece. Depressão é uma doença real que exige atenção médica e apoio adequado. É essencial nos educarmos, apoiarmos uns aos outros e reconhecermos a busca pela compreensão desse “mal do século”.

(Diana Gruver. Disponível em: https: www.gazetadopovo.com.br. Acesso em: 15/01/2024.) 
Considerando a regência verbal, assinale a alternativa cujo verbo sublinhado apresenta regência diferente dos demais. 
Alternativas
Q2529926 Português
A depressão não é um sinal de fraqueza, mas uma doença com múltiplas faces


      Neblina. Trevas. Espírito maldito. Escuridão. Estrada sem saída. Fazemos rodeios, recorremos a metáforas, e pintamos quadros da dor com nossas palavras. O termo depressão é clínico; a lista de sintomas, estéril. No entanto, é por meio do reconhecimento desses símbolos que podemos começar a compreender o que é essa doença e a importância de debater esse assunto que ainda é tratado por tantas pessoas como um tabu.
      Em definição clínica, o DSM-5 (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais) enumera sintomas que variam desde o humor deprimido até a perda de interesse, distúrbios do sono, fadiga, dificuldade de concentração e o pior deles: os pensamentos suicidas. Apesar de sua aparente objetividade, esta descrição não consegue abarcar totalmente todas as experiências vividas por aqueles que enfrentam a doença.
      Nesse contexto surge o Setembro Amarelo como um apoio na prevenção ao suicídio e conscientização sobre a depressão. É um mês dedicado a “desestigmatizar” esses tópicos e abrir diálogo. Essa campanha funciona como um convite para a sociedade entender que problemas de saúde mental não significam apenas uma tristeza passageira, mas sim enfermidades que merecem atenção, compaixão e tratamento.
      Além disso, a depressão é uma doença em constante mutação. Pode ser desencadeada por eventos dolorosos, surgir sem aviso prévio ou ser uma companheira constante por longos períodos. Alguns enfrentam os sintomas físicos com mais intensidade, enquanto outros sofrem mais com os aspectos emocionais.
      Torna-se fundamental reconhecer que a depressão não é um sinal de fraqueza, falta de Deus, e que se a pessoa tivesse mais fé, se fosse mais forte, não estaria adoecida. Também não é algo a ser superado apenas com “pensamentos positivos”.
      Você imagina a audácia de aplicar esse princípio a grandes cristãos que tiveram depressão? Dizer a Charles Spurgeon para ler mais a Bíblia? Incentivar David Brainerd a orar mais? Madre Teresa de Calcutá deveria simplesmente escolher a alegria? Que Martin Luther King Jr. precisaria não se preocupar com as ameaças constantes à sua vida? Ou então, que Martinho Lutero – um dos principais líderes da Reforma Protestante – tinha de ignorar os conflitos interiores e as sensações de indignidade pessoal?
      Todos eles lutaram contra a depressão e nos recordam de que às vezes somos abatidos por sensações angustiantes. O nosso cérebro, assim como o nosso corpo, adoece. Depressão é uma doença real que exige atenção médica e apoio adequado. É essencial nos educarmos, apoiarmos uns aos outros e reconhecermos a busca pela compreensão desse “mal do século”.

(Diana Gruver. Disponível em: https: www.gazetadopovo.com.br. Acesso em: 15/01/2024.) 
Conforme o contexto, as palavras podem assumir significados diferentes. Em “[...] esta descrição não consegue abarcar totalmente todas as experiências vividas por aqueles que enfrentam a doença.” (2º§), o termo “abarcar” significa: 
Alternativas
Q2529925 Português
A depressão não é um sinal de fraqueza, mas uma doença com múltiplas faces


      Neblina. Trevas. Espírito maldito. Escuridão. Estrada sem saída. Fazemos rodeios, recorremos a metáforas, e pintamos quadros da dor com nossas palavras. O termo depressão é clínico; a lista de sintomas, estéril. No entanto, é por meio do reconhecimento desses símbolos que podemos começar a compreender o que é essa doença e a importância de debater esse assunto que ainda é tratado por tantas pessoas como um tabu.
      Em definição clínica, o DSM-5 (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais) enumera sintomas que variam desde o humor deprimido até a perda de interesse, distúrbios do sono, fadiga, dificuldade de concentração e o pior deles: os pensamentos suicidas. Apesar de sua aparente objetividade, esta descrição não consegue abarcar totalmente todas as experiências vividas por aqueles que enfrentam a doença.
      Nesse contexto surge o Setembro Amarelo como um apoio na prevenção ao suicídio e conscientização sobre a depressão. É um mês dedicado a “desestigmatizar” esses tópicos e abrir diálogo. Essa campanha funciona como um convite para a sociedade entender que problemas de saúde mental não significam apenas uma tristeza passageira, mas sim enfermidades que merecem atenção, compaixão e tratamento.
      Além disso, a depressão é uma doença em constante mutação. Pode ser desencadeada por eventos dolorosos, surgir sem aviso prévio ou ser uma companheira constante por longos períodos. Alguns enfrentam os sintomas físicos com mais intensidade, enquanto outros sofrem mais com os aspectos emocionais.
      Torna-se fundamental reconhecer que a depressão não é um sinal de fraqueza, falta de Deus, e que se a pessoa tivesse mais fé, se fosse mais forte, não estaria adoecida. Também não é algo a ser superado apenas com “pensamentos positivos”.
      Você imagina a audácia de aplicar esse princípio a grandes cristãos que tiveram depressão? Dizer a Charles Spurgeon para ler mais a Bíblia? Incentivar David Brainerd a orar mais? Madre Teresa de Calcutá deveria simplesmente escolher a alegria? Que Martin Luther King Jr. precisaria não se preocupar com as ameaças constantes à sua vida? Ou então, que Martinho Lutero – um dos principais líderes da Reforma Protestante – tinha de ignorar os conflitos interiores e as sensações de indignidade pessoal?
      Todos eles lutaram contra a depressão e nos recordam de que às vezes somos abatidos por sensações angustiantes. O nosso cérebro, assim como o nosso corpo, adoece. Depressão é uma doença real que exige atenção médica e apoio adequado. É essencial nos educarmos, apoiarmos uns aos outros e reconhecermos a busca pela compreensão desse “mal do século”.

(Diana Gruver. Disponível em: https: www.gazetadopovo.com.br. Acesso em: 15/01/2024.) 
O título do texto, “A depressão não é um sinal de fraqueza, mas uma doença com múltiplas faces”, é formado por período composto. No primeiro, o verbo está explícito: “A depressão não é um sinal de fraqueza”. No segundo, o verbo está implícito: “mas (é) uma doença com múltiplas faces”. A conjunção “mas” une as duas orações, demonstrando que a autora pretendeu estabelecer uma relação de:
Alternativas
Q2529924 Português
A depressão não é um sinal de fraqueza, mas uma doença com múltiplas faces


      Neblina. Trevas. Espírito maldito. Escuridão. Estrada sem saída. Fazemos rodeios, recorremos a metáforas, e pintamos quadros da dor com nossas palavras. O termo depressão é clínico; a lista de sintomas, estéril. No entanto, é por meio do reconhecimento desses símbolos que podemos começar a compreender o que é essa doença e a importância de debater esse assunto que ainda é tratado por tantas pessoas como um tabu.
      Em definição clínica, o DSM-5 (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais) enumera sintomas que variam desde o humor deprimido até a perda de interesse, distúrbios do sono, fadiga, dificuldade de concentração e o pior deles: os pensamentos suicidas. Apesar de sua aparente objetividade, esta descrição não consegue abarcar totalmente todas as experiências vividas por aqueles que enfrentam a doença.
      Nesse contexto surge o Setembro Amarelo como um apoio na prevenção ao suicídio e conscientização sobre a depressão. É um mês dedicado a “desestigmatizar” esses tópicos e abrir diálogo. Essa campanha funciona como um convite para a sociedade entender que problemas de saúde mental não significam apenas uma tristeza passageira, mas sim enfermidades que merecem atenção, compaixão e tratamento.
      Além disso, a depressão é uma doença em constante mutação. Pode ser desencadeada por eventos dolorosos, surgir sem aviso prévio ou ser uma companheira constante por longos períodos. Alguns enfrentam os sintomas físicos com mais intensidade, enquanto outros sofrem mais com os aspectos emocionais.
      Torna-se fundamental reconhecer que a depressão não é um sinal de fraqueza, falta de Deus, e que se a pessoa tivesse mais fé, se fosse mais forte, não estaria adoecida. Também não é algo a ser superado apenas com “pensamentos positivos”.
      Você imagina a audácia de aplicar esse princípio a grandes cristãos que tiveram depressão? Dizer a Charles Spurgeon para ler mais a Bíblia? Incentivar David Brainerd a orar mais? Madre Teresa de Calcutá deveria simplesmente escolher a alegria? Que Martin Luther King Jr. precisaria não se preocupar com as ameaças constantes à sua vida? Ou então, que Martinho Lutero – um dos principais líderes da Reforma Protestante – tinha de ignorar os conflitos interiores e as sensações de indignidade pessoal?
      Todos eles lutaram contra a depressão e nos recordam de que às vezes somos abatidos por sensações angustiantes. O nosso cérebro, assim como o nosso corpo, adoece. Depressão é uma doença real que exige atenção médica e apoio adequado. É essencial nos educarmos, apoiarmos uns aos outros e reconhecermos a busca pela compreensão desse “mal do século”.

(Diana Gruver. Disponível em: https: www.gazetadopovo.com.br. Acesso em: 15/01/2024.) 
A autora inicia o texto com o seguinte trecho: “Neblina. Trevas. Espírito maldito. Escuridão. Estrada sem saída.” (1º§) Sequencialmente, apresenta breve informação sobre a depressão: “O termo depressão é clínico; a lista de sintomas, estéril.” (1º§) Em relação ao exposto, analise as afirmativas sobre a intenção da autora mediante os trechos mencionados.

I. Apresentar, de forma breve, uns dos sintomas da depressão para introduzir o tema central do texto.
II. Apresentar, de forma detalhada, uns dos sintomas da depressão para falar sobre o assunto principal do texto.
III. Chamar a atenção do leitor para os sintomas, visto que é comum a qualquer ser humano. Com isso, levá-lo a fazer uma análise de sua saúde mental.

Está correto o que se afirma apenas em 
Alternativas
Q2529188 Conhecimentos Gerais
Novas edições provam que obra de Graciliano Ramos está vivíssima
Com a entrada dos textos em domínio público, o autor que expôs as mazelas do país com sua escrita sem firulas ganha duas edições excepcionais.

No dia 20 de março de 1953, o Brasil perdeu um de seus maiores escritores: o alagoano Graciliano Ramos. Agora, Graciliano prova mais uma vez que continua vivíssimo. De acordo com a legislação nacional, a obra de um autor entra em domínio público no ano seguinte ao aniversário de 70 anos de sua morte. Logo, a partir deste ano, seus escritos estão livres de direitos de autorais – algo que simplifica negociações com herdeiros e barateia a publicação.
(Disponível em: https://veja.abril.com.br/cultura/. Acesso em: 14/01/2024. Adaptado.)

Sobre as obras do autor Graciliano Ramos, analise as alternativas a seguir. 

I. Dom Casmurro.
II. Vidas Secas.
III. Morte e vida Severina.

São obras que não pertencem a Graciliano Ramos: 
Alternativas
Q2529187 Conhecimentos Gerais
“A cada dois anos, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) aplica uma série de avaliações na rede pública e em uma amostra da rede privada que atuam na educação básica. Com base nos resultados alcançados, o propósito é refletir sobre a qualidade da educação oferecida aos estudantes, bem como elaborar, monitorar e aprimorar as políticas educacionais.” O nome deste conjunto de avaliações é: 
Alternativas
Q2529186 Noções de Primeiros Socorros
Considerando os primeiros-socorros direcionados a um indivíduo que foi vítima de queimaduras, marque V para afirmativas verdadeiras e F para falsas.

(  ) As queimaduras deverão ser classificadas como de primeiro, segundo e terceiro grau, de acordo com a extensão da superfície atingida.
(  ) Não é recomendado aplicar gelo sobre lesões causadas por queimadura, pois pode piorar a lesão.
(  ) Romper as bolhas ocasionadas pela queimadura é indicado, pois acelera o processo de cicatrização.

A sequência está correta em 
Alternativas
Q2529185 Legislação de Trânsito
A sinalização de trânsito é um conjunto de sinais distribuídos ao longo das vias com o objetivo de regulamentá-las e orientar os motoristas e pedestres. O Código de Trânsito Brasileiro (CTB) possui uma ordem de prevalência de sinalização, que dita uma hierarquia no seguimento das formas de sinalização:

1. Indicações dos sinais sobre as demais normas de trânsito.
2. Indicações do semáforo sobre os demais sinais.
3. Ordens do agente de trânsito sobre as normas de circulação e outros sinais.

Assinale a alternativa que contém a ordem correta de prevalência da sinalização de trânsito.  
Alternativas
Q2529184 Conhecimentos Gerais
“Em janeiro de 2024, o IBGE anunciou a alteração do termo _______________, usado desde 1991 nas pesquisas e divulgação do Censo, o qual foi substituído por ‘favelas e comunidades urbanas’.” Assinale a alternativa que completa corretamente a afirmativa anterior.
Alternativas
Q2529183 Conhecimentos Gerais
O processo eleitoral no Brasil passou por momentos importantes durante sua história, os quais permitiram o progresso do país nessa área. Um deles é a conquista das eleições diretas após mais de duas décadas de regime ditatorial. O primeiro presidente eleito democraticamente por voto popular no Brasil, após o período de ditadura militar, foi:
Alternativas
Q2529182 Conhecimentos Gerais
Real permanece vivo na memória

Trinta anos depois, os brasileiros se lembraram bem do plano econômico que estabilizou a economia do país. O Plano Real é considerado a política pública mais importante, depois do Bolsa Família.
(Disponível em: https://oglobo.globo.com/. Acesso em: 14/01/2024. Adaptado.)

O Plano Real completa 30 anos em junho 2024, e mesmo tanto tempo após sua implementação é considerado um dos maiores feitos econômicos do Brasil visto que, a partir dele, o país conseguiu controlar a grande crise inflacionária que vivia até então. A moeda utilizada pelo Brasil no momento em que o Plano Real foi estabelecido era:
Alternativas
Respostas
221: A
222: B
223: B
224: D
225: C
226: A
227: A
228: C
229: D
230: D
231: C
232: C
233: A
234: C
235: C
236: B
237: B
238: D
239: D
240: C