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A exposição do campo operatório é fundamental para esse tipo de tratamento, devendo o operador solicitar o afastador de Weider para obter o afastamento da língua do sítio de intervenção.
As foices são instrumentos utilizados principalmente para o debridamento supragengival, devido às características de sua parte ativa, cuja seção transversal é triangular, com dois bordos cortantes.
As curetas periodontais devem ser mantidas sempre afiadas, pois a raspagem promovida com instrumentos não afiados, além de não remover completamente o cálculo, provoca o estabelecimento de uma superfície rugosa que acarreta maior retenção de microrganismos.
O uso de cânulas de irrigação Gauche 30 é mais indicado que as de Gauche 23, por permitirem maior perfusão de líquido, dado o seu diâmetro.
A evidência de manchas amarelas ou marrons na película indica a necessidade de substituição das soluções, pois elas podem estar saturadas ou contaminadas.
A miliamperagem insuficiente pode ser um dos problemas relacionados a uma radiografia clara.
O técnico pode aplicar medidas de biossegurança no armazenamento, manuseio e descarte de produtos e resíduos odontológicos, exceto os de natureza tóxica, cuja manipulação cabe exclusivamente ao cirurgião dentista.
Em programas de saúde bucal, sob supervisão de um cirurgião-dentista, o técnico pode atuar como examinador na execução de levantamentos epidemiológicos.
Durante um tratamento restaurador, o técnico pode realizar o isolamento absoluto, a antissepsia do campo operatório, bem como inserir e distribuir, no preparo cavitário, materiais odontológicos em restauração dentária direta.
A racionalização das ações de controle interno busca eliminar atividades de auditoria em duplicidade nos órgãos/unidades que integram o sistema de controle interno do Poder Executivo federal. Um dos resultados esperados dessa racionalização é gerar novas atividades de auditoria, que preencham lacunas existentes, por meio de pauta de ações articuladas.
As unidades de auditoria interna das entidades da administração indireta federal submetem-se, a cada três anos, à revisão pelos pares, ou seja, executada por outra unidade de auditoria interna. O objetivo dessa revisão é verificar se a unidade avaliada está realizando suas atividades de acordo com as normas estabelecidas na instrução normativa supracitada.
Os assessores especiais de controle interno devem encaminhar, no prazo previsto em lei, à Secretaria Federal de Controle Interno do Ministério da Fazenda, antes mesmo que o respectivo ministro de estado tome deles ciência, os fatos irregulares de que tiverem conhecimento. Caso a comunicação não ocorra no prazo determinado, os assessores especiais responderão solidariamente com os responsáveis pelas irregularidades.
Em seu trabalho de fiscalização e auditoria, os órgãos e as unidades do SCI verificam se o objeto pactuado, nos instrumentos em que a União assume compromissos, com previsão de transferência de recursos financeiros de seus orçamentos para estados, Distrito Federal e municípios, foi executado, obedecendo aos respectivos projetos e plano de trabalho, conforme conveniado, e se sua utilização obedece à destinação prevista no termo pactual.
Para o cumprimento de suas atribuições e alcance de suas finalidades, o SCI deve realizar suas atividades com foco nos resultados da ação governamental. Para tanto, deve utilizar metodologia de planejamento específica, que considere os programas de governo fator básico de organização da função pública, e a gestão pública, mobilização organizacional para o alcance desses resultados.
Nos ministérios, o apoio à supervisão e ao controle externo dos assuntos de sua missão institucional é atribuição da Secretaria Federal de Controle Interno (SFC).
Compete à Secretaria Federal de Controle Interno do Ministério da Fazenda, além de avaliar o cumprimento das metas estabelecidas no PPA e na LDO, promover a integração do SCI com outros sistemas da administração pública federal.
No limite das possibilidades financeiras, a concessão de subvenções sociais visa à prestação de serviços essenciais de assistência social, médica e educacional, sempre que a suplementação de recursos privados aplicados a esses objetivos revelar-se mais econômica.
O valor das subvenções sociais, sempre que possível, é calculado com base em unidades de serviços efetivamente prestados ou postos à disposição dos interessados, obedecidos os padrões mínimos de eficiência previamente fixados.
A centralização permite a padronização dos métodos e das rotinas de trabalho sem que se crie qualquer restrição ou rigidez para a gestão dos recursos, que permanece sob o total controle do ordenador de despesa de cada unidade gestora.
A modalidade de uso parcial do SIAFI, pelo órgão, não substitui a contabilidade da unidade, sendo, portanto, necessário o envio de balancetes e balanços para integração pelas unidades setoriais do sistema.