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Paciente com sessenta e cinco anos de idade, portador de hepatite crônica alcoólica, abstêmio e estável há 8 anos. Chegou ao ambulatório com aumento do volume abdominal por ascite. Negou uso de medicamentos potencialmente nefrotóxicos, como antibióticos ou anti-inflamatórios. Durante terapêutica diurética, evoluiu com piora da função renal, com creatinina previa de 0,8 mg/dL e hoje de 2,5 mg/dL.
Julgue o item que se segue, relativo a esse caso clínico.
A piora da função renal colabora substancialmente no Meld
Score desse paciente, facilitando o acesso mais rápido ao
transplante hepático.
Paciente com sessenta e cinco anos de idade, portador de hepatite crônica alcoólica, abstêmio e estável há 8 anos. Chegou ao ambulatório com aumento do volume abdominal por ascite. Negou uso de medicamentos potencialmente nefrotóxicos, como antibióticos ou anti-inflamatórios. Durante terapêutica diurética, evoluiu com piora da função renal, com creatinina previa de 0,8 mg/dL e hoje de 2,5 mg/dL.
Julgue o item que se segue, relativo a esse caso clínico.
Deve-se realizar expansão volêmica e manter diuréticos
como conduta inicial.
Paciente com sessenta e cinco anos de idade, portador de hepatite crônica alcoólica, abstêmio e estável há 8 anos. Chegou ao ambulatório com aumento do volume abdominal por ascite. Negou uso de medicamentos potencialmente nefrotóxicos, como antibióticos ou anti-inflamatórios. Durante terapêutica diurética, evoluiu com piora da função renal, com creatinina previa de 0,8 mg/dL e hoje de 2,5 mg/dL.
Julgue o item que se segue, relativo a esse caso clínico.
Trata-se de um paciente cirrótico evoluindo com síndrome
hepatorrenal.
Paciente com trinta anos de idade, sexo feminino, descendente de japoneses, com diagnóstico de hepatite B em seguimento ambulatorial, sem indicação terapêutica. Bioquímica hepática normal, USG de abdome normal. PCR VHB – log 9,0 1.000.000.000 UI/mL. Irmão em tratamento para hepatite B em São Paulo. Procurou atendimento hoje por estar gestante de 6 semanas.
Acerca desse caso clínico, julgue o item a seguir.
Nesse estágio de portadora inativa ou imunocompetente do
vírus B, não há necessidade de seguimento ambulatorial da
paciente.
Paciente com trinta anos de idade, sexo feminino, descendente de japoneses, com diagnóstico de hepatite B em seguimento ambulatorial, sem indicação terapêutica. Bioquímica hepática normal, USG de abdome normal. PCR VHB – log 9,0 1.000.000.000 UI/mL. Irmão em tratamento para hepatite B em São Paulo. Procurou atendimento hoje por estar gestante de 6 semanas.
Acerca desse caso clínico, julgue o item a seguir.
Devido à alta carga viral VHB da paciente, deve-se iniciar a
terapia antiviral para diminuir a carga viral e evitar
transmissão intrauterina.
Paciente com trinta anos de idade, sexo feminino, descendente de japoneses, com diagnóstico de hepatite B em seguimento ambulatorial, sem indicação terapêutica. Bioquímica hepática normal, USG de abdome normal. PCR VHB – log 9,0 1.000.000.000 UI/mL. Irmão em tratamento para hepatite B em São Paulo. Procurou atendimento hoje por estar gestante de 6 semanas.
Acerca desse caso clínico, julgue o item a seguir.
A via de parto da paciente (parto normal ou cesárea) não
interferirá no risco de infecção da criança pelo VHB.
Paciente com trinta anos de idade, sexo feminino, descendente de japoneses, com diagnóstico de hepatite B em seguimento ambulatorial, sem indicação terapêutica. Bioquímica hepática normal, USG de abdome normal. PCR VHB – log 9,0 1.000.000.000 UI/mL. Irmão em tratamento para hepatite B em São Paulo. Procurou atendimento hoje por estar gestante de 6 semanas.
Acerca desse caso clínico, julgue o item a seguir.
O obstetra deverá orientar a paciente a evitar a amamentação
do seu filho devido ao risco de contágio por
fissura/sangramento do mamilo.
Paciente com trinta anos de idade, sexo feminino, descendente de japoneses, com diagnóstico de hepatite B em seguimento ambulatorial, sem indicação terapêutica. Bioquímica hepática normal, USG de abdome normal. PCR VHB – log 9,0 1.000.000.000 UI/mL. Irmão em tratamento para hepatite B em São Paulo. Procurou atendimento hoje por estar gestante de 6 semanas.
Acerca desse caso clínico, julgue o item a seguir.
O recém-nascido dessa paciente deverá receber vacina contra
hepatite B mais imunoglobulina humana hepatite B (HBIg)
nas primeiras 12 a 24 horas pós-parto.
Com relação às endocrinopatias diagnosticadas no ciclo gravídico puerperal, julgue o item a seguir.
Em gestantes com diagnóstico de doença de Graves, deve-se
dosar o TRAB imediatamente antes do parto; em caso de
positividade, há maior risco de hipertireoidismo fetal.
Com relação às endocrinopatias diagnosticadas no ciclo gravídico puerperal, julgue o item a seguir.
Para mulheres com diagnóstico de prolactinomas, sempre é
indicada a suspensão do agonista dopaminérgico durante a
gestação, independentemente do tamanho tumoral.
Com relação às endocrinopatias diagnosticadas no ciclo gravídico puerperal, julgue o item a seguir.
O teste de tolerância oral à glicose, a ser realizado em 6 a
8 semanas do parto, é indicado para todas as puérperas que
tiveram diagnóstico de diabetes melito gestacional.
Com relação às endocrinopatias diagnosticadas no ciclo gravídico puerperal, julgue o item a seguir.
O tratamento com drogas antitireoidianas é sempre indicado
às gestantes com hipertireoidismo subclínico, devido ao
aumento do risco materno-fetal.
Tendo como referência esse caso clínico hipotético, julgue o item subsequente.
Nos pacientes que apresentem dosagens de tireoglobulina
elevadas sem doença aparente, pode-se optar por
acompanhamento, sendo desnecessário prosseguir à
investigação se os níveis de tireoglobulina evoluírem em
queda.
Tendo como referência esse caso clínico hipotético, julgue o item subsequente.
Em pacientes que apresentem níveis de anticorpo
antitireoglobulina muito elevados, deve-se manter o
seguimento observando-se esse marcador; reduções
superiores a 50% indicam a realização de PCI diagnóstica
para investigação de resposta incompleta ao tratamento.
Tendo como referência esse caso clínico hipotético, julgue o item subsequente.
Medicamentos que estimulam a tirosinoquinase estão sendo
estudados como opção terapêutica dos carcinomas de
tireoide metastáticos e não responsivos.
Tendo como referência esse caso clínico hipotético, julgue o item subsequente.
Se, no caso clínico apresentado, tratar-se de um carcinoma
bem diferenciado de tireoide de alto risco, dever-se-á buscar,
durante os primeiros anos de acompanhamento, um valor de
TSH inferior ou igual a 0,1 mUi/L.
Tendo como referência esse caso clínico hipotético, julgue o item subsequente.
De acordo com a última atualização do Consenso Brasileiro
de Nódulo Tireoidiano e Câncer Diferenciado de Tireoide,
nos casos classificados como de risco alto, a dose terapêutica
de radioiodo é opcional.
Quanto à dislipidemia, julgue o item seguinte.
Em se tratando de pacientes com altos níveis de LDL
associados à presença de xantomas e história familiar de
hipercolesterolemia e DAC precoce, deve-se levantar a
suspeita de hipercolesterolemia familiar.
Quanto à dislipidemia, julgue o item seguinte.
O tratamento da dislipidemia na gestação fundamenta-se
principalmente na melhora da alimentação, sendo possível,
em algumas situações, o uso da colestiramina.
Quanto à dislipidemia, julgue o item seguinte.
A HMG-CoA redutase é uma enzima importante para a
síntese do colesterol intracelular, sendo alvo de ação das
estatinas.